História Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 32


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Categorias 50 Tons de Cinza, João Guilherme Ávila, Larissa Manoela
Personagens João Guilherme Ávila, Larissa Manoela, Personagens Originais
Tags Ávila, C1r, Cinquenta Tons De Cinza, João Guilherme, Jolari, Larissa Manoela, Sadomasoquismo
Visualizações 73
Palavras 1.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Orange, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Antes de começarmos a maratona... Sério e quase me matei nesse final de semana pra editar TUDO ( são 7 capítulos de uma vez, pensem em uma garota louca pra fazer logo e procurar uma dúzia de imagens? EU! ) Quero agradecer a uma conta ( infelizmente eu não lembro em qual fanfic disseram pra mim fazer uma maratona mas está aí! ) Obrigado a conta que me sugeriu isso💋 e também obrigado as contas Lalinha_jolari que ficou comentando com muito carinho e amor toda hora sobre dois dos meus capítulos da fanfic ❤ e obrigado a RutyellemMaru por me perturbar um pouquinho e deixar comentários que me deixam mais louca que o normal! ❤


Sem mais delongas e bora para a maratonaaaaa. 😍


Representação da imagem abaixo: João massageando a bunda da Larissa, Larissa no celular, João conversando com a Larissa.


Boa Leitura!

Capítulo 32 - Capítulo 32


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 32 - Capítulo 32

Eu suspiro, este novo ataque rompe a dormência ao redor do meu cérebro.


— Sinta isto. Veja quanto seu corpo gosta disto, Larissa. Você vai ficar molhada só para mim. — Existe temor em sua voz. Ele move seus dedos, dentro e fora em sucessão rápida. Eu gemo, não seguramente não, e então seus dedos se foram… e eu sou deixada querendo. — Da próxima vez, eu vou fazer você contar. Agora onde está o preservativo? — Ele alcança o preservativo e gentilmente empurrando-me de rosto sobre a cama. Eu ouço o som de seu zíper e o rasgar do invólucro. Ele arranca a minha calça de moletom fora e então me guia em uma posição de joelhos, gentilmente acariciando meu agora muito dolorido traseiro. — Eu vou tomar você agora. Você pode gozar, — ele murmura. O que? Como se eu tivesse uma escolha. E ele está dentro de mim, me enchendo rapidamente, eu gemo alto.


Ele se move, batendo em mim, um ritmo rápido e intenso contra meu dolorido traseiro. O sentimento está além de requintado, bruto e degradante, é de explodir a mente. Meus sentidos estão devastados, desconectados, apenas me concentrando no que ele está fazendo para mim. Como ele está fazendo-me sentir, essa força familiar no fundo da minha barriga, apertando, acelerando. NÃO… e meu corpo traidor explode em um intenso orgasmo, estremecendo.


— Oh, Lari! — Ele grita em voz alta enquanto ele encontra a sua liberação, segurando-me no lugar, ele derrama-se em mim. Ele cai, ofegante ao meu lado e ele me puxa em cima dele e enterra seu rosto em meu cabelo, segurando-me apertado. — Oh, querida, — ele respira. — Bem-vinda ao meu mundo. — Ficamos deitados ali, ofegantes, juntos, esperando que nossa respiração diminuía a velocidade. Ele suavemente acaricia o meu cabelo. Eu estou em seu peito novamente. Mas desta vez, eu não tenho forças para erguer minha mão e senti-lo. Rapaz… eu sobrevivi. Isso não era tão ruim. Eu sou mais estoica do que pensava. Minha deusa interior está prostrada… bem pelo menos ela está quieta. João fuça meu cabelo novamente, inalando profundamente. — Bem feito, querida — ele sussurra, com uma alegria calma em sua voz. Suas palavras enrolam ao redor de mim, como uma toalha fofa e suave do Hotel Heathman, eu estou tão contente que ele tenha sentido tanto prazer. Ele pega na alça da minha camisola. — É com isto que você dorme? — Ele pergunta suavemente.

— Sim, — eu respiro com sono.

— Você devia estar em sedas e cetins, você é uma menina bonita. Eu farei compras para você.

— Eu gosto de meu moletom, — eu murmuro, tentando e falhando, soar irritada. Ele beija minha cabeça novamente.

— Nós veremos, — ele diz. Nós ficamos por mais alguns minutos, horas, quem sabe, eu acho que eu cochilei. — Eu tenho que ir, — ele diz, se inclinando ele beija minha testa suavemente. — Você está bem? — Sua voz é suave. Eu penso sobre sua pergunta. Meu traseiro está dolorido. Bem, ardendo agora, e incrivelmente eu me sinto, fora a exaustão, radiante. A realização é humilhante, inesperada. Não estou entendendo. Puta merda.

— Eu estou bem, — eu sussurro. Eu não quero dizer mais que isto. Ele levanta.

— Onde é seu banheiro?

— Ao longo do corredor à esquerda. — Ele pega o outro preservativo e sai do quarto. Eu levanto rigidamente e coloco minha calça de moletom. Ela irrita um pouco contra o meu sofrido traseiro.


Eu estou tão confusa com a minha reação. Eu me lembro dele dizendo, não me lembro quando, que eu me sentiria muito melhor depois de uma boa surra. Como que pode ser isso? Eu realmente não entendo. Mas, estranhamente, eu estou. Eu não posso dizer que eu apreciei a experiência, de fato, eu ainda percorreria um caminho longo para evitar isto, mas agora… eu me sinto segura, estranha, banhada em fosforescência, saciada. Eu ponho minha cabeça em minhas mãos. Eu só não entendo. João retorna ao quarto. Eu não posso olhá-lo nos olhos. Eu olho fixamente para minhas mãos.


— Eu achei um pouco de óleo de bebê. Deixe-me esfregar isto em seu traseiro.

— Não. — Eu estou bem.

— Larissa, — ele adverte e eu quero desviar meus olhos, mas depressa paro. Eu fico de frente para a cama. Sentando ao meu lado, ele puxa delicadamente a minha calça de moletom para baixo novamente.


De cima a baixo como gavetas de puta, meu subconsciente comenta amargamente. Na minha cabeça, eu digo a ela para onde ir. João espirra óleo de bebê em sua mão e então esfrega no meu traseirocom cuidadosa ternura de removedor de maquilagem para bálsamo de traseiro espancado, quem teria pensado que era um líquido tão versátil.


— Eu gosto de por minhas mãos em você, — ele murmura, e eu tenho que concordar, eu também. — Pronto, — ele diz quando termina e ele puxa minhas calças novamente. Eu olho para o meu relógio. É dez e trinta. — Eu estou saindo agora.

— Eu verei você sair. — Eu ainda não posso olhar para ele. Tomando minha mão, ele me leva para a porta da frente. Felizmente, Giovanna ainda não está casa. Ela deve ainda estar jantando com seus pais e Gabriel. Eu estou realmente contente por ela não estar ao redor e ouvir meu castigo. — Você não tem que chamar o Taylor? — Eu pergunto, evitando o contato visual.

— Taylor está aqui desde as nove. Olhe para mim, — ele respira. Eu me esforço para encontrar os seus olhos, mas quando eu faço, ele está olhando para mim com admiração. — Você não chorou, — ele murmura, então me agarra de repente e me beija fervorosamente. — Domingo, — ele sussurra contra meu lábios, e isso é ambas, uma promessa e uma ameaça.


Eu assisto ele caminhar pela calçada e subir no grande Audi preto. Ele não olha para trás. Eu fecho a porta e estou impotente na sala de estar de um apartamento que eu devo morar apenas outras duas noites. Um lugar que vivi feliz por quase quatro anos… ainda hoje, pela primeira vez, eu me sinto só e desconfortável aqui, infeliz com minha própria companhia. O quão me distancie do que sou? Eu sei que, debaixo de meu exterior entorpecido, está um poço de lágrimas. O que eu estou fazendo? A ironia é que eu não posso nem me sentar e desfrutar de um bom choro. Eu terei que permanecer em pé. Eu sei que é tarde, mas decido ligar para minha mãe.


— Meu doce, como você está? Como foi a graduação? — Ela se entusiasma no telefone. Sua voz é um bálsamo calmante.

— Desculpe por ligar tão tarde, — eu sussurro. Ela pausa.

— Lari? O que está errado? — Ela é toda seriedade agora.

— Nada, Mãe, eu só queria ouvir sua voz. — Ela fica muda por um momento.

— Lari, o que é? Por favor, me diga. — Sua voz é suave e reconfortante, eu sei que ela se importa. Não convidadas, as minhas lágrimas começam a fluir. Eu chorei muito frequentemente nos últimos dias. — Por favor, Lari — ela diz, sua angústia reflete a minha.

— Oh, Mãe, é um homem.

— O que ele fez para você? — Seu alarme é palpável.

— Não é assim. — Embora ele seja… Oh merda. Eu não a quero preocupar. Eu só quero outra pessoa para ser forte por mim, no momento.

— Lari, por favor, você está me preocupando. — Eu tomo uma grande respiração.

— Eu estou um tanto quanto apaixonada por este sujeito, ele é tão diferente de mim, eu não sei se nós devíamos ficar juntos.

— Oh, querida. Eu gostaria de estar aí com você. Eu sinto tanto por faltar a sua graduação. Você apaixonou-se por alguém, finalmente. Oh, docinho, homens, eles são tão enganadores. Eles são uma espécie diferente, querida. Quanto tempo você o conhece? — João é definitivamente uma espécie diferente… planeta diferente.

— Quase três semanas eu acho.

— Lari, querida, isto não é nada mesmo. Como você pode conhecer alguém nesse período de tempo? Basta ter calma com ele e o mantê-lo no comprimento de um braço até que você decida se ele é digno de você. — Uau… é irritante quando minha mãe é tão perspicaz, mas infelizmente o conselho chega tarde. Ele me merece? Este é um conceito interessante. Eu sempre me pergunto se eu sou merecedora dele. — Querida, você soa tão infeliz. Volte para casa, venha nos visitar. Eu sinto saudade de você, querida. Bob adoraria ver você também. Você pode ter alguma distância e talvez alguma perspectiva. Você precisa de um tempo. Você tem trabalhado tão duro. — Isto é tentador. Fugir para a Geórgia. Pegar algum raio de sol, alguns coquetéis. O bom humor da minha mãe… seus braços amorosos.

— Eu tenho duas entrevistas de trabalho em Seattle na segunda-feira.

— Isto é uma notícia maravilhosa. — A porta abre e Giovanna aparece, sorrindo para mim. Seu rosto cai quando ela vê que eu tinha chorado.

— Mãe, eu tenho que ir. Eu pensarei sobre uma visita. Obrigada.

— Querida, por favor, não deixe um homem entrar debaixo de sua pele. Você é extremamente jovem. Vá e se divirta.

— Sim, Mãe, amo você.

— Lari, eu amo você também, tanto. Fique segura, querida. — Eu desligo e enfrento Giovanna que olha para mim.

— Aquele obscenamente rico fudido chateou você novamente?

— Não… tipo de… err… sim.

— Mande-o passear, Lari. Desde que o conheceu você está muito transtornada. Eu nunca a vi assim antes. — O mundo de Giovanna Chaves é muito claro, muito preto e branco. Não os intangíveis, misteriosos, tons vagos de meu mundo cinza. Bem-vinda ao meu mundo.


Notas Finais


Espero que tenha gostado.


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