História Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Lu Han, Sehun
Tags 50tons, Chanbaek, Hunhan
Exibições 250
Palavras 3.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não me matem ... Voltei :)

Awwwnt ... Boa Leitura <3<3

Capítulo 8 - Porre


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 8 - Porre


      Me beija, droga! Imploro a ele, mais não consigo me mexer. Estou paralisado, com uma necessidade estranha e desconhecida, totalmente encantado por ele. Olho a boca de Park Chanyeol, extasiado,  e ele está olhando pra mim, as pálpebras caídas, os olhos ficando sombrios. Ele respira com mais força que o normal, enquanto eu paro de respirar completamente. Estou em seus braços. Me beije por favor. Ele fecha os olhos, respira fundo e balança de leve a cabeça, como se respondesse a minha pergunta silenciosa. Quando abre os olhos...   


  - Baekhyun, você deve ficar longe de mim. Eu não sou homem pra você  - murmura.  
  O que? Por que ele diz isso? Com certeza quem deve decidir isso sou eu. Franzo a testa, atordoado com a rejeição.   
  - Respire, Baekhyun, respire. Vou levantá-lo e soltá-lo - diz ele com calma e delicadamente me afasta.   
   A adrenalina percorre meu corpo, seja por ter escapado por um triz da bicicleta, seja por esta tão perto de Chanyeol, fico agitado e fraco. Não! Grita o meu inconsciente enquanto Park se afasta, me deixando desconsolado. Ele mantém as mãos em meus ombros, mais está distante, observando minhas reações com cuidado. E só consigo pensar que queria ser beijado, deixei isso bastante óbvio, e ele não me beijou. ELE NÃO ME QUER. Ele realmente não me quer. Estraguei nosso encontro de modo magnífico.      
  - Entendi - respiro, conseguindo falar. - Obrigado - murmuro, coberto de humilhação. Como eu pude interpretar tão mal a situação entre nós? Preciso me afastar dele.   
  - Pelo que?   Ele franze a testa. Não tirou as mãos de mim. - Por me salvar - digo em voz baixa. 
 - Aquele idiota estava na contramão. Ainda bem que eu estava aqui. Nem quero pensar no que poderia ter acontecido com você. Quer ir ao hotel e se sentar um pouco?   Ele me solta, deixando as mãos caírem ao lado do corpo, e fico parado na sua frente me sentindo um idiota.   Balanço a cabeça, clareio as idéias. Só quero ir embora. Todas as minhas esperanças foram destruídas. Ele não me quer. No que eu estava pensando? Eu me repreendo. Me envolvo com os braços, e me viro para a rua, vejo com alivio que o homenzinho verde está acesso. Atravesso consciente de que Park está atrás de mim. Do lado de fora do hotel, me viro rapidamente para olhá-lo, mais não consigo olhar em seus olhos.   


- Obrigado pelo chá e por posar para as fotos - murmuro.   
  - Baekhyun... Eu...   Ele para, e, como a angústia em sua voz exige minha atenção, olho de má vontade pra ele. Seus olhos estão tristes quando ele passa a mão pelo cabelo. Ele parece dividido, frustrado, a expressão fria, sem todo aquele cuidadoso controle.   
  - O que, Chanyeol? - digo com irritação depois que ele não diz... Nada.   Só quero ir embora, preciso levar dali meu orgulho ferido e cuidar dele.    
  - Boa sorte nas provas - murmura ele.   
  Hã? É por isso que ele parece tão desolado? Essa é a grande despedida? Só me desejar sorte nas provas?   
  - Obrigado. - Não consigo disfarçar o sarcasmo na voz. 
  - Até logo Sr. Park.   Dou meia-volta, vagamente espantado por não tropeçar, e, sem olhar de novo pra ele, sumo na calçada em direção a garagem subterrânea.   Quando chego na garagem, encosto na parede e ponho a mão na cabeça. No que eu estava pensando? Então lágrimas escorrem pelo meu rosto, porque estou chorando? Vou afundando no chão, irritado comigo mesmo por esta tendo essa reação. Levanto os joelhos, e me encolho todo. Quero me tornar o menos possível. Talvez essa dor absurda fique menor se eu diminuir. Encostando a cabeça nos joelhos , deixo as lagrimas caírem a vontade. Estou chorando pela perda de algo que eu nunca tive. QUE RIDÍCULO. Chorar por algo que nunca existiu.   - Minhas esperanças perdidas, meus sonhos perdidos, e minhas expectativas destruídas.   Nunca fui rejeitado. Tudo bem... Sempre fui um dos últimos a serem escolhidos para o basquete ou vôlei, mais eu entendia isso - correr fazendo outra coisa ao mesmo tempo, como pular ou jogar uma bola, não é minha praia. Sou um sério estorvo em qualquer esporte.   Romanticamente, porém, eu jamais me expus. Uma vida de insegurança - sou muito pálido, magro, muito desleixado, descoordenado, e minha lista de defeitos é longa. Talvez eu devesse ser mais simpático com os homens, como kim Minseok e kim Taehyung, embora tenho certeza que nenhum deles foi encontrado soluçando sozinho em um lugar escuro. Talvez eu só precise de uma boa choradeira.    
  Pare! Pare agora! Meu inconsciente parece gritar pra mim de braços cruzados e batendo o pé. Entre no carro, , vá para casa, estude. E esqueça ele  agora.    respiro fundo pra me acalmar e me levanto, vou pro caro do Luhan, enxugando as lagrimas. Não vou pensar nele de novo. Posso simplesmente assumir que dói um erro e me concentrar nas provas.    
  Luhan está sentado na mesa com seu laptop quando chego. Seu sorriso lindo murcha quando me vê.   
  - Baek, o que houve?   
  Ah, não... Sem o interrogatório de Xiao Luhan. Balanço a cabeça a maneira Xiao de pedir para ser deixado em paz. Mais é como se eu estivesse lidando com um cego, surfo e mudo.   
  - Você andou chorando. - ele tem o talento excepcional de afirmar o óbvio, as vezes. - O que aquele filho da mãe fez com você? - resmunga ele, com a cara que, nossa assusta.    
  - Nada Hannie.   Na verdade o problema é esse. A ideia me fez da um sorriso irônico.   
  - Então porque andou chorando? Você nunca chora - diz ele, num tom mais suave.    Ele se levanta, com os olhos cheios de preocupação, e me da um abraço. Preciso dizer alguma coisa só pra que ele me deixe em paz.   
  - Quase fui atropelado por um ciclista.    É o melhor que consigo dizer.   
  - Nossa Baek. Você está bem? Ficou machucado? - ele faz um breve exame visual em mim.   
  - Não. Chanyeol me salvou - murmuro - mais fiquei muito abalado.   
  - Imagino. Como foi o encontro? Sei que você odeia café.   
  - Tomei chá. Foi ótimo, nada pra contar, de fato. Não sei porque ele me convidou.   
  - Ele gosta de você, Baek.   Ele me larga.   
  - Não gosta mais. Não vou encontrá-lo de novo.   Sim, consigo falar num tom neutro.   
  - Como assim?   Droga. Em esta intrigado. Vou pra cozinha pra que ele não veja meu rosto.   
  - Pois é... Ele é muita areia pro meu caminhãozinho, Hannie - digo no tom mais seco que consigo.   
  - Como assim?   
  - Ah, Hannie, isso é evidente.   Me viro e o encaro ali parado na porta da cozinha    
  - Não concordo - diz ele. - tudo bem, ele tem mais dinheiro que você, mais ele tem mais dinheiro que a maioria das pessoas. 

 - Lu, ele é... - dou de ombros.   
  - Baek! Pelo amor de Deus. Quantas vezes preciso repetir? Você é muito inocente - interrompe ele.  
   Ah, não. Lá vem ele de novo com essa história.   
  - Luhan, por favor. Preciso estudar  - digo cortando a conversa.   Ele franze a testa.   
  - Quer ver o artigo? Está pronto. Minseok fez fotos ótimas.   Será que preciso de um lembrete visual do lindo Park Não Te Quero Chanyeol?   - Claro.  

 Consigo a mágica de estampar um sorriso no rosto e vou até o laptop. E lá está ele, me olhando em preto e branco, encarando a mim e os meus defeitos.

Finjo ler o artigo, o tempo todo examinando aquele firme olhar, tento encontrar na foto alguma pista que indique por que ele não é homem pra mim - suas próprias palavras. E de repente está na cara. Ele é bonito de mais. Somos completamente opostos e de dois mundos diferentes. As palavras dele fazem sentido, ele não é homem pra mim. Foi o que ele quis dizer, e isso torna sua rejeição mais fácil de aceitar... um pouco. Não vou morrer por causa disso. Entendo.

  - Muito bom, Hannie - consigo dizer. - Vou estudar.

Prometo a mim mesmo que não vou pensar nele, pelo menos agora e, abrindo minha anotação de aula começo a ler. 

Só quando estou na cama, tentando dormir, que deixo meus pensamentos me dominarem, lembrando daquela manhã estranha. Fico me lembrando da frase não quero saber de namorada, e fico com raiva por não ter lembrado dessa frase antes de está nos braços dele implorando pra ser beijado. Ele disse isso com todas as letras. Não me quer como namorado. Me viro de lado. Quase dormindo, me pergunto se ele é celibatário. Fecho os olhos e começo a adormecer. Talvez ele esteja se guardando. Bem, não pra você. Meu inconsciente sonolento tenta me dá um golpe final antes de se soltar nos meus sonhos.

Nessa noite, sonho com seus olhos e folhas desenhadas no leite, e que estou correndo por lugares escuros com uma iluminação assustadora, não sei se estou indo a algum lugar ou fugindo de alguma coisa... não está claro.

....

Largo a caneta. Terminei. Minha prova final acabou. Um sorriso do gato de Alice se abre no meu rosto, deve ser o primeiro sorriso que dou a semana toda. É sexta-feira e hoje a noite vai ter uma comemoração de verdade. Talvez eu até tome um porre! Nunca tomei um porre na vida. Olho pro Luhan do outro lado da sala, e ele ainda esta escrevendo, faltando cinco minutos pro tempo acabar. Acabou, encerrei minha carreira acadêmica. Nunca mais vou me sentar em fileiras de alunos aflitos. Dentro de mim estou dando cambalhotas, sabendo bem que é só na minha cabeça que consigo fazer isso. Luhan para de escrever e larga a caneta, olha pra mim, e vejo também nele o sorriso do gato de Alice.

  Voltamos para casa na Mercedes, nos recusando a discutir sobre nossa prova final. Luhan está mais preocupado com a roupa que vai vestir pra ir ao bar hoje à noite. E eu procuro as chaves na bolsa.

- Bark, tem um embrulho pra você aqui.

Parado na escada que dá acesso a porta de entrada, Luhan segura um pacote com embrulho de papel pardo. Estranho. Não encomendei nada na Amazon nos últimos dias. Luhan me dá o embrulho e pega as minhas chaves para abrir a porta. O pacote está endereçado à Sr. Byun Baekhyun. Não tem endereço nem o nome do remetente. Talvez seja da minha mãe ou do Hyun.


    - Deve ser dos meus pais
    - Abra!
  Luhan entra na cozinha empolgado pra comemorarmos com champanhe o fim das provas.

Abro o embrulho e encontro um caixa de couro contendo três livros antigos aparentemente idênticos, encadernados com tecido e em perfeito estado, e um cartão branco simples. De um dos lados, em tinta preta numa bela letra cursiva, está escrito

    
                                          Por que não me disse que havia perigo? Por que não me avisou? 
                                          As senhoras sabem do que se proteger, porque leem romances que
                                          lhes ensinam sobre esses truques...

 

Reconheço a citação de tess. Estou estarrecido com a coincidência,  já que acabei de passar três horas escrevendo sobre os romances de Thomas Hardy na minha prova final. Talvez não seja coincidência... talvez seja intencional. examino os livros com atenção, três volumes de Tess of the d'Urbervilles. Abro um dos livros. Na folha de rosto, em tipologia antiga, está escrito:

                         Londres: Jack R. Olgood, Mcflvaine and Co., 1891

Puta merda - São as primeiras edições. Devem valer uma fortuna, e  imediatamente seu que me enviou. Luhan está ao meu lado olhando os livros. Pega o cartão.


   - Primeiras edições - murmuro
   - Não! - Luhan arregala os olhos, incrédulo. - Park?
   Concordo com a cabeça.
   - Não consigo pensar em mais ninguém.
   - O que esse cartão significa?
   - Não tenho ideia. Acho que é um aviso. Francamente, ele continua me advertindo para ficar longe dele. Não sei por quê. Não é como se eu estivesse arrombando a porta dele. - Franzo a testa.
   - Sei que você não quer falar dele, Baek, mais ele está muito a fim de você. com ou sem advertências.

Não me permiti pensar em Park Chanyeol nessa última semana. Tudo bem... Seus olhos continuam me perseguindo em meus sonhos, e sei que vou levar uma eternidade para tirar do meu cérebro a sensação dos seus braços me envolvendo e do seu perfume maravilhoso. Porque ele me mandou esses livros? Ele me disse que eu não era pra ele.

- Encontrei uma primeira edição de Tess à venda em Nova York por quatorze mil dólares. Mais a sua está muito mais concervada. Deve ter custado bem mais.

Luhan está consultando seu grande amigo Google.


  - Essa citação, Tess diz essas palavras para sua mãe depois que Alec d'Urberville tira a virgindade dela.
  - Eu sei - reflete Luhan. - O que ele está tentando dizer?
  - Não sei e nem quero saber. Não posso aceitar esses livros. Vou devolver com outra citação desconcertante de alguma outra parte obscura do livro.
  - O trecho em Angel Clare diz: Vá para a puta que pariu? - pergunta Luhan com uma expressão totalmente impassível.
  - É, esse trecho.

Dou uma risada. Adoro Luhan. Ele é fiel e sempre me apoia. Volto a embalar os livros e os deixo sobre a mesa de jantar. Luhan me entrega uma taça de champanhe.
  - Ao fim das nossas provas e à vida nova em Seoul - ele brinda
  - Ao fim das nossas provas e à vida nova em Seoul e a excelentes resultados.
 Brindamos com nossas taças e bebemos. 
 

.....

O bar está barulhento e agitado, cheio de formandos querendo ficar bêbados. Minseok se junta a nós. Ainda falta um ano pra ele se formar, mais está no clima de festa e nos ajuda a comemorar nossa liberdade pegando uma jarra de margarita pra todo mundo. No quinto copo, percebo que não é uma boa ideia depois do champanhe.


  - E agora, Baek? - Minseok grita mais alto que o barulho.
  - Luhan e eu vamos nos mudar pra Seoul. Os pais dele compraram um apartamento lá pra ele.
  - Dios Mío, vai levar um vida de pobreza, então? - brinca ele. - ,ais você vai voltar pra minha exposição?
  - Claro, Minseok, eu não perderia isso por nada no mundo.
  Sorrio, e ele passa o braço em volta da minha cintura e me puxa mais pra perto.
  - É muito importante pra mim que você estja presente, Baek - murmura ele no meu ouvido. - Outra margarita?
  - kim Minseok! Está tentando me embebedar? Porque está conseguindo... - Eu rio. - Acho melhor eu tomar um cerveja. Vou buscar pra gente.

- Mais bebida, Baek! - Grita Luhan.

Luhan tem a resistência de um touro, está pendurado em Levi, um dos nossos colegas de inglês e seu fotografo de praxe no jornal dos alunos. Ele desistiu de fotografar todos embriagados. Só tem olhos pro Lu. Ele está usando uma calça apertada preta, rasgada nas cochas e joelho, uma camisa de manda comprida cinza com detalhe vermelho na manga e um tênis da mesma cor, o cabelo liso e caído sobre os olhos emoldurando o rosto, espetacular como sempre. eu faço mais o estilo despojado. mais estou usando a calça jeans que mais me favorece. Me solto do abraço do Min e me levanto da mesa.

Uau. Minha cabeça roda. Tenho que agarrar o encosto da cadeira. Coquetéis `' base de tequila não são uma boa ideia.

No caminho para o bar resolvo ir ao banheiro enquanto ainda estou de pé. Boa ideia, Baek. Ando Tonto no meio da multidão. Claro, tem fila, mais pelo menos está calmo e fresco no corredor. Pego o celular para aliviar o tédio da espera. Humm... Pra quem eu liguei por último? Foi pro Min? Antes dele tem um número que não conheço. Ah, sim. Park, acho que esse é o número dele. Sorrio. Não sei que horas são, talvez eu o acorde. Talvez ele possa me dizer por que me mandou aqueles livros com a mensagem enigmática. Desmancho o sorriso embriagado e aperto a tecla "ligar". Ele atende no segundo toque.

- Baekhyun?

Está surpreso com a minha ligação. Bem, francamente, eu estou surpreso com a minha decisão de ligar pra ele. Então, meu cérebro atordoado registra... como ele sabe que sou eu?

 


  - Por que me enviou os livros? - pergunto com a voz enrolada. 
  - Baekhyun, você está bem? Está falando de jeito estranho. - a voz dele parece preocupada.
  - O estranho não sou eu, é você.
  - Pronto, falei. Minha coragem alimentada pelo álcool.
  - Baekhyun, você andou bebendo?
  - O que você tem com isso?
  - Estou... curioso. Onde você está?
  - Num bar.
  - Que bar? - ele parece aflito
  - Um bar em Busan.
  - Como você vai pra casa?
  - Vou dar um jeito.
  Essa conversa não está tomando a rumo que eu esperava.
  - Em que bar você está?
  - Por que me mandou os livros, Chanyeol?
  - Baekhyun, onde você está? Diga agora.

O tom dele é muito... muito autoritário, aquela mania de controle de sempre. O imagino como diretor de cinema dos velhos tempos, usando calças de montaria, segurando um mega fone antigo e um chicote. A imagem me faz rir.


  - Você é muito... dominador.
  Dou uma risadinha.
  - Baek, por favor, onde você está, porra?
  Park Chanyeol falando um palavão. Começo a rir.
  - Estou em Busan... Bem longe de Seoul.
  - Onde em Busan?
  - Boa noite, Chanyeol.
  - Baek!

Desligo. Rá! Se bem que ele não me falou dos livros. Franzo a testa. Missão não cumprida. Estou muito bêbado mesmo - Minha cabeça gira enquanto me arrasto com a fila. Bem, o objetivo era tomar um porre. Consegui. Provavelmente uma experiencia a não ser repetida. A fila andou, e agora é minha vez. Olho para o cartaz atrás da porta do banheiro que mostra as virtudes do sexo seguro. Que droga, eu acabei de ligar para Park Chanyeol? Merda. Meu telefone toca e me assusta. Solto um grito de surpresa.


  - Oi - Atendo timidamente. Não contava com isso.
  - Estou indo buscar você - diz ele, e desliga.
 

     .... 


 

 


Notas Finais


Espero que estejam gostando ...

Acho que já já as coisas melhoram pro Baek... ... HAHA

Logo eu volto com atualizações <3

Bjokas de muffin de blueberry <3


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