História Cinquenta Tons de Esdeath - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Akame ga Kill!
Personagens Esdeath
Tags Akame, Esdeath, Tatsumi
Visualizações 160
Palavras 1.318
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Harem, Hentai, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa pela demora. Coisas da vida, do trabalho, da faculdade, e de um milhar de outras coisinhas

Capítulo 6 - Retorno


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons de Esdeath - Capítulo 6 - Retorno

Tatsumi teve um sonho.

Em seu sonho estava em pé, sobre uma terra devastada pela guerra. Uma fortaleza se colocava a sua frente, e uma torre alta e negra se erguia como uma ponta de lança perfurando o céu; ao seu redor estavam rostos que ele não conseguia reconhecer, mas a frente dele estava Esdeath, alta, bela e imponente.

-Então é assim que termina- disse Esdeath- Desejei de todo o coração que ficássemos lado a lado, mas o destino tinha outros planos para nós dois. Desejo a você sorte nesse reino que criou, desejo sorte para comandar esse monte de merda.

Esdeath voou em sua direção, deixando um rastro de gelo e fumaça pelo caminho, Tatsumi ergueu sua espada em direção a ela, as laminas se chocaram e tudo ficou escuro.

-T-Tatsumi... - gemeu Esdeath, e Tatsumi se viu diante do corpo nu da general. A pele alva de Esdeath era iluminada pela parva luz das tochas, e o aroma de seu corpo era inebriante. Tatsumi também estava nu, seu pênis estava ereto, e ele aprumou-se ao corpo da general até toca-la entre as pernas.

Despertador.

Tatsumi acordou, e amaldiçoou a si mesmo por ter acordado na melhor parte do sonho.

 

-eu planejo mata-la- disse Akame enquanto arrumava suas malas.

-Matar Esdeath?- Tatsumi sorriu- E como planeja fazer isso?

 -Eu tenho meus métodos, acredite quando digo que irei corta-la em pedaços.

-Acredito em você- disse Tatsumi, mas não acreditava, já havia visto Esdeath lutar e a general era infinitamente melhor do que qualquer um deles- Para onde planeja ir?

-Embora- disse Akame, guardando alguns papeis dentro de uma bolsa- Consegui o que precisava, e recebi informações que Esdeath vem acompanhada de uma pessoa. Digamos que eu não posso ser reconhecida por ela.

Tatsumi suspirou.

-Akame... Sobre o que aconteceu...

-Nunca aconteceu- disse Akame, em uma frieza absoluta- De toda forma... Cuide-se, Tatsumi.

Akame partiu tão rápido quanto havia chegado, e sua despedida havia deixado um grande vazio no coração de Tatsumi. Esdeath chegou alguns dias depois, escoltada por uma mulher de cabelos negros que era estranhamente familiar para Tatsumi. Deixaram os cavalos negros que montavam com o dono do estábulo, depois vagaram lentamente pelo jardim.

Para Esdeath, voltar para casa era bom e ruim. Bom porque amava sua residência, e ruim porque ela lhe remetia um soturno tom de aborrecimento.

-Não está feliz de voltar para casa, minha senhora?- perguntou Kurome, quando Esdeath parou subitamente perto da fonte do jardim- Deveria estar- Kurome segurou a mão de Esdeath contra as suas- É sua casa.

-Sinceramente, não sei- confessou com um sorriso no rosto, depois fez uma carta quando Kurome colocou um de seus dedos dentro da boca, afastando-a dela- Pare com isso.

-Saudades do campo de batalha?- perguntou Kurome, com um sorriso malicioso no rosto.

-Talvez- Esdeath fingiu sorrir e voltou a andar e quando se aproximou da porta de sua residência seus dedos vacilaram ao tocar o trinco da porta- Ele está do outro lado.

-Quem?

-A pessoa que eu amo.

-O seu prisioneiro?- Kurome sorriu.

-Ele não é meu prisioneiro, ele tem a permissão de ir quando quiser.

-E de morrer se o fizer.

-Ele é um criminoso, foi o destino que ele escolheu- abriu a porta, Tatsumi estava do outro lado, em pé, encarando a porta, Esdeath corou ao vê-lo.

-Ele até que é bonito- admitiu Kurome enquanto retirava seus sapatos para entrar. Ela tinha a permissão de Esdeath de permanecer na casa por alguns dias, para se recuperar da viagem, e quando ambas entraram, Tatsumi caiu sobre um joelho- E você o adestrou bem.

-Sentiu minha falta?- perguntou Esdeath, com um sorriso no rosto, logo depois se ajoelhou ao lado de Tatsumi e o abraçou, forçando o rosto do rapaz contra seus seios.

-Sim, minha senhora- respondeu Tatsumi, tentando se afastar do abraço apertado.

-Espero que ainda se lembre da nossa ultima conversa- disse Esdeath, e subitamente o empurrou para trás com o joelho, Tatsumi por pouco não se desequilibrou- Insurgente.

-Não me esqueci- Tatsumi se levantou- Vai me punir?

-Irei. - respondeu.

-Vai abusar de mim?

-Claro.

-Sexualmente?

A pergunta pegou Esdeath de surpresa, ele nunca antes havia tocado naquele assunto, Kurome não conseguiu conter o riso.

-Parece que minha ausência o deixou aberto para novas experiências- Esdeath ergueu seu pé direito- Beije-o, em honra de meu regresso.

-Não farei isso.

-Se ele não quiser, eu beijo- disse Kurome, atraindo um olhar desconfiado de Tatsumi- E beijo outras partes se pedir.

-Beije meu pé, Tatsumi, ou eu o usarei para chuta-lo no meio das pernas.

-Quem ela é?- perguntou Tatsumi, ignorando Esdeath.

Esdeath não gostava de ser ignorada, ela então o chutou na barriga com tanta força que o arremessou contra a parede. Tatsumi atingiu em cheio uma prateleira, livros e porcelanas se espalharam pelo chão, e o corpo de Tatsumi escorregou de encontro ao chão.

O rapaz ofegou, nunca imaginou que Esdeath fosse tão forte.

-Nunca me ignore- avisou a general, pisando no rosto de Tatsumi- Ouviu bem?

Tatsumi agarrou-se a perna de Esdeath, e com um movimento rápido a atirou contra o chão, imobilizando o corpo dela com suas pernas, segurando-a contra o chão com toda a força que conseguia. Tarde demais entendeu o que estava acontecendo, porque Esdeath o catapultou para cima com as pernas longas, fazendo-o atingir o teto e cair desacordado no chão.

-Eu te ensinei bem- disse Esdeath- Mas não te ensinei tudo.

 

-Ele não merece você- disse Kurome. Ambas estavam no quarto de Esdeath Havia uma empregada na porta, vigiando para que ninguém se aproximasse dos quartos, nem mesmo Tatsumi, que estava preso em uma das celas do porão

- Ele é tão... Tão insolente! Ele deveria te tratar como uma deusa.

Esdeath suspirou, talvez fosse pela irreverencia de Tatsumi que ela o desejava tanto.

-É, talvez não.

Kurome massageava os pés de Esdeath, segurava-os como se fossem preciosidades. Esdeath vestia apenas um roupão, seu corpo ainda estava úmido pelo banho, e Kurome conseguia enxergar todos os detalhes do corpo dela, porque ela não se importava em esconder-se.

-São tão macios... – murmurou Kurome, a pele de Esdeath estava perfumada pelo banho- Posso te pedir uma coisa, senhora?

-Pode- disse Esdeath, sua cabeça estava em outro lugar naquele momento.

-Posso beija-los?

-Vá em frente.

Kurome sorriu, sentiu o coração bater forte quando colocou um dos dedos de Esdeath em sua boca, então fez a mesma coisa novamente, dedo por dedo, enquanto massageava o outro pé com as mãos e lentamente o deslizava para o meio de suas pernas. A expressão de Esdeath era vazia, ela olhava para aquela cena como se fosse algo desprezível, não disse coisa alguma quando Kurome se elevou, ficando a sua frente para logo depois descer em direção aos seus seios, enquanto manipulava uma das mãos da general para o meio de suas pernas, obrigando-a a penetra-la. Kurome chupou os seios de Esdeath por longos minutos, enquanto, com a mão que ainda lhe restava, Penetrava a genitália de Esdeath lentamente. Não conseguiu arrancar um único gemido da general, nem mesmo quando desceu até o meio das pernas dela e lhe chupou até sentir as pernas da general comprimirem sua cabeça, e uma das mãos dela a empurrar contra a vagina.

-Está indo longe demais, criaturinha- disse Esdeath, retirando Kurome ao ficar satisfeita.

Kurome limpou a boca com as costas da mão, depois se levantou, escorregou uma de suas mãos para dentro de sua calcinha e começou a se tocar.

-Eu... Eu te amo Esdeath... - gemia ela, sabia que havia sido usada por Esdeath, mas não se importava, de verdade era aquele desprezo da general que a excitava- Eu te amo...

Amor. Esdeath ouviu essa palavra e ela sentiu um gosto de bílis na boca, Esdeath se levantou.

-Para onde vai?- perguntou Kurome, segurando-a pela mão- Não quer terminar o que nós começamos?

-O que você começou- corrigiu ela- Não. Você estragou tudo.

 



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