História Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Lu Han, Sehun
Tags 50tons, Chanbaek, Hunhan
Exibições 259
Palavras 2.919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


YAAAAAAAAAAAAAAY OIA eu qui de novo. haha

Espero que gostem do capítulo de hoje hehe <3

Boa Leitura.

Capítulo 7 - Café


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 7 - Café


- Pronto. Agora você pode vir tomar uma café comigo? 
...


  Park sorri como se fosse um assunto liquidado.   
  Franzo a testa.   
  - Hum, Sr. Park, hã, isso realmente... Olhe, Jongin não precisa levá-los em casa.  Olho rapidamente para Jongin, que continua imóvel.    
  - Eu troco de carro com o Luhan se me der um minutinho.
       Park abre um glorioso sorriso, desarmado e espontâneo, mostrando todos os dentes. Ai meu Deus... Ele abre a porta da suíte para que eu entre. Passo por ele depressa para entrar de novo no quarto, e encontro o Luhan envolvido em uma discussão com o Min.


  - Baek, acho que ele realmente gosta de você  -  diz ele sem qualquer preocupação. Minseok me fuzila com o olhar de desaprovação. 
  - Mais eu não confio nele - acrescenta Lu.   
   Levanto a mão na esperança de que ele pare de falar. Por um milagre, ele para.   
  - Luhan, se você levar o Wanda, posso pegar o seu carro?   
  - Por que?   
  - Park Chanyeol me convidou para tomar um café com ele. 
    O queixo dele cai. Luhan sem palavras! Saboreio o momento.


 Ele me agarra pelo braço e me arrasta para o quarto da suíte.   
  - Baek, tem algo estranho nele. - A vos do Luhan tem um tom de advertência. - Ele é deslumbrante, concordo, mais acho que é perigoso. Especialmente para alguém como você.   
  - Como assim, alguém como eu? - pergunto, ofendido.   
  - Uma pessoa inocente como você, Baek. Você sabe o que eu quero dizer  - diz ele, um pouco irritado.   Coro.   
  - Hannie, é só um café. Minhas provas começam essa semana e preciso estudar, portanto não vou demorar.   
  Ele contei os lábios, como se considerasse meu pedido. 
  Finalmente, pega as chaves do carro no bolso e me entrega. E lhe entrego a minha.   
  - Até mais tarde. Não demore, senão mando uma equipe de busca e resgate.    
  - Obrigado Hannie. E o abraço.   
  Saio da suíte e encontro Chanyeol esperando, encostado na parede, parecendo um modelo posando para uma revista de moda sofisticada.     
  - Tudo bem, vamos tomar café  - murmuro, vermelho como um camarão. Ele sorri.   
  - Vá na frente, Sr. Byun.  
  Ele se ajeita, estendendo a mão para que eu passe, vou andando pelo corredor, as pernas bambas, um frio na barriga, e o coração disparado quase saindo pela boca. Vou tomar café com Park Chanyeol... E odeio café.   Andamos juntos pelo corredor do hotel até os elevadores. O que devo dizer a ele? Meu cérebro está completamente paralisado de tanta apreensão, sobre o que vamos conversar? O que diabos tenho em comum com ele? Sua voz suave e quente me tira dos meus pensamentos.    
  - Há quanto tempo conhece Xiao Luhan?   
  Ah, uma pergunta fácil pra começar.   
  - Desde o primeiro ano. Ele é um bom amigo.   
  - Hum - responde ele evasivo.    
  No que está pensando?   No hall dos elevadores, ele aperta o botão, e a campainha toca  quase imediatamente. As portas se abrem, revelando um jovem casal num abraço apaixonado. Surpresos e envergonhados, eles se separam de imediato, olhando com uma expressão culpada para todos os lados, menos para nós. Park e eu entramos no elevador.   Preciso me esforçar para conter o riso, então fixo os olhos no chão, sentindo minhas bochechas ficarem rosadas. Quando olho disfarçadamente para Park, ele tem um vestígio de um pequeno sorriso em seus lábios, mais quase não da pra ver. O jovem casal não diz nada, e vamos até o térreo num silêncio constrangedor. Nem ao menos tem aquela musica ambiente suave para nos distrair.   As portas se abrem e, para minha surpresa, Park pega minha mão, a apertando com seus longos dedos frios. Sinto a corrente me percorrer, e minha pulsação, que já estava rápida, dispara. Enquanto ele me conduz para fora do elevador, da pra ouvir as risadinhas contidas do casal atrás de nós. Park sorri. 
   
  - O que será que os elevadores tem? -murmura ele.  
  Atravessamos o grande saguão movimentado do hotel em direção a entrada, mas Park evita a porta giratória, e me pergunto se é porque ele teria que soltar minha mão.   Lá fora, é um domingo lindo. O sol brilha e há pouco tráfego. Park vira a esquerda e caminha até a esquina, onde esperamos o sinal abrir. Ele continua segurando minha mão. ESTOU NA RUA E PARK CHANYEOL ESTÁ SEGURANDO MINHA MÃO. Ninguém jamais segurou minha mão. Estou tonto e todo formigando. Tento conter meu sorriso que ameaça cortar meu rosto em dois. TENTE FICAR CALMO BAEK. Implora meu inconsciente. O homenzinho verde aparece, e lá vamos nós de novo.   
  Andamos quatro quarteirões antes de chegar a Busan Coffee House, onde Park solta minha mão para abrir a porta para que eu possa entrar.    
  - Porque não escolhe uma mesa enquanto pego as bebidas? O que você vai querer? - pergunta ele, mais cortês que nunca.   
  - Vou querer... Hã... Um chá preto, com um saquinho a parte. 
    Ele ergue as sobrancelhas.   
  - Nada de café?   
  - Não gosto de café.   Ele sorri.   Tudo bem, chá com saquinho a parte. Doce?   
  Por um momento fico eufórico, achando que é uma palavra carinhosa, felizmente meu inconsciente se manifesta com os lábios contraídos. Não burra, você quer seu chá adoçado?    
  - Não, obrigado.   Fico olhando para os meus dedos entrelaçados.   
  - Alguma coisa pra comer?  
  - Não, obrigado. - balanço a cabeça, e ele se encaminha ao balcão.   Discretamente. Olho para ele enquanto está na fila aguardando ser atendido. Eu poderia passar o dia todo olhando pra ele... É alto, tem ombros largos, e o jeito que aquelas calças caem nos seus quadris... Ai, meu Deus. Uma ou duas vezes, ele passa aqueles longos dedos pelo cabelo agora seco. HUM... EU GOSTARIA DE FAZER ISSO. A idéia me vem a cabeça espontaneamente, e fico com o rosto em chamas. Mordo o lábio e volto a olhar as minhas mãos, não gostando do rumo dos meus pensamentos rebeldes estão tomando.       
  - Um centavo pelos seus pensamentos? - Park volta e me pega de surpresa.   Coro. Eu estava pensando em passar os dedos em seu cabelo e me perguntando se seriam macios. Balanço a cabeça. Em esta trazendo uma bandeira, que deixa sobre a mesinha redonda, Park me entrega uma xícara com um pires, um pequeno bule de chá e um pratinho com um saquinho solitário com um rótulo  
  - o meu preferido. Fala ele, há uma xícara de café com um lindo desenho de uma bolha espuma do leite. Como eles fazem isso? Eu me pergunto. Park também comprou um muffin de blueberry pra ele. Deixando a bandeira de lado, ele se senta na minha frente e cruza as pernas compridas. Parece tão confortável, tão a vontade em seu corpo, que o invejo. Aqui estou eu, rodo atrapalhado e descoordenando, quase incapaz de dar um passo sem cair de vara no chão.    
  - Em que esta pensando? - pergunta ele.  
  - Este é o meu chá preferido.   Falo baixo, quase ofegante. Simplesmente não posso acreditar que estou sentado com Park Chanyeol num café em Busan. Ele franze a testa. Sabe que estou escondendo alguma coisa. Ponho o saquinho de chá no bule e quase imediatamente o retiro com a colher. Enquanto coloco o saquinho no prato, ele inclina a cabeça e me olha intrigado.   - Gosto do meu chá puro e fraco. Murmuro.   
  - Entendo. Ele é seu namorado?   
  Que... O que?   - Quem?   
  - O fotógrafo. kim Minseok.
  Dou uma rizada, nervoso porém curioso. O que lhe deu essa impressão?   
  - Não. Minseok é um grande amigo meu, só isso. Porque achou que ele fosse meu namorado?    
  - Pelo jeito que você sorrio pra ele e ele sorriu pra você.   
  Seu olhar prende o meu. Quero desviar os olhos, mais estou preso, enfeitiçado.    
  - Ele é mais como uma pessoa da família  - murmuro.   
  Park assente com a cabeça, aparentemente satisfeito com a minha resposta, e olha para seu muffin. E eu o observo fascinado.   
  - Quer um pedaço? - pergunta, e aquele sorriso divertido e misterioso está de volta.    
  - Não, obrigado.   Franzo a testa e torno a olhar minhas mãos.
  - E o rapaz que conheci ontem na loja? Ele não é seu namorado?   
  - Não. Tae é apenas um amigo. Eu lhe disse ontem. - ah isso está ficando ridículo. 
  - por que?   
  - Você parece nervoso perto dos homens.  
   Caramba, isso é pessoal. Só fico nervoso perto de você Park. 
  - Você me intimida.    


  Fico vermelho, mais mentalmente me dou um tapinha nas costas pela sinceridade, e trono a baixar os olhos. Ouço a respiração forte dele.   
  - Você deve mesmo me achar intimidante. - Ele assente - É muito honesto. Por favo, não olhe para baixo. Gosto de ver o seu rosto.   
  Ah. Olho para ele, e ele abre um sorriso encorajador, mais irônico.    - Isso me da alguma pista do que você poderia estar pensando - suspira ele.   
  - Você é um mistério Sr. Byun.  
  Misterioso? Eu?   - Não tenho nada de misterioso.    
  - Acho você muito contido - murmura ele.   
  Sou? Nossa. Como consegui isso? É desconcertante. Eu. Contido? De jeito nenhum.   
  - A não ser quando cora, claro, o que acontece com frequência. Eu só gostaria de saber por qual motivo estaria corando.   Em põe um pedacinho de muffin na boca e começa a mastigá- lo bem devagar, sem tirar os olhos de mim. E, pegando a deixa, coro. Droga!   -
  - Você sempre faz esse tipo de observação pessoal?   
  - Não tinha me dado conta de que era tão pessoal. Eu o ofendi? - ele parece surpreso.   
  - Não  - respondo sinceramente.   - Ótimo.   - Mais você é muito arrogante.   
  Ele ergue as sobrancelhas e, se eu não estou enganado, cora ligeiramente também.   
  - Estou acostumado a fazer o que quero, Baekhyun -murmura ele.    
  - Não duvido. Porque não me pediu para chamaló-lo pelo primeiro nome?   Fico admirado com minha ousadia.   
  - As únicas pessoas que me chamam pelo primeiro nome são meus familiares e alguns amigos íntimos. Prefiro assim.   Ah. Em ainda não disse "Pode me chamar de Chanyeol". Ele é maníaco por controle, não há outra explicação, e uma parte de mim está pensando que talvez tivesse sido melhor se Luhan o tivesse entrevistado. Dois maníacos por controle juntos. E, claro, ele é quase loiro - bem, tem o cabelo loiro avermelhado - como todos os homens no escritório dele. E é lindo, meu inconsciente me lembra. Não gosto da ideia de Chanyeol e Luhan. Dou um gole no meu chá, e Park come outro pedacinho de muffin.   
  - Você é filho único? - pergunta ele.   
  - Sou.   
  - Fale de seus pais.  por que ele quer saber? Isso é muito chato.

  - Minha mãe mora na China com o novo marido. E meu padrasto em Soul.   
  - E seu pai?   
  - Meu pai morreu quando eu era bebê. 
  - Sinto muito - murmura ele, e uma aflição aparece em seu olhar.   
  - Não me lembro dele.   
  - E sua mãe se casou novamente?   Solto o ar com força.   
  -Pode- se dizer que sim.   Em franze a testa pra mim.   
  - Você não está me contando muita coisa não é? - diz ele secamente, esfregando o queixo, como se estivesse se concentrando em seus pensamentos.   
  - Nem você.   
  - Você já me entrevistou uma vez, e me lembro de algumas perguntas bem íntimas. - ele da um sorrisinho.   
  Merda! Ele está se lembrando da pergunta sobre ser gay. Maia uma vez estou mortificado. Daqui pra frente sei que vou precisar de terapia intensiva  pra não me sentir tão envergonhado toda vez que me lembrar desse momento. Começo a tagarelar sobre minha mãe - qualquer coisa pra sair daquele assunto.   
  - Minha mãe é maravilhosa. É uma romântica incurável. Já está no quarto marido.   Chanyeol levanta as sobrancelhas, numa expressão de surpresa.   - Sinto falta dela - continuo - Ela agora tem o Bob. Só torço pra ele conseguir tomar conta dela e ajuda-la a se reerguer quando seus projetos loucos não derem certo.   Sorrio carinhosamente. Não vejo minha mãe a muito tempo. Chanyeol esta me observando com atenção, dando goles no café. Eu realmente não devia olhar para sua boca. Isso me deixa na perdição.   
  - Você se dá bem com o seu padrasto?   
  - Claro. Fui criado por ele. Ele é o único pai que conheço .   
  - E como ele é?   
  - Ele? Ele é... Fechado.   
  - Só isso - pergunta Park, admirado.   Dou de ombros. O que esse cara espera? A história da minha vida?   
  - Fechado como o enteado - provoca Park.   
  Me esforço para não revirar meus olhos.   
  - Ele gosta de futebol, especialmente futebol europeu, de boliche, de pescar e de fabricar móveis. Ele é marceneiro. Ex-militar. - suspiro.   
  - Você morou com ele?   - Morei. Minha mãe conheceu o marido de número três quando eu tinha quinze anos. Fiquei com Hyun .   
  Ele franze a testa como se não entendesse.   
  - Você não quis morar com a sua mãe? - pergunta ele.   
  - O marido número três morava muito longe. E... Você sabe, minha mãe estava recém-casada.   Aonde Park que chegar com essa conversa? Isso não é da conta dele. Agora é a minha vez. 


  - E os seus pais? - pergunto.   Em da de ombros.   
  - Meu pai é advogado,  minha mãe é pediatra. Eles moram em Seoul.   
  Ah... Ele deve ter uma educação de alto nível. E eu me pego imaginando um casal bem sucedido  que adota três crianças, e duma selas  se transforma num homem que parte para o mundo dos negócios e o conquista sozinho. O que o levou para esse caminho? Os pais dele devem estar orgulhosos.   
  - O que seus irmão fazem?    
  - Sehun é construtor, e minha irmã caçula está em Paris, estudando culinária com um renomado chef francês.   A irritação cobre os olhos dele. Ele não quer falar de sua família nem dele mesmo   
  - Ouvi dizer que Paris é linda - murmuro.   Porque ele não quer falar da família? Será que é por ser adotado?   
  - É linda, conhece?  - pergunta ele esquecendo a irritação.   
  - Eu nunca sai da Korea.   
  - Gostaria de conhecer?   - Paris? - minha voz sai como chiado. A pergunta me desconcerta. Quem não quer conhecer Paris? 
  - Claro - concordo. - Mais eu gostaria de conhecer mesmo a Inglaterra.   Ele inclina a cabeça, passando o dedo indicador no lábio inferior... Ai, meu Deus...   
  - Por que?   Dou várias piscadas rápidas. Concentre-se Byun.   É a terra de Shakespeare, Austen, das irmãs Brontë, de Tomas Hardy. Eu gostaria de ver os lugares que inspirou essas pessoas  a escreve tantos livros maravilhosos.   Toda essa conversa sobre literatura me lembra que eu deveria está estudando. Dou uma olhada no relógio.   
  - Preciso ir, tenho que estudar.   
  - Para suas provas?    
  - É, começam na terça-feira.   
  - Onde está o carro do Se. Xiao?   
  - No estacionamento do hotel.   
  - Acompanho você até lá.   
  - Obrigado pelo chá, Sr. Park.   
  Ele da aquele sorriso estranho de quem guarda algum segredo.


     - De nada, Baekhyun. Foi um prazer. Venha - ordena ele, e estende a mão pra mim.   Seguro sua mão, perplexo, e saio do café ao lado dele.   Voltamos para o hotel, e posso dizer que num silêncio confortável. Ele pelo menos demonstrava calma e a serenidade de sempre. Quanto a mim, estou tentando desesperadamente avaliar como foi o nosso encontro.    
  - Você sempre usa jeans? - Pergunta ele do nada.   
  - Quase sempre.   Ele acente com a cabeça. Estamos de novo no cruzamento na frente do hotel. Minha cabeça dá voltas. Que pergunta estranha... E estou ciente de que nosso tempo juntos é limitado. Acabou. Acabou, e eu desperdicei totalmente, eu sei. Talvez ele tenha alguém.   


  - Você tem namorado? - pergunto sem pensar. Droga! Eu acabei de dizer isso em voz alta?   
  Seus lábios se contraem num breve sorriso, e ele me olha de cima.   
  - Não, Baekhyun. Eu não quero saber de namorado - diz ele baixinho.   
  Ah... O que quer dizer com isso? Ele é gay. Ah, talvez seja! Deve ter mentido pra mim na entrevista. E por uma momento acho que ele vai dar alguma explicação, alguma pista pra essa declaração enigmática, mais ele não dá. Tenho que ir embora. Tenho que tentar reorganizar meus pensamentos. Tenho que me afastar dele. Sigo em frente e tropeço, me estatelando no meio da rua.   
  - Que merda, Baek! - exclama Park.   


  Ele puxa tão forte a minha mão que caio em cima dele bem na hora que um ciclista passa a toda na contramão, e por um triz não me atropela.   Tudo acontece muito depressa  - de repente estou caindo, e em seguida ele está me apertando com força junto ao peito. Inspiro seu cheiro limpo e agradável. Ele tem um perfume de roupa lavada e algum gel de banho caro. É embriagador, e cheiro profundamente.   
  - Você está bem? - murmura ele.   
  Um de seus braços está em volta de mim, me prendendo a ele, enquanto os dedos da outa mão percorre meu rosto, passando em cada cantinho e examinando com delicadeza. Seu polegar roça o meu lábio inferior e sua respiração falha. Ele está me olhando nos olhos, e fixo aquele seu olhar ansioso e ardente por um momento, ou talvez para sempre... Mais minha atenção é atraída por sua linda boca. E pela primeira vez em  vinte anos quero ser beijado. Quero sentir sua boca na minha.   ...

... 
  


Notas Finais


Genteeeeeeeeeeee o que foi isso .... Esse finalzinho em.

Não me matem, não me matem.
Até o próximo ep... Fui

Bjokas de muffin de blueberry <3


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