História Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Lu Han, Sehun
Tags 50tons, Chanbaek, Hunhan
Exibições 155
Palavras 4.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AMOREEEEEEEEEEEEEEEEEES VOLTEI!!!

Ha Ha ... Me desculpem a demora, realmente tava literalmente atolada de coisas pra fazer. mais em fim, já estou aqui, não precisam mais me matar. kkk

Então... Boa leitura e desculpem os erros.

Cherin .

Capítulo 10 - Viagem


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 10 - Viagem

Chanyeol abre a porta do carona do Audi SUV preto para mim. É um carro incrível. Ele não comenta nada sobre o surto de paixão que explodiu no elevador. Será que eu deveria? Será que eu deveria falar sobre isso ou fingir que nada aconteceu? Não parece real, meu primeiro beijo de verdade sem qualquer restrição. Com o passar do tempo, seu silêncio me faz pensar que eu talvez tenha imaginado tudo. Não. Toco meus lábios, inchados pelo beijo. Definitivamente aconteceu. Sou outro homem. Quero desesperadamente esse homem, e ele me quer. Olho pra ele. Chanyeol é o mesmo de sempre, educado e ligeiramente distante. ​Que confuso​.

Ele liga o carro e sai de ré da vaga do estacionamento. Liga o som. Uma música mágica e doce, cantada por vozes femininas, toma conta do interior do carro. ​Minha nossa... Meus sentidos estão todos bagunçados, por isso a música me afeta em dobro, provocando arrepios deliciosos que sobem pela minha espinha. Chanyeol dirige sem pressa, com tranquilidade e segurança


- O que estamos ouvindo?
- É o " Dueto das flores", de Delibes, da ópera Lakmé. Gosta? 
- Chanyeol, é maravilhoso. 
- É mesmo, não é? - Ele sorri, olhando pra mim.

 E por um instante fugaz, ele aparenta a idade que tem: Jovem, descontraído e lindo de morrer. Será que a chave pra desvendar seus segredos é essa? Música? Fico ouvindo as vozes angelicais me provocando e me seduzindo.


 - posso ouvir de novo? 
- Claro. - Chanyeol aperta o botão, e a música volta a me acariciar. 
É como um afago suave, e lento, doce e seguro em meus ouvidos. - Você gosta de musica clássica? - pergunto, afim de saber um pouco mais sobre suas preferências pessoais. 
- Sou eclético Baekhyun, gosto de tudo, depende do meu estado de espírito. E você? 
- Eu também. 

Ele se vira e me olha rapidamente antes de se concentrar de novo na estrada. Uma sequência de música calmas ia passando, enquanto ele dirigia lindamente, concentrado na estrada. A música é interrompida pelo toque de seu celular, que soava mais alto que o som dos alto-falantes. Chanyeol aperta um botão no volante


 - Park - diz secamente. Ele é muito rude. 
- Sr. Park, aqui é Welch. Tenho a informação que o senhor solicitou. - uma voz áspera, sai dos alto-falantes. 
- Ótimo. Envie por email. Alguma coisa a acrescentar? 
- Não, senhor. Ele aperta o botão, a ligação é cortada e a música volta. 


          Nada de até logo nem de obrigado. Ainda bem que nunca cogitei seriamente trabalhar pra ele. Estremeço so de pensar nisso. Ele é controlador e frio de mais com os funcionários. A música é cortada de novo pelo som do telefone. 


- Park. - O termo de confidencialidade já foi enviado por email para o senhor, Sr. Park. 
- diz uma voz de mulher. 
- Ótimo, é só isso. 
- Bom dia, senhor. Chanyeol desliga apertando o botão do volante. 

A música acabou de recomeçar quando o telefone volta a tocar. Que inferno, será que a vida dele é sempre assim? Um telefonema chato atrás do outro?


- Park - ele atende seco. 
- Oi, Chanyeol, você transou? 
- Oi Sehun, estou no viva voz, e não estou sozinho no carro. - Chanyeol suspira. 
- Quem está com você? Chanyeol revira os olhos. 
- Byun Baekhyun. 
- Oi, Baek! Baek! 
- Oi, Sehun. 
- Ouvi falar muito de você 
- murmura Sehun, rouco. Chanyeol franze a testa. 
- Não acredite em nem uma palavra que Luhan diz. Sehun ri. 
- Estou indo deixar Baekhyun em sua casa agora. - Chanyeol enfatiza meu nome inteiro. 
- Quer que eu pegue você? 
- Claro. 
- Vejo você daqui a pouco. - Chanyeol desliga, e a musica volta


- Por que você insiste em me chamar de Baekhyun? 
- Por que é seu nome. 
- Prefiro Baek. - Prefere agora?

Estamos quase na frente so meu apartamento. Não demorou muito.


- Baekhyun - ele murmura. 
Olho de cara feia para ele, mais ele nem liga. 
- O que aconteceu no elevador não vai voltar a acontecer. Bem, não a menos que seja premeditado. 

Ele estaciona em frente ao meu apartamento. So agora me dou conta de que não me perguntou onde eu moro, e, no entanto, ele sabe. Enviou os livros, então, é claro que sabe onde moro. Que espião competente, rastreador de telefone celular e proprietário de helicóptero não saberia? Por que ele não quer me beijar de novo? Fico chateado diante da ideia. Não entendo. 

Sinceramente, o sobrenome dele deveria ser mistério. Ele sai do carro, e, com aquelas pernas compridas que lhe dão um charme natural, da a volta para abrir a minha porta, sempre educado. Salvo por momentos raros e precisos dentro de elevadores, coro ao me lembrar de sua boca colada na minha, e me lembro que não consegui tocar nele, eu queria passar meus dedos pelo seu cabelo despenteado, mais não consegui mexer as mão. Fico frustrado ao pensar nisso.


- Gostei do que aconteceu no elevador - murmuro ao sair do carro. 
Não tenho certeza se ouvi um suspiro, mais prefiro fingir que não, subo os degraus que levam para a porta de entrada. Luhan e Sehun estão sentados na nossa mesa de jantar. Os livros de quatorze mil Wons sumiram. Graças a Deus, tenho planos para eles, Luhan está com um sorriso ridículo no rosto, e está despenteado de um jeito sensual. Chanyeol entra na sala comigo e, apesar daquela cara de quem ta se divertindo, Luhan olha desconfiado para ele.


  - Oi, Baek. Ele se levanta num pulo pra me dar um abraço, depois se afasta pra poder me examinar. 
Franze a testa e se vira pra Chanyeol. 
- Bom dia, Chanyeol - diz, num tom um pouco hostil. 
- Sr. Xiao - diz ele daquele jeito frio e formal. 
- Chanyeol, o nome dele é Luhan - Resmunga Sehun. 
- Luhan.

Chanyeol o cumprimenta com a cabeça educadamente e olha furioso para Sehun, que ri e se levanta para me abraçar também.


- Oi, Baek. - Ele sorrio, os olhos brilhando, e gosto dele na mesma hora. Definitivamente, não tem nada a ver com Chanyeol, mais os dois são irmãos adotivos.
- Oi, Sehun. - Sorrio pra ele, e percebo que estou mordendo o lábio.
- Sehun, é melhor a gente ir - Diz Chanyeol com suavidade.
- Claro.

Ele agarra Luhan pela cintura e dá um beijo demorado.

Nossa... Vão para o quarto. Encaro meus pés, sem jeito. Então, vejo que Chanyeol está me olhando atentamente. Franzo os olhos pra ele. Por que não pode me beijar assim? Sehun continua beijando Luhan, o agarrando forte fazendo sua cabeça quase encostar no chão. 

- Até mais, baby - Diz Sehun, sorrindo.

Luhan simplesmente se derrete. Eu nunca o vi assim antes - as palavras "belo" e "submisso" me ocorrem. Luhan submisso. Nossa, Sehun deve ser bom. Chanyeol revira os olhos pra mim. Ele ajeita um mecha do meu cabelo. E perco o fôlego com o toque, e apoio a cabeça em seus dedos. Seu olhar fica mais doce, e ele passa o polegar no meus lábios. Mau sangue ferve nas veias. E, num instante, não o sinto mais.


- Até mais, baby - murmura, e tenho que rir, por que isso não tem nada a ver com ele. Mais, embora eu saiba que ele tá bincando, a palavra carinhosa meche com alguma coisa dentro de mim.
- Pego você as oito.

Deu meia volta, abriu a porta da frente e saiu. Sehun o seguiu até o carro, mas se virou e mandou outro beijo pro Luhan. Senti uma pequena pontada de ciúmes.


- Eaí, você transou? - Luhan me pergunta enqunto observamos os dois entrarem no carro e se afastarem, a curiosidade é perceptivel em sua voz.
- Não - Respondo com irritação, torcendo para que isso interrompa as perguntas. Voltamos para o apartamento. - Você obviamente sim.

Não consigo conter a inveja, Luhan sempre consegue prender os homens. Ele é irresistível, lindo, sexy, engraçado, extrovertido... tudo que eu não sou. Mais o sorriso com que ele responde é contagiante.

- Eu vou sair com ele de novo hoje a noite.

Ele bate palmas e pula como um criança. não consegue conter a empolgação e a felicidade, e não posso deixar de me sentir feliz por ele. Luhan feliz... Isso vai ser muito interessante.


- Chanyeol vai me levar para Seoul hoje a noite.
- Seoul?
- É
- E aí TALVEZ vocês transem?
- Ah, espero que sim.
- Então você gosta dele?
- Gosto.
- O bastante para...?
- Sim.

Ele ergue as sobrancelhas.


- Uau. Byun Baekhyun , finalmente apaixonado por um homem, e ele é Park Chanyeol: Gostoso, sensual e bilionário.
- Ah, é só por causa do dinheiro. - Dou um sorrisinho, e ambos temos um ataque de riso.
- Essa camisa é nova? - Quer saber Luhan, e então lhe conto todos os detalhes da minha noite.
- Ele já beijou você? - pergunta ele ao fazer o café.
Fico vermelho.
- Uma vez.
- Uma vez! - Caçoa ele.
Balanço a cabeça confirmando, bastante envergonhado.
- Ele é muito reservado.
Ele franze a testa.
- Que estranho.
- Estranho é pouco.
- Precisamos garantir que você esteja simplesmente irresistível hoje a noite - diz ele com determinação.
Ah, não... parece que isso vai ser demorado, humilhante e doloroso.
- Tenho que está na loja daqui a uma hora.
- Posso trabalhar nesse prazo, vamos.
Luhan me pega pela mão e me leva pro seu quarto.

......

O dia se arrasta na Clayton's, apesar do movimento. Como estamos na temporada de verão, tenho que passar duas horas reabastecendo as prateleiras depois que a loja fecha. E isso me dá tempo pra pensar. Não tive realmente chance pra isso o dia inteiro.

Sob as incansáveis instruções do Luhan, Minhas pernas e axilas estão impecavelmente raspadas, minhas sobrancelhas foram feitas, e eu passei por uma esfoliação completa. Foi uma experiência desagradável. Mai ele me garante que é isso que os homens esperam atualmente. O que mais ele espera? Preciso convencer Luhan de que é isso que eu quero fazer. Por que por alguma razão estranha, ele não confia no Chanyeol, talvez por ele ser tão rígido e formal. Ele diz não saber identificar o motivo, mais prometi mandar uma mensagem assim que chegar em Seoul. Não contei do helicóptero. Ele ia ter um treco.

Há também o problema Minseok. Ele deixou três mensagem e também sete ligações perdidas no meu celular. Também ligou duas vezes lá pra casa. Luhan foi muito vago a respeito de onde eu estou. Ele vai saber que está me dando cobertura. Luhan nunca é vago. Mai resolvo deixá-lo se remoendo. Ainda estou muito zangado com ele.

Chanyeol uma papelada qualquer, e não sei se ele estava brincando ou se vou ter que assinar alguma coisa. É frustrante tentar adivinhar. E, além de tanta angustia, não consigo conter a empolgação e o nervosismo. Essa noite é a noite! Depois de todo esse tempo, será que estou pronto pra isso?

Ele é pontual, claro, e está me esperando quando saio da loja. Salta da parte traseira do Audi para abrir a porta e me dá um sorriso caloroso.


- Boa noite, Sr. Byun - diz.
- Sr. Park - O comprimento acenando a cabeça ao entrar na parte de tráz do carro. Jongin está na direção.
- Olá, Jomgin.
- Boa noite, Sr. Byun - Ele fala com educação, num tom profissional.

Chanyeol entra pelo outro lado e segura minha mão, me dando um apertãozinho que ecoa por todo o meu corpo.


- Como foi o trabalho? - pergunta
- Muito demorado - Respondo com a vox rouca.
- É, eu também tive um dia longo.
- O que você fez? - consigo perguntar.
- Fui dá uma caminhada com o Sehun.

Seu polegar roça os nós dos meus dedos pra lá e pra cá, meu coração salta e minha respiração acelera. Como ele faz isso comigo? só encostou numa pequena parte do meu corpo, e meus hormônios se descontrolam.

O percurso até o heliporto é curto e, quando vejo, já chegamos. Me pergunto onde estaria o fabuloso helicóptero. Estamos numa área urbanizada da cidade, e até eu sei que um helicóptero precisa de espaço para decolar e pousar. Jongin estaciona, sai do carro e abre a porta pra mim. Chanyeol aparece do meu lado num instante e pega novamente a minha mão.


- Ponto? - pergunta.
Faço que sim com a cabeça e quero dizer para qualquer coisa. Mai não consigo. Estou muito nervoso e agitado.
- Jongin. - Ele acena rápido com a cabeça, e entramos no prédio, direto para o hall dos elevadores.

Elevadoe! A lembrança do nosso beijo daquela manha volta a minha mente. Não pensei em mais nada o dia inteiro, sonhando acordado no caixa da loja. Chanyeol me olha, um sorrisinho nos lábios. Rá! Ele também está pensando nisso.

- São só três andares - diz secamente, os olhos alegres. Ele tem poderes telepáticos, com certeza. É assustador.

Tento manter a expressão impassível ao entrarmos no elevador. as portas se fecham, e lá está aquela estranha atração elétrica estalando entre nós. Fecho os olhos, tentando em vão não me importar com isso. Ele aperta minha mão e, cinco segundos depois, as portas se abrem para o telhado do prédio. Elá está ele. O helicóptero branco com o nome PARK ENTERPRISES HOLDINGS, INC. escrito em azul. Sem duvida esse não é o uso adequado dos bens da companhia.


- Vamos - diz Chanyeol, e nos encaminhamos para o helicóptero.
- Sente-se. não toque em nada - ordena, ao embarcar depois de mim.

Ele bate a porta com força. Ainda bem que a área está toda iluminada, se não teria dificuldade para enxergar o interior da pequena cabine do piloto. Sento no meu lugar, e ele se abaixa ao meu lado para prender meu cinto de segurança. Ele ajusta o cinto e mal consigo me mexer. Está muito perto e muito concentrado no que faz.Se pudesse me inclinar pra frente, eu encostaria o nariz em seu cabelo. Ele tem um cheiro incrível. Ele ergue os olhos e sorri. Como sempre, parece está curtindo um piada particular, os olhos brilhando. está terrivelmente perto. Prendo o fôlego enquanto ele puxa uma das correias.

- Você está seguro, sem escapatória - murmura ele. - Respire Baekhyun- Fala docemente.

Esticando o braço, acaricia meu rosto, correndo os dedos até o meu queixo, e segura entre o polegar e o indicador. Se inclina para frente e me dá um beijo rápido e casto, me deixando tonto e trêmulo com o toque inesperado de seus lábios.


- Gosto dessa correia - Sussura ele.
O que?

Ele se senta ao meu lado e se prende em seu assento, e depois testa os aparelhos.


- Ponha os fones de ouvido - Diz ele apontando para um conjunto de fones. Os coloco e então ele dá partida. É ensurdecedor. Ele coloca seus fones es continua acionando vários comandos.
- Só estou fazendo todas a verificações pré decolagem.
Avoz dele chega aos meus ouvidos através dos fones. Olho pra ele e sorrio.
- Você sabe o que está fazendo? - pergunto.
Ele se vira e sorri pra mim.
- Tenho brevê de piloto a quatro anos Baekhyun, você está seguro comigo. - Ele abre um sorriso - Bem,  enquanto estivermos voando - acrescenta, e dá uma piscadinha pra mim.

Chanyeol dando um piscadinha!


- Está pronto?
Indico que sim com a cabeça, os olhos arregalados.
- Lá vamos nós - acrescenta ele pra mim, e o helicóptero sobe lento e suavemente no ar.

Busan some diante de nós, todas as luzes fortes diminuem está estarem piscando com pouca intensidade abaixo de nós. É como olhar pra fore de dentro de um aquário. Quando estamos mais alto, não há realmente nada pra ver, é um breu, sem nem um raio de luar pra iluminar nossa viagem. Como ele pode ver aonde estamos indo?


- Estranho não? - A voz de Chanyeol está em meus ouvidos.
- Como sabe que estamos indo na direção certa? 
- Aqui. - Ele me mostra uma bússola eletrônica. - Este é um EC135 Eurocopter. Um dos mais seguros de sua classe. É equipado para voo noturno. - Olha pra mim e sorri.
- Tem um heliporto no alto do prédio onde moro. É para onde estamos indo.

Claro que tem um heliporto onde ele mora. Isso é realmente muita arreia pro meu caminhãozinho. O rosto dele está brevemente iluminado pelo painel de instrumentos, ele está muito concentrado, e a toda hora, olha os aparelhos a sua frente. Olhos discretamente suas feições. Tem um perfil lindo. - Eu gostaria de passar a língua na mandíbula dele. Ele não se barbeou, e essa barba por fazer o torna muito tentador. Hum... eu queria sentir quão áspera é na minha língua, nos meus dedos, no meu rosto.


- Você está bem, Baekhyun? - Diz ele interrompendo meu devaneio erótico.
- Estou.
Minha resposta é curta, cortada, espremida no meu nervosismo.
Acho que ele sorri, mais é dificil dizer no escuro. Chanyeol aciona mais um botão.
- Olhe ali. - Ele aponta para um ponto de luz ao longe. - É Seoul.
- Você sempre impreciona os homens desse jeito? Venha voar no meu helicóptero? - Pergunto interessado.
- Nunca trouxe nem um garoto aqui em cima, Baekhyun. É outra primeira vez pra mim - diz ele baixinho, com voz séria.

Ah, essa é uma resposta inesperada. Outra novidade? Ah, o lance de dormir, talvez.


- Esta impressionado?
- Estou apavorado, Chanyeol.
Ele ri.
- Apavorado? - E, por um instante, ele parece de novo ter a idade que tem.
Balanço a cabeça, assentindo.
- Você é tão... competente!
- Ora, obrigado, Sr. Byun - Diz com educação.
Acho que ele está satisfeito mais não tenho certeza. O ponto de luz que é Seoul almenta lentamente.
- Está na cara que você gosta disso - murmuro.
- O que?
Ele me olha. Parece em dúvida a meia luz dos instrumentos.
- Voar - respondo.
- Isso exige controle e concentração... como eu poderia não gostar?

Seoul se aproxima. Estamos nos arredores da cidade agora. Uau! É absolutamente incrível. Seoul a noite, do céu.


- É bonito não é? - Murmura Chanyeol.
Balanço a cabeça com intusiamo
- Vamos chegar em poucos minutos.

Estamos agora voando entre os prédios, e dá pra ver um arranha-céu com um heliporto em cima, no alto do prédio, está escrito "Escala" pintado de branco, vai ficando cada vez mais perto, cada vez maior... como minha ansiedade.

O helicóptero reduz a velocidade e flutua. Chanyeol  pousa no heliporto no alto do prédio. Sinto o coração na boca, que alivio por termos chegado vivos. Ou por medo de falhar de alguma forma. Ele desliga o motor, e as pás vão parando, até só ouvir o som da minha respiração. Chanyeol tira seus fones, estica o braço e tira os meus também.


- Chegamos - diz baixinho
Seu olhar é intenso. Ele parece cansado, solta o cinto e se aproxima para soltar o meu. Seu rosto está bem próximo.
- Você não precisa fazer nada que não queira. Sabe disso, não é? - O tom dele é muito sincero, desesperado até, o olhar, apaixonado. Ele me pega de surpresa.
- Eu nunca faria nada que não quisesse, Chanyeol .
E, ao dizer isso, não sinto certeza porque, a essa altura, eu talvez faça qualquer coisa por esse homem esntado ao meu lado. Mais isso resolve. Ele sossega.
Ele me olha desconfiado por um momento e, de alguma forma, apesar da sua altura, consegue andar com elegância até a porta do helicóptero e abre, eaperando que eu o acompanhe, e me ajuda a descer para a pista. Venta muito no alto do prédio, e fico nervoso por está em pé a uma altura equivalente a pelo menos trinta andares num espaço aberto. Chanyeol  passa o braço em volta da minha cintura e me puxa pra perto de si.
- Vem - Grita acima do vento
Ele me arrasta para o elevador, e depois que digita um número num teclado as portas se abrem. Está quente no interior todo espelhado do elevador. Vejo Chanyeol a qualquer canto que eu olhe, e ele também me olha.
Quando as portas se abrem logo me deparo com um Hall todo branco, um lugar muito elegante e no final a uma parede de fundo de vidro e dá para uma varanda que domina Seoul.


- Posso pegar sua jaqueta? - pergunta Chanyeol
Balanço a cabeça.
- Quer beber alguma coisa?
Pisco. Depois da noite passada, será que ele está tentando ser engraçado? por um segunso, penso em pedir uma margarita, mais não tenho coragem.
- Vou beber uma taça de vinho branco. Você me acompanha?
- Sim, por favor. - murmuro
- Pouilly Fumé está bom pra você?
- Não entendo nada de vinho, Chanyeol. Tenho certeza de que é ótimo.
Minha voz é suave e hesitante. Meu coração está palpitando. Quero fugir. Essa casa é podre de chique. O que estou fazendo aqui? Você sabe muito bem o que esta fazendo aqui, me diz com desprezo o meu inconsciente. Sim, eu quero ir pra cama com Park Chanyeol.
- Aqui.
Ele me entrega uma taça de vinho.
- Você está muito calado, e nem está corando. Na verdade acho que ninca vi você tão branco, Baekhyun - murmura ele - Está com fome?
- É uma casa muito grande essa aqui.
- Grande?
- Grande.
- É grande - concorda ele, e seus olhos brilham divertidos. bebo um gole de vinho.
- Você toca? - Pergunto apontando um piano com o queixo.
- Toco.
- Bem?
- Sim
- Claro que toca. Existe alguma coisa que você não saiba fazer bem?
- Sim... Algumas coisas.
Ele dá um gole em seu vinho. Não tira os olhos de mim. Vejo que segue me olhando enquanto eu olho a sala.
- Quer sentar?
Balanço a cabeça assentindo, ele me dá a mão e me leva para o grande sofá branco. Olho deslumbrado pra tudo aquilo e mordo o lábio.
- Baekhyun, pare de morder o lábio, por favor. Isso distrai muito.
Franzo a testa.
- Sim. Você pode me dar licença um minuto?
Ele desaparece por uma porta larga no fim da sala. Pouco depois volta, com um papel.
- Este é o tremo de confidencialidade. - Ele dá de ombros, tem elegancia e parece meio encabulado. - Minha advogada insiste nisso. - Ele me entrega o documento. Fico completamente desconcertado. - Se você escolher a segunda opção. Vai precisar assinar isto.
- Ese eu não quiser assinar nada? - O que esse acordo significa?
- Significa que você não pode revelar nada sobre nós. Para ninguém.
Olho pra ele, e puta que pariu, isso é ruim, muito ruim, e agora estou muito curioso para saber.
- Tudo bem eu assino.
Ele me entrega uma caneta.
- Você nem vai ler?
- Não.
Ele franze a testa.
- Baekhyun, Você deve sempre ler qualquer coisa que for assinar.
- Chanyeol, o que você não conseguiu entender é que de qualquer forma eu não contaria a ningém. Nem o Luhan. Por tanto é irrelevante assinar ou não.
 Se isso é tão importante pra você, ou para sua advogada... para quem você pbviamente conta, tudo bem. Eu assino.
Ele me olha, e assente com a cabeça.
- Touché, Sr. Byun.
- Isso quer dizer que você vai fazer amor comigo hoje a noite, Chanyeol?
Puta merda. Será que acabei de dizer isso? Ele fica boquiaberto, mais logo se recupera.
- Não, Baekhyun, Não quero dizer isso. Em primeiro lugar, eu não faço amor. Eu fodo... com força. Em segundo lugar, ainda tem muita papelada para assinar. E em terceiro, você ainda não sabe onde está se metendo. Ainda pode cair fora. Venha, quero mostrar meu quarto de jogos.
Meu queixo cai. FODER COM FORÇA. Puta merda, isso parece muir excitante. Mais porque estamos indo a um quarto de jogos? Estou pérpkexo.
- Quer jogar Xbox? - pergunto.
Ele ri alto.
- Não, Baekhyun. nada de Xbox. Venha.
Ele se levanta, estendesndo a mão. e me conduz pelo corredor. A direita da porta dupla por onde entramos, há outra porta que leva a uma escada. Subimos o segundo andar e viramos novamente a direita. Tirando uma chave do bolço, ele abre a porta e respira fundo.
- Você pode ir embora qundo quiser. O helicóptero está a espera pra te levar na hora que quiser ir. Ou pode passar a noite aqui e voltar pra casa amanhã de manhã. Para mim, o que você decidir está bom.
- Abra o raio da perta, Chanyeol.
Ele abre a porta e recua pra me deixar entrar. Olho para ele de novo. Quero muito saber o que há ali. Respiro fundo e entro.
PUTA MERDA.
.......




 


 

 


 

 

 


 

 

 




 


 


 


 

 

 

 


Notas Finais


Ai Ai... Morri nesse ep. "Eu gostaria de passar a língua na sua mandíbula" kkkk

Ta bom parei... Espero que tenham gostado e até logo.

Bjokas de muffin de blueberry <3


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