História Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 38


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza, João Guilherme Ávila, Larissa Manoela
Personagens João Guilherme Ávila, Larissa Manoela, Personagens Originais
Tags Ávila, C1r, Cinquenta Tons De Cinza, João Guilherme, Jolari, Larissa Manoela, Sadomasoquismo
Visualizações 75
Palavras 3.842
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Orange, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Representação da imagem abaixo: Larissa e João fazendo sexo no quarto vermelho da dor/quarto de jogos.


Finalmente vocês vão ver os dois juntos nesse quarto. 😂


Boa Leitura!

Capítulo 38 - Capítulo 38 - Hot


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 38 - Capítulo 38 - Hot

Ele puxa meu cabelo que cai solto por minhas costas, pega um punhado em minha nuca, e angula minha cabeça para um lado. Ele corre seu nariz no meu pescoço exposto, inalando todo o caminho, então vai até minha orelha. Os músculos da minha barriga se apertam, carnal e querendo. Droga, ele mal me tocou, e eu o quero.


— Você cheira tão divina como sempre, Larissa, — ele sussurra enquanto coloca um beijo suave em baixo de minha orelha. Eu gemo. — Quieta, — ele respira. — Não faça um som. — Puxando meu cabelo atrás de mim, para minha surpresa, ele começa a trançá-lo em uma trança grande, seus dedos rápidos e ágeis. Ele amarra isso com algo que não vejo e quando acaba dá um puxão rápido, assim sou forçada a voltar contra ele. — Gosto de seu cabelo trançado assim, — ele sussurra. Hmm… por quê? Ele libera o meu cabelo. — Vire-se, — ele ordena. Eu faço como ele manda, minha respiração está difícil, medo e desejo misturados. É uma mistura intoxicante. — Quando eu disser a você para entrar aqui, assim é como você deve estar vestida. Só de calcinha. Você entende?

— Sim.

— Sim, o que? — Ele franze a testa para mim.

— Sim, Senhor. — Um traço de um sorriso ergue o canto de sua boca.

— Boa menina. — Seus olhos queimam nos meus. — Quando eu disser a você para entrar aqui, eu espero que você se ajoelhe ali. — Ele aponta para um lugar ao lado da porta. — Faça isto agora. — Eu pisco, processando suas palavras, me viro e bastante desajeita me ajoelho-me como indicado. — Você pode se sentar-se sobre os calcanhares. Sento-me de volta. — Coloque suas mãos e antebraços apoiados nas coxas. Bom. Agora separe os seus joelhos. Mais amplo. Mais amplo. Perfeito. Olhe abaixo no chão. — Ele caminha para mim, e eu posso ver seus pés e pernas em meu campo de vista. Pés descalços. Eu devia estar tomando notas se ele quiser que eu me lembre. Ele se abaixa e pega minha trança novamente, então puxa minha cabeça para trás, assim eu estou olhando nele. É apenas não doloroso. — Você vai se lembrar dessa posição, Larissa?

— Sim, Senhor.

— Bom. Fique aqui, não se mova. — Ele deixa o quarto. Eu estou de meus joelhos, esperando. Onde ele foi? O que ele vai fazer comigo? O tempo passa. Eu não tenho ideia de quanto tempo ele me deixou assim… alguns minutos, cinco, dez? Minha respiração fica mais rasa, a antecipação está me devorando de dentro para fora. E, de repente, ele está de volta, subitamente eu estou mais calma e mais animada na mesma respiração. Eu poderia estar mais excitada? Eu posso ver seus pés. Ele trocou sua calça jeans. Esta é mais velha, rasgada, macia e super lavada. Caramba. Esta calça jeans é quente. Ele fecha a porta e trava algo na parte traseira. — Boa garota, Larissa. Você está linda assim. Bem feito. Levante-se. — Eu levanto, mas mantenho meu rosto abaixado. — Você pode olhar para mim. Eu olho para ele, e ele está me olhando atentamente, avaliando, mas seus olhos suavizam. Ele tira sua camisa. Oh meu… eu quero tocá-lo. O botão superior de sua calça jeans é desfeito. — Eu vou acorrentar você agora, Larissa. Dê-me sua mão direita. Dou-lhe minha mão. Ele vira a palma para cima, e antes que eu perceba, ele esmaga o centro com um chicote, eu não o tinha notado em sua mão direita. Isso acontece tão rapidamente que a surpresa quase não registra. Ainda mais surpreendente, não machuca. Bem, não muito, apenas uma picada de dor ligeira. — Como que sente? — Ele pergunta. Eu pisco para ele, confusa. — Responda-me.

— Ok. — Eu franzo a testa.

— Não franza a testa. — Eu pisco e tento ficar impassível. Eu tenho sucesso.

— Isso machucou?

— Não.

— Isto não vai machucar. Você entende?

— Sim. — Minha voz está incerta. Ele realmente não vai me machucar?

— Eu falo sério, — ele diz. Droga, minha respiração é tão superficial. Será que ele sabe o que eu estou pensando? Ele me mostra o chicote. É de couro marrom trançado. Meus olhos disparam ao encontro dos seus, eles estão acesos como chamas e com um rastro de diversão. — Nosso objetivo é agradar, Senhorita Manoela, — ele murmura. — Venha. — Ele toma meu cotovelo e me move para em baixo da grade. Ele empurra para cima e para baixo algumas correntes com punhos de couro preto. — Esta grade é projetada para as correntes se moverem através da grade. — Olho para cima. Puta merda, é como um mapa do metrô. — Nós vamos começar aqui, mas eu quero te foder em pé. Então nós vamos acabar naquela parede ali. — Ele aponta com o chicote para onde está um grande X de madeira na parede. — Ponha suas mãos acima de sua cabeça. — Eu imediatamente obedeço, sentindo como se eu estivesse saindo do meu corpo, uma observadora casual dos acontecimentos à medida que se desenrolam em torno de mim. Isto está além de fascinante, além de erótico.


É singularmente a coisa mais excitante e assustadora que eu já fiz. Eu estou confiando-me a um homem bonito que, por sua própria admissão, é cinquenta sombras ruins. Eu suprimo a excitação breve do medo. Giovanna e Luckas, eles sabem que eu estou aqui. Ele está muito perto quando prende as algemas. Eu estou olhando para seu peito. Sua proximidade é divina. Ele cheira a corpo lavado e João, uma mistura inebriante, e que me arrasta de volta para o agora. Eu quero correr meu nariz e língua através desse punhado de cabelo no peito. Eu poderia simplesmente me inclinar para frente… Ele dá um passo para trás e olha para mim, sua expressão é coberta, lasciva, carnal, e eu sou impotente, minhas mãos amarradas, mas só olhando para seu rosto adorável, lendo sua necessidade e desejo por mim, eu posso sentir a umidade entre minhas pernas. Ele caminha lentamente em volta de mim.


— Você parece poderosa, mesmo amarrada assim, Senhorita Manoela. E sua boca esperta, está quieta no momento. Assim que eu gosto. — Ficando em minha frente novamente, ele engancha seus dedos em minha calcinha, em um ritmo lento, retira-a pelas minhas pernas, sem pressa, dolorosamente devagar, de modo que ele acaba de joelhos diante de mim.


Não tirando seus olhos dos meus, ele aperta a minha calcinha em sua mão, leva-a até seu nariz e inala profundamente. Puta merda. De verdade ele fez isso? Ele sorri maliciosamente para mim, dobra a e a coloca no bolso de sua calça jeans. Desenrolando-se, levanta-se preguiçosamente, como um gato selvagem, ele aponta o fim do chicote para o meu umbigo, vagarosamente circulando, atormentando-me. No toque do couro, eu tremo e suspiro. Ele anda em volta de mim novamente, arrastando o chicote em torno do meu corpo. Em seu segundo circuito, ele de repente sacode o chicote e bate no meu traseiro… contra meu sexo. Eu clamo de surpresa, enquanto todas as minhas terminações nervosas ficaram em alerta. Eu puxo contra as restrições. O choque corre através de mim, com o mais doce e mais estranho sentimento de prazer.


— Quieta, — ele sussurra enquanto caminha ao redor de mim novamente, o chicote ligeiramente mais alto, em torno do meio de meu corpo. Desta vez, quando ele sacode isso contra mim, no mesmo lugar, eu estou antecipando-o… oh meu Deus. Meu corpo convulsiona na mordida doce do ardor. Enquanto ele faz seu caminho em torno de mim, ele sacode novamente, desta vez batendo em meu mamilo, e eu jogo minha cabeça para trás, enquanto as terminações nervosas cantam. Ele bate de novo… um breve, rápido, doce castigo. Meus mamilos endurecem e alongam com o ataque, eu ruidosamente gemo, puxando meus punhos de couro. — Isso parece bom? — Ele respira.

— Sim. — Ele me bate novamente entre as nádegas. Desta vez me dói.

— Sim o que?

— Sim, Senhor, — eu choramingo. Ele dá uma parada… mas eu não posso mais vê-lo. Meus olhos estão fechados enquanto eu tento absorver a miríade de sensações que circulam pelo meu corpo. Muito lentamente, ele chove pequenas lambidas do chicote abaixo, na minha barriga, indo para o sul. Eu sei onde isto está levando, e tento preparar-me para isso, mas quando ele bateu em meu clitóris, eu ruidosamente clamo. — Oh… por favor! — Eu gemo.

— Quieta, — ele ordena e bate novamente em meu traseiro. Eu não esperava que isso fosse assim… eu estou perdida. Perdida em um mar de sensações. E, de repente, ele está arrastando o chicote contra meu sexo, pelos meus pêlos pubianos, até a entrada da minha vagina. — Veja como você está molhada, Larissa. Abra seus olhos e sua boca. — Eu faço como ele ordena, completamente seduzida. Ele empurra a ponta do chicote em minha boca, como no meu sonho. Puta merda. — Sinta o seu sabor. Chupe. Chupe duro, baby. — Minha boca se fecha em torno do chicote, enquanto fixo os meus olhos nos dele. Eu posso saborear o couro rico e o salinidade de minha excitação. Seus olhos estão ardendo. Ele está em seu elemento. Ele puxa a ponta de minha boca, enquanto fica na minha frente e me agarra e me beija duramente, sua língua invadindo minha boca. Envolvendo seus braços ao redor mim, ele me puxa contra ele. Seu peito esmaga o meu, e eu coço para tocá-lo, mas eu não posso, minhas mãos estão inúteis acima de mim. — Oh, Larissa, você tem um gosto tão bom, — ele respira. — Eu devo fazer você gozar?

— Por favor, — eu imploro. O chicote morde minhas nádegas. Ow!

— Por favor, o que?

— Por favor, Senhor, — eu choramingo. Ele sorri para mim, triunfante.

— Com isto? — Ele segura o chicote para que eu possa vê-lo.

— Sim, Senhor.

— Você tem certeza? — Ele olha fixamente para mim.

— Sim, por favor, Senhor.

— Feche seus olhos. — Eu fecho e o quarto está fora, ele está fora… o chicote fora.


Ele começa com pequenas lambidas do chicote contra minha barriga mais uma vez. Descendo, pequenas lambidas suaves contra meu clitóris, uma vez, duas, três vezes, repetidas vezes, até que, finalmente, é isso, eu não posso aguentar mais e eu gozo, gloriosamente, ruidosamente, ficando fraca. Seus braços enrolam ao meu redor, enquanto minhas pernas viravam geleia. Eu dissolvo em seu abraço, minha cabeça contra seu tórax, estou choramingando e gemendo, enquanto os tremores de meu orgasmo me consomem. Ele me ergue, e de repente estamos nos movendo, meus braços ainda amarrados acima de minha cabeça, e eu posso sentir a madeira fresca da cruz polida em minhas costas, e ele está abrindo os botões em sua calça jeans. Ele me derruba contra a cruz brevemente, enquanto ele desliza um preservativo, e então suas mãos embrulham ao redor minhas coxas e ele me ergue novamente.


— Erga suas pernas, baby, envolva-as em torno de mim. — Eu me sinto tão fraca, mas eu faço como ele pede e ele envolve minhas pernas ao redor de seus quadris e se posiciona abaixo de mim.


Com um impulso, ele está dentro de mim, eu choro novamente, escutando seu gemido abafado em minha orelha. Meus braços estão descansando em seus ombros enquanto ele empurra dentro mim. Porra, é profundo deste modo. Ele empurra novamente e de novo, seu rosto em meu pescoço, sua respiração áspera em minha garganta. Eu sinto crescer novamente. Droga, não… não novamente… eu não penso que meu corpo vai aguentar mais outro momento da terra tremendo. Mas eu não tenho nenhuma escolha… e com uma inevitabilidade que está se tornando familiar, eu deixo ir e gozo novamente, é doce, angustiante e intenso. Eu perco todo o sentido de mim mesma. João segue, gritando a sua liberação com os dentes cerrados e me segurando forte e mais perto. Ele retira-se de mim rapidamente e me empurra contra a cruz, seu corpo se apoiando no meu. Desafivelando as algemas, ele livra minhas mãos, e ambos caímos no chão. Ele me puxa em seu colo, embalando-me, e eu inclino a minha cabeça contra seu tórax. Se eu tivesse força, eu o tocaria, mas eu não faço. Tardiamente, eu percebo que ele está ainda vestindo sua calça jeans.


— Muito bom baby, — ele murmura. — Isso machucou?

— Não, — eu respiro. Eu posso apenas manter meus olhos abertos. Por que eu estou tão cansada? — Você esperava por isso? — Ele sussurra enquanto ele segura-me perto, seus dedos empurrando algumas mechas fugitivas de cabelo fora de meu rosto.

— Sim.

— Você vê, a maior parte de seu medo está em sua cabeça, Larissa, — ele pausa. — Você faria isto novamente? Eu penso por um momento, enquanto nuvens de fadiga atravessam meu cérebro… novamente?

— Sim. — Minha voz é tão suave. Ele me abraça firmemente.

— Bom. Então, eu também, — ele murmura, então se inclina e suavemente beija o topo de minha cabeça. — E eu não terminei com você ainda. — Não terminou comigo ainda. Santo Deus. Não há nenhum modo que eu possa fazer mais nada. Eu estou totalmente gasta e lutando um desejo irresistível de dormir. Eu estou apoiada contra seu tórax, meus olhos estão fechados, e ele está embrulhado ao redor mim, braços e pernas e eu me sinto… segura, e oh tão confortável. Será que ele vai me deixar dormir, talvez sonhar? Minha boca aperta com o pensamento tolo e virando meu rosto para o peito de João, eu inalo seu odor sem igual e estremeço, mas imediatamente ele… oh merda. Abro meus olhos e olho para ele. Ele está olhando fixamente para mim. — Não faça, — ele adverte. Eu ruborizo e olho de volta para o seu peito com desejo. Eu quero correr minha língua pelo cabelo, beijá-lo e pela primeira vez, eu noto que ele tem algumas fortuitas pequenas cicatrizes redondas espalhadas ao redor de seu peito. Catapora? Sarampo? Eu penso distraidamente. — Ajoelhe-se perto da porta, — ele ordena, enquanto se senta novamente, pondo suas mãos sobre os joelhos, efetivamente me liberando. Não mais morno, a temperatura de sua voz caiu vários graus. Eu tropeço desajeitadamente para a posição ereta, levanto e vou me ajoelhar perto da porta e como instruída. Eu estou trêmula e muito, muito cansada, monumentalmente confusa. Quem teria pensado que eu poderia encontrar tal satisfação neste quarto. Quem podia ter pensado que seria tão desgastante? Meus membros são deliciosamente pesados, saciados. Minha deusa tem um sinal de ‘Não perturbe ' no lado de fora de seu quarto. João está se movendo na periferia de minha vista. Meus olhos começam a fechar. — Estou chateando você, Senhorita Manoela? — Eu pulo, acordando e João está em pé na minha frente, com os braços cruzados, olhando para mim. Oh merda, pega de surpresa, isso não vai ser bom. Seus olhos suavizam quando eu olho para ele. — Levante-se, — ele ordena. Eu levanto cautelosamente. Ele olha para mim e sua boca aperta para cima. — Você está quebrada, não é? — Concordo com a cabeça timidamente, corando. — Fibra, Senhorita Manoela. — Ele estreita seus olhos para mim. — Eu não tive minha dose de você ainda. Segure as mãos na frente como se você estivesse rezando. — Eu pisco para ele. Rezando! Rezando para você maneirar comigo. Eu faço como ele disse. Ele toma uma braçadeira e amarra em volta de meus pulsos, apertando o plástico. Santo Inferno. Meus olhos voam para os seus. — Parece familiar? — ele pergunta, incapaz de esconder seu sorriso. Merda… as braçadeiras de plástico. Ele estava se reabastecendo no Clayton! Tudo se torna claro. Eu engasgo quando picos de adrenalina passam por meu corpo novamente. Ok, agora você tem a minha atenção, eu estou acordada agora. — Eu tenho uma tesoura aqui. — Ele a segura para que eu possa ver. — Eu posso cortar fora de você em um momento. — Eu tento puxar os meus pulsos separadamente, testando minhas algemas, e quando faço, o plástico morde a minha carne, é dolorido, mas se eu relaxar meus pulsos, eles ficam bem, a algema não está cortando em minha pele. — Venha. — Ele toma minhas mãos e me leva para a cama de dossel. Eu noto agora que tem lençóis vermelho escuro sobre ela e uma algema em cada canto. — Eu quero mais, muito, muito mais, — ele se inclina e sussurra em meu ouvido. Meu coração para e começa a bater novamente. Oh céus. — Mas eu farei isto rápido. Você está cansada. Segure-se no poste, — ele diz. Eu franzo a testa. Não na cama, então? Eu acho que eu posso separar minhas mãos enquanto pego o adorno esculpido do poste de madeira. — Abaixe, — ele ordena. — Bom. Não goze. Se você fizer, eu espancarei você. Entendeu?

— Sim, Senhor.

— Bom. — Ele permanece atrás de mim e aperta meus quadris, então, rapidamente levanta-me para trás assim que eu estou inclinada para frente, segurando o poste. — Não goze Larissa, — ele adverte. — Eu vou foder você duro, por detrás. Segure o poste para sustentar seu peso. Entendeu?

— Sim. — Ele bate o meu traseiro com sua mão. Ow… ardeu. — Sim, Senhor, — eu murmúrio depressa.

— Separe suas pernas. — Ele põe sua perna entre as minhas, e segurando meus quadris, ele empurra minha perna direita para o lado. — Assim é melhor. Depois disso, eu deixarei você dormir. — Dormir? Eu estou ofegante. Eu não estou pensando em dormir agora. Ele chega para cima e suavemente afaga as minhas costas. — Você tem uma pele tão bonita, Larissa, — ele respira enquanto se curva e beija ao longo da minha coluna, beijos suaves como penas, gentis. Ao mesmo tempo, suas mãos se movem para minha frente pegando os meus seios, e como ele faz isso, ele prende meus mamilos entre seus dedos e aperta-os gentilmente. Eu abafo meu gemido quando sinto meu corpo inteiro responder, acordando mais uma vez para ele. Ele suavemente morde e me chupa em minha cintura, puxando os meus mamilos, e minhas mãos apertam o poste perfeitamente esculpido. Suas mãos se soltam e eu ouço o agora familiar barulho da retirada de sua calça jeans. — Você tem uma bunda tão cativante e sensual, Larissa Manoela. O que eu gostaria de fazer com ela. Suas mãos alisam e modelam cada uma das minhas nádegas, então ele desliza os dedos para baixo e desliza dois dedos dentro de mim. — Tão molhada. Você nunca decepciona, Senhorita Manoela, — ele sussurra, e eu ouço a maravilha em sua voz. — Segure firme… isso vai ser rápido, baby. — Ele agarra meus quadris e se posiciona, e me esforço para receber o seu assalto. Mas ele avança e agarra minha trança e enrola em torno de seu pulso até minha nuca, segurando minha cabeça no lugar. Muito lentamente ele entra em mim, puxando meu cabelo ao mesmo tempo… oh a plenitude. Ele sai de mim lentamente, sua outra mão agarra meu quadril, segurando apertado, e então ele investe novamente dentro de mim, empurando-me para frente. — Segure, Larissa! — Ele grita com os dentes cerrados. Eu agarro o poste mais firme e empurro de volta contra ele, enquanto ele continua seu ataque implacável, uma e outra vez, seus dedos cavando em meu quadril. Meus braços estão doendo, minhas pernas se sentem inseguras, meu couro cabeludo está ficando dolorido de ser puxada pelo cabelo… e eu posso sentir um ajuntamento bem dentro de mim. Oh não… e pela primeira vez, eu temo meu orgasmo… se eu gozar… Eu desmoronarei. João continua a se mover dentro e fora de mim, sua respiração é dura, gemendo, gemendo. Meu corpo está respondendo… como? Eu sinto um acelerar. Mas, de repente, João silencia, entrando em mim realmente fundo. — Vamos lá, Lari, dê para mim, — ele geme, meu nome em seus lábios me envia sobre a borda que toma todo o meu corpo e a sensação de espiral e doce liberação, e, em seguida, completa e totalmente sem sentidos. Quando retomo os sentidos, eu estou deitada sobre ele. Ele está no chão e eu estou deitada em cima dele, minhas costas sobre sua frente, e eu estou olhando para o teto, toda pós-coito, brilhante, quebrada. Oh… as algemas, eu penso distraidamente, eu tinha esquecido disso. João fuça o meu ouvido. — Levante suas mãos, — ele diz suavemente. Meus braços parecem feitos de chumbo, mas eu os levanto. Ele empunha a tesoura e passa uma lâmina sob o plástico. — Eu a declaro livre Lari, — ele respira, e corta o plástico. Eu dou uma risadinha e esfrego meus pulsos quando eles são liberados. Eu sinto seu sorriso. — Este é um som tão adorável, — ele diz melancolicamente. Ele se senta, de repente, levando-me com ele de forma que eu estou mais uma vez sentada em seu colo. — Isto é minha culpa, — ele diz e me ajeita de modo que ele pode esfregar meus ombros e braços. Delicadamente ele massageia um pouco de volta a vida os meus membros. O quê? Olho para ele atrás de mim, tentando entender o que ele quer dizer. — Que você não dá uma risadinha mais frequentemente.

— Eu não sou uma grande risonha, — eu murmuro sonolenta.

— Oh, mas quando isso acontece, Senhorita Manoela, é uma maravilhosa alegria de se ver.

— Muito florido, Sr. Ávila, — eu murmuro, tentando manter meus olhos abertos. Seus olhos suavizam e ele sorri.

— Eu diria que você está completamente fodida e com necessidade de sono.

— Isso não era florido mesmo, — eu murmuro brincando. Ele sorri e suavemente me ergue fora dele, ele permanece gloriosamente nu. Eu desejo estar momentaneamente mais desperta para realmente apreciá-lo. Pegando sua calça jeans, ele a veste. — Não quero assustar Taylor, ou a Sra. Jones no que diz respeito a esse assunto, — ele resmunga. Hmm… eles devem saber que grande bastardo ele é. O pensamento me preocupa. Ele inclina-se para me ajudar a levantar e ir até a porta, atrás da qual pendura um roupão cinzento. Ele pacientemente me veste como se eu fosse uma criança pequena. Eu não tenho a força para erguer meus braços. Quando eu estou coberta e respeitável, ele se inclina e me beija suavemente, apertando a boca em um sorriso. — Para cama, — ele diz. Oh… não… — Para dormir, — acrescenta tranquilizador quando vê minha expressão. De repente, ele levanta-me e leva-me enrolada contra seu peito para o quarto ao longo do corredor onde, mais cedo hoje, a Dra. Greene me examinou. Minha cabeça cai contra o seu peito. Estou exausta. Eu não me lembro de alguma vez ter estado mais cansada. Puxando para trás o edredom, ele me deita, e ainda mais surpreendente, sobe ao meu lado e me segura perto. — Durma agora, menina linda, — ele sussurra, e beija o meu cabelo. E antes de eu possa fazer um comentário jocoso, eu estou adormecida.


Notas Finais


E finalizo essa maratona😊 Prometo voltar depois de repetir a mesma dose de maratona nas outras fanfics. 😘


Espero que tenha gostado.


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