História Cinco noites em Púrpura - Capítulo 31


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Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 31 - De quem é a culpa?


Springtrap subiu as escadas e foi até a primeira porta do andar de cima. Estava trancada por fora e por isso, ele achou desnecessário entrar ali. Passou pela segunda porta, estava semi-aberta e por algum motivo, o quarto lhe parecia chamativo. Ele entrou e não viu ninguém ali.

Springtrap: Crianças... sempre se escondendo de seus pesadelos... Sei que estão aqui, não sei se entendem o que eu quero dizer mas, eu brinco muito de pique esconde com crianças e sabem de uma coisa? Eu sempre... ganho.

Mandy e Chica estavam no quarto. Chica tremia em baixo da cama enquanto que Mandy estava quase aos prantos, ela estava sentindo que aquilo não iria acabar bem considerando que se Springtrap estava ali, seria porque Foxy não conseguiu impedi-lo. Springtrap olhava atrás das longas cortinas, e logo, foi até o armário, que por causa de um pequeno movimento de Mandy, acabou fazendo um rangido.

Springtrap: Estou vendo que você não é muito boa nisso... * ele foi até o armário e o abriu, se deparando com Mandy que logo começou a gritar * Isso, grita... grita bem alto. Isso é música pros meus ouvidos. Adoro ouvir vocês sofrendo antes de morrer, isso me motiva a continuar matando. Não há sensação melhor do que matar, sempre fui meio viciado nisso sabe? Mas eu sempre matei crianças, nunca um adulto, mas acho que ainda posso considerar você uma criança visto que até sua amada mãezinha faria o mesmo.

Mandy: C-como sabe da minha mãe?...

Springtrap: Ah eu conheci sua mãe... Quando ainda tinha corpo humano, o que de certa forma não tem muito tempo. Mas falando nisso, pude perceber que os seus gritos se parecem muito com os dela, sabia disso?

Mandy: O que fez com a minha mãe?!

Springtrap: Relaxa, isso tem muitos anos... ela está do jeitinho que você deixou.

Mandy: Quem é você?! Como conhece a minha mãe e o que quer comigo?!

Springtrap: Sabe aquele babaca do seu pai? Aquele cretino mesmo. Ele roubou a sua mãe de mim. Eu era o marido dela Mandy, sua mãe conseguiu escapar de mim e encontrar outro homem.

Mandy: Minha mãe nunca me contou isso, você tá blefando...

Springtrap: Sua mãe era uma vagabunda, sempre foi. Cumpria todas as ordens que eu dava a ela sem hesitar. Parecia que gostava de sofrer.

Mandy: Minha mãe nunca faria isso, ela teria te largado muito antes! 

Springtrap: Não, pois algo muito maior estava em jogo.

Mandy: Foi você... que matou meu pai... Não foi? * Mandy sentia todo o ódio do mundo lhe consumindo naquele momento ao ouvir as palavras dele * 

Springtrap: Claro que foi. Eu precisava acabar com aquele idiota. Que tirou toda a minha diversão. Ele a ajudou a escapar de mim, foi depois disso que eu comecei a matar crianças com frequência.

Mandy: Então o que estava em jogo?... O que poderia impedir a minha mãe de fugir de você?

Springtrap: Você. Se não fosse por você eu nunca teria me divertido tanto com a sua mãe. Eu a ameacei. Disse que se ela tentasse alguma fuga de mim, ou até mesmo falar para alguém o que estava acontecendo, eu te mataria a qualquer custo. *sorriu* Mas não fique triste... até porque aquele heróizinho do seu pai te salvou. Ou é o que aquele bastardo dizia ser.

Mandy: Eu... *estava confusa *

Springtrap: Você é idiota menina?! Ele nunca foi seu pai! Não entendeu até agora?! *ele estava frente a frente com Mandy, sacudindo ela pela gola da roupa*

Mandy: Então... Você...

Springtrap: *largou ela e riu de forma maldosa, ele sabia o que iria acontecer* Sim... É isso mesmo. Conheça seu pai de verdade Mandy. A filhinha que nenhum dos dois planejava em ter. Sua mãe sempre quis ter filhos, mas claro que nunca seria comigo, e eu precisava de um motivo para ela nunca fugir de mim. Sua mãe sempre foi mole, não queria perder um filho. Foi então que eu... digamos que obriguei ela a ter um bebê.

Mandy estava destruída, ela chorava por tudo o que ouviu. Era muito para ela, ela não imaginava que a mãe teria passado por tudo aquilo, que por anos ela viveu uma mentira criada para proteger a ela. Ela era uma filha bastarda ao final das contas? Uma criança fruto de um estupro cometido pelo marido da mãe dela? Mandy só desejava nunca ter nascido, desejava morrer naquela hora, ela não queria mais nada. 

Todas as lembranças com o... padrasto dela e sua mãe, faziam com que se tornassem cicatrizes na alma dela visto tudo o que ocorreu com os dois. E eles se amavam. Se amavam de verdade. Mandy pensou que se ela não tivesse nascido, sua mãe não teria passado por aquilo e seu padrasto não teria morrido. Eles teriam sido felizes.

Springtrap: eu só estou aqui por você Mandy. Seus amigos já se machucaram muito por sua causa. Sabia disso?

Mandy: Por que... todos tem que sofrer por minha causa?... Minha mãe... meu pai... meus amigos... Por que eu não morri antes disso tudo acontecer?... Tudo estaria em paz agora...

Springtrap: E pode ficar Mandy... e pode ficar. Eu estou nesse corpo imundo desde que entrei aqui. Acho que aqueles que são ruins se tornam de metal aqui. Como os animatronics lá fora. Mas ru vou poder ser normal de novo. Fui eu quem te trouxe aqui Mandy, o cara de uniforme roxo da pizzaria. Eu te droguei e te trouxe para cá. Da primeira vez que eu usei o portal eu cometi um erro. Mas não foi tão grave assim.

Mandy: Isso é tudo culpa sua... por que não me matou lá fora?

Springtrap: Por que eu já havia sido preso, porém por cerca de 15 anos, tempo suficiente de você crescer, se tornar praticamente uma adulta, ir até uma pizzaria num dia comum e acabar caindo nas minhas mãos. Eu sabia que você sempre ia naquela pizzaria, você sempre gostou dela desde pequena, foi o que você disse uma vez para um amigo seu quando estava por lá, também disse que seus pais não gostavam do lugar, mas a levavam porque queriam que você se divertisse. Uma coincidência, também era o mesmo lugar em que eu trabalhava e matava crianças. Você não se lembra de mim porque quase nunca nos víamos e você ainda era um bebê. Mas se duvidar, temos muito em comum, uma pena não descobrirmos isso pois seus últimos momentos estão acabando. 

Mandy estava paralisada, seu corpo doía, ela queria acabar com aquele monstro sem medo da morte. Seus cabelos castanhos e suas mechas brancas cobriam seu rosto. Mandy queria acabar com ele mil vezes, fazer ele sofrer pelo que fez com sua mãe durante anos, pela morte do seu pai, pela morte de todas as crianças que ele matou, pelo que ele fez com seus amigos. 

Quanto mais ela pensava nisso, maior era o ódio que sentia. Quanto mais contato que ela tinha com aquele mundo, mais os seus cabelos e sua pele perdiam a cor, mas naquele momento, os cabelos de Mandy se inverteram, ficaram brancos e com apenas algumas mechas de castanho.

Mandy: Eu... eu vou acabar com você...

Springtrap: No fundo você sabe que não consegue.

Mandy: Eu não me importo eu só quero ver você morto!!! * seu olhar era assustador, dava para sentir o ódio que ela guardava dentro de si, a vontade de matar Springtrap a todo custo *

Springtrap: tá aí mais uma coisa que temos em comum... a sede pelo sangue um do outro. Você por tudo o que eu fiz, e eu pelo ódio por seus "pais" e pelos anos em que fiquei preso.


Notas Finais


Sim gente até agora esse foi o capítulo mais... tenso que eu já escrevi até hoje. Eu já sabia o que acontecia na história antes de escrever, mas posso dizer que depois de escrever o capítulo por completo eu me senti um pouco incomodada por tudo isso. Mas ainda assim espero que tenham gostado do capítulo e das revelações aqui contidas e... É isso, vejo vocês no próximo capítulo.


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