História Cinco Minutos - Capítulo 28


Escrita por: ~ e ~NahuelPuddin

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Cinco Minutos, Deteguk, Drama, Kooktae, Kookv, Nahuelpuddin, Taekook, Vkook
Visualizações 378
Palavras 762
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa tarde.
Desculpem a demora, mas estou passando por maus momentos, talvez eu faça um jornal sobre, mas não estou conseguindo escrever a dias e não sei exatamente o motivo. Por isso estou dando um tempinho para mim. Eu sei que Cinco Minutos já está toda escrita, mas não tenho estrado muito no spirit. Me perdoem por isso. O importante é que estou atualizando.
Boa leitura.

Capítulo 28 - Existe 0,01 em mim


Eu não estava com vontade de sair de casa hoje, mas tenho certeza que qualquer ato, que qualquer escolha que eu faça, vai afetar Taehyung diretamente. Por isso estou discutindo com o meu teto o que eu deveria fazer hoje.

Se eu não for, não vai fazer diferença para mim. Se eu ficar sem vê-lo, vou mofar aqui e chorar por não tê-lo visto hoje. Taehyung não vai ficar se martirizando pelo o que fez ao me ver, isso é bom, mas ele vai ficar preocupado e vai se perguntar o dia todo o motivo de eu não aparecer. E se ele achar que sou capaz de fazer como o Jimin e me cortar? Ele irá vir desesperado me salvar e só encontrará um Jeongguk patético com os olhos inchados de tanto chorar.

Se eu for, ele vai ficar mais aliviado porque ainda estou indo trabalhar, mas ele vai se sentir culpado por me ver tão entristecido, o que não é culpa dele, só para começar. Eu sempre fui assim, a única coisa que aconteceu é que tirei uma pequena férias da minha tristeza por mais de uma semana, apenas isso. Não é nada com que ele tenha que ficar triste também.

O único problema é comigo e só comigo. Eu preciso ser forte, mesmo sabendo que não sou, respirar fundo e continuar trabalhando para sustentar meus macarrões instantâneos e pagar meu aluguel. Eu inclusive não comi nada desde ontem e me pergunto porque eu não sinto fome. Minha barriga nem está me incomodando de estar vazia.

Apesar da minha fraqueza, eu decidir ir, prefiro um Taehyung culpado do que desesperado atrás de mim. Eu vou chegar lá, sorrir, dizer “bom dia” e agir como se nada tivesse acontecido. Como se os beijos, os toques e todos os acontecidos foram apenas sonhos muito bons que gostaria que tornassem realidade.

É isso, foi tudo um sonho.

Lágrimas desceram dos meus olhos sem eu mandar, e eu bati no meu corpo em uma tentativa falha de parar de me desobedecer. Eu não tenho que chorar, eu tenho que sorrir. Minha boca obedece meu cérebro, porém meus olhos obedecem meu coração rebelde. Parece que tem vida própria e às vezes eu o odeio. Mas ele também foi o responsável por me fazer tão feliz nos poucos dias felizes da minha vida. Então ele não é tão ruim assim.

Deixei minha casa, já arrumado e caminhei pela rua. Usava o caminho curto até o trabalho para ir me preparando, construir minha máscara para que ele não veja meus pensamentos. Eu sei que meus olhos não conseguem disfarçar minha tristeza, mas se ele me ver sorrindo e ouvir minha voz, vai ser os suficiente para ele. Quando estava prestes a atravessar a rua para chegar na papelaria, o vi colocar o telefone no ouvido. Me perguntei para quem ele estava ligando, talvez estivesse verificando se Jimin estava bem.

De repente, senti meu celular vibrar, era ele, ele estava ligando para mim. Eu não sabia o que fazer, o semáforo ainda estava aberto, então apenas atendi porque ele parecia nervoso, batendo os dedos no vidro do balcão.

Aceitei a ligação e coloquei no ouvido.

— Jeongguk, onde você está? Você está bem? Você vem trabalhar? Está uma hora atrasado. — Ele fez várias perguntas e estava prestes a responder, mas minha voz não saiu. Acho que não sei ser forte. Eu só queria dizer um “estou chegando” para ele se tranquilizar, mas não consegui. — Eu estou preocupado contigo, só dê sinal de vida, ok?

O sinal fechou, já se passou um minuto e eu atravessei a rua. Com o telefone ainda no ouvido, eu entrei na papelaria e olhei para Taehyung. Sua boca abriu levemente. Ao me ver ele desligou o telefone. Eu não sabia o que falar e muito menos como reagir.

Ele saiu atrás do balcão e veio até mim, ele fez menção de me abraçar, porém ele parou e nós dois demos um passo para trás. Não era certo, não era certo para o que eu sentia, para o que ele sentia, não era certo para Jimin.

Forcei um sorriso, e seus olhos ficaram vermelhos. Ele estava com vontade de chorar, e eu não queria isso. — Bom dia.

Abri minha boca, mas nenhum som saiu de minha garganta. Eu não conseguia, simplesmente não conseguia.

Contei os outros quatro minutos como se fosse segundos. Fiz uma rápida reverência e andei a passos rápidos para dentro da minha sala. Além de voltar para minha tristeza, minha amizade com Taehyung regrediu graças a mim mesmo.

Eu sou mesmo um idiota.


Notas Finais


Beijos de um viciado em TaeKook e escravo de SoonHoon,
Nahu


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