História Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 37


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Categorias 50 Tons de Cinza, João Guilherme Ávila, Larissa Manoela
Personagens João Guilherme Ávila, Larissa Manoela, Personagens Originais
Tags Ávila, C1r, Cinquenta Tons De Cinza, João Guilherme, Jolari, Larissa Manoela, Sadomasoquismo
Visualizações 77
Palavras 2.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Orange, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Representação da imagem abaixo: João e Larissa olhando o jornal, A doutora que a Larissa faz uma consulta, João levando Larissa para o Quarto vermelho da dor/ Quarto de Jogos.

Boa Leitura!

Capítulo 37 - Capítulo 37 - Hot


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 37 - Capítulo 37 - Hot

Taylor espera nas portas duplas quando eu saio do elevador.


— Boa tarde, Senhorita Manoela, — ele diz.

— Oh, por favor me chame de Lari.

— Lari. — ele sorri.

— O Sr. Ávila está esperando por você. — Aposto que está.


João estava sentado em seu sofá na sala de estar, lendo os jornais de domingo. Ele olha para cima enquanto Taylor me dirige para a sala de estar. A sala é exatamente como eu me lembro, já se passou uma semana inteira desde que estive aqui, mas parece que foi a mais tempo. João parece frio e calmo, na verdade, ele parece divino. Ele está com uma camisa branca de linho e calça jeans, sem sapato ou meias. Seu cabelo está desgrenhado e despenteado, seus olhos cinza brilham maliciosamente para mim. Ele é de cair o queixo de tão bonito. Ele levanta e caminha em minha direção, com um sorriso divertido nos seus belos lábios esculpidos. Eu estou parada na entrada da sala, paralisada por sua beleza e a doce antecipação do que está por vir. A chama familiar entre nós está lá, provocando devagar na minha barriga, me chamando para ele.


— Hmm… esse vestido, — ele murmura com aprovação, enquanto olha para mim. — Bem-vinda de novo, Senhorita Manoela, — ele sussurra, apertando meu queixo, ele se inclina e me dá um beijo gentil nos meus lábios. O toque de seus lábios nos meus reverbera em todo o meu corpo. Minha respiração falha.

— Oi, — eu sussurro enquanto ruborizo.

— Você está na hora certa. Eu gosto que seja pontual. Venha. — Ele toma minha mão e me leva para o sofá. — Eu queria te mostrar uma coisa, — ele diz enquanto nós nos sentamos. Ele me entrega o Seattle Times. Na página oito, há uma fotografia de nós dois juntos na cerimônia de formatura. Caramba. Eu estou no jornal. Eu verifico a legenda.


João Guilherme Ávila e amiga na cerimônia de formatura no em WSU Vancouver.


Eu rio.


— Então eu sou sua ‘amiga ' agora.

— É o que parece. E se está no jornal, então deve ser verdade. — Ele sorriu. Sentando ao meu lado, todo o seu corpo está voltado para mim, uma de suas pernas dobrada debaixo da outra. Aproximando-se mais, ele dobra meu cabelo atrás de minha orelha com seu longo dedo indicador. Meu corpo ganha vida com o seu toque, esperando e necessitada. — Então, Larissa, você tem uma ideia muito melhor agora do que esta se metendo que a outra vez que vieste aqui.

— Sim. — Onde ele está querendo ir com isso?

— E ainda assim você voltou. — Concordo com a cabeça timidamente, seus olhos cinzentos brilham. Ele balança a cabeça ligeiramente como se ele estivesse lutando com a ideia. — Você já comeu? — Ele pergunta inesperadamente. Merda.

— Não.

— Você está com fome? — Ele está realmente tentando não parecer aborrecido.

— Não de comida, — eu sussurro, e suas narinas incendeiam um pouco em reação. Ele se inclina e sussurra em meu ouvido.

— Você está tão ansiosa como sempre, Senhorita Manoela, e só para contar-lhe um pequeno segredo, eu também. Mas o Dr. Greene é esperado aqui em breve. — Ele senta-se. — Eu gostaria que você comesse, — ele ligeiramente me ralha. Meu sangue aquecido esfria. Caramba, o médico. Eu tinha esquecido.

— O que você pode-me dizer sobre Dr. Greene? — Eu peço para nos distrair, a ambos.

— Ela é o melhor em Obstetrícia/Ginecologia em Seattle. O que mais eu posso dizer? — Ele encolhe os ombros.

— Eu pensei que eu estaria vendo o seu médico, e não me diga que você é realmente uma mulher, porque eu não acreditarei em você. — Ele me dá um olhar de ‘deixe de ser ridícula’.

— Eu penso que é mais apropriado que você consulte um especialista. Não é? — Ele diz suavemente. Eu concordo com a cabeça. Santo Deus, se ela é a melhor Obstetra/Ginecologista, ele está marcado ela para me ver num domingo, na hora do almoço! Eu não posso começar a imaginar quanto isso vai custar. João, de repente, franze a testa, como se recordando algo desagradável. — Larissa, minha mãe gostaria que você viesse para jantar hoje à noite. Acredito que Luckas está pedindo a Giovanna também. Eu não sei como você se sente sobre isso. Será estranho para mim apresentá-la para minha família.

— Você tem vergonha de mim? — Eu não posso manter a dor fora da minha voz.

— Claro que não. — Ele revira seus olhos para mim.

— Por que é estranho?

— Porque eu nunca fiz isto antes.

— Por que você tem permissão para desviar a vista e eu não? — Ele pisca em mim.

— Eu não sabia que estava fazendo isso.

— Nem eu, normalmente, — eu respondo para ele. João olha para mim, mudo. Taylor aparece na porta.

— Dr. Greene está aqui, Senhor.

— Mostre a ela o quarto da Senhorita Manoela. Pronta para um pouco de contracepção? — Ele pergunta enquanto levanta e estende sua mão para mim.

— Você não virá comigo? — Eu suspiro, chocada. Ele ri.

— Eu pagaria um bom dinheiro para assistir, acredite em mim, Larissa, mas eu não penso que a boa doutor aprovaria. — Tomo a sua mão, e ele me puxa para os seus braços e beija-me profundamente. Eu enganchei em seus braços, tomada pela surpresa. Sua mão está em meu cabelo segurando minha cabeça, e ele me puxa contra ele, sua testa contra a minha. — Eu estou tão feliz por você estar aqui, — ele sussurra. — Eu não posso esperar para deixá-la nua.


Dra. Greene é alta, loira e imaculada, vestido em um terno azul real. Lembro-me da mulher que trabalha no escritório de João. Ela tem o visual de modelo, outra loira Stepford. Seu cabelo longo é varrido para cima em um coque elegante. Ela deve estar em seus quarenta e poucos anos.


— Sr. Ávila. — Ela aperta a mão estendida de João.

— Obrigado por vir em um prazo tão curto, — diz João.

— Obrigada por fazer valer a pena, Sr. Ávila. Senhorita Manoela. — Ela sorri, seus olhos esfriam me avaliando. Nós apertamos as mãos, e eu percebo que ela é uma daquelas mulheres que não tolera tolos de bom grado. Como Giovanna. Eu gosto dela imediatamente. Ela dá a João um olhar aguçado, e depois de uma batida desajeitada, ele toma a sua sugestão.

— Eu estarei no andar de baixo, — ele murmura, e ele deixa o que parece ser o meu quarto.

— Bem, Senhorita Manoela. O Sr. Ávila está me pagando uma pequena fortuna para lhe atender. O que eu posso fazer para você? — Depois de um exame completo e uma longa discussão, a Dra. Greene e eu decidimos pela mini-pílula. Ela escreve para mim uma receita pré-paga e me diz para buscá-las amanhã.


Eu amo a sua atitude sem tolices, ela me instruiu até que estivesse tão azul quanto sua roupa, para tomá-la todos os dias no mesmo horário. E noto que ela esta morrendo de curiosidade a respeito da minha relação com Sr. Ávila. Eu não dou nenhum detalhe sobre isso. De alguma maneira, eu acho que ela não pareceria tão calma se ela visse o Quarto Vermelho da Dor dele. Eu ruborizo quando nós passamos pela porta fechada e voltamos para o andar de baixo, para a galeria de arte que é a sala de estar de João.

João estava lendo, acomodado em seu sofá. Uma melodia empolgante estava tocando no aparelho de som, rodando em volta dele, segregando-o, enchendo o quarto com uma musica doce, de encher a alma. Por um momento, ele parece sereno. Ele se vira e olha para nós quando entramos e sorri calorosamente em mim.


— Já acabou? — Ele pergunta como se estivesse genuinamente interessado. Ele aponta o controle remoto para uma elegante caixa branca embaixo da lareira que aloja seu iPod, e a melodia requintada diminui, mas continua no fundo. Levantando, ele caminha em nossa direção.

— Sim, Sr. Ávila. Cuide dela, ela é uma mulher bonita, jovem e brilhante. — João está surpreendido, assim como eu. Que coisa imprópria para um médico dizer. Ela está dando a ele algum tipo de advertência não tão sutil? João se recupera.

— Esta é minha intenção, — ele murmurou, confuso. Olhando para ele, eu encolho os ombros, envergonhada.

— Eu vou lhe enviar a minha conta, —ela diz decisivamente enquanto ela agita a sua mão. — Bom dia e boa sorte para você, Lari. — Ela sorri, seus olhos enruga quando ela faz isso, enquanto nós apertamos as mãos. Taylor aparece do nada para acompanhá-la através das portas duplas e para o elevador. Como ele faz isso? Onde ele se esconde?

— Como foi isso? — João pergunta.

— Muito bem, obrigada. Ela disse que eu tenho que me privar de toda atividade sexual pelas próximas quatro semanas. - João fica de boca aberta, em choque, eu não posso me manter séria e sorrio para ele como uma idiota. — Te peguei! — Ele aperta os olhos, eu imediatamente paro de rir. Na verdade, ele parece bastante ameaçador. Oh merda. Meu subconscientes se esconde no canto, enquanto todo o sangue do meu rosto é drenado, eu o imagino me pondo através de seu joelho novamente.

— Te peguei! — Ele diz e sorri. Ele agarra-me pela minha cintura e me puxa contra ele. — Você é incorrigível, Senhorita Manoela, — ele murmura, olhando em meus olhos enquanto ele tece seus dedos em meu cabelo, segurando-me firmemente no lugar. Ele me beija duro, e eu agarro os seus braços musculosos para apoio. — Como eu gostaria de tomar você aqui, agora, você precisa comer e eu também. Não quero você desmaiando em mim mais tarde, — ele murmura contra meus lábios.

— Isto é tudo que você quer? O meu corpo. — Eu sussurro.

— Essa sua boca esperta, — ele respira. Ele me beija apaixonadamente de novo, e abruptamente me libera, tomando minha mão e me leva para a cozinha. Eu estou em choque. Num minuto estamos brincando e no outro… eu abano meu rosto aquecido. Ele é apenas sexo, e agora eu tenho que recuperar meu equilíbrio e comer algo. A melodia ainda está tocando no fundo.

— Que música é essa?

— Villa Lobos, uma ária das Bachianas Brasileiras. Bom, não é?

— Sim, — eu murmuro em total acordo. A mesa do café da manhã está preparada para dois; João pega uma tigela de salada da geladeira.

— Galinha Caesar e salada, está bom para você? — Oh graças a Deus, nada muito pesado.

— Sim, muito obrigado. — Eu vejo como ele se move graciosamente por sua cozinha. Ele está muito à vontade com seu corpo em um nível, entretanto ele não gosta de ser tocado… talvez por isso, no fundo, ele não está. Nenhum homem é uma ilha, eu penso, exceto, talvez, João Guilherme Ávila.

— O que você está pensando? — Ele pergunta, puxando-me de meu devaneio. Eu ruborizo.

— Eu estava só assistindo o modo como você se move. — Ele levanta uma sobrancelha, divertido.

— E? — Ele diz secamente. Eu coro um pouco mais.

— Você é muito gracioso.

— Muito obrigado, Senhorita Manoela, — ele murmura. Ele se senta ao meu lado, segurando uma garrafa de vinho. — Chablis?

— Por favor.

— Sirva você mesma a salada, — ele diz, sua voz é suave. — Diga-me, que método você optou? — Eu estou momentaneamente confusa por sua pergunta, quando percebo que ele está conversando sobre a visita da Dra. Greene.

— Mini Pílula. — Ele franze a testa.

— E você vai se lembrar de tomá-la regularmente, na hora certa, todos os dias? — Droga… claro que vou. Como ele sabe? Eu coro com o pensamento, provavelmente de um ou mais das quinze.

— Eu estou certa que você lembrará por mim, — eu secamente murmuro. Ele olha para mim com condescendência divertida.

— Eu vou colocar um alarme em meu calendário. — Ele sorri. — Coma. — A galinha Caesar está deliciosa. Para minha surpresa, eu estou morta de fome, e pela primeira vez, que desde que estou com ele, eu termino minha comida antes dele. O vinho é nítido, limpo, e frutado. — Ansiosa como sempre, Senhorita Manoela? — Ele sorri para meu prato vazio. Eu olho para ele por debaixo de meus cílios.

— Sim, — eu sussurro. Sua respiração muda. E como ele olha fixamente para mim, eu sinto que a atmosfera entre nós lentamente está mudando, evoluindo… carregando. Seu olhar vai de escuro até queimar sem chama, levando-me com ele. Ele se levanta, diminuindo a distância entre nós, e me ergue e carrega-me para fora de meu banquinho do bar em seus braços. — Você quer fazer isto? — Ele respira, olhando para mim atentamente.

— Eu não assinei nada.

— Eu sei — Estou quebrando todas as regras neste dia.

— Você vai me bater?

— Sim, mas não será para machucar você. Eu não quero castigar você agora. Se você me pegasse ontem à noite, bem, isso teria sido uma história diferente. — Puta merda. Ele quer me machucar… como eu lido com isso? Eu não posso esconder o horror em meu rosto. — Não deixe ninguém tentar e convencer você de outra coisa, Larissa.


Uma das razões para as pessoas como eu fazer isso é porque nós gostamos de dar ou receber dor. É muito simples. Assim não invista seu tempo em pensar o porquê disso. Ele me puxa contra ele, e pressiona a ereção em minha barriga. Eu devia correr, mas eu não posso. Estou atraída por ele em algum nível profundo, elementar, que eu não posso começar a entender.


— Você chegou a qualquer conclusão? — Eu sussurro.

— Não, e agora mesmo, eu só quero amarrar você e fodê-la sem sentido. Você está pronta para isso?

— Sim, — eu respiro, enquanto tudo em meu corpo aperta de uma vez… uau.

— Bom. Venha. — Ele toma minha mão e, deixando todos os pratos sujos na mesa do café da manhã, nós seguimos para o andar de cima.


Meu coração começa a acelerar. É isso. Eu realmente vou fazer isso. Minha deusa está girando como uma bailarina de classe mundial, pirueta depois de pirueta. Ele abre a porta para sua sala de jogos, afastando para que eu possa entrar, eu estou mais uma vez no Quarto Vermelho da Dor. Ainda é o mesmo, o cheiro de couro, frutas cítricas, madeira escura polida, todo muito sensual. Meu sangue está correndo aquecido e assustado pela adrenalina misturada com luxúria e desejo em meu sistema. É um coquetel arrojado, potente. João mudou de postura completamente, sutilmente se alterou, está mais duro e mais cruel. Ele olha para mim e seus olhos estão aquecidos, lascivos… hipnóticos.


— Quando você está aqui, você é completamente minha, — ele respira, cada palavra é lenta e medida. — Para fazer como eu achar melhor. Você entende? — Seu olhar é tão intenso. Concordo com a cabeça, minha boca está seca, meu coração bate de tal forma que parece querer sair de meu peito. — Tire os sapatos, — ele ordena suavemente. Eu engulo, e bem desajeitada, tiro-os. Ele se inclina e paga-os e os deposita ao lado da porta. — Ótimo. Não hesite quando eu lhe pedir para fazer alguma coisa. Agora eu vou tirar este vestido de você. Algo que eu queria fazer a alguns dias, se bem me lembro. Eu quero que você esteja confortável com seu corpo, Larissa. Você tem um corpo bonito, e eu gosto de olhar para ele. É uma alegria para meus olhos. De fato, eu podia olhar você o dia todo, e eu não quero você embaraçada ou envergonhada com a sua nudez. Você entende?

— Sim.

— Sim, o que? — Ele se inclina para mim, olhando.

— Sim, Senhor.

— Você quer dizer isso? — Ele estala.

— Sim, Senhor.

— Bom. Erga seus braços acima de sua cabeça. — Eu faço conforme fui instruída, ele se abaixa e agarra a bainha do vestido. Lentamente, ele puxa meu vestido bem acima de minhas coxas, meus quadris, minha barriga, meus seios, meus ombros e acima de minha cabeça. Ele está me examinando novamente e distraidamente dobra meu vestido, sem tirar os olhos de mim. Ele o coloca na caixa grande ao lado da porta. Alcançando-me, ele puxa o meu queixo, seu toque me queimando. —Você está mordendo o lábio, — ele respira. — Você sabe o que isso faz para mim, — ele acrescenta sombriamente. — Vire-se. — Viro-me imediatamente, sem hesitação.


Ele desabotoa meu sutiã e então toma ambas as alças, lentamente ele puxa para baixo de meus braços, roçando a minha pele com seus dedos e a ponta de suas unhas dos polegares, enquanto desliza meu sutiã. Seu toque envia calafrios pela minha espinha abaixo, despertando todas as terminações nervosas de meu corpo. Ele está de pé atrás de mim, tão perto que eu sinto o calor que irradia dele, aquecendo-me, aquecendo-me toda.


Notas Finais


ps: foi citado na fanfic uma música brasileira e no livro original tem a mesma citação, pois é, o Brasil foi citado no livro. 😍


Espero que tenha gostado.


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