História Cinquenta Tons Vale Camil - Capítulo 4


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Categorias Angélica Vale, Jaime Camil
Personagens Letícia "Lety" Padilha Solís
Tags Amor, Angel, Angélica Vale & Jaime Camil, Camil, Valecamil, Vida
Visualizações 20
Palavras 588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Entrevista III


Fanfic / Fanfiction Cinquenta Tons Vale Camil - Capítulo 4 - Entrevista III


--- Angélica Narrando ---



A loura numero três marcha ate a grande mesa o clique dos saltos no chão de arenito escoando no ambiente...


Ela se senta e ambas continua seu trabalho. Vai ver o Sr. Camil insiste em só ter funcionarias louras...


Estou me perguntando se isso é ilegal quando a porta do escritório se abre e um negro alto bem vestido e atraente com dreads curtos sai de lá de dentro definitivamente escolhi a roupa errada...ele se volta para a porta e se vira para o lado de dentro...

(N):Golfe esta semana Camil? –Não escuto a resposta. Ele se vira e me ver e sorrir os olhos escuros franzidos nos cantos Olivia já se levantou e chamou o elevador. Ela parece ser especialista em se levantar de um pulo está  mais nervosa que eu!

(N):Boa tarde senhoras –Diz ao entrar no elevador

(XX):o Sr. Camil vai recebe-la agora Srta.Vale pode entrar – diz a loura numero três...

Estou imóvel e bastante tremula tento controlar os nervos Pego minha mochila e abandono o copo de água e me encaminho para a porta entreaberta...

(XX):não precisa bater basta entrar. –ela sorrir com simpatia

Empurro a porta ,tropeço em meus próprios pés e caio estatelada no escritório...MERDA: eu e meus dois pés esquerdos! Caio de quatro no vão da porta da sala do Sr. Camil e mãos delicadas me envolve me envolve ajudando a me levantar....Que vergonha maldita a falta de jeito! Tenho que me armar de coragem para erguer os olhos...Caramba ele é muito jovem...

(JC):Srta. Eduarda. –Ele estendeu uma mão de dedos longos quando já estou de pé – sou Jaime Camil a senhorita esta bem? gostaria de se sentar?...


 Muito Jovem e atraente ,muito atraente é alto esta vestido um belo terno cinza camisa branca e gravata preta tem o cabelo cacheado e os olhos cinzentos vivos que me olha com astúcia custo um pouco a conseguir falar

(AV):hum... na verdade.. –murmuro

Se esse cara tiver mais de trinta anos eu sou mico de circo. aturdida coloco minha mão na dele e nos cumprimentamos.. Quando nossos dedos se tocam sinto um arrepio excitante me percorrer...Retiro a mão rapidamente envergonhada deve ser eletricidade estética pisco depressa no ritmo da minha pulsação...

(AV):a Srta. Eduarda está indisposta e me mandou no lugar dela espero que não se importe Sr. Camil

(JC):e seu nome é?

A voz dele é quente, possivelmente esta achando divertido mais é difícil dizer por sua expressão impassível. Ele parece um pouco interessado mais acima de tudo educado...

(AV):Angélica Vale estudo literatura inglesa com Vicki ,hum, Victoria hum...Srta. Eduarda na WSU em Vancouver...

(JC):Entendi –diz ele simplesmente

Acho que vejo a sombra de um sorriso em sua expressão mais não tenho certeza...

(JC):Quer se sentar?

Ele me indica um sofá em "L" de couro branco...A sala é grande demais para uma pessoa só...


Na frente dos janelões que vão do piso ao teto há uma enorme mesa moderna de madeira escura ao redor da qual seis pessoas poderiam comer confortavelmente...


Ela combina com a mesinha de apoio ao lado do sofá todo o resto é branco...há também mosaicos formado por pequenas pinturas trinta e seis quadrinhos compondo um quadrado são excepcionais uma serie de objetos corriqueiro pintados com detalhes tão preciosos que parecem fotografias disposto juntos são de tirar o folego...

(JC):Um artista local Trouton –diz ele ao cruzar com o meu olhar

(AV)São lindos tornam extraordinário um objeto comum – murmuro distraída com ele e com os quadros ele inclina a cabeça pra trás e me olha com atenção...

(JC)Concordo plenamente Srta. Vale – retruca em voz baixa e, alguma razão inexplicável me flagro corando...



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