História Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 49


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Categorias 50 Tons de Cinza, João Guilherme Ávila, Larissa Manoela
Personagens João Guilherme Ávila, Larissa Manoela, Personagens Originais
Tags Ávila, C1r, Cinquenta Tons De Cinza, João Guilherme, Jolari, Larissa Manoela, Sadomasoquismo
Visualizações 42
Palavras 2.349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Orange, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Representação da imagem abaixo: Larissa bebendo, João reencontra Larissa.

Boa Leitura!

Capítulo 49 - Capítulo 49


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 49 - Capítulo 49

Depois de uma manhã de compras e uma tarde na praia, minha mãe decretou que nós devíamos passar a noite em um bar. Abandonando Bob na TV, nós fomos ao bar do hotel mais exclusivo de Savannah. Eu estou em meu segundo Cosmopolitan. Minha mãe está em seu terceiro. Ela está oferecendo mais percepções no frágil ego masculino. Isso é muito desconcertante.

— Você vê Lari, homens pensam que qualquer coisa que saia da boca da mulher é um problema para ser resolvido. Não entendem que gostamos de conversar sobre o assunto, trocar umas ideias e esquecer. Os homens preferem ação.

— Mãe, por que está me dizendo isso? — Eu pergunto, falhando em esconder minha exasperação. Ela tem estado assim o dia todo.

— Querida, você soa muito perdida. Você nunca trouxe um menino para casa. Você nem sequer teve um namorado quando nós estávamos em Vegas. Eu pensei que algo poderia acontecer com aquele sujeito que você se conheceu na faculdade, Cirilo.

— Mãe, Cirilo é só um amigo.

— Eu sei, amada. Mas algo surgiu, e eu não penso que você está me dizendo tudo.— Ela olha em mim, seu rosto cauterizado com preocupação maternal.

— Eu só precisava de alguma distância de João para arrumar meus pensamentos... isto é tudo. Ele tende me subjugar.

— Subjugar?

— Sim. Embora eu sinta falta dele. — Eu franzo o cenho. Eu não ouvi sobre João o dia todo. Nenhum e-mail, nada. Eu estou tentada ligar para ele para ver se ele esta bem. Meu pior medo é que ele tenha sofrido um acidente de carro, meu segundo pior medo é que Sra. Regina tenha posto suas garras do mal nele novamente. Eu sei que é irracional, mas onde ela estava envolvida, eu pareço perder toda a perspectiva.

— Querida, eu tenho que retocar a maquiagem. — A Breve ausência da minha mãe me permite a outra chance de verificar meu BlackBerry. Eu tenho tentado sorrateiramente verificar meus e-mails o dia todo. Finalmente uma resposta de João!

De: João Guilherme Ávila

Assunto: Companheiros de jantar

Data: 1 de junho 2015

21:40 EST

Para: Larissa Manoela

Sim, eu jantei com a Sra. Regina. Ela é só uma velha amiga, Larissa.

Esperando ansiosamente ver você novamente. Eu sinto sua falta.

João Guilherme Ávila CEO, Ávila Participações e Empreendimentos Inc.

Ele estava jantando com ela. Meu couro cabeludo pinicou quando a adrenalina lançou-se furiosamente por meu corpo, todos meus piores medos se tornaram realidade, colidindo para mim. Como ele podia? Eu estou fora por dois dias, e ele corre para aquela cadela do mal.

De: Larissa Manoela

Assunto: Velhos COMPANHEIROS de JANTAR

Data: 1 de junho 2015

21:42 EST

Para: João Guilherme Ávila

Ela não é só uma velha amiga. Ela achou outro menino adolescente para afundar seus dentes? Você ficou muito velho para ela? Esta não é a razão pela qual sua relação terminou?

Eu aperto enviar quando minha mãe retorna.

— Lari, você está tão pálida. O que aconteceu? — Eu agito minha cabeça.

— Nada. Vamos tomar outra bebida, — eu murmuro. Suas sobrancelhas se unem, mas ela olhou para cima e atraiu a atenção de um dos garçons, apontando para nossos copos. Ele movimenta a cabeça. Ele entende o idioma universal de ‘o mesmo novamente, por favor.’ Enquanto ela faz isso, eu depressa olho em meu BlackBerry.

De: João Guilherme Ávila

Assunto: Cuidado…

Data: 1 de junho 2015

21:45 EST

Para: Larissa Manoela

Isto não é algo que eu desejo discutir via e-mail.

Quantos Cosmopolitan você vai beber?

João Guilherme Ávila CEO, Ávila Participações e Empreendimentos Inc.

Santo Deus, ele está aqui. Eu olho nervosamente em torno do bar, mas não posso vê-lo.

— Lari, o que é? Você parece como se viu um fantasma.

— É João, ele está aqui.

— O que? Sério? — Ela olhar em torno do bar também. Eu negligenciei mencionar as tendências de perseguidor de João para minha mãe. Eu o vejo. Meu coração pula, começando uma batida frenética quando ele faz seu caminho em direção a nós. Ele realmente está aqui por mim. Minha deusa interior se levanta como uma loca do seu chaise longue. Movendo suavemente pela multidão, seu cabelo reflete cobre e vermelho debaixo do loiro. Seus olhos cinzas claro estão brilhando com raiva? Tensão? Sua boca parece uma linha horrenda, a mandíbula tensa. Oh Merda… não. Eu estou tão brava com ele agora mesmo, e ele está aqui. Como eu posso estar brava com ele na frente da minha mãe? Ele chega a nossa mesa, olhando para mim cautelosamente.

— Oi,— eu grito, incapaz de esconder meu choque e temor em vê-lo aqui em carne.

— Oi,— ele responde, e inclinado para abaixo, ele beija minha bochecha, pegando-me de surpresa.

— João, essa é minha mãe, Silvana. — Meus modos inveterados assumem o comando. Ele gira para saudar minha mãe.

— Sra. Santos, estou encantado em conhecê-la você. — Como ele sabia seu nome? Ele dá a ela seu sorriso, de parar o coração, sem poder de reação. Ela não tinha chance. A mandíbula da minha mãe praticamente bateu na mesa. Jesus, controle-se mãe. Ela toma sua mão oferecida e eles as agitaram. Minha mãe não respondeu. Oh, a completa mudez e atordoamento é algo genético. Eu não tinha nenhuma ideia.

— João, — ela administra finalmente, sem ar. Ele sorri conscientemente para ela, seus olhos cinzas brilhando. Eu estreito meus olhos para ambos.

— O que você está fazendo aqui? — Minha pergunta soa mais frágil do que quero dizer, e seu sorriso desaparece, sua expressão agora cautelosa. Eu estou emocionada por vê-lo, mas estou completamente atordoada, minha raiva sobre Sra. Regina ainda me faz ferver o sangue. Eu não sei se eu quero gritar com ele ou lançar em seus braços, mas eu não penso que ele gostaria de qualquer um e eu quero saber quanto tempo ele tem nos observado. Eu também estou um pouco ansiosa sobre o e-mail que eu acabei de lhe mandar.

— Eu vim para ver você, claro. — Ele olha abaixo para mim impassível. Oh, o que ele está pensando? — Eu estou ficando neste hotel.

— Você está ficando aqui? — Eu sôo como uma estudante do segundo ano, muito estridente até para minhas próprias orelhas.

— Bem, ontem você disse que desejava que eu estivesse aqui.— Ele pausa tentando medir minha reação. — Nossa intenção é agradar, Senhorita Manoela. — Sua voz está quieta sem rastro de humor. Droga, ele está bravo? Talvez a Sra. Regina comentou? Ou o fato que eu estou em meu terceiro, logo será o quarto Cosmo? Minha mãe está olhando ansiosamente nós dois.

— Porque você não se junta a nós para um bebida, João? — Ela acena para o garçom que está ao seu lado em um nano segundo.

— Eu quero uma gim-tônica, — João diz. — Hendrick se você tiver isto ou Bombay Sap-phire. Pepino com o Hendricks, lima com a Bombay. — Inferno… só João podia fazer uma bebida parecer um prato elaborado.

— E mais dois Cosmo por favor, — eu adiciono, olhando ansiosamente para João. Eu estou bebendo com minha mãe nenhuma razão para ele estar bravo sobre isto.

— Por favor puxe uma cadeira, João.

— Obrigado, Sra. Santos. — João puxou uma cadeira perto e se senta graciosamente ao meu lado.

— Então você está hospedado no hotel que estamos, só por coincidência? — Eu pergunto, tentando fortemente manter meu tom leve.

— Ou, você está bebendo neste hotel que eu estou hospedado só por coincidência, — João responde.

— Eu acabei de terminar de jantar, entrei aqui, e vi você. Eu estava distraído pensando sobre seu e-mail mais recente, e eu olhei para cima e você estava aí. Uma coincidência, neh? — Ele vira sua cabeça para um lado, e eu vejo um rastro de um sorriso. Agradeças aos céus que nós podemos ser capazes de salvar a noite afinal.

— Minha mãe e eu fomos fazer compras esta manhã e fomos para praia esta tarde. Nós decidimos tomar alguns coquetéis hoje à noite, — eu murmúrio, sentindo que eu devo um tipo de explicação.

— Você comprou essa blusa? — Ele acena com a cabeça para minha nova seda, — A cor cai bem em você. E você pegou um pouco de sol. Você parece adorável. — Eu ruborizo, me movimento na cadeira com seu elogio. — Bem, eu iria visitá-la amanhã. Mas aqui está você. — Ele levanta a mão, toma minha mão, e aperta suavemente, correndo seu dedo polegar através das minhas juntas e para… e eu sinto o familiar puxar. Aquela descarga elétrica correndo em baixo da minha pele sob a pressão gentil de seu dedo polegar, disparando meu fluxo de sangue e pulsando ao redor do meu corpo, aquecendo tudo em seu caminho. Faz dois dias desde que eu o vi. Oh meu Deus... Eu o quero. Minha respiração se entrecorta. Eu pisco para ele, sorrindo bobamente, e vejo um sorriso tocar seus bonitos e esculpidos lábios. — Eu pensei que eu surpreenderia você. Mas como sempre, Larissa, você me surpreende estando aqui. — Eu olho depressa para mamãe, que está olhando fixamente para João… sim olhando fixamente! Pare com isto mãe. Como se ele fosse alguma criatura exótica, nunca vista antes. Eu quero dizer, eu reconheço que eu nunca tive um namorado, e João se qualifica com tal facilidade nesse referência mas é tão incrível que eu podia atrair um homem? Este homem? Sim, olhe francamente para ele, meu subconsciente estala. Oh, cale a boca! Quem convidou você para a festa? Eu faço uma careta para minha mãe mas ela não parece notar. — Eu não quero interromper o tempo que você tem com sua mãe. Eu tomarei uma bebida rápida e então me retirarei. Eu tenho trabalho para fazer, — ele declara seriamente.

— João, é adorável encontrar você finalmente, — Mãe insere, finalmente achando a voz. — Lari falou muito ternamente de você. — Ele sorri para ela.

— Realmente? — Ele levanta uma sobrancelha para mim, uma expressão divertida em seu rosto, e eu ruborizo novamente. O garçom chega com nossos bebidas.

— Hendricks, senhor — ele diz com um floreado triunfante.

— Obrigado,— João murmura em reconhecimento. Eu dou um gole no meu Cosmo meio que nervosamente.

— Quanto tempo você ficará na Geórgia, João? — Mamãe pergunta.

— Até sexta-feira, Sra. Santos.

— Você jantará conosco amanhã à noite? E por favor, chame-me de Silvana.

— Eu teria muito prazer, Silvana.

— Excelente. Se você dois dão licença, eu preciso retocar a maquiagem. — Mãe… você acabou de ir lá. Eu olho para ela desesperadamente enquanto ela levanta e vai embora, deixando nós dois sozinhos juntos.

— Então, você está brava comigo por jantar com um velho amigo. — João vira seu quente e cauteloso olhar para mim, erguendo minha mão para seus lábios e beijando cada junta suavemente. Jesus, ele quer fazer isso agora?

— Sim, — eu murmuro enquanto meu sangue aquece.

— Nossa última relação sexual foi há um longo tempo, Larissa,— ele sussurra. — Eu não quero ninguém exceto você. Você não percebeu isto já? — Eu pisco para ele.

— Eu penso sobre ela como uma molestadora de criança, João. — Eu seguro minha respiração e espero por sua reação. João fica pálido.

— Isto é muito crítico de sua parte. Não era assim, — ele sussurra, chocado. Ele solta minha mão. Crítico?

— Oh, como era então? — Eu pergunto. Os Cosmos estão me fazendo valentes. Ele faz uma careta para mim, confuso. Eu continuo. — Ela aproveitou-se de um menino de quinze anos de idade vulnerável. Se você tivesse sido uma menina de quinze anos de idade e Sra. Regina fosse um Senhor, iniciando você em um estilo de vida BDSM, isso teria sido certo? Se ele fosse Júlia, diga? Ele ofega e franze a testa para mim.

— Lari, não era assim. — Eu o encaro. — Certo, isso não parece assim para mim, — ele quietamente continua. — Ela era uma força positiva. Eu precisava.

— Eu não entendo.— É minha vez de parecer confusa.

— Larissa, sua mãe brevemente voltará. Eu não estou confortável conversando sobre isto agora. Mais tarde talvez. Se você não me quiser aqui, eu tenho um avião me aguardando no Hilton Head. Eu posso ir. — Ele está bravo comigo… não.

— Não... não vai. Por favor. Eu estou feliz por que você está aqui. Eu estou só tentando fazer você entender. Eu estou brava porque assim que eu parti, você jantou com ela. Pense sobre como é quando eu chego em qualquer lugar próximo de Cirilo. Cirilo é um bom amigo. Eu nunca tive uma relação sexual com ele. Considerando que você e ela,— eu diminui, pouco disposta a adicional o que eu pensei.

— Você está com ciúme? — Ele olha fixamente para mim, confundido, e seus olhos ligeiramente suavizam, se aquecendo.

— Sim, e brava sobre com o que ela fez com você.

— Larissa, ela me ajudou, isto é tudo que eu direi sobre isto. E quanto ao ciúme, ponha você mesmo em meu lugar. Eu não tive que justificar minhas ações para ninguém nos últimos sete anos. Nenhuma pessoa. Eu faço como eu quero, Larissa. Eu gosto de minha autonomia. Eu não fui visitar Sra. Regina para chatear você. Eu fui porque de vez em quando nós jantamos. Ela é uma amiga e uma companheira de negócios. — Companheira de negócios? Merda. Essa é nova. Ele olha para mim, avaliando minha expressão. — Sim, nós somos companheiros de negócios. O sexo acabou entre nós. Tem sido assim por anos.

— Por que sua relação terminou? — Sua boca estreitou, e seus olhos cintilam.

— Seu marido descobriu. — Merda!

— Nós podemos conversar sobre isto em outro tempo... em algum lugar mais privado? — Ele rosna.

— Eu não acho que você me convencerá de que ela não seja algum tipo de pedofilia.

— Eu não penso sobre isso desse modo. Eu nunca pensei. Agora isto é suficiente! — Ele estala.

— Você a amou?

— Como vocês dois estão?— Minha mãe retornou, não visto por qualquer um de nós. Eu engesso um sorriso de mentira em meu rosto quando ambos, João e eu debruçamos de volta apressadamente… culpavelmente. Ela olha para mim.

— Bem, mãe. — João dá um gole em sua bebida, assistindo-me, sua expressão cautelosa. O que ele está pensando? Ele a amou? Eu penso que se ele amou, eu enlouquecerei, e muito.


Notas Finais


Espero que tenha gostado.


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