História Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Lu Han, Sehun
Tags 50tons, Chanbaek, Hunhan
Exibições 235
Palavras 2.437
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei morecoooos!!! CHEGUEI.

Aiiiiin gente muito obrigada pelos favoritos e todos os comentários, tô bestinha HAHA

Em fim fofuchos espero que gostem desse cap.

Boa leitura <3

Capítulo 5 - Sentimentos


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 5 - Sentimentos

- Sr. Byun. que surpresa agradável.

...


  O olhar dele é firme e intenso.
  Droga. Que diabos ele está fazendo aqui todo despenteado e esportivo, com um suéter grosso, jeans e botas? Acho que meu queixo caiu, e não consigo encontrar meu cérebro nem minha voz.
  - Sr. Park - murmuro, porque é só o que consigo.
  Há a sombra de um sorriso nos lábios dele, e seus olhos estão cheios de humor, com se ele tivesse curtindo uma piada íntima.
  - Eu estava pela área - diz ele, dando uma explicação. - Preciso me abastecer de algumas coisas. É um prazer vê-lo novamente Sr. Byun. - Sua voz é quente e encorpada como caramelo e chocolate derretido... ou algo assim.
  Balanço a cabeça para por as idéias em ordem. Meu coração dispara, e, por alguma razão, coro violentamente sob seu exame minucioso. Fico absolutamente perdido com ele parado bem na minha frente, tão lindo e atraente. Minhas lembranças não eram tão perfeitas assim. Ele não é apenas bem-apessoado: é a síntese de beleza masculina, de tirar o fôlego, e está bem aqui. Aqui na Clayton's. Imagine. 
  Finalmente minhas funções cognitivas são restauradas e reconectadas com o restante do meu corpo.
  - Baekhyun. Meu nome é Baekhyun - murmuro. - Em que posso servi-lo Sr. Park?
  Ele sorri, e mais uma vez é como se estivesse guardando um grande segredo. É muito desconcertante. Respirando fundo, assumo minha faixada profissional, já trabalho nessa loja a anos. posso fazer isso.
  - Estou precisando de alguns artigos. Para começar, gostaria de umas braçadeiras de plástico - murmura ele, sua expressão ao mesmo tempo calma e descontraída.
  BRAÇADEIRAS DE PLÁSTICO?
  - Temos de vários tamanhos. Posso lhe mostrar? - digo baixinho, a voz trêmula.
  CONTROLE-SE BYUN.
  Um ligeiro franzido toma a bela testa de Park.
  - Por favo. Vá na frente, Sr. Byun - diz ele.
  Tento parecer indiferente ao sair de trás do balcão, mais realmente estou me concentrando muito em não tropeçar em meus próprios pés. Minhas pernas de repente adquirem consistência de gelatina. Ainda bem que hoje de manhã resolvi usar minha melhor calça jeans.
  - Estão na seção de artigos de eletricidade, corredor oito. - minha voz está um pouco alegre de mais. Olho pra ele e me arrependo disso quase na mesma hora. Droga, ele é bonito.
  - Vá na frente - murmura ele, indicando com um gesto em sua mão de dedos compridos muito bem cuidados.
  Com o coração quase me sufocando, porque está na minha garganta, tentando sair pela boca, vou em direção a um dos corredores em direção a seção de eletricidade. POR QUE ELE ESTÁ EM BUSAN? POR QUE ESTÁ AQUI NA CLAYTON'S? De uma pequena parte do meu cérebro, provavelmente localizada na base do meu bulbo raquidiano, onde mora meu inconsciente, vem a ideia: ELE ESTÁ AQUI PRA VER VOCÊ. Sem chance! Descarto o pensamento de imediato. Por que esse homem lindo, poderoso e bem educado haveria de querer me ver? A ideia é absurda, e eu tiro logo da cabeça.
  - Está em Busan a trabalho? - pergunto, e minha voz está muito aguda, como se eu tivesse prendido o dedo na porta ou algo de tipo. Droga! Tenta ficar calmo, Baek!
  - Eu estava visitando a divisão agrícola da WSU. Estou financiando umas pesquisas em rotação de culturas e ciências do solo - diz ele, impassível.
  Está vendo? Ele não está aqui pra ver você, diz o meu inconsciente, em alto e bom som, orgulhoso e amargo. Coro diante das minhas idéias idiotas.
  - Tudo parte do seu plano de alimentar o mundo? - provoco.
  - Mais ou menos - reconhece ele, e seus lábios se contraem um breve sorriso.
  Ele olha a seleção de braçadeiras que temos no estoque. 
  Que diabos ele vai fazer com isso? Não consigo de jeito nenhum imaginar ele fazendo esse tipo de atividade. Seus dedos passeiam por vários pacotes expostos e, por alguma razão inexplicável, preciso desviar o olhar. Ele se abaixa e escolhe um pacote.
  - Estas vão servir - diz ele com aquele sorriso muito misterioso, e eu coro.
  - Mais alguma coisa?
  - Eu gostaria de fita adesiva.
  Fita adesiva?
  - Está fazendo uma reforma? - As palavras simplesmente saem da minha boca. Com certeza ele contrata operários ou tem gente pra ajudá-lo na decoração.
  - Não, não estou reformando - diz ele depressa, depois dá um sorriso forçado, tenho a estranha sensação de que está rindo de mim.
  Será que sou tão engraçado? Tenho uma cara engraçada?
  - Por aqui - murmuro embaraçado. - As fitas adesivas ficam no corredor de decoração.
  Olho pra trás enquanto ele me segue.
  - Trabalha aqui a muito tempo? - A voz dele é grave, e ele está me olhando, olhos escuros muito concentrado. Coro mais ainda.
 
Porque diabos ele me causa esse efeito? Sinto como se tivesse quatorze anos - Estranho, como sempre, e deslocado. Olhe pra frente, Byun!
  - Quatro anos - murmuro quando chegamos ao nosso objetivo. Para me distrair, me abaixo e escolho duas larguras de fita adesiva para pintura que temos em estoque.
  - Vou levar essa - Park diz em voz baixa apontando para a fita mais larga, que passo pra ele.
  Nossos dedos se encostam muito rápido, e a corrente se manifesta de novo, percorrendo todo o meu corpo como se eu tivesse encostado em um fio desencapado. Prendo um grito involuntário, bem lá no fundo de mim, num lugar escuro e inexplorado. Desesperado, ando em volta tentando me equilibrar.
  - Mai alguma coisa? - Minha voz é rouca e arfante. Os olhos dele se arregalam ligeiramente.
  - Um pedaço de corda, eu acho. - A voz dele espelha a minha, rouca.
  - Por aqui. - Abaixo a cabeça pra esconder minha bochecha rosada e sigo para o corredor.
  - De que tipo procura? Temos cordas de fios naturais e sintéticos... barbantes... cabos... - Fico mudo diante da expressão dele, de seus olhos ficando sombrios. CARAMBA.
  - Vou levar quatro metros e meio da corda de fios naturais, por favor.
  Rapidamente, com dedos trêmulos, meço quatro metros e meio com a régua fixa, consciente de que seu olhar quente e negro está sbre mim. Não ouso encará-lo. Nossa, será que eu poderia me sentir mais tímido? Pegando o estilete no bolso traseiro da minha calça, corto a corda e a enrolo antes de amarrá-la com um nó corrediço. Por algum milagre, consigo não amputar um dado com o estilete.
  - Você foi escoteiro? - pergunta, os lábios esculturais e sensuais repuxados num sorriso. NÃO OLHE PARA A BOCA DELE!
  - Atividades organizadas em grupo não são minha praia, Sr. Park.
  Ele ergue uma sobrancelha.
  - Qual é a sua praia, Baekhyun? - pergunta ele de novo com aquela voz suave e o sorriso misterioso. Olho pra ele incapaz de me expressar. Estou voando feito Peter-Pan. TENTE FICAR CALMO, BAEK, implora de joelhos meu inconsciente torturado.
  - Livros - murmuro, mais, no íntimo, meu inconsciente está gritando: VOCÊ! VOCÊ É MINHA PRAIA! Faço-o se calar instantaneamente, aflito, com as respirações exageradas que estou tendo.
  - Que tipo de livros? - Ele inclina a cabeça.
  PORQUE ESTÁ TÃO INTERESSADO?
  - Ah, você sabe. O normal. Os clássicos. Literatura inglesa, principalmente.
  Ele esfrega o queixo com os dedos indicador e polegar ao terminar minha resposta. Ou talvez só esteja muito entediado e esteja tentando disfarçar isso.
  - Precisa de mais alguma coisa? - Tenho que me livrar desse assunto; seus dedos naquele rosto são muito sedutores.
  - Não sei. O que mais você recomendaria?
  O que eu recomendaria? Eu nem sei o que você está fazendo.
  - Pra um praticante de bricolagem?
  Ele balança a cabeça, os olhos cheios de malícia. Coro, e meu olhar desvia espontaneamente para sua calça justa.
  - Macacões repondo, e sei que já perdi o controle do que sai da minha boca.
  Ele ergue um sobrancelha, achando graça de novo. 
  - Você não ia querer estragar sua roupa. - Faço um gesto vago na direção da sua calça.
  - Eu sempre poderia tirá-las. - Ele dá um sorriso malicioso.
  - Hum.
  Sinto meu rosto queimar. Devo estar da cor de uma pimenta. Pare de falar. Pare de falar AGORA.
  - Vou levar uns macacões. Deus me livre de estragar qualquer roupa - diz ele, secamente.
  Tento descartar a imagem inoportuna dele de jeans.
  - Precisa de mais alguma coisa? - Dou um grunhido ao lhe entregar os macacões azuis.
  Ele ignora minha pergunta.
  - Como está o artigo?
  Ele finalmente me faz uma pergunta normal, sem insinuações e fora da confusa conversa sem pé nem cabeça... uma pergunta à qual posso responder. Agarro com unhas e dentes como se fosse uma tábua de salvação, e escolho a honestidade.
  - Não o estou redigindo, Luhan é que está. O Sr. Xiao. A pessoa com quem divido a casa, ele é redator. Está muito feliz com o artigo. É o editor do jornal, e ficou arrasado por não poder fazer a entrevista pessoalmente. - Sinto como se tivesse subido para respirar. Finalmente, uma conversa normal. - A única preocupação dele é que não tem nenhuma fotografia sua.
  - Que tipo de fotografia ele quer?
  Tudo bom. Eu não contava com essa resposta. Balanço a cabeça, porque simplesmente não sei.
  - Bem, estou por aí. Amanhã, talvez...
  - Estaria disposto a fazer uma sessão de fotos?
  Minha voz está de novo estridente. Hannie ficará no sétimo céu se eu conseguir isso. E você poderia vê-lo de novo amanhã, aquele lugar escuro na base do meu cérebro murmura sedutoramente pra mim. Descarto a ideia. Que bobagem, é ridículo...
  - Luhan vai ficar encantado, se a gente conseguir encontrar um fotógrafo.
  Estou tão satisfeito que dou om largo sorriso pra ele. Ele entreabre os lábios, como se estivesse sugando o ar com força os pulmões, e pisca. Por uma fração de segundo, ele parece de alguma forma perdido, e a terra se desloca ligeiramente em seu eixo.
  MINHA NOSSA PARK CHANYEOL PARECE PERDIDO.
  - Fale comigo amanhã. - Enfiando a mão no bolso traseiro, ele saca a carteira. - Meu cartão. O número do meu celular está aí. Você vai precisar ligar antes das dez da manhã.
  - Tudo bem. Sorrio pra ele. Luhan vai ficar elétrico.

  - Baek!
  Taehyung surgiu na outra ponta do corredor. Ele é o irmão caçula do Sr. Clayton. Eu tinha ouvido dizer que ele tinha chegado da china, mais não esperava vê-lo hoje.
  - Hum... com licença um instante, Sr. Park.
  Prak franze a testa quando me afasto dele.
  Tae sempre foi um amigão, e nesse momento estranho que estou tendo com o rico, poderoso, excepcionalmente atraente e maníaco por controle Sr. Park, é ótimo falar com alguém normal. Tae me dá um abraço apertado e me pega de surpresa.
  - Oi, Baek, é muito bom ver você! - diz todo meloso.
  - Olá Tae, como vai? Veio para o aniversário do seu irmão?
  - É. Você está ótimo, Baek, ótimo mesmo. - Ele sorri enquanto me examina, tomando distância. Então ele me solta, mais mantém um braço possessivo pendurado em meu ombro. Fico trocando de pé, envergonhado. É bom ver Taehyung, mais ele sempre foi exagerado.
  Quando olho pra Park Chanyeol, ele está nos observando feito falcão, olhos entreabertos e especulativos, a boca contraída. Do cliente estranhamente atencioso, ele se transformou em outra pessoa - alguém frio e distante.
  - Tae, estou com um cliente. Uma pessoa que você precisa conhecer - digo, tentando desarmar a expressão de raiva presente em Park. Arrasto Tae para conhecê-lo, e eles se avaliam mutuamente. O ambiente de repente está glacial.
  - Ah, Taehyung, este é Park Chanyeol.  Sr. Park, este é Kim Taehyung. O irmão dele é proprietário da loja.
  E, por alguma razão irracional, sinto que devo explicar melhor.
  - Conheço Tae desde que comecei a trabalhar aqui, embora a gente não se veja muito. Ele voltou da China, onde estuda administração de empresas. - Estou gaguejando... PARE JÁ!
  - Sr. Kim - Park estende a mão, o olhar sombrio.
  - Sr. Park - Taehyung retribui o cumprimento. - Espera aí, não é o Park Chanyeol? Da Park Enterprises Holdings? - Taehyung passa da arrogância ao assombro numa fração de segundos. Park lhe dá um sorriso educado, do qual seus olhos não participam.
  - Nossa! Há alguma coisa que eu possa lhe trazer?
  - Baekhyun já me atendeu, Sr. Kim. Foi muito atencioso. - A expressão dele é impassível, mais as palavras... é como se ele estivesse dizendo uma coisa totalmente diferente. É desconcertante.
  - Legal - responde Tae. - Depois a gente se fala, Baek.
  - Claro, Tae. - E ele desaparece no estoque. - Mai alguma coisa Sr. Park?
  - Só isso.
  Seu tom é frio. Droga... será que eu o ofendi? Respirando fundo, viro as costas e me encaminho para o caixa. Qual o problema dele?
  Registro a corda, os macacões, a fita adesiva e as braçadeiras.
  - São quarenta e seis wons, Senhor. - Olho para Park, e queria não ter olhado. Ele está me observando com muita atenção. É constrangedor.
  - Quer uma sacola? - pergunto ao pegar seu cartão de crédito
  - Por favor, Baekhyun. - Sua língua acaricia meu nome, e meu coração mais uma vez dispara. Mal posso respirar. Apressadamente, coloco suas compras em uma sacola plástica.
  - Você me telefona se quiser que eu pose para as fotos? - Ele está sendo profissional de novo. Faço que sim, mais uma vez sem fala, e devolvo seu cartão de crédito.
  - Ótimo. Até amanhã, talvez. - Ele se vira pra ir embora, depois para. 
  
  - Ah... e Baekhyun, ainda bem que o Sr. Xiao não pôde fazer a entrevista.
  - Sorriu, depois saiu da loja a passas largos com uma determinação renovada, pendurando a sacola plástica no ombro, me deixando com uma massa trêmula de hormônios masculinos em fúria.
  Antes de voltar ao planeta terra, passo vários minutos olhando a porta por onde ele acabou de sair.
  Tudo bem - gosto dele. Pronto. Confessei a mim mesmo. Não posso mais fugir dos meus sentimentos. Nunca me senti assim antes. Acho ele atraente, muito atraente. Mais isso não tem futuro, eu sei, e suspiro com um sentimento de pena entre doce e amargo. Foi só uma coincidência a vinda dele aqui. Mais mesmo assim, posso admirá-lo de longe, com certeza. Não tem mal nenhum. E se eu encontrar um fotógrafo, posso admirá-lo bastante amanhã. Mordo o lábio pensando nisso, e me pego rindo como um colegial. 
  Preciso ligar pro Luhan e organizar a sessão de fotos.


... 
 

 

 

 


Notas Finais


YAAAAAAY

Espero que estejam gostando, o clima ente o Chan e o Baek ta esquentando ...

HaHa Até o próximo cap.

Bjos de purpurina


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