História Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 51


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Categorias 50 Tons de Cinza, João Guilherme Ávila, Larissa Manoela
Personagens João Guilherme Ávila, Larissa Manoela, Personagens Originais
Tags Ávila, C1r, Cinquenta Tons De Cinza, João Guilherme, Jolari, Larissa Manoela, Sadomasoquismo
Visualizações 54
Palavras 1.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Orange, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Representação da imagem abaixo: Larissa e João juntos!


Boa Leitura!

Capítulo 51 - Capítulo 51 - Hot


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons De Ávila - Capítulo 51 - Capítulo 51 - Hot

E parte de mim se sente ligeiramente afrontada e desafiada.

— Você está rindo de mim?

— Sim, mas em um bom modo,— ele diz com um pequeno sorriso. Ele se debruça e me beija suavemente, brevemente. — Você não é uma grande submissa, — ele respira enquanto segura meu queixo, seus olhos dançam com humor. Eu olho fixamente para ele chocada, então eu desato a rir e ele se junta a mim.

— Talvez eu não tenha um bom professor. — Ele bufa.

— Talvez. Talvez eu deveria ser mais rígido com você. — Ele arma sua cabeça para um lado e dá a mim um sorriso astuto. Eu trago. Jesus, não. Mas ao mesmo tempo, meus músculos apertam deliciosamente bem no fundo. É seu modo de exibir o quanto ele se importa. Talvez o único modo que ele pode mostrar que se importa, eu percebo isto. Ele está olhando fixamente para mim, medindo minha reação. — Foi tão ruim quando eu espanquei você a primeira vez? — Eu olho de volta para ele, piscando. Foi tão ruim? Eu lembro de parecer confusa com minha reação. Machuca, mas não tanto em retrospecto. Ele disse inúmeras vezes que está mais em minha cabeça. E a segunda vez… Bem, isso foi bem… quente.

— Não, para falar a verdade não, — eu sussurro.

— Foi mais a ideia disto? — Ele inicia.

— Eu suponho. Sentir prazer, quando supostamente não se é para ter.

— Eu lembro de sentir o mesmo. Leva um tempo para conseguir que sua cabeça trabalhe ao redor isto. — Santo inferno. Isto foi quando ele era uma criança. — Você pode sempre usar uma palavra de segurança, Larissa. Não esqueça isto. E, desde que você siga as regras, o que preenche uma profunda necessidade em mim pelo controle, você se mantém segura, então talvez nós podemos achar um modo.

— Por que você precisa me controlar?

— Porque isso satisfaz uma necessidade em mim que eu não encontrava em meus anos de formação.

— Então isso é uma forma de terapia?

— Eu nunca pensei sobre isso desse modo, mas sim, eu suponho que é. — Isto eu posso entender. Isto ajudará.

— Mas, aqui tem uma coisa... um momento você diz não me desafie, o próximo você diz que gosta de ser desafiado. Isto é uma linha muito fina para andar com sucesso.— Ele olha para por um momento, então franze o cenhos.

— Eu posso ver isto. Mas você parece estar se dando bem até agora.

— Mas a que custo pessoal? Você me deixou de braços e pernas atadas.

— Eu gosto disso, atar pernas e braços, — ele sorri.

— Não é isso que eu quis dizer! — Eu esguicho água em exasperação. Ele olha para em mim, arqueando uma sobrancelha.

— Você acabou de espirrar água em mim?

— Sim.— Merda… esse olhar.

— Oh, Senhorita Manoela. — Ele me agarra e me puxa sobre seu colo, espirando água por toda parte do chão. — Eu penso que nós tivemos suficiente conversa no momento. — Ele aperta suas mãos, uma em cada lado da minha cabeça e me beija. Profundamente. Possuindo minha boca. Angulando minha cabeça… controlando-me.

Eu gemo contra seus lábios. Isto é o que ele gosta. Isto é no que ele é tão bom. Tudo acende dentro de mim e meus dedos vão para seu cabelo, segurando ele para mim, e eu estou beijando-o de volta e dizendo que eu o quero muito, do único modo que eu sei como. Ele m geme, e movendo assim eu estou montada nele, ajoelhando acima dele, sua ereção em baixo de mim. Ele se puxa de volta e olha para mim, seus olhos ardendo e luxurioso. Eu solto minhas mãos para agarrar a extremidade da banheira, mas ele agarra ambos meus pulsos e puxa minhas mãos atrás das minhas costas, segurando-os juntos com uma mão.

— Eu vou te ter agora,— ele sussurra e me ergue de forma que eu estou pairando acima dele. — Pronta? — Ele respira.

— Sim, — eu sussurro, e ele me solta para ele, lentamente, perfeitamente lento… enchendo-me… Assistindo-me enquanto ele me toma. Eu gemo, fechando meus olhos, e eu me divirto na sensação, o estirar do preenchimento. Ele dobra seus quadris, e eu ofego, debruçando adiante, descansando minha frente contra a sua. — Por favor, deixe minhas mãos soltas, — eu sussurro.

— Não me toque, — ele pleiteia, e solta meus pulsos, ele agarra meus quadris. Apertando a borda da banheira, eu levanto e então abaixo lentamente, abrindo meus olhos para olhá-lo.

Ele está assistindo-me. Sua boca ligeiramente aberta, sua respiração detida, formal sua língua entre seus dentes. Ele parece tão… quente. Nós estamos molhados e escorregadios e movendo um contra o outro. Eu me debruço para baixo e o beijo. Ele fecha seus olhos. Tentativamente, eu trago minha mão para sua cabeça e corro meus dedos por seu cabelo, não me separando meus lábios de sua boca. Isto eu tenho permissão. Ele gosta disto. Eu gosto disto. E nós nos movemos junto. Eu puxo seu cabelo, inclinando sua cabeça e afundando o beijo, montando-o mais rápido, aumentando o ritmo. Eu gemo contra sua boca. Ele começa a me erguer propositalmente mais rápido, mais rápido, segurando meus quadris. Beijando-me de volta. Nós somos bocas e línguas molhadas, cabelo emaranhado, e quadris se movendo. Toda sensação… tudo consumindo novamente. Eu estou quase… eu estou começando a reconhecer esse delicioso aperto… acelerando. E a água… está rodando ao nosso redor, nosso próprio remoinho de água, um vórtice ativo quando nossos clientesmovimentos se tornam mais frenéticos… pulverizando água em todos os lugares, espelhando o que está acontecendo dentro de mim… e eu só não me importo. Eu amo este homem. Eu amo sua paixão, o efeito que eu tenho nele. Eu amo que ele tenha voado até aqui para me ver. Eu amo que ele se importe comigo como ele se importa. É tão inesperado, tão realizadora. Ele é meu, e eu sou seu.

— Isso mesmo, baby. — ele respira. E eu gozo, meu orgasmo se rasga por mim, turbulento, apaixonado, um apogeu que me devora inteiro. E de repente João me esmaga nele… seus braços embrulhados ao redor das minhas costas quando ele encontra sua liberação. — Lari, bebê! — Ele grita, e isso prece uma selvagem invocação, ativa e tocando as profundezas de minha alma. Nós deitamos olhando fixamente um para o outro, olhos cinzas em verdes, cara a cara, na cama super king-size, ambos segurando os travesseiros em nossas frentes. Nus. Sem tocar. Só olhando e admirando, cobertos por um lençol. — Você quer dormir? — João pergunta, sua voz suave. Ele é bonito; A mistura de cores em seu cabelo vívido contra o algodão egípcio branco, olhos cinza, queimando sem chama, expressivo. Ele parece preocupado.

— Não. Eu não estou cansada. — Eu me sinto estranhamente energizada. Tem sido tão bom conversar eu não quero parar.

— O que você quer fazer?— Ele pergunta.

— Conversar. — Ele sorri.

— Sobre que?

— Coisas.

— Que coisas?

— Você.

— O que tem eu?

— Qual seu filme favorito? — Ele sorri.

— ‘O Piano.’ — Seu sorriso é contagiante.

— Claro. Bobagem minha. Tal triste, excitante nota, que sem nenhuma dúvida você pode tocar? Tantas realizações, Sr. Ávila.

— E o maior é você, Senhorita Manoela.

— Então eu sou número dezessete. — Ele franze a testa para mim não compreendendo.

— Dezessete?

— Número de mulheres você teve… fez sexo. — Seus lábios se curvam, seus olhos que brilham com incredulidade.

— Não exatamente.

— Você disse quinze,— Minha confusão é óbvia.

— Eu estava me referindo ao número de mulheres em meu quarto de jogos. Eu pensei que era isso que você quis dizer. Você não perguntou a mim quantas mulheres com que eu fiz sexo.

— Oh. — Merda… existe mais… Quantas? Eu pasmo. — Baunilha?

— Não. Você é minha conquista baunilha, — ele agita sua cabeça, ainda rindo para mim. Por que ele acha isto engraçado? E por que eu estou rindo de volta para ele como uma idiota? — Eu não posso dar a você um número. Eu não coloquei notas na minha cama ou qualquer coisa.

— De quantas estamos falando... dezenas, milhares de centenas? — Meus olhos crescem mais selvagem quando os números ficam maiores.

— Dezenas. Nós estamos nas dezenas, pelo amor.

— Todas submissas?

— Sim.

— Pare de rir de mim, — Eu repreendo-o levemente, tentando e falhando em manter um rosto sério.

— Eu não posso. Você é engraçada.

— Engraçada no sentido bobona ou graciosa?

— Um pouco de ambos eu acho. — Suas palavras espelham as minhas.

— Isto é um maldito descaramento, vindo de você. — Ele se debruça e beija a ponta do meu nariz.

— Isto chocará você, Larissa. Pronta? — Eu movimento a cabeça, alargo os olhos, ainda com o sorriso estúpido em meu rosto. — Todas eram submissas em treinamento, quando eu estava treinando. Existem lugares ao redor de Seattle que se pode ir e praticar. Aprender a fazer o que eu faço. — ele diz.

— Oh. — Eu pisco para ele.

— Sim, eu paguei por sexo, Larissa.

— Isto não é algo para orgulhar-se, — eu murmúrio altivamente — E você está certo… que eu estou profundamente chocada. E zangada que eu não posso chocá-lo.

— Você vestiu minha roupa íntima.

— Isso chocou você?

— Sim. — Minha deusa interior saltou com uma vara acima de uma barra de 4 metros e meio. — Você não vestiu sua calcinha para encontrar meus pais.

— Isso chocou você?

— Sim. — Jesus, a barra moveu para 4 metros e 80.

— Parece que eu posso só chocá-lo no departamento de roupa íntima.

— Você disse a mim que você era virgem. Isto é o maior choque que eu já tive.

— Sim, seu rosto era um retrato, um momento Kodak.— Eu dou uma risadinha.

— Você me deixou usar o chicote em você.

— Isso chocou você?

— Sim. — Eu sorri.

— Bem, eu posso deixar você fazer isto novamente.

— Oh, eu espero, Senhorita Manoela. Neste fim de semana?

— Ok. — eu concordo, bobamente.

— Ok?

— Sim. Eu irei para o Quarto Vermelho da Dor novamente.

— Você dirá meu nome.

— Isso choca você?

— O fato de eu gostar disso me choca.

— João. — Ele sorri.

— Eu quero fazer algo amanhã. — Seus olhos brilharam com excitação.

— O que?

— Uma surpresa. Para você. — Sua voz é baixa e suave. Eu levanto uma sobrancelha e abafo um bocejo ao mesmo tempo. — Eu chateio você, Senhorita Manoela? — Seu tom é sardônico.

— Nunca. — Ele se debruça através e me beija suavemente meus lábios.

— Durma. — ele comanda, então desliga a luz. E neste quieto momento, enquanto eu fecho meus olhos, exaustos e saciados, eu penso que eu estou no olho da tempestade. E apesar de tudo que ele disse, e o que ele não disse, eu não acho que já estive tão feliz.



Notas Finais


Citação do filme:  O Piano (em inglês The Piano) é um filme áustralo-franco-neozelandês de 1993, do gênero drama e escrito e dirigido pela neozelandesa Jane Campion.


Espero que tenha gostado.


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