História Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai, Lu Han, Sehun
Tags 50tons, Chanbaek, Hunhan
Exibições 218
Palavras 6.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteiiii 😁 Gente... Infelizmente não vou conseguir atualizar a fic esses dias... To atolada de coisas pra fazer. 😢

Por favor não me matem. Há Há.
Mais como sou uma pessoa maravilhosa... Me deem muito amor... Fiz um big ep...

Em fim espero que gostem r boa leitura.

Capítulo 9 - Elevador


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons de Cinza ( ChanBaek ) - Capítulo 9 - Elevador

- Estou indo buscar você - diz ele, e desliga. Só Park Chanyeol poderia sor tão calmo e tão ameaçador ao mesmo tempo.

- Cacete. - Puxo as calças. Meu coração acelera. Vindo me busca? Ah, não. Vou vomitar... não... estou bem. Aguente firme. Ele só quer me confundir. Eu não disse onde estava. Ele não pode me encontrar. Além do mais, levaria horas para vir de Seoul até aqui, e a essa altura já vamos ter ido embora há muito tempo. Lavo as mãos e me olho no espelho. Estou vermelho e ligeiramente fora do foco. Humm... tequila.

Espero no bar pelo que parece uma eternidade pela caneca de cerveja e acabo voltando para a mesa.


- Você demorou muito - Luhan me repreende. - Onde estava?
- Na fila do banheiro.

Minseok e Levi estão tendo um discussão sobre o time local de Beisebol. Minseok para de falar afim de servir cerveja para todo mundo, e eu bebo um bom gole.


- Hannie, acho melhor ir lá fora tomar um pouco de ar puro.
- Baek, você é muito fraquinho.
- Volto em cinco minutos.

Atravesso novamente a multidão. Começo a ficar enjoado, a cabeça rodando, e estou um pouco desastrado. Um pouco mais que o normal.

Beber no estacionamento, no ar frio da noite, dá a dimensão do quanto eu estou bêbado. Minha visão foi afetada, e estou realmente vendo tudo duplicado, como nos desenhos antigos de Tom e Jerry. Acho que vou vomitar. porque fiquei desse jeito?


- Baek. - Minseok veio atrás de mim. - Você está bem?
- Acho que bebi além da conta.
Dou um sorriso sem graça pra ele.
- Eu também - murmura ele,  e me lança um olhar profundo com seus olhos escuros.
- Precisa de ajuda? - ele pergunta e chega mais perto, passando o braço em volta de mim.
- Minseok, estou bem. Está tudo sob controle.
Tento afastá-lo com delicadeza.
- Baek, por favor - murmura, e agora esta me abraçando e me puxando para ele.
- Minseok, o que você tá fazendo?
- Você sabe que goste de você, Baek, por favor.

Ele tem uma das mãos na altura da minha cintura, me segurando contra ele, e a outra no meu queixo, inclinando minha cabeça pra trás. Puta merda... ele vai me beijar.


- Não, Min, pare. Não
Dou um empurrão, mais ele é um muro de músculos, e não consigo. Sua mão deslizou para o meu cabelo, e ele tá segurando minha cabeça.
- Por favor, Baek, Cariño - susurra ele próximo aos meus lábios.
Seu hálito é suave e muito doce - cheira a margarita e cerveja. Ele me beija delicadamente do queixo até o canto da boca. Estou apavorado, bêbado e sem controle. A sensação é sufocante.
- Minseok, não - imploro.
Eu não quero isso. Você é meu amigo e eu acho que vou vomitar.


- Acho que ele disse não - Uma voz baixa surge na escuridão.
Puta merda! Park Chanyeol está aqui. Como? Minseok me larga.
- Park - diz ele secamente
Olho aflito para Chanyeol. Ele fuzila Minseok com os olhos, e está furioso. Merda. Estou enjoado, e me encolho, meu corpo não consegue mais tolerar o álcool, e então vomito espetacularmente no chão.

- Uh. Dios mío, Baek! - Minseok dá um pulo pra trás, enojado. Park pega em meu cabelo, tirando da minha testa soada, e delicadamente me leva até um canteiro elevado no limite do estacionamento. Vejo, com profunda gratidão, por que o canteiro está relativamente no escuro.

- Se for vomitar de novo, vomite aqui. Eu seguro você.

Ele está com o braço em volta dos meus ombros - o outro segura meu cabelo pra trás, tirando do meu rosto. Tento me afastar dele de modo desajeitado, mais vomito de novo... e de novo. Ai, merda... Quanto tempo isso vai durar? Mesmo quando meu estômago está vazio e nada sai, continuo sentindo ânsias terríveis. Prometo a mim mesmo que nunca mais vou beber. Isso é simplesmente horrível de mais para descrever. Finalmente, para.

Minhas mãos estão na parede de tijolos do canteiro, e eu mal consigo me manter em pé. Vomitar é Horrível. Park me solta e me entrega um lenço. Só ele teria um lenço de linho, gravado CTG. Eu não sabia que ainda havia desses lenços à venda. Vagamente, me pergunto o quer dizer o T enquanto limpo a boca. não consigo olhar pra ele. Estou morto de vergonha, com nojo de mim. Queria cair em um buraco e estar em qualquer lugar, menos aqui.

Minseok continua rondando na entrada do bar, nos observando. Gemo e seguro a cabeça com as mãos. Este tem que ser o pior momento da minha vida. Minha cabeça ainda roda enquanto eu tento me lembrar de algo pior, e só consigo pensar na rejeição de Chanyeol, o que foi muito pior em termos de humilhação. Arrisco olhar pra ele, ele está me observando, o rosto sereno, sem dizer nada. Quando me viro vejo Minseok, que parece bastante envergonhado e, como eu, intimidado com Park. Olho furioso pra ele. Tenho algumas palavras pra jogar em sua cara, mais nenhuma nas quais eu posso dizer na frente de Park Chanyeol, CEO. Baek, quem você acha que engana? ele acabou de ver você vomitar por todo o chão. não dá pra fingir que você é comportado como um bom homem.

- Eu, hã... vejo você lá dentro - murmura Minseok, mais ambos o ignoramos, e ele volta para o bar com o rabo entre as pernas. Estou sozinho com  Park. Puta que pariu. O que devo dizer a ele? pedir desculpas pelo telefonema.

- Desculpe - digo baixinho, olhando para o lenço, que torço furiosamente entre os dedos.

É muito macio.


- Por que está pedindo desculpas, Baekhyun?
Droga! Ele quer a porra de um reconhecimento.
- Pelo telefonema, principalmente. Por vomitar. Ah, alista não tem fim - murmuro, sentindo que estou corando.

Por favor, por favor, por favor, posso morrer agora?

- Todos já passamos por isso. Talvez não de forma tão dramática quanto você - diz ele secamente. - Tem a ver com conhecer os seus limites, Baekhyun. Na verdade, sou favorável a ultrapassar os limites, mais realmente isso é intolerável.

- Você tem esse tipo de comportamento habitualmente?

Minha cabeça doi com o excesso de álcool e de irritação. que diabos isso tem a ver com ele? Eu não o convidei pra vir aqui. Ele parece um homem de meia idade me repreendendo como se eu fosse uma criança insolente. P arte de mim quer dizer que se eu quiser tomar um porre assim toda noite, a decisão é minha, e ele não tem nada a ver com isso. Mais não sou corajoso o bastante. Não agora que vomitei na frente dele. Porque ele continua parado ali?

- Não - digo arrependido - Eu nunca tinha tomado um porre antes, e não tenho a mínima vontade de fazer isso de novo.

Simplesmente não entendo por que ele esta aqui. Começo a me sentir fraco, ele percebe a minha tontura e me agarra antes que eu caia, e me abraça pra me levantar, me segurando junto ao peito como se eu fosse uma criança.


- Vamos, vou levar você para casa - murmura ele.
- Preciso avidar o Luhan. - Estou nos braços dele de novo.
- Meu irmão pode avisar a ele.
- Oque?
- Meu irmão, Sehun, está falando com o Sr Xiao.
- Hã? - Não entendo.
- Ele estava comigo quando você ligou.
- Em Seoul? - Estou confuso.
- Não, estou hospedado no Heathman.
Ainda? por que?
- Como me encontrou?
- Rastreei o seu telefone celular, Baekhyun.

Ah, claro que rastreou. Como isso é possível? É ilegal? Espião, murmura meu inconsciente, mais de alguma forma, por ser ele, eu não me importo.

- Você veio com jaqueta ou bolsa?
- Hã... Sim. vim com jaqueta. Chanyeol, por favor, preciso avisar o Luhan. Ele vai ficar preocupado.
Sua boca se contrai e ele suspira forte.
- Se é necessário.

Ele me solta e, pegando minha mão, me leva pra dentro do bar. Me sinto fraco e ainda bêbado, envergonhado, exausto, mortificado, e, em algum nível estranho, absolutamente elétrico. Ele está apertando a minha mão - minhas emoções estão confusas. Vou precisar de no mínimo uma semana pra assimilar tudo isso.

O bar está barulhento, lotado e, como a música começou a tocar, tem uma multidão na pista de dança. Luhan não está na mesa, e Minseok desapareceu. Levi parece perdido e abandonado.


- Cadê o Luhan? - Grito pro Levimais alto que a barulheira. minha cabeça começa a latejar no ritmo das batidas da música.
- Dançando- Grita Levi, e posso dizer que ele está furioso.
Ele olha desconfiado para Chanyeol. Visto a jaqueta preta, e estou pronto para ir, depois que encontrar Luhan.
  Encosto no braço de Chanyeol e me estico para gritar em seu ouvido.
- Ele está na pista de dança - Meu nariz roça no cabelo dele, e sinto o seu cheiro de limpeza. Todos os sentimentos proibidos e desconhecidos que tentei afastar vem a tona e correm desordenadamente pelo meu corpo esgotado. Coro e bem, bem lá no fundo de mim, meus músculos se contraem deliciosamente.

Ele revira os olhos, torna a pegar minha mão e me leva para o bar. Imediatamente é atendido. Ninguém deixa o senhor maníaco por controle Park esperando. Será que tudo é sempre tão fácil pra ele? Não consigo ouvir o que ele pede. Ele me entrega um copo bem grande de água com gelo.


- Beba. - Ele grita essa ordem pra mim.
Ele me observa atentamente.
- Beba tudo - grita.

Ele é muito autoritário. Passa a mão pelo cabelo. Parece frustrado, irritado. Qual o problema desse cara? Cambaleio um pouco, e Park põe a mão no meu ombro para me equilibrar. Obedeço e bebo tudo, o que faz meu estômago embrulhar. Ele pega o copo da minha mão, e coloca no bar. Dou uma breve olhada nele e confesso que Park Chanyeol parece apetitoso.

Ele torna a pegar minha mão. Que droga, está me levando pra pista de dança. Merda. Eu não danço. Ele pode sentir meu desespero, e vejo seu sorriso divertido e sarcástico. Ele dá um puxão firme em minha mão, e estou de novo em seus braços, e ele começa a se movimentar, me conduzindo. Caramba, ele sabe dançar, e eu não consigo acreditar que estou seguindo passo a passo. Talvez seja pelo fato de eu está bêbado. Ele está me segurando colado nele, o seu corpo contra o meu.

Ele andava comigo até o outro lado da pista repleta de gente, e nos aproximamos de Luhan e Sehun, o irmão de Chanyeol. A música está muito alta e martelando dentro da minha cabeça. Ah, não. Luhan está dançando daquele jeito. Está se rebolando todo, e só faz isso quando está afim de alguém. Isso significa que amanhã seremos três no café da manhã.

Chanyeol se estica e grita no ouvido de Sehun. Não consigo ouvir o que ele diz.

Sehun é alto e tem ombros largos, cabelo loiro liso e olhos com o brilho malicioso. Não dá pra ver a cor dele por causa das luzes piscando. Sehun ri e puxa Luhan para seus braços, onde ele parece felicíssimo em estar... Mesmo com minha embriagues fico chocado. Ele acabou de conhecê-lo. Confirma com a cabeça o que quer que Sehun tenha dito, ri pra mim e acena. Chanyeol nos leva para fora da pista de dança em um passo rápido.

Está muito quente, muito barulhento, muito colorido - muito claro. Minha cabeça começa a rodar, ah, não... e sinto o chão subindo de encontro ao meu rosto, ou pelo menos é o que parece. A ultima coisa que ouço antes de desmaiar nos braços de Park Chanyeol é sua rude palavra.

- Merda!

....

Está muito silencioso. A luz está apagada. me sinto confortável e quentinho nesta cama. Hum... Abro os olhos, e, por um momento, curto o ambiente tou. A cabeceira atrás de mim tem a forma de um sol imenso. É estranhamente familiar. O quarto é amplo e arejado, mobiliado luxuosamente em tons de marrom, dourado e bege. Já o vi antes. Onde? Me esforço para lembrar. Puta merda. Estou no hotel Heathman... em uma suíte. Já estive com Luhan em um quarto semelhante. Este parece maior. Ai, merda, é a suíte de Park Chanyeol. Como vim parar aqui?

Lembranças da noite passada voltam lentamente para me assombrar. A bebedeira - ah não, a bebedeira - o telefonema - ah não, o telefonema - o vômito - Ah não, o vômito. Minseok e Chanyeol. ah não. Me contraio por dentro. não me lembro de vir pra cá. Estou de camiseta, e boxe, sem meias. Sem calça jeans. Puta merda.

Olho para mesa de cabeceira, Nela, há um copo de suco de laranja e dois comprimidos. Advil. Maniaco por controle do jeito que é, ele pensa em tudo. Me sento na cama e tomo os comprimidos. Na verdade, não me sinto tão mal assim. Provavelmente, estou muito melhor do que mereço. O suco de laranja está divino. Mata a sede e refresca.

Ouço uma batida na porta. Meu coração sobe até a boca e fico sem voz. Ele abre a porta assim mesmo e entra.

Que inferno, ele estava malhado. Está com uma calça de moletom cinza caída daquele jeito nos quadris, e uma camisa cinza sem manga, escura de suor, assim como seu cabelo. Suor de Park Chanyeol, só a ideia já faz com que eu me sinta esquisito. Respiro fundo e fecho os olhos. Pareço um garotinho de dois anos. Se eu fechar os olhos, não estarei realmente aqui.


- Bom dia, Baekhyun. Como está se sentindo?
- Melhor do que mereço - resmungo.

Olho pra ele. Ele deixa uma grande sacola de compras em uma cadeira e segura as duas pontas da toalha que está em volta de seu pescoço. Está me encarando, os olhos sombrios, e, como sempre, não tenho ideia do que está pensando. Ele esconde os pensamentos e os sentimentos muito bem.

- Como vim parar aqui? - Minha voz é baixa, cheia de arrependimento.

Ele senta na beira da cama. Está perto o suficiente para que eu o toque, para que eu o cheire. Ai, meu Deus...suor, sabonete e Chanyeol. é um coquetel embriagador. Muito melhor que uma margarita, e agora falo por experiencia própria.


- Depois que você desmaiou, eu não quis arriscar o estofamento de couro do meu carro até a sua casa. Então o truxe para cá - Diz ele com frieza.
- Você me colocou na cama?
- Sim. - A expressão de seu rosto é perturbante.
- Eu vomitei de novo? - Minha voz diminuiu ainda mais.
- Não.
- Você tirou minha roupa? - murmuro.
- Sim. - Ele ergue um sobrancelha pra mim em quanto eu coro violentamente.
- A gente não...? - susurro, a boca seca de aflição ao não conseguir completar a pergunta. Olho pras minhas mãos.
- Baekhyun, você estava praticamente morto. Necrofilia não é minha praia.
Gosto de homens conscientes e receptivos - diz ele secamente.
- Sinto muito.
Seus lábios se repuxam ligeiramente num sorriso irônico.
- Foi uma noite muito divertida. Não vou esquecê-la tão cedo.
Nem eu. ah, ele está rindo de mim, o filho da mãe. Eu não pedi pra ele me buscar De alguma maneira, é como se eu fosse o vilão da história.
- Você não tinha que rastrear meu paradeiro seja lá qual for a engenhoca à     lá James Bond que esteja desenvolvendo para quem pagar mais. - Digo tudo isso de um vez só. Ele continua me olhando, surpreso e, se eu não estiver enganado, meio ofendido.
- Em primeiro lugar, a tecnologia para rastrear telefones celulares está disponível na internet. Em segundo, minha empresa não investe nem fabrica qualquer tipo de aparelho de vigilância, E, em terceiro, se eu não tivesse iso buscá-lo, você provavelmente agora estaria acordando na cama do fotógrafo, e, pelo que me lembro,  não estava muito entusiasmado em vê-lo lhe fazer a corte - ele rebate.

Fazer a corte! Olho para Chanyeol, ele tá me fuzilando com o olhar, ofendido. Tento morder o lábio, mais não consigo conter o riso.


- De que crônica medieval você escapou? Parece um cavaleiro cortês.
Seu estado de espírito muda visivelmente. Ele fica com o olhar bem mais suave, uma expressão mais calorosa e um vestígio de sorriso aparece em seus lábios.
- Acho que não Baekhyun. Cavaleiro das trevas, talvez. - Seu sorriso é sarcástico, e ele balança a cabeça.
- Você precisa comer. Foi por isso que passou tão mal. Francamente, é a regra número um antes de beber.
Ele passa a mão no cabelo, e sei que é porque está irritado.
- Vai continuar brigando comigo?
- É isso que estou fazendo?
- Acho que sim.
- Você tem sorte por eu só está brigando com você.
- Como assim?
- Bem, se fosse meu, você ficaria uma semana sem conseguir sentar depois do que aprontou ontem. Você não comeu, tomou um porre, se arriscou. - Ele fecha os olhos, uma expressão de pavor por um estante estampado em seu rosto e estremece. Quando abre os olhos, me encara com raiva. - Odeio pensar no que poderia ter acontecido com você.

Olho de cara feia pra ele. Qual é o problema desse cara? O que ele tem com isso? Se eu fosse dele... Bem , eu não sou. Se bem que talvez uma parte de minha gostaria de ser. A ideia atravessa a irritação que sinto com suas palavras autoritárias. Coro diante da imprevisibilidade do meu inconsciente, que está saltitando todo feliz diante da ideia de pertencer a Park.


- Eu ficaria bem. Estava com Luhan.
- Eo fotógrafo? - ele me interrompe.
Hum... O jovem Minseok. Vou precisar falar com ele em algum momento.
- Minseok só passou dos limites. - Dou de ombros.
- Bem, da próxima vez que ele passar dos limites, talvez alguém deva ensiná-lo a ter bons modos.
- Você gosta mesmo de disciplina.
- Ah Baekhyun, você não tem ideia.

Ele aperta os olhos, e então abre um sorriso malicioso. Isso me desarma. Em um momento, estou confuso e irritado, logo em seguida, me derreto com seu sorriso deslumbrante. Uau... É fascinante, porque o sorriso dele é muito raro. Esqueço completamente o que ele está falando.

- Vou tomar uma chuveirada. A menos que você queira ir primeiro.

Ele inclina a cabeça para o lado, anda sorrido. Minha pulsação se acelera, e meu cérebro esqueceu de ativar qualquer sinapses pra me fazer respirar. O sorriso dele aumenta, e ele estica o braço e passa o polegar pelo meu rosto e pelos meus lábios.

- Respire,  Baekhyun - murmura, e se levanta. - O café da manhã chegará em  quinze minutos. Você deve está faminto.

Ele entra no banheiro e fecha a porta.

Solto o ar que estava segurando. Por que ele é tão atraente? Agora quero entrar naquele chuveiro com ele. Nunca me senti desse jeito em relação a ninguém. Meus hormônios estão enlouquecidos, e minha pele formigando onde ele passou o dedo.

....

Levanto da cama, procurando minhas roupas, ele sai do banheiro com o corpo molhado e brilhando da chuveirada, só com uma toalha na cintura, e lá estou eu: pernas de fora, boquiaberto e todo sem graça. Ele fica surpreso por me ver fora da cama.

- Se estiver procurando suas roupas, mandei lavar. - Seu olhar é sombrio - estava toda suja de vômito.
- Ah.
Fico corado. Porque ele sempre me pega desprevenido?
- Mandei Jongin comprar outra roupa e um par de sapatos. Estão na sacola em cima da cadeira.
Roupas limpas. Um bônus inesperado.
- Hã... Vou tomar banho - murmuro - Obrigado.

O que mais posso dizer? Pego a sacola e sigo rápido para o banheiro, me afastando de Chanyeol nu.

O banheiro esta quente e cheio de vapor. Tiro a roupa rapidamente e entro no chuveiro, ansioso para entrar na água. A pressão da água cai forte sobre mim, e viro meu rosto para a enxurrada acolhedora. Eu quero Park Chanyeol. Eu o quero desesperadamente. É fato. Pela primeira vez na vida, quero ir pra cama com um homem. Quero sentir suas mãos e sua boca em meu corpo.

A água está quente e relaxante. Hum... Eu poderia ficar de baixo desse chuveiro, no banheiro dele, para sempre. Pego o gel de banho, e tem o cheiro dele. Imagino ele esfregando seu sabonete sobre meu corpo, minhas costas, minha barriga, entre minhas pernas com aquelas mãos  de dedos longos. Minha nossa. Minha pulsação se acelera de novo. Isso é tão... Gostoso.

- O café da manhã chegou. - ele bate na porta e eu me assusto.
- T-tudo bem - gaguejo por ser tirado do meu momento erótico.

Saio do chuveiro e pego duas toalhas. Uma enrolo na cintura e a outra seco meu cabelo.
Pego a sacola. Jongin comprou não apenas uma calça jeans e um par de sapatos, mais também uma camisa azul claro, meias, cuecas. Ai meu Deus. São peças sofisticadas de uma grife européia. Uau. Estou assombrado e intimidado. E além do mais, cabe em mim direitinho. É claro que cabe, coro pensando em Jongin comprando isso pra mim. Me pergunto que outros serviços ele presta.

Me visto depressa. As roupas me servem com perfeição. Seco o cabelo na toalha e tento controlar com desespero. Mais, como sempre, ele se recusa a cooperar. Minha única opção e deixar molhado mesmo. Respiro fundo. É hora de encarar o Sr. Confuso.

Fico aliviado ao encontrar o quarto vazio. Procuro depressa pela minha pela minhas coisas  - mais não estão ali. Respiro fundo se novo, entro na sala de estar.
É enorme. E Chanyeol esta sentado a mesa de jantar do outro lado da sala lendo um jornal. A sala é mais ou menos do tamanho de uma quadra de tênis. Não que eu jogue tênis, mais já observei o Luhan algumas vezes. Luhan!

- Merda, Luhan - resmungo. Chanyeol me olha.
- Ele sabe que você está aqui e ainda vivo. Mandei uma mensagem de texto para Sehun - Diz  ele com um leve vestígio de humor.

 ha, não, lembro da dança erótica dele ontem a noite. Todos os seus passos milimetricamente planejados para seduzir o irmão de Chanyeol. O que ele vai pensar de mim aqui? Nunca dormi fora de casa. Ele ainda está com Sehun. Ele só fez isso duas vezes antes, e, nas duas, eu tive que aturar o medonho pijama cor de rosa por uma semana por causa das consequências. Luhan vai achar que eu também transei.

Chanyeol me olha de modo arrogante. Está com uma camisa de linho branco, com o colarinho e os punhos desabotoados.

- Sente-se - ordena. Atravesso a sala e me senti de frente pra ele.
A mesa está repleta de comida
- Eu não sabia so que você gostava, então pedi uma seleção do cardápio  de café da manhã.
Ele abre um sorriso torto de desculpas.
- É muita generosidade sua - murmuro sem saber o que escolhe, apesar de esta com muita fome.
- É, sim - ele concorda, se sentindo culpado.
Escolho panquecas, mel, ovos mexidos e bacon. Chanyeol tenta disfarçar um sorriso ao voltar para o seu omelete  de claras. A comida é deliciosa.

- chá? - pergunta ele.
- Sim, por favor.

Ele me passa um pequeno bule de água quente e, no pires, há um saquinho de chá Twinings English Breakfast. Nossa, ele se lembra de como eu gosto so meu chá.

- Seu cabelo está muito molhado - censura ele.
- Não encontrei o secador - murmuro encabulado.
Não que eu tenha procurado.
A boca de Chanyeol se contrai, mais ele não diz nada.
- Obrigado pelas roupas.
- Foi um prazer, Baekhyun. Essa cor dica bem em você.
Coro e abaixo os olhos.
- Sabe, você realmente deveria aprender a receber elogios. - o tom dele é de repreensão.
- Eu devia lhe pagar por essas roupas.

Ele me fuzila com os olhos, como se eu o tivesse ofendido  de algum jeito. Prossigo depressa.
- Você já me deu os livros, os quais, claro, não posso aceitar. Mais essas roupas... Por favor, deixe-me pagar por elas.
Sorrio timidamente pra ele.
- Baekhyun, acredite, eu posso arcar com essa despesa.
- A questão não é essa. Por que você deveria comprar roupas pra mim?
- Porque eu posso.
Os olhos dele tem um brilho malicioso.
- Só porque pode não significa que deva - respondo baixinho e ele ergue uma sobrancelha pra mim, os olhos piscando, e de repente sinto que estamos falando de outra coisa, mais não sei o que é. O que me lembra...
- Porque me mandou aqueles livros, Chanyeol?

Minha voz é suave. Ele pousa os talheres e me olha atentamente, o olhar ardente. Merda. Minha boca fica seca.

- Bem, quando quase foi atropelado pelo ciclista, enquanto eu o segurava  e você ficava me olhando, todo "beije-me, beije-me, Chanyeol" - ele faz uma pausa e da de ombros, - achei que lhe devia um pedido de desculpas e um aviso. - Em passa a mão pelo cabelo. - Baekhyun,  eu não sou o tipo de homem sentimental... Não curto romance. Meus gostos são muito singulares. Você devia ficar longe de mim
 - Ele fecha os olhos parecendo derrotado. - No entanto, por algum motivo, não consigo ficar longe de você. Mais acho que você já notou osso.

Meu apetite some. Ele não consegue ficar longe de mim!

- Então não fique - murmuro.
Ele engasga, os olhos arregalados.
- Você não sabe o que está dizendo.
- Me dê uma luz, então.
Ficamos sentados nos olhando, ambos sem tocar na comida.
- Você não é celibatário, certo? - suspiro.
Seus olhos se iluminam, achando graça.
- Não, Baekhyun, não sou celibatário.

Ele faz uma pausa para deixar a informação assentar, e fico vermelho. O filtro da boca para a cérebro parou de funcionar. Não posso acreditar que acabei de dizer isso em voz alta.
- Quais são seus planos para os próximos dias? - pergunta ele, a voz grave.
- Hoje eu trabalho a partir do meio-dia. Que horas são? - de repente me apavoro.
- São dez e pouco. Você tem muito tempo. E amanhã?

Ele está com os cotovelos na mesa, e o queixo apoiado nos dedos.

- Luhan e eu vamos começar a empacotar as coisas. Vamos nos mudar para Seoul no próximo fim de semana, e trabalho na Clayton's a semana toda.
- Você já tem onde morar em Seoul?
- Já.
- Onde?
- Não me lembro de endereço. É em Daehakno.
- Não é longe da minha casa. - ele sorri. - Então, com o que você vai trabalhar em Seoul?

Aonde ele quer chegar com todas essas perguntas? A Inquisição de Park Chenyeol é quase tão irritante quanto a Inquisição de Xiao Luhan.

- Já me candidatei para alguns estágios. Estou aguardando o resultado.
- Você se candidatou para a minha empresa, como sugeri?
Coro... Claro que não.
- Hã... Não.
- E o que há de errado com a minha companhia?
- Sua companhia, ou sua COMPANHIA? - dou um sorrisinho.
- Você está sento insolente comigo, Sr. Byun?

Ele inclina a cabeça, e acho que parece estar se divertindo, mais é difícil dizer. Coro e olho para a minha refeição inacabada. Não consigo olhar nos seus olhos quando ele usa esse tom de voz.

- Eu gostaria de morder esse lábio - murmura ele num tom sinistro.

Engasgo, totalmente sem perceber que estou mordendo o lábio, e fico boquiaberto. Essa deve ser a coisa mais sensual que alguém já me disse. Minha pulsação se acelera, e acho que estou arfando. Minha nossa. Estou confuso e trêmulo, e ele ainda nem tocou em mim. Me contorço na cadeira e encaro seu olhar sinistro.

- Porque não morde? - desafio baixinho.
- Porque não vou tocar em você, Baekhyun. Não até seu consentimento por escrito para fazer isso.
Seus lábios sugerem um sorriso.
O que?
- o que quer dizer com isso?
- Exatamente o que estou dizendo. - Ele suspira e balança a cabeça  negativamente pra mim, divertido, mais exasperado também. - Preciso lhe mostrar algo, Baekhyun. A que horas você sai do trabalho hoje?
- Lá pelas oito.
- Bem, podíamos ir a Seoul hoje a noite ou sábado  que vem para jantar na minha casa, e eu apresento você aos fatos, então. A decisão é sua.
- Por que não me mostra agora?
- Porque estou usufruindo do meu café e da sua companhia. Quando entender do que se trata, talvez não queira mais me ver.

O que quer dizer? Será que ele escraviza criancinhas em alguma parte isolada do planeta? Será que pertence a alguma organização criminosa? Isso explicaria por que é tão rico. Será que ele é extremamente religioso? Impou? Certamente não - ele podia me provar isso agora mesmo. Coro pensando nas possibilidades. Isso não está me levando a lugar algum. Eu gostaria de desvendar o enigma de Park Chanyeol o mais rápido possível. Se isso significar que o segredo dele, seja lá qual for, é tão anormal  a ponto de eu não querer saber mais dele, então, sinceramente, será um alívio.

Não minta pra si mesmo, grita meu inconsciente, vai ter que ser muito ruim pra fazer correr da raia.

- Hoje a noite.
Ele ergue a sobrancelha.
- Como Eva, você não quer perder tempo pra comer o fruto da árvore do conhecimento.
- Esta me tratando com insolência, Sr. Park? - pergunto docemente.
Pretencioso.
Ele estreita os olhos pra mim e pega o BlackBerry. Pressiona um número.
- Jongin. Vou precisar do Charlie Tango.
Charlie Tango! Quem é?
- De Busan, mais ou menos as oito e meia da noite... Não, aguardando no escala... A noite toda.
A noite toda!
- Sim. De plantão amanhã de manhã. Vou pilotar de Busan para Seoul.
Pilotar?
- Piloto substituto a partir das dez e meia da noite.
Ele desliga o telefone. Nada de por favor nem obrigado.

- As pessoas sempre fazem o que você manda?
- Normalmente, se quiserem manter o emprego - diz ele impassível.
- E se elas não trabalham pra você?
- Ah, eu sei ser muito persuasivo, Baekhyun. Devia terminar seu café da manhã. Depois deixo você em casa. Passo na Clayton's as oito da noite. Vamos voar para Seoul.
Pisco depressa pra ele.
- Voar?
- É, eu tenho um helicóptero.

Olho boquiaberto pra ele. Estou no meu primeiro encontro com Park muito misterioso Chanyeol. De um café a um vôo de helicóptero. Uau.

- Vamos de helicóptero para Seoul?
- Sim.
- Por que?
Ele sorri com malícia .
- Porque eu posso. Termine seu café da manhã.

Como continuar comendo agora? Vou para Seoul de helicóptero com Park Chanyeol. E ele quer morder meu lábio... Me contorço so de pensar nisso.
- Coma - diz ele mais ríspido. - Baekhyun, tenho um problema com desperdício de comida... Coma.
- Não consigo comer tudo isso.
- Coma o que está em seu prato. Se tivesse comido direito ontem, hoje não estaria aqui, e eu não estaria abrindo o jogo tão cedo.
Ele parece zangado.
Franzo a testa e volto para minha comida agora fria, não consigo comer, mais sou muito covarde para dizer meus pensamentos em voz alta, especialmente quando ele parece tão irritado. Hum, parece um garotinho. Acho a idéia engraçada.
- Qual é a graça? - pergunta ele.
Balanço a cabeça, sem me atrever a responder, e fico olhando para a comida. Engolindo o último pedaço de panqueca, ergo os olhos pra ele. Está me observando com com curiosidade.

- Bom garoto - diz. - Levo você pra casa depois que secar o cabelo. Não quero que fique doente.

Me levanto da mesa e vou para o quarto dele. Uma ideia me detem. Onde você dormiu ontem a noite?
Viro pra olhar pra ele ainda sentado na cadeira. Não vejo mantas nem lençóis por aqui - talvez ele tenha guardado.

- Na minha cama - diz ele simplesmente.
- Ah.
- Sim, foi uma grande novidade pra mim também. - Ele sorri.
- Não fazer... Sexo. - pronto falei. Coro é claro.
- Não. - ele balança a cabeça e frase a testa como se estivesse recordando algo incômodo. - dormir com alguém.

Ele pega o jornal e continua a ler.
Pelo amor de Deus, o que isso quer dizer? Ele nunca dormiu com ninguém? Ele é virgem? Por algum motivo, duvido que seja. Fico olhando pra ele, incrédulo. É a pessoa mais desconcertante que já conheci. Quando me dou conta que dormi com Park Chanyeol quero arrancar os cabelos. - o que eu daria para está consciente e poder observá-lo dormindo? Vulnerável. De alguma maneira, acho isso difícil de imaginar. Bem supostamente tudo será revelado hoje a noite.

No quarto, encontro o secador, seco o cabelo e o deixo da melhor maneira possível. Quando termino, entro no banheiro. Quero escovar os dentes. Olho a escova de Chanyeol. Seria como tê-lo em minha boca. Hum... Olho para a porta com um sentimento de culpa, passo a escova pelos dentes. Estão molhadas. Ele já deve ter usado. Me sinto travesso. É muita emoção.
Pego as roupas usadas e coloco tudo na sacola de compras que Jongin trouxe. Volto para sala. Chanyeol me observa mexer no cabelo. Sinto seus olhos me seguirem quando me sento para espera-lo terminar. Ele está no BlackBerry falando com alguém.

- Eles querem dois? Quanto vai custar isso? ... Tudo bem, e que medidas de segurança temos finalizadas?... E eles vão via Suez? Até que ponto Ben Sudan é seguro? E quando chegam em Darfur? Tudo bem, vamos fazer. Mantenha-me a par da evolução.
Ele desliga.

- Pronto para partir?
Balanço a cabeça assentindo. Ele pega a chave do carro e se encaminha a porta.
- Pode passar, Sr. Byun  - murmura ele, abrindo a porta para mim.
Sua elegância é descontraída.
Demoro um pouco mais do que deveria, observando sua imagem. E pensar que dormi com ele a noite passada e, depois de toda aquela tequila e de todo aquele vômito, ele continua aqui. E ainda por cima quer me levar para Seoul. Por que eu? Não entendo. Passo pela porta relembrando as palavras dele - por algum motivo não consigo ficar longe de você  - bem, o sentimento é absolutamente recíproco, Sr. Park, e meu objetivo é descobrir o seu segredo.

Caminhamos em silêncio em direção ao elevador. Enquanto esperamos , olho discretamente para ele, e ele me olha de rabo de olho. Sorrio, e os lábios dele contraem.

O elevador chega. Estamos a sós. De repente, por alguma razão inexplicável, possivelmente a proximidade num espaço tão apertado, o clima dica elétrico, carregado de expectativa e excitação. Minha respiração se altera conforme meu coração dispara. Ele vira a cabeça pra mim ligeiramente, os olhos escuros. Mordo o lábio.

- Ah, foda-se a papelada - resmunga ele.

Ele se atira em cima de mim, me empurrando contra a parede do elevador. Ainda olhando em meus olhos, desliza as mão sobre meus braços os levantando,  umas das mão dele aperta com força as minhas acima da minha cabeça. Sua outra mão agarra meu cabelo e o puxa para baixo, me deixando com o resto pra cima, e seus lábios colam nos meus. Ele me beija com urgência. Quando sinto seu toque, Solto um gemido em sua boca. Ele mal se encostou em mim e eu já estava totalmente entregue aos seus toques. Se aproveitando disso ele explora desesperadamente cada canto da minha boca com a língua. Um beijo cheio de luxuria. Nunca fui beijado assim. Minha língua afaga timidamente a dele e as duas se unem numa dança lenta e erótica.  Estou indefeso, as mãos presas, a cabeça imobilizada, e os quadris dele me apertando, ele tira a mãos do meu cabelo e desliza sobre meu corpo chegando a minha cintura. Me apertar com força e passa a mão sobre minha pele por baixo da camisa,  Nossas ereções se encostam, nos causando um choque de prazer. Gemo outra vez, e ele me aperta com mais força e o beijo fica selvagem e enlouquecedor. E eu o quero, aqui, agora, dentro do elevador.

- Você. É. Muito. Gostoso - murmura ele, entre meus lábio e ainda se esfregando em mim como se sua vida dependesse disso.

O elevador para, a porta se abre, e ele se afasta de mim num piscar de olhos, me deixando sem fôlego. Três executivos de terno nos olham e dão um sorrisinho ao entrar. Minha pulsação esta as alturas, como se eu estivesse corrido ladeira acima. Quero me encolher e juntar os joelhos... Mais isso é simplesmente óbvio de mais.
 
Olho pra ele. Parece muito calmo e tranquilo, como se tivesse fazendo palavras cruzadas. Que injustiça. Será que a minha presença não o afeta em nada? Em me olha de rabo de olho, e delicadamente da um suspiro profundo. Ah, afeta sim  - a minha pequenina deusa interior se agita num delicado samba vitorioso. Os executivos descem no segundo andar. Para nós ainda falta mais um.

- Você escovou os dentes - diz ele me olhando.
- Usei sua escova.
Seus lábios se contraem num sorrisinho.
- Ah, Byun Baekhyun, o que vou fazer com você?

A porta abre no primeiro andar, ele pega minha mão e me puxa para fora.

- O que será que os elevadores tem? - murmura, mais para si mesmo do que para mim, ao atravessar o saguão. Me esforço para acompanhar seus passos, porque meu juízo ficou completamente espalhado pelo chão e pelas paredes do elevador três do Hotel Heathman.

...


Notas Finais


Mozamô.... Que que isso em ... Há Há 😋 Espero que tenham gostado.

Obs: O que os elevadores tem???
Bjkas até quarta. ♥


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