História Cinquenta tons de branco - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~SkellingtonGirl

Postado
Categorias Garota conhece o Mundo (Girl Meets World), Kuroshitsuji
Personagens Personagens Originais
Tags 00:00, Ctc, Love, Pah, Pow
Exibições 7
Palavras 2.117
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Necessidade


Andrew & Angela

Na manhã seguinte acordo com a janela embaçada pelo frio lá fora, a delicada garota ainda em meus braços dormindo. Sinto minha ereção da manhã contra seu bumbum, me afasto para ela não perceber se acordasse. Droga.

Ela boceja acordando quando me mexo. - Desculpe - lhe cubro melhor e me levanto indo ao banheiro tirar a água do joelho.

Volto correndo com frio e vou para baixo da coberta. Encosto meu pé frio no seu o aquecendo, ♡!

Ri leve. - Já vi que vai ser sofrível me levantar daqui.

Rio. - Bom dia, Angê querida, ♡ - beijo sua bochecha.

Sorri. - Bom dia, Drew! ♡

Volto à abraça-la. - Lembra a noite que fui na enfermaria com a cabeça doendo?

- Lembro sim.

- Eu esqueci meu crucifixo lá... - acaricio seus cabelos. - Ele é importante para mim... era de mamãe.

- Oh, entendo. Bem, podemos ir procurar lá - sorri leve. - Sei como essas coisas são importantes em nossas vidas.

Concordo. - Foi a única coisa que me deixaram ficar dela - sussurro.

Passa as mãos em meus cabelos, um carinho em forma de consolo. - Então é algo de extrema importância.

Gosto não secretamente do carinho. - Acho que suas roupas já estão prontas na secadora.

Ri. - Devem mesmo!

- Vou ir preparar nosso café da manhã... - levanto-me.

Coça um de seus olhos. - Vou ir ao banheiro, quer ajuda depois que eu voltar? - sorri gentil.

- Está tudo bem... Vou pegar suas roupas pra poder se vestir... se quiser tem meu guarda-roupas à disposição... está meio frio só pra seu uniforme.

- Então está bem, muito obrigada.

Vou até a lavanderia pegando suas roupas íntimas e lhe entrego no banheiro junto com seu uniforme, vou para meu quarto me trocar, arrumo meu gorro e desço.

Na cozinha faço waffle e café com canela. Coloco os waffles com calda quentinha no balcão de mármore na cozinha, sorrio quando ela entra.

- Parece delicioso - sorri.

- Espero que sim... Com açúcar ou adoçante? - arrumo seu café.

Se senta na mesa sorrindo. - Açúcar.

Lhe entrego o café me sentando também. Bocejo cortando minha panqueca. A vejo sorrir ao beber o café.

- Está bom?

- Muito! - coloca um pedaço de panqueca de waffle na boca. - As panquecas também ficaram ótimas!

- Coma o quanto quiser - sorrio.

- Okay - concorda com a cabeça enquanto mastiga.

Termino de comer e fico à observando comer com um sorriso bobo. Quando ela termina me levanto. - Vou ir escovar os dentes.

Com minha higiene bocal feita, volto pra cozinha com uma jaqueta branca e preta nos braços, lhe entrego.

- Obrigada - sorri gentil.

- Vamos? - pego sua mão.

Entrelaça nossos dedos. - Vamos!

Pegamos novamente a trilha, andando calmamente. Assim que chegamos na escola andamos em direção à enfermaria.

Angê destranca a porta de sua sala em um click. - Tenho certeza que estará aqui - fala me reconfortando com seu sorriso.

- Espero que sim - entro.

- Aonde quer procurar primeiro? - olha sua sala.

- Perto da maca - solto sua mão devagarinho.

- Okay - concorda com a cabeça se agaixando perto da maca, olhando sob ela. Procuro perto da maca onde um brilho dourado chama minha atenção. Pego o crucifixo aliviado. - Nada aqui, conseguiu achar por aí? - pergunta ainda abaixo da maca.

- Achei! - solto um riso agudo.

- Que bom! - sua voz esboça um sorriso. Sai de baixo da maca se levantando.

Lhe ofereço a mão a ajudando, a mesma bate na poeira que pairava sobre o tecido de sua saia. Coloco o crucifixo abaixo da roupa.

- Ainda bem que as meninas da limpeza não inventaram de fazer faxina! - sorri.

- Sim! - acaricio sua face rindo leve. - Obrigado.

Sorri docemente. - De nada. Suspiro e sorrio também. Suas mãos vão envolta de meu pescoço, seguro em sua cintura delicado.

Seus lábios vem de encontro ao meu, me apoio na maca juntando nossos corpos. Suas mãos descem por minhas costas.

Me arrepio. - Angel... não... - tenho flash backs da noite anterior.

- O que...? - fala entre arfadas ainda beijando meus lábios.

Agarrado à ela, me assusto ao ver alguém abrir a porta. Os olhos violetas dela se arregalam indo até a porta onde um homem alto de olhos amarelos estava.

Ajeita os óculos e cruza os braços com uma expressão séria. - Angela Blanc, fazendo coisas indecentes aqui e ainda fora de seu horário de trabalho? - fala autoritário.

- Não... não estávamos fazendo nada - tento ficar calmo.

Angê muda de posição ficando ao meu lado de cabeça baixa.

- Da última vez você também me disse a mesma coisa! - cerra os punhos se aproximando.

- Eu...

Ele aparece derrepente em minha frente, pronto para me dar um soco segurando na gola de minha camiseta. Angê segura seu braço. - Claude, não é ele!

Olho o "Dr. Já dormiu com minha Angela".

Ele olha Angela, soltando minha gola. - Expliquem-se.

Suspira de um jeito aliviado. - Esse é Andrew.

Percebo que estava com a minha respiração trancada, inspiro.

Os olhos amarelos vem à mim e voltam em seguida para ela. - O que ele faz aqui, ou melhor, o que vocês dois fazem aqui?

- Viemos procurar uma coisa muito importante que ele perdeu aqui quando veio outro dia para ser atendido.

- Não é o que você está pensando...

- Ah, é? O que seria então?

Fico nervoso esquecendo até meu nome. - Ah... quem é o senhor? - faço-me de desentendido.

Volta a cruzar os braços. - Claude Faustus, ou em outras palavras, o médico chefe daqui.

- Não seja tão insencível, Claude... - Angela resmunga.

Então realmente esse é o cara? Como eu posso competir com isso?

- Estou apenas fazendo meu trabalho, Angela, me preocupo com meus companheiros.

Abaixa a cabeça novamente. - Sim, desculpe...

- Não sou nenhum marginal - bufo pegando a mão de Angê.

Ela cora. - Sim, ele não é.

Ele intercalada o olhar entre nós dois. - Então qual é a relação entre vocês no momento?

Coro e procuro os olhos violetas de Angela.

Sorri radiante. - Somos namorados!

- São, é?

- Por que está duvidando? - me irrito. - Acha que não posso ser mais homem que você? Olha... se duvidar tenho até mais energia...

- Muito obrigado, mas estou bem assim.

Abraço a cintura de Angel o olhando.

Ele me fita.- Qualquer coisa não ouse em me chamar, Angela.

Passa uma mão por meus cabelos. - Não vai acontecer nada, lhe garanto.

Suspiro o vendo sair sair da sala.

Olho-a gostando do carinho, deito a cabeça em seu ombro.

- Ele se preocupa demais - continua encaracolando meus cabelos.

- Será que isso não foi ciúmes? Sabe... vocês já... então...

- Nunca sei o que ele está pensando... - sorri gentil. - Já foi a muito tempo, ele nem deve lembrar.

Mordo o lábio olhando para baixo, me sentindo um grãozinho de arroz no meio de tudo isso.

Beija o topo de minha cabeça.

- Somos... somos namorados? - sussurro.

- Somos... a menos que você não queira...

Abraço sua cintura novamente. - Quero - também sussurro. Levanto meu olhar e sorrio. - Angê querida... eu...

- Sim?

- Acho que estou apaixonado por você.

Suas bochechas queimam, coradas. Dá um leve sorriso. - Eu acho que eu também.

Sorrio olhando para baixo com suas mãos ainda me afagando. - Está tudo bem? - suas bochechas ainda permanecia coradas.

- S-sim! - gagueja.

Me sento em sua cadeira e a sento em meu colo como um bebê. Se ajeita em meu colo. - Por que está corada, amor?

- Não sei! - ri leve.

- Desculpe por ter te metido em confusão com seu chefe.

- Não precisa se desculpar - sorri. - Em parte a culpa também foi minha, não? - discordo. - Bem, de qualquer maneira gostei da maneira como que falou.

- Que maneira?

- Que você respondeu o Claude - volta a afagar meus cabelos.

- Sim - rio leve. - Mas... especifique qual parte - sussurro em seu ouvido.

Se arrepia. - "Por que está duvidando? Acha que nao posso ser mais homem que você? Olha... se duvidar tenho até mais energia que você." - fala assim que seus lábios se aproximam de meu ouvido.

- Por que gostou disso? - comprimo os lábios.

- Porque é verdade - sorri leve.

- Que eu sou melhor que ele na cama? - pergunto confuso.

- Sim! - concorda corada.

- Eu te dou mais prazer que ele, Angel? - sussurro em seu ouvido com um sorriso.

Se arrepia dizendo baixinho: - Dá sim...

Beijo seu pescoço. - Posso conversar com sua amiguinha?

- Pode sim.

Dito isso me levanto com ela, caminhando até a maca e a deitando como na noite anterior. - Não vou te machucar - prometo tirando sua saia e sua calcinha.

- Eu sei que vai, Drew - sorri se ajeitando na maca.

Sorrio acariciando abaixo de seu umbigo, lambendo aquela áreazinha.

Se arrepia e geme baixinho para si mesma.

Vou tirando o casaco e sua blusa... Com sua ajuda tiro seu sutiã e os acaricio, aos quais ficam durinhos.

- Quero ver suas pernas, enfermeira Blanc - desço minhas mãos para suas meias 7/8.

- Quer é? - fala sedutora.

- Quero... - sussurro tirando as meias e seus sapatos. Sorrio a vendo nua. Volto meus lábios para nossa amiguinha.

A penetro com dois dedos continuando a beijar e sugar o clitóris.

- Drew... - diz entre gemidos segurando meus cabelos.

A olho, parando. - Tudo bem?

Arfa. - Me penetre.

Mordo meu lábio enquanto tiro minhas roupas. - Tem certeza? - fico entre suas longas pernas.

- Tenho sim, e veja, ela já está tão molhadinha... - sua expressão de pena toma conta de seu rosto.

- Es-está mesmo...

Entrelaço nossos dedos e a penetro. Sai uma arfada de seus lábios, ela me lança um sorriso reconfortante, me encorajando.

Suspiro relaxando, começo a gemer mais livremente, enquanto dava umas reboladas.

Castigo meus lábios com os dentes passando as mãos em sua barriga.

Ela sorri.

Saio completamente e volto a penetrar, acariciando seu clitóris.

Dá um gemido de prazer abrindo a boca.

Acelero os movimentos gemendo parcialmente mais alto, outra arfada. Seus gemidos se eram livremente ouvidos.

- Já disse o quanto amo seus gemidos? - aperto sua coxa.

- Acho que n-não... - gagueja.

Sorrio. - Vem cá... quero os ouvir mais de perto - saio e sento na maca.

Concorda vindo para cima de mim ofegante, mas acima de tudo sorridente.

- Está tudo bem? - sussurro rouco em seu ouvido.

- Tudo ótimo! - sorri maliciosa.

- Quer continuar? - passo meus dedos no seu mel e o sugo.

Se arrepia concordando com a cabeça. - Quero sim.

- Ajuda? - seguro em sua cintura.

- Se desejar me ajudar - sorri se encaixando em um gemido.

Sorrio a ajudando à cavalgar. - Sempre... - olho em seus olhos ouvindo nossos gemidos se fundirem.

Cavalga rebolando com a boca entreaberta.

Olho seus seios balançando.

Suas paredes se contraem enquanto geme alto em um orgasmo.

Olhando seu estado a beijo, também quase lá. Meu gozo se sai para dentro dela.

Tiro os cabelos colados de seu pescoço.

Para de me beijar e me olha. - Eu te amo, Andrew.

- Eu também te amo, Angela - sorrio. Passa uma de suas mãos por meu rosto. A ajeito em meu colo. - Minha Angela... - murmuro meio que sem acreditar.

Me olha com seus olhos violetas. - Sua.

Sorrio com covinhas. Colo nossas testas e ela sorri.

- Já está tarde... - sussurro.

Ela olha o relógio na parede. - Sim, muito tarde.

Passo as mãos em suas coxas. - Vou te levar para seu quarto... - suspiro.

Arrepia-se. - Sim - se levanta indo pegar suas roupas caídas na chão.

Dou uma bela olhada em sua bunda enquanto pegava roupas.

Me visto com cara de inocente.

Vai até sua bolsa olhando o interior, fecha e a segura. - Prontinho, vamos?

- Tudo bem em me dar a mão?

Sorri à mim. - Claro! - segura minha mão.

Beijo sua mão junta à minha.

Faz uma carinha fofa e bagunça meus cabelos carinhosamente. Abre a porta enquanto eu os arrumava rindo. - Vou bagunçar os seus - ameaço.

Ri alto. - Vai, é?

- Vou - sorrio com seu riso tentando não rir dele.

- Hum, é melhor eu não duvidar! - sorri largo. Rio leve reconhecendo o corredor de seu quarto. Paramos em frente à porta. - Lar doce lar.

Rio novamente. - Você trocaria esse lar por uma casa cheia de pestinhas à chamando de mamãe?

- Sim, trocaria até por um barquinho velho - me abraça.

Mordo lábio sem ela perceber e sorrio. - Fofa, ♡.

Ri leve e corada sorri. - Fofo, ♡ - beija o topo de minha cabeça.

Sorrio com o beijinho. - Acho que eu vou indo...

Coloca o casaco ao qual eu havia emprestado sobre meus ombros. - Meu bom garoto não pode se resfriar, não é mesmo? - sorri docemente.

Rio leve. - Sim.

Sorri passando uma mão por meus cabelos. - Boa noite.

Bo- - sou surpreendido por seus lábios nos meus. Retribuo o beijo.

Nos separo dando um celinho. - Dorme bem, Angel, ♡.

Sorri com os olhinhos brilhando. - Você também, Drew, ♡ - abre a porta do quarto.

- Que os anjos lhe protejam - beijo sua testa. - Tchau...

Sorri docemente. - Tchau!



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