História Circumitus - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Sehun
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Kyungsoo, Nohate
Exibições 163
Palavras 9.240
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OOLAAAAAAAAAR (aprender q n tem eco aqui) pessoas lindas

td bm com vcs?
então, ne brotei de novo com a última parte da história

por favor, já avisando quem não é fã de potarias, palavrões, coisas do gênero...tem, viu?
ficou "só um pouco grande", eu sei que tem gente que prefere menos palavras e tal, mas eu acho que ficou um tanto suficiente, que me agrada como se desenvolveu e como terminou.

e tem surpresinha nesse lemon HEHEHE (fugindo) (só lembrando que o Chan Yeol não é santo tá, gnt?)(nao msm)

E como eu disse antes eu não pretendo ofender ninguém, tanto é que o foco aqui é os lindeusos Chanbaek
queria agradecer quem leu, de vdd e espero que tenham gostado da primeira parte
desejo muito que gostem dessa última também.
bom, então boa leitura <3

Capítulo 2 - Dois pedaços de mal caminho


Fanfic / Fanfiction Circumitus - Capítulo 2 - Dois pedaços de mal caminho

 

Ao se lembrar de toda a anômala situação que vivia empurrou o corpo à sua frente imediatamente.

-VOCÊ ENLOUQUECEU, BAEK HYUN? - o pequeno ainda se encontrava em choque pelo o que havia feito. Os lábios grossinhos do mais velho eram tão macios e convidativos, ele poderia beijá-lo para todo o sempre até que sua boca resolvesse cair.

-Talvez esse seja o único contato que eu tenha com você em toda a minha vida. Eu precisava pelo menos saber o gosto da sua boca. - o menor sorriu sem tanta confiança, já o Park corria em direção à porta trancada. O Byun sabia que ele não iria longe, aquela porta era muito mais resistente do que o normal para evitar maridos e mulheres enfurecidos durante a manhã. E o maior continuava gritando.

-KYUNG SOO, O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? ME TIRE DAQUI, AGORA. VOCÊ DISSE QUE IA ME MOSTRAR A SAÍDA. ARGH! - Chan Yeol dava socos na porta inutilmente.

-Pare com isso, Chan Yeol! Ele já foi embora para o bar.

- O quê? Por quê? Por que ele me deixaria trancado aqui? Com você?

-Não adianta tentar arrombar a porta, ela é reforçada. E eu não sei de nada.

-Ah, meu deus! Como eu vou sair daqui? - Baek já se aproximava do outro.

-Você não precisa sair. A gente pode se divertir. Ainda está cedo. E está chovendo muito, suas roupas estão úmidas.

Chan Yeol estava ajoelhado de frente para a porta e não viu que o Byun se abaixou, ficando na mesma posição que ele, atrás de si. O maior estranhou a proximidade da voz gostosa do outro, mas não teve como se virar porque o menor lhe abraçou e começou a fazer carinho em todo o peitoral coberto pela blusa de lã.

-Eu gosto de você, Channie. Qual você acha que era a única motivação para eu acordar cedo e ir naquela missa? -mesmo que estivessem sozinhos, Baek sabia que talvez ele poderia ceder se tudo fosse como em uma confissão. Ele não seria tolo de perder uma oportunidade daquelas.

-Baek Hyun...não… - que se fodesse qualquer coisa que não estivesse relacionada à eles.

-Você, bobinho. Sabe quantas vezes eu me deitei com outros pensando que era você comigo? E todas as vezes que acontecia eu amava dormir com isso na cabeça, mas quando eu acordava e via que nunca seria você, meu coração se partia em mais pedaços. Foi por isso que eu parei de frequentar a missa.

Baek sussurrava baixinho, aspirando o cheiro de Chan Yeol que se misturava com seu perfume caro e o odor natural de suor dele.

Mesmo que a situação fosse completamente sem explicações para o Park estar em seu quarto, ele tentaria uma oportunidade para ter uma noite com o maior. Um momento, algo que pelo menos diminuísse a enorme necessidade que sentia do corpo que estava à sua frente colado no seu seu próprio.

-Pelo amor de Deus. Pare de falar essas coisas. Acho que o tombo afetou sua cabeça. Você precisa de um médico. - O Park arranjou forças do “inferno” para se levantar, saindo do abraço do menor, e jogando-o no chão sem muita força.

Claro que não teve como não olhar o menor deitado ali, como se o chamasse para o pecado. O Byun era o demônio em pessoa, mas muito mais bonito que qualquer descrição da bíblia. E os olhos passaram lentamente, desde as pernas grossas dobradas até subir pelos quadris que tanto havia olhado por meses na igreja, correndo pelo tronco coberto por um blusão que só deixava as saboneteiras e o pescoço à mostra, junto com o rosto bonito, que normalmente parecia inocente, mas naquele momento exalava luxúria.

Acabou não indo muito longe, depois do momento de observação, pela confusão que o menor impôs em sua cabeça. Ele foi para o pior lugar que podia, mas estava cansado pela corrida de pouco tempo atrás e a cama de Baek Hyun lhe parecia tão ideal para descansar, que suas pernas caminharam sem seu consentimento, ao mesmo tempo em que jogava seu casaco, inconscientemente, no chão. Ficando apenas com a calça, meio úmida na barra, e um suéter de lã preto.

Ajeitando-se na cabeceira, achou que seria sua vez de enlouquecer pois o menor se levantou do chão e de joelhos, ia até a cama. Não era só o Park que estava fraco. A mente de Baek Hyun também estava atordoada.

-Não, Park. Eu não preciso de médico nenhum, eu preciso de você.

-Cale essa boquinha suja, pare de falar essas tolices. Eu rezarei por nós. Talvez isso ajude a nos tirar daqui...Pai nosso, que estais nos céus. Santific…- Baek novamente impedia sua fala, mas não com um selar, e sim, com seus próprios dedos.

-Entenda, baby. Não há nada que possa te salvar. Eu só falo verdades. Eu realmente preciso de você.

-Isso é errado. Você realmente nunca escutou uma palavra do padre, não é mesmo?

-É errado querer alguém com todas as minhas forças, Chan Yeol? Como se só pelo fato de eu desejar uma pessoa eu precise ser condenado ao fogo do inferno por isso? Não é desumano? Se fosse pra ser assim, por que esses sentimentos existiriam? Hm?

Aquela altura o Byun já havia subido no colo de Park e segurado as mãos dele como forma de imobilização, mesmo quando soltou-as, o maior não fez menção de sair dali, apenas aceitando a concupiscência do momento. Os olhares estavam fixos um no outro e a proximidade incomodava ambos.

Chan Yeol não sabia quanto mais podia resistir, Baek Hyun lhe atraía de uma maneira insana, mas ele faria o possível para respeitar o que algum dia, em sua lucidez, conseguiu chamar de princípios. Já o menor queria acabar com aquela distância que o separava de sua felicidade e mergulhar nos lábios alheios de novo. Mas ele nunca faria aquilo sem o consentimento de seu amado. Ele trabalhava com prostituição, sabia as barbaridades cometidas de vez em sempre. Se o maior lhe quisesse teria que ser por vontade própria, mas claro que ele ajudaria a se decidir, afinal, Baek Hyun era o melhor de todos os prostitutos.

O quarto estava abafado, mesmo que fosse grande; as luzes continuavam a ser amigas do cenário de paixão que se construía ali e  música da boate ainda ecoava de forma leve, e apesar da letra, que com seu inglês, Chan Yeol ainda distinguia, lhe era agradável aos ouvidos.

-Não, Baek Hyun. É natural que você se apegue à alguém. Ninguém merece morrer por isso. São os mesmos sentimentos, a mesma intensidade, tão humano quanto qualquer outro. E é algo único seu, que ninguém tem a ver, nem pode julgar.

-Então… qual o mal em eu gostar de você?

-Eu sou casado, Baek Hyun. Não posso trair minha mulher. Não posso ir contra os princípios que eu prometi no altar.- Aquele argumento tirou uma risadinha de Baek. A face de Chan Yeol era sua total perdição. O rosto bonito mudava suas expressões constantemente, ele devia estar bem confuso.

-Então, se você não fosse, você ficaria comigo. - Não era uma pergunta. Baek Hyun não fazia perguntas, mesmo que estivesse se esfregando e se exibindo para o outro, ele gostava de ser assim. Mas Chan não sabia da metade das coisas que lhe esperava.

-Baek Hyun...não faz isso comigo. Se você gosta mesmo de mim, me deixe ir.

-Não, Channie. Eu sou egoísta demais pra te deixar ir embora desse jeito. - e o menor se aproximava, causando rebuliço no interior de Chan Yeol, ambos de olhos fechados apenas sentindo o momento denso e a música impregnando em seus sentidos. - Ainda que você quisesse ir embora, essa chuva não te perdoaria.

-Baek...eu sou hétero. - o desejo era iminente e queimava a pele de Chan, suas últimas faculdades mentais se evaporavam como se fossem álcool.

-Baek, não. Para você, é amor. E se fosse tão hétero quanto diz, não estaria aqui, comigo no seu colo, bem pertinho de mim. Eu sei que você me quer, tanto quanto eu quero você. Abre os olhos. Veja em mim, vê o quanto eu quero seu corpo no meu. Me sente. Eu quero te sentir também.

Chan abriu os olhos, não havia mais nem como se repreender ou mesmo tentar fugir. o menor era muito mais do que jamais tivera a oportunidade de imaginar.

-Eu sei Chan Yeol, o quanto você detesta que Min Hye seja submissa. - Novamente o loirinho segurava o rosto de Chan Yeol e os dois se encaravam com profundidade. - Eu sei que seu corpo quer mais do que um papai e mamãe sem graça que vocês fazem alguma vez no mês. Eu sei que você quer alguém forte do seu lado, assim como alguém que te acompanhe em qualquer coisa, qualquer desafio.

-Ah.. Baek Hyun. Por que você é assim? - E eles continuavam se olhando, talvez com um loirinho mordendo os lábios e se aproximando da orelha do moreno apenas para sussurrar-lhe algo que talvez ele nunca tivesse ouvido. Assim como não hesitava em morder o lóbulo e beijar o pescoço devagarinho, em carícias leves que arrancavam suspiros contidos.

-Eu entendo a necessidade dos humanos por sexo, neném. Senão tanto o seu, quanto o meu corpo não estariam fervendo como estão no meio desse frio todo. Eu sei que meu corpo é muito, muito melhor e mais gostoso do que aquela santinha, e que você daria toda a sua fortuna para me comer ou em cima dessa cama, ou em qualquer outro lugar em que nossa transa fosse suficientemente deliciosa.

-Não fale besteiras, pequeno.- Ambos já deliravam com a atmosfera sexual que havia se formado e o maior nem sabia mais o que dizia, perdido nas carícias tentadoras que recebia. Não precisaria de muito para se imaginar fodendo o menor com toda a força que lhe restava. Suas barreiras mentais caíam, tão lentas quantas as palavras arrastadas que eram ditas em seu ouvido. Nem se lembrava mais se havia alguém lhe esperando em casa, porque naquela letargia, o único lugar em que deveria estar era no corpo quente e aconchegante de Baek Hyun.

-Besteiras, hm? - Voltou a olhar o Park, com os olhos mil vezes mais maliciosos do que qualquer outro momento. - Você acha besteira se eu rebolar assim para você? E só para você?

Se havia algum resto de juízo no pequeno loiro, já estava indo embora, assim como para o Park. Baek Hyun rebolava com toda a luxúria guardada dentro de seu corpo. Ficara algum tempo sem pegar serviços justamente por causa daquele que olhava, hipnotizado, sua pélvis se mover com destreza. Não conseguia mais nem transar com alguém sem pensar nele e descontaria todo esse “momento de celibato” naquele que  lhe roubara o coração.

-Consegue sentir, Channie? Todo esse tesão que eu estou sentindo é por você. Mas eu quero mais que isso. Eu quero você dentro de mim e por que não eu dentro de você? Ha. - riu-se com o pensamento impuro, apoiando um braço sobre os próprios fios de cabelo e outro no ombro de Chan Yeol, que engolia seco ao ver o pequeno morder os lábios vermelhos, e esfregando seu quadril com mais força ainda sobre o membro do moreno. - Own, você está tão duro. Eu sabia que você não era de ferro, bebê. Estou tão molhado por você também. Já imaginou eu chupando esse seu mastro? Seu gosto deve ser delicioso. Se for azedinho, então...

-Baek Hyun...Eu sou… - nem conseguiu terminar de falar, sentiu seu pênis ser acolhido no vão entre as duas nádegas do menor, que usava um shortinho curto e fino, e ficar ainda mais apertado pela pressão exercida. - Ah! Seu filho da puta… - ao menos notou que havia proferido uma expressão proibida, a voz grossa do maior ecoou na cabeça do mais novo e só o fez se mover com mais vontade. E ele rebolava de um jeito que Chan Yeol nunca sonhou ou mesmo sentido em sua vida. E o pequeno estava certo sobre sua vida sexual. Inconscientemente ele já arrastava as mãos levemente sobre as coxas que tanto lhe perturbaram.

-Não, Channie, minha mãe não é uma puta. Eu sou, e sou o seu puto. Você é meu, querido. Hoje você é, exclusivamente, meu. Aproveita. - Sem perder tempo, o Byun segurou ambos pulsos do maior e trouxe suas mãos para o seu corpo, começando pelo pescoço molinho que se arrepiou completamente pelo toque áspero da mão alheia. e foi passando por cada curva bem feita, pelos mamilos que despontavam na blusa fina, pela cintura delgada, pelos quadris desproporcionalmente gostosos.

A forma como as mãos do moreno tremiam deixava o corpo  de Baek Hyun ainda mais viciado no contato. Chan Yeol nunca havia tocado um corpo masculino e Baek foi o único que lhe chamara a atenção, era entendível que apesar de desejar muito desfrutar do que o outro tinha a lhe oferecer, ele também tinha receio de dar tudo errado.

-Que merda você está fazendo comigo, garoto?

-Fazendo você me querer. Eu tenho quase tudo que aquela sonsa tem, mas mil vezes melhor, Park. Se entrega pra mim. Por essa noite. - os sussurros continuavam e o contato febril idem, eles não sabiam mais nem onde estavam.

A necessidade do corpo de ambos crescia de uma forma doente e Baek passou os braços pelo pescoço de Chan Yeol depois de deixar as mãos dele em sua cintura, afundando o rosto no pescoço alheio para cheirá-lo por uma última vez. O maior fazia a mesma coisa, roçando seu nariz devagar na pele imaculada, sentindo cada vez mais vontade de pegá-lo no colo e terminar a noite da forma mais animalesca possível.

-Sabe que eu já imaginei nós dois no altar?

-Você sabe que homens não se casam na Igreja, Baek. - Era difícil para o moreno não morder a tez macia do pequeno, nem os olhos abertos ele mantinha, imagine falar frases com sentido.

-Quem falou em casamento, bebê? Eu pensei em você me fodendo, enquanto eu olho todos aqueles santos, dando um pouco de diversão para eles.- a imagem na cabeça dos dois era incrivelmente pecaminosa, não sendo menos estimulante e extremamente tentadora para ambos.

-Ah! Por que você mexe comigo desse jeito?

-Sente, Park, passe suas mãos pelo meu corpo. - O Byun, contrariando seus próprios desejos, subiu na cama e desceu, se sentando de costas para o maior, ainda em cima do pênis do outro, simplesmente enlouquecendo ambas partes ao esfregar seu próprio pau no do moreno, ao mesmo tempo em que lhe olhava provocante. Este que já não ligava por estar fazendo sexo de roupas com um homem. Era com certeza melhor do que qualquer transa que já tivera na vida.

E Chan Yeol acatou o pedido de Baek, forçando-o a esfregar ainda mais as intimidades, quando segurou os ombros alheios e os pressionou para baixo, logo descendo as mãos de forma possessiva pelas costas bem definidas e não aguentou muito. O simples fato de ver aquela bunda empinada só para si, lhe despertou um lado instintivo que nunca tivera antes. O sexo com sua mulher, que antes considerava quente, em sua nova classificação era algo completamente gelado.

O jeitinho manhoso e sensual como o pequeno implorava parecia que era ele quem se arrastava pelo maior, o que não era uma mentira completa, mas na verdade ele sabia que era o maior quem enlouquecia mais do que ele. Era como se estivesse brincando, testando sua presa antes de se fartar. Não era difícil para alguém que sabia fazer aquilo há um bom tempo.

         Apertou as duas nádegas de Baek Hyun com vontade, se deliciando com a carne macia e arrancando um gemido extremamente pornográfico e dengoso dele, enquanto massageava e marcava a região e as coxas do loiro com as mãos. Gemeu junto apenas por ouvir sua voz tão perdida em prazer. E iria fazer mais, se o menor não levantasse e o puxasse pela gola da blusa que vestia, fazendo com que os dois ficassem de joelhos na cama, um de frente para o outro.

     -Viu, Channie? Isso não é nem metade do que eu posso te proporcionar. Fica comigo, só por hoje. Me deixa te dar o que você nunca teve - os rostos se resvalavam e o ambiente conseguiu ficar ainda mais quente. - Ninguém precisa saber do que acontecerá aqui. Só nós dois. Usa meu corpo, que eu vou usar o seu de um jeito que eu jamais usei o de qualquer outra pessoa. Não existe ninguém como você para mim. Me deixe ser o único para você essa noite.

   E Chan Yeol deixou. Sem ao menos responder o pequeno. Só por agarrar o bumbum e a cintura dele com uma força que nunca usara antes, transmitindo o quanto também desejava transar com ele

   Surpreendeu-o ao atacar-lhe a boca com luxúria. Não começou de forma carinhosa, mas com uma mordida no lábio inferior do Byun. A pegada bruta lhe fez soltar a voz de um jeito arrastado e completamente mal intencionado. E não houve um encostar calmo como em outra hora. Eram apenas duas bocas se movimentando rapidamente em sincronia, se explorando com todo o tesão reprimido, sem ao menos se conhecer. A intensidade presente no ato lhes dispersava de qualquer outra coisa. Fosse a chuva torrencial lá fora, fosse a música lenta que tocava, como se quisesse que os dois amantes fizessem o que tanto queriam.

Chan Yeol dominava o beijo completamente, as línguas e os gostos se misturavam de um jeito que até o diabo sentiria medo. As mãos de Baek saíram da gola da blusa de lã, uma para o maxilar e a outra se embrenhando nos fios bem alinhados do mais alto, assim como as mãos dele: uma continuou apalpando a bunda do menor e a outra subiu até os fios loiros e sedosos.

Eles faziam como nunca fizeram com qualquer outro, as chupadas intensas, as mordidas que quase arrancavam pedaço, o fervor das bocas se chocando. Era tudo deliciosamente prazeroso e o moreno nunca pensou que estaria naquela situação, quase fundindo sua alma com a de Baek Hyun apenas por um venenoso beijo.

Parecia mais que estavam apaixonados e não se viam há mais tempo do que podiam contar. O menor não estava diferente, o corpo utópico de Chan Yeol era seu, e completamente seu. Ele perdia um pouco mais de seu juízo a cada vez que o Park o pegava com mais força, como se só a que já fazia não fosse suficiente.

Os estalos gostosos de ouvir também se faziam presente, dando ainda mais deleite aos que desfrutavam do ósculo. Baek também desceu uma das mãos e apertou a nádega direita de Chan Yeol com uma força parecida e finalmente eles puderam se separar daquele contato intenso.

Ao se olharem, ainda tentando normalizar a respiração, eles viram o que tinham causado um no outro. As bocas inchadas, os cabelos desgrenhados, as roupas amassadas...Essas que Baek Hyun notou serem desnecessárias, logo puxando a veste superior de Chan Yeol para cima, retirando-a com pressa e rapidez. O Park fez o mesmo com o blusão do menor, mas acabou perdendo a paciência, que já não tinha, e rasgou o tecido com a maior força que juntou. Assim como fez com o pequeno short do Byun, ao jogar-lhe na cama, despindo-o como se fosse a última coisa que faria na vida, de um jeito bruto.

-Então quer dizer que nem cueca você usa, seu safado?

-Ai, Chan, assim você me machuca. - a falsa inocência deixava Chan Yeol ainda mais insano. Ele nunca tinha se sentido daquele jeito.- Eu sou sensível.

  -Sensível, bebê? - O menor urrou com a forma a qual foi chamado, mas não era só por aquilo. Chan abrira suas pernas para entrar no meio delas e, novamente juntar os corpos. - Sensível é o meu pau, Baek Hyun. E eu doido para enfiar ele nesse teu buraco arrombado.  

Enquanto o maior atacava, voraz, o pescoço do mais novo, as mãozinhas serelepes se direcionavam aos botões da calça dele, retirando o cinto com uma destreza impecável e abrindo a calça com mais agilidade ainda, enquanto a outra mão se enfiava dentro da peça e desfrutava mais um pouco da bundinha redonda do moreno.

O Park marcava o pequeno como nunca fizera com ninguém e Baek Hyun revidava mordendo o pescoço imaculado, descontando tudo o que reprimiu por meses. Com certeza, no dia seguinte, qualquer pessoa que o visse, saberia onde e com quem ele havia passado a noite. Pareciam dois animais no cio.

Chan se levantou, muito à contragosto, para terminar de desnudar-se, arrancando os sapatos de qualquer jeito, enquanto Baek o ajudava a mandar a calça e a peça íntima para qualquer lugar do quarto. A ereção que envergava era muito maior do que o loiro previra e aquilo, além de lhe dar um pouco de medo, só aumentava seu desejo de colocá-lo na boca por inteiro. O maior o impediu, ao tomar-lhe a boca, novamente, já estava sentindo falta do beijo caloroso e voltaram a enroscar os corpos na cama, esfregando-os em uma selvageria maior ainda, com as mãos passeando em alta velocidade, e sem rumo pelas peles nuas e incandescentes.

Baek Hyun inverteu as posições para chupar o instrumento que tanto queria, mas foi impedido, de novo, por um puxão de cabelo que lhe arrepiou até onde não tinha pelos.

-Não, Baek, ainda não. Você mesmo disse que está cedo. Rebola esse rabo gostoso em mim, de novo. É tão bom. Você está me deixando louco.- A última parte da fala saiu como um miado da voz de Chan Yeol.

-Assim, Chan? - O prostituto se moveu para frente e para trás, repetidamente, causando uma fricção direta absurdamente gostosa para ambos. E apoiando-se no peitoral forte do Park, sem parar de se mover, desceu o tronco até estar rente ao ouvido dele.

-Ah, baby...Você é completamente delicioso.

-Eu sei, amorzinho. Você ama como eu me mexo, eu faço muito mais gostoso que a sem sal da sua mulher. Você gostou do meu pau, bebê? Estou pensando te foder com ele,eu amei a sua bunda, embora eu prefira acabar com as minhas pregas.

-Como sua boca é suja. Você merece uma punição.

-É? - deitou em cima e mordeu o lábio de Chan Yeol, que segurava sua  bunda aumentando ainda mais o atrito ao arrastar o pênis do outro sobre o seu. - E o que seria? AH! CHANNIE, ASSIM. HMMM - Na cama, o maior era realmente imprevisível, ele passou a simular estocadas contra a entrada do menor, ao mesmo tempo em que castigava as nádegas e a cintura dele com as mãos. - Não para...continua, que delícia.

-Você quer me foder, Baek? E se eu topasse? Daria conta do recado? Eu nunca fiz isso, mas, por você, eu faria. - o entorpecimento de prazer lhes tirava o lado racional, assim como todos os filtros.

O menor, com esforço, saiu da posição voltando a montar em Chan Yeol, de pernas abertas com ele entre estas, mas masturbava-o calmamente, apenas para testar seu restinho de sanidade.

-Oh! Pelo visto suas mãos também são muito...boas. Ah! - Baek já quase delirava ao vê-lo jogando o corpo contra sua mão. E não precisou pensar muito para cair de boca na extensão avantajada à sua frente.

Arrancou ainda mais suspiros de Chan Yeol ao chupar apenas a cabecinha vermelha, deixando para as mãos, o cuidado com o resto do membro rígido enfeitado por veias grossas, realmente, para Baek Hyun, o Park era todo perfeito.

-Você me jura- uma lambida em toda a extensão- que desperdiça esse pau maravilhoso - subiu a cabeça e lambeu a fenda- com alguém que nem as pernas sabe abrir direito?

         -Cala essa maldita boca e….me chupa! - até respirar era uma tarefa difícil para o mais velho, que via a cabeça de Baek subir e descer, engolindo seu pau desde a cabeça quase até as bolas. A experiência notória era algo arrepiante. - Que boca é essa, loiro?

         - Uma quer muito te chupar até se engasgar. - e as sensações para Chan Yeol se duplicaram ao sentir as ondas da voz do pequeno reverberarem por seu corpo, além de que ele, agora, dava uma atenção especial às bolas do outro, chupando como se fosse doce e, algumas poucas vezes, se arriscando ao puxar a pele com os dentes.

A felação continuou insana pois Baek intercalava as velocidades. Vezes indo rápido, para apreciar a pressão em sua garganta da glande molhada do maior. Parecia que quase colocaria tudo para fora, mas a sensação de perder o ar era melhor que qualquer pensamento lúcido. Ele também diminuía o ritmo apenas para passar os lábios em cada veia saltada do pau de Chan, em ambos lados ou um lado de cada vez.

Queria sentir cada contração do músculo tenso em excitação e não media esforços para proporcionar o melhor boquete que já fizera na vida. Os gemidos e urros da voz grossa do Park apenas comprovavam o quanto estava sendo absurdamente gostoso e que o pequeno tinha conhecimento profundo sobre o que fazia.

-Chupa só a ponta de novo, bebê. Ah! -Baek Hyun ao menos lhe ouviu de tão distraído que estava com seu objeto de admiração.

O moreno não se aguentou e puxou a cabeça do Byun de volta para sua glande, onde ele se empurrou contra a cabeça do pequeno várias vezes e estava chegando próximo do orgasmo. Mas, desobediente como sempre, o menor retirou a mão que o guiava e desceu a boca para o períneo, lambendo com intensidade. Ele se sujeitara a ser ativo poucas vezes, em anos de prostituição, realmente preferia receber, mas Chan Yeol lhe despertava vontades que ele mesmo não conseguia distinguir.

         Sem pensar muito nisso, e fazendo o máximo para ser gostoso para o maior, que gemia deleitosamente só para seus ouvidos, desceu ainda mais com beijos para a entrada completamente virgem do Park, onde se esbaldou até que sua boca se cansasse, deixando o trabalho para os dedos finos.

-Você se limpa, meu amor? - o maior parecia completamente limpo, de uma limpeza a qual Baek Hyun também fazia e conhecia muito bem. - Parece até que estava se preparando para mim. - sorriu enquanto fazia o maior se contorcer sob seus dedos.

-Vai me dizer que não… hm.. se sente melhor quando faz isso, Baek...ahhh. - pouco depois, Yeol pediu calma e o menor entendia que doía consideravelmente no início, mas que se feito com jeitinho seria uma dor boa.

         Baek Hyun havia pegado o lubrificante e a camisinha em sua cômoda próxima e se posicionava para entrar em Chan, deitando-se por cima dele, já que de lado não seria muito cômodo para ambos. Um pouco de provocação era ideal para deixá-lo tão excitado quanto estava. Por isso resvalava seu sexo na entrada dele, quase perdendo o controle pelo maior gemer de um jeito tão gostoso e sincronizado ao seu próprio gemido manhoso.

         A penetração não foi difícil pela boa preparação anterior e foi igualmente prazerosa pela sincronia do casal. O loirinho também se esforçou em acariciá-lo com as mãos e a boca para anular os desconfortos de uma primeira penetração. Chan Yeol estava relaxado e parecia confiar no menor, talvez isso justificasse o pouco tempo que gastaram para se tornarem um pela primeira vez.

A estimulação que o moreno fazia em seu próprio pênis foi interrompida quando Baek Hyun se arremeteu contra seu corpo , não tão devagar, gerando sons pornográficos e que expressavam a intensidade do que sentiam.

     -Que cuzinho apertado, Chan. Você nunca ao menos meteu algo aqui. Hm. Será que vai ser tão bom quando você estiver metendo em mim?

         O maior não respondeu à pergunta ao lambuzar seus próprios dedos com saliva e direcioná-los à entrada, até o momento não tocada, de Baek Hyun. Ele faria o pequeno sentir tudo em dobro. Começando por estocá-lo na mesma intensidade que ele fazia em si.

         -ANNN! CHAN YEOL! Mais, mete mais...forte, HM.

         - Calma Baekkie, Ah! Isso ... Te responde?- a sensação foi com certeza a melhor que havia sentido, perdendo apenas para a boca de Baek em seu pau. - Ah! Faz assim de novo. Que merda é essa?

         -Já achei? HMMM. - o pequeno se resvalava no, até então desconhecido, ponto doce do maior.

Por estar por baixo, Chan fez o que lhe era possível. Ao mesmo tempo em que apertava o menor onde podia, com a outra mão, conhecia a entradinha do loiro usando seus dedos. Baek Hyun se apoiava na cama, nas laterais do corpo do grandão, para de forma um pouco desajeitada, proporcionar um deleite indescritível aos dois.

Ele nunca ao menos cogitou que o Park se rendesse a ele daquela forma, principalmente sendo religioso como sempre fora, e nisso, voltou a morder o pescoço alheio, proporcionalmente ao aumento de gemidos e sons nada inocentes. Se Chan Yeol lhe quis, ele faria de um jeito inesquecível.

Estranhando os pensamentos românticos, logo resolveu esquecê-los, intensificando a velocidade com que movia seu pênis, agora com menos dificuldade, por um pedido que veio do maior abaixo de si e pelo alucinante ritmo que ele estocava sua entrada também, mas com os dedos..

Não demorou muito para que seus ápices chegassem e surpreendendo-os, fora um orgasmo seco para os dois. Ambos corpos se esfregavam e tremiam como se recebessem descargas elétricas diretas, espasmos intensos, mas sem respingos de sêmen, como se não estivessem gozando, mas sim, amplificando as sensações doentias que corriam nas veias dos dois.

         Chan Yeol não deu tempo nem para que o outro descansasse, girando os corpos e fazendo o baixinho perder ainda mais a cabeça, com um beijo de tirar o fôlego e mais chupões enfeitando seu belo pescoço e as saboneteiras. Estavam semi-eretos apesar de tudo e extremamente suados, o que excitava os dois de um jeito inexplicável.

         -Calma, grandão. Você me esgotou. Eu nunca achei que comeria essa sua bundinha e ainda acabaria com meu fogo assim. Por isso eu não gosto de ser ativo.

         -Então será tudo sobre você agora, bebê. Eu te senti como você queria, agora é minha vez. Eu quero que seja tão bom quando você foi comigo. Isso foi tão maravilhoso, Baek.

         E o pequeno só sabia gemer, Chan Yeol começou a beijar desde sua boca, com as mesmas sugadas e mordidas vorazes, passando por seu pescoço e indo, lentamente, até os mamilos em riste, o que achou tentador, não deixando, em nenhum momento, de explorar com as mãos cada parte do corpo que estava sob o seu, principalmente as coxas.

Nem ao menos hesitou aos chupá-los, trazendo um Baek Hyun molinho para o seu colo e se endireitando na cama, com as costas apoiadas na cabeceira almofadada. Sua mulher, nunca o deixara fazer aquilo, às vezes, nem mesmo o sutiã tirava e o Byun estava ali, à sua mercê: Segurando em seus ombros, enquanto aproveitava as mordidas que ganhava e beijando o pescoço do moreno sem muita força, suspirando e apenas esfregando seu nariz na lateral do pescoço alheio, para sentir o cheiro que tanto o deixava fora do racional.

A igreja pregava o sexo para reprodução, como se apenas fossem animais e durante todo o seu crescimento Chan Yeol ouvia que um casamento deveria sobreviver unicamente de amor. Mas não era bem isso que o baixinho excitado em seu mostrava.

O desejo, o tesão, a vontade de fazer com que o outro fosse seu até que suas almas estivessem fundidas também eram importantes. Baek lhe deixava ver o caminho mais gostoso, mais insensato, mas aquilo lhe parecia errado. Entretanto, cada parte de seu corpo nu trocando chamas com o do pequeno no mesmo estado lhe parecia qualquer coisa, menos errado.

       

         -É bem melhor comigo, não é, meu amor? Meu corpo te dá muito mais desejo. Não é incrível quando nós fazemos assim?

         -Você ainda duvida? - O maior apreciava os gemidinhos esganiçados de olhos fechados, empenhado em seu trabalho de excitar o loiro, que já recuperava suas forças com facilidade do orgasmo seco que tivera e retomava a força de seus movimentos também, acariciando os cabelos do moreno com uma das mãos, enquanto a outra se apoiava no ombro do que estava abaixo de si.

         -Então eu acho que você vai gostar bastante de me ver dançando para você.- aproveitou uma música qualquer que ainda tocava na madrugada do bar.

         Saiu novamente da proteção do corpo do maior, se dirigindo à barra de pole dance e rebolando os quadris de forma faceira, que instantaneamente levou o moreno, ainda na cama, ao começo de uma masturbação lenta. O corpo de Baek Hyun o enlouquecia de uma maneira que nem Deus poderia expressar.

                   -Não me provoca, Baek Hyun.

                   -Não quero te provocar, Channie, quero apenas te dar prazer como nunca. Te fazer enlouquecer. Você só precisa me olhar pra entender como matar meu desejo.

         O Park não conteve um gemido audível e sofrido, quando as mãos de Baek simularam uma masturbação na barra, para logo dar um giro extremamente habilidoso e leve. A nudez do pequeno contribuía muito para que o moreno pesasse a mão em seu próprio pênis. Ambos já estavam duros e o menor não pararia até fazer o mais alto perder totalmente o controle.

         Desceu até o chão, de costas para Chan Yeol, com a barra no meio das nádegas e achou que poderia adotar o movimento pela sensação geladinha em sua entrada. Ao subir, caminhou circularmente, dançando de um jeito sensual e sem pudores ao remexer-se inteiro, observando os olhos do maior se perderem em seu corpo. Acrobacias também não faltaram, principalmente as que lhe deixavam totalmente exposto para quem o admirasse naquele momento. Como quando se pendurava com os braços e de pernas abertas.

Assim como os movimentos bastantes sugestivos, que por vezes fazia com as mãos na barra, ou com a língua, ou com os quadris. Que deus e o diabo perdoassem Chan Yeol, mas ele se enterraria naquele corpo, viveria de pecado, e não se importaria com mais nada naquela noite.

         O moreno alto se segurava com todas as forças para não puxar o menor pelos cabelos e fodê-lo ali mesmo, no chão. E condições para isso não faltavam, já que o pequeno fora preparado, enquanto estava dentro de Chan Yeol. E a toda hora exibia a entrada molhada de lubrificante natural do maior, em posições extremamente tentadoras para o Park, que apenas gerava prazer nos dois presos no quarto.

         Realmente, não adiantou segurar-se. O menor queria mesmo que perdesse a cabeça, que foi o que aconteceu. Em tantas rebolada, subidas e descidas, seu pau havia sido muito estimulado e morrendo de tesão, o Byun parou, descendo uma última vez no mastro, de pernas abertas até o chão para envolver seu próprio falo com as mãos e pender a cabeça para o lado, tamanho fora o choque sentido.

         Ele apenas ouviu a movimentação rápida de Chan, que o pegou pelo braço, sem nenhuma delicadeza, o fez apoiar o corpo no mastro,de frente e juntou os corpos. Esfregando despudoradamente sua extensão na entrada do pequeno. Ambos gemeram quase gritando, a excitação se transformava em suor e ambos suavam causando um deslizar pecaminoso na dança pornográfica que protagonizavam.

-Sabe, Baek...eu acho que você está sendo um péssimo menino essa noite. - O maior cobria o corpo do Byun com o seu e sua boca brincava com a orelha do pequeno, enquanto as mãos ao menos se importavam de deixar vergões vistosos na pele alva.

-Estou? - Já o menor quase miava ao sentir o corpo forte de Chan Yeol lhe prensando e esfregando as intimidades de um jeito tão gostoso.

-Você conseguiu. Está me enlouquecendo. Já rebolou para mim, fez com que eu traísse a Min Hye, me comeu. Acho que já está na hora de você perder o controle um pouco, não é? - Baek Hyun sentia seu membro duro contra o geladinho da barra e a situação ficou melhor ainda quando Chan Yeol voltou a adentrar os dedos melecados em sua entrada, provavelmente ele deveria ter pego o lubrificante quando caminhou até o pequeno.

-Oh! Faz de novo, hm, acerta aí de novo. - Chan Yeol não entendia do corpo masculino, nem do prazer anal, mas pelo jeito que o loirinho se empinou, ele sabia que devia estar tão bom quanto quando o próprio Baek lhe acertou um ponto específico. - por favor, me come com esses dedos enormes.

E não houve nem tempo para pensar, ambos estavam completamente duros e excitados, sedentos para voltar a fundir os corpos. O Park se esqueceu de tudo apenas concentrado no ritmo da música, este que usou para ditar sua velocidade enquanto se afundava entre as pernas alheias, não mais com os dedos, mas com o membro grosso que latejava de prazer a cada centímetro adentrado.

Assim como Baek o esperou, o moreno ia devagar também para que o menor se acostumasse com seu tamanho e fosse tão prazeroso quanto outrora.

Era deliciosamente lento, ao mesmo tempo em que tornava os dois amantes impacientes para aumentar as estocadas. Mas o Park nunca perderia a oportunidade de sentir tudo o que pudesse daquele buraco, surpreendentemente, apertado. A cada centímetro que entrava e saia, a força aumentava e eles estavam gemendo bem alto. Não se era possível conter tantas sensações apenas com as mãos, era necessário externá-las com as vozes bonitas.

Por isso, ao mesmo tempo em que segurava o menor com uma das mãos pelo pescoço, fazendo cabeça dele tombar em seu ombro, a outra mão disponível acariciava de forma cadenciada o membro ereto do loiro. Este, que tinha uma das mãos em cima da do Park, quase lhe sufocando, e a outra nos cabelos suados dele, obrigando-o a abusar de sua nuca com a língua mais do que qualquer outra hora.

Os movimentos pélvicos do mais alto eram de tirar o fôlego. mesmo que fossem lentos, eram intensos e cada centímetro enterrado na entrada do pequeno, criava novos choques nos corpos que os sentiam de forma sincronizada. A música ecoava pela audição dos dois, potencializando todas as sensações e os fazendo fechar os olhos apenas sentir o quanto era bom o toque alheio.

-De quatro, Baek Hyun, agora! - o tom autoritário do moreno arrancava o juízo do menor lhe fazendo rebolar contra o quadril de Chan Yeol, atrás de si.

-Você finalmente vai meter direito em mim? - O aperto simultâneo no pescoço e no pênis que o menor recebeu foi apenas um incentivo para que continuasse a provocar.

-Como é, pequeno?

-Eu quero você arrombando meu buraquinho, você ainda... hmmmm… não entendeu? Bem forte, bem fundo. Oh… a-acho que eu te ensinei direitinho.

-Achei que nunca fosse pedir.

O loiro estava de joelhos no chão e segurando na barra com as duas mãos, meio inclinado para a frente, mas quase quase foi de cara no chão quando o moreno apoiou-se na parte interna de suas coxas e acabou com qualquer lentidão presente no ato, estocando a entrada de Baek Hyun com uma voracidade que ele mesmo duvidou que conseguisse.

Os gemidos altos eram música para o ouvido de Chan Yeol que não estava muito diferente, mas continuava a meter cada vez mais rápido, enquanto subia uma das mãos para a nuca do Byun, local o qual não mediu forças para puxar até que as costas dele estivessem coladas ao peitoral do Park.

O que não esperava era que o pequeno intensificasse o rebolado, criando atrito com as estocadas fortes e aumentando o volume de gemidos e arrepios. O maior perdeu força nas pernas e se deixou cair para trás ainda enganchado na entrada do outro, que caiu em seu colo de costas para si e não perdeu um segundo para começar a se mover, subindo e descendo, só parando de gemer para respirar. O fato de estar tão exposto para o seu amante, mesmo que de costas, lhe causava ainda mais prazer.

-Park Chan Yeol, com certeza essa é a melhor foda da minha vida. - o moreno, com as mãos em sua cintura, o ajudava a subir quase na mesma velocidade frenética da posição anterior.

-Se eu achava sua boca gostosa, eu não tenho palavras para a sua bunda.

-Então me prova que gostou. Hm, Hm… me fode bem gostoso. Ah!

-Mas que caralho, Baek Hyun. Grita que quer meu pau bem fundo dentro de você. - o maior também falava alto. Quem passasse pelo quarto provavelmente se excitaria apenas com que os dois diziam.

-Ah. Ah. Ah. Mete esse pau enorme em mim, gostoso. Bem fundo, bem forte. -e o menor além de gemer gritando e arrastado, numa voz manhosa, implorava pelo que o moreno tinha pedido - Acaba comigo, moreno. Me faz implorar por você.

-Deliciosamente escandaloso.

Nem meia palavra precisou para que o Park voltasse a arremeter o quadril contra o do garoto em seu colo, realizando o pedido dele também, já que o menor em pouco tempo lhe implorava que fundisse o corpo ao dele.

As unhas do loiro arranhavam as coxas definidas dele enquanto ele também deixava marca com as suas desde a base das costas do pequeno até os ombros. A mistura de prazer com dor deixava os dois completamente perdidos no universo insano que criaram.

O grande problema foi quando o mais novo girou o corpo, ficando de frente para o outro é se sentou cinco vezes seguidas, todas essas tendo sua próstata massacrada pelo pênis completamente duro e molhado de Chan Yeol. Mesmo não entrando a extensão toda, a mira foi certeira. Foi o suficiente para que o menor tivesse que se segurar muito para não gozar pela segunda vez, e pelo grito de Chan, o loiro também teve que segurar a glande dele para que não gozasse antes do que Baek Hyun queria.

-Ahn! Me beija!  - assim que conteve o orgasmo do Park, o menor levou sua boca até a dele e o beijo, já novamente necessitado, não foi negado pelo mais velho, arrancando um filete de sangue do cantinho do lábio do outro pela força colocada na mordida. Os dois estavam no chão, se beijando como da primeira vez. Não poupando mordidas no pescoço e línguas fora da boca, algumas vezes.

Claro que o Byun não pararia o melhor momento de sua noite ali. Mal interrompeu o beijo lascivo, puxou o maior pela mão para que se levantasse. E caminhando aos amassos até a cama, de forma um pouco desengonçada, mal teve tempo de respirar, porque Chan Yeol o jogou na cama de costas, deixando suas pernas para o lado e logo voltando a penetrá-lo com mais vontade ainda, estando ajoelhado de pernas separadas e com uma mãos segurando firme as coxas grossas, enquando a outra se apoiava na cama bagunçada.

A sincronia de gemidos e estocadas se fazia mais presente ainda. Assim como aumentaram gradativamente, até que estivessem gritando para a vizinhança ouvir a consumação do ato proibido. Os olhares não se perdiam por um momento e apenas ajudavam para que sentissem o limite se aproximar. Para os dois, a visão um do outro era extremamente desnorteante.

-Não me aperta desse jeito, Baek Hyun!! Hm!

-É tão bom! Ah! Porra!

Não mudaram mais de posição e foi com poucos segundos de uma masturbação lenta e minuciosa feita pelo moreno, contrastando com suas estocadas brutas, que o menor gozou e gozou muito, se contorcendo desde os fios de cabelo até os dedos dos pés. Nunca tinha feito daquele jeito e tudo o que já tinha feito com qualquer outra pessoa dentro daquele quarto não representava mais nada.

O maior ejaculou necessitado em igual condição à de Baek e urrando pouco depois, ainda metendo forte, dentro da bunda do pequeno, pelo aperto que o segundo causara ao se contorcer tanto. Era insano como ele podia sentir o prazer fluir por cada célula de seu corpo de forma desenfreada.

O máximo que conseguiu fazer  depois de ter todas as suas forças retiradas pelo orgasmo e retirar o membro de dentro do outro, foi abrir as pernas do que estava quase desfalecido à sua frente e mergulhar na quentura do corpo dele novamente, ao abraçar o pequeno dengoso com as mãos presas possessivamente na cintura esbelta e enfiar a cabeça entre o ombro e o pescoço dele, para pelo menos descansar um pouco enquanto voltava a sentir o perfume de Baek Hyun.

O pequeno, deitado por baixo, aceitou o abraço quase carente, passando os braços, novamente sem forças, pelo pescoço do outro, para impedi-lo de se afastar e virando o rosto para o mesmo lado em que a face de Chan Yeol estava. Ambos queriam um mimo após o sexo. E não queriam se desgrudar nem que o mundo estivesse desabando.

Alguns selinhos e beijos leves foram trocados, diferentes do imediatismo dos anteriores. Era apenas uma troca de carinhos. E a conversa entre sussurros confirmava o momento só deles, a falta de voz pelos gritos também era um fator contribuinte. A supresa pelo o que tinha acontecido era mútua, era a última coisa que esperavam.

Uma hora eles precisariam se separar, afinal, não se podia nem apontar um culpado pela sequência de ações que levaram Chan Yeol à noite com maior adrenalina, tesão e orgasmos de toda a sua vida, ele só estava fugindo de ladrões. Assim como o pequeno estava apenas praticando sua dança em seus aposentos.

-Channie…

-Hm… - os dois estavam sonolentos, mas o menor precisava saber.

-Por que você ficou comigo?

-Porque você pediu, Baek. - os olhos já estavam conectados de novo, mesmo que as respostas não fossem claras.

-Só por isso? Só porque eu pedi?

-Não… - o maior inverteu as posições, deixando o menor em seu peito e fazendo uma cena bonitinha acontecer, assim como no sonho do loirinho, de adormecer em seus braços. O que aconteceria amanhã não seria tão importante naquele momento - Para falar a verdade, desde a primeira vez que você apareceu naquela igreja, meu juízo foi junto. Mas chegar aqui e te ver me provocar daquele jeito...sentir cada parte do seu corpo...sua voz...não é como se eu tivesse como resistir. Era algo que eu também queria.

-E você gostou do que fizemos hoje, baby?  - o sorriso de ambos era verdadeiro e cheio de sentimentos que eles nem pensavam, pelo entorpecimento do sono.

-Mais do que qualquer noite da minha vida.

-Como fica Min Hye? Você sempre foi super certinho e...

-Esquece ela. Pelo menos agora. Você é muito melhor. Seu abraço é melhor, seu beijo, seu corpo, seu jeito. Tudo. Não compare o incomparável. Eu não quero pensar nisso, podemos ver o que acontece amanhã, mas só vamos curtir o “agora”.

O menor não queria, mas foi impossível não ficar feliz com aquela declaração cheia de palavras verdadeiras e cheia de sono, assim como resistir em dar um último beijo. Este no qual não houve economia de carinho, ou de pequenas sucções calmas.  Até que puxasse uma colcha da bagunça que estava a cama e dormissem envolvidos no calor da coberta e do corpo alheio.

Não dormiram mais do que algumas horas, afinal quando gozaram já era alta madrugada, então apenas quando a luz solar incidiu sobre os rostos adormecidos, que os dois puderam abrir os olhos. Diferente de como foram dormir, estavam de conchinha, mas ainda completamente juntos, nus e sujos pelas intensas horas anteriores.

E o maior não hesitou em acariciar o corpo de Baek Hyun, fosse se perdendo nas curvas volumosas demais para um garoto que nem musculação fazia, fosse arrancando risinhos dele ao mordiscar seu pescoço já bem marcado, seus lábios e sua orelha.

-Como você estava correndo e sua boca com gosto de álcool, ontem? - o menor lembrou-se de algo que não teve tempo de perguntar.

-Mas você repara em tudo, hein? - eles riam enquanto conversavam sobre coisas bobas e se conheciam melhor, como se não existisse ninguém além dos dois no universo inteiro.

-Ué, eu senti quando te beijei. Não costumo beijar todo mundo que aparece aqui.

-Eu pedi um whisky para me acalmar um pouco quando entrei no bar. Aqueles caras me assustaram muito. -A simplicidade do maior encantava o Byun, ele sempre via que Chan Yeol era calmo e conversando com ele percebeu o quanto ele também era divertido. O maior já havia relatado o ocorrido na noite anterior, sem tanta afobação. - Então quer dizer que você não beija muitas pessoas?

-Não foge do assunto, bobão. Mas sim, alguns apesar de bons de cama eram terríveis com beijos ou com hálito. Argh. - a novamente, o grandão se perdia em risadas com as caretinhas fofas que Baek fazia.

-E eu? Beijo bem? - não conseguiu controlar a boca e a pergunta saiu involuntariamente.

-Bem, não. - era divertido ver a surpresa na cara de Chan Yeol. - Perfeitamente bem, perfeito para mim, para minha boca. - e melhor do que divertido, era um ótimo estímulo ver os olhos felizes do maior com a resposta. - Mas eu acho que quero provar mais um pouco, para consolidar a minha tese.

E voltaram a se enroscar entre os lençóis e o corpo alheio, com muitas mãos bobas, muitos beijos e muitos sorrisos entre os beijos.

Continuavam em seu próprio mundo, como se não fosse um dia de trabalho aliás, só sabiam que era de manhã pelos raios de sol, que contrastavam com o cenário de chuva da noite anterior, nem faziam questão de saber as horas ou qualquer merda do tipo. Só queriam saber um do outro.

Foi o que aconteceu até o desejo falasse mais alto novamente. E eles entregassem seus corpos um ao outro, em mais um misto de sensações tão intenso quanto horas atrás, mas com bem menos pressa. Não havia palavras para expressar como eles se davam tão bem. Talvez seus corpos juntos falassem melhor.

-Channie… a única posição em que você não me fodeu ontem foi papai e papai.

-Até isso você percebeu, loiro? -Chan Yeol já estava por cima entre as pernas abertas do loirinho com os membros se resvalando. Os beijos se mantinham intensos.

-Claro, como eu vou dar minha cartada final se a única posição que você fez na vida, não for feita comigo também. - as preparações já estavam feitas, mesmo que ambos estivessem sujos, e Chan apenas colocou a camisinha, não demorando para se abrigar no interior do outro mais uma vez.

-Por deus, Baek, como você continua deliciosamente apertado?

-É só para você. Meu corpo é seu, lembra?

-Eu quero, só para mim. Se você quiser o meu de volta…

E voltaram a chocar os quadris de um jeito muito mais leve, muito menos instintivo, era quase algo amoroso, mas com certeza havia o calor e o afeto da descoberta. E da paixão, aquela que Baek Hyun pensava ser unilateral, mas a forma com que Chan Yeol unia os corpos parecia que o sentimento era recíproco.

O loirinho já arranhava as costas do maior, que além de estar com o rosto afundado em seu ombro, ondulava o corpo de um jeito lento sobre o seu, fincando as unhas no quadril largo do pequeno e os gemidos, diferente de outra hora, eram suaves, arrastados, baixinhos. Para que apenas os dois se ouvissem.

Estavam quase no primeiro orgasmo da manhã, quando a porta foi aberta quase em um arrombamento. Pegando um pouco de surpresa os dois amantes, mas Chan Yeol ao menos virou o rosto para ver a ilustre presença de sua própria mulher e continuou investindo, lentamente, contra o interior do pequeno em seus braços, aproveitando para passar o nariz na epiderme do pescoço alheio. Era algo que não cansava de fazer.

Baek Hyun tinha visto, e sorriu, mais pelo orgasmo próximo do que pela visão que tinha. Mas eles foram obrigados a sair um pouco de seu pecaminoso momento.

-MAS QUE POUCA VERGONHA É ESSA, CHAN YEOL?

E nesse momento que os dois viraram os rostos, ao mesmo tempo e colados um no outro, para quem lhes gritava, a única ação que puderam fazer foi arregalar um pouco os olhos.

-Por que não se junta à nós Min Hye? Está tão gostoso, Ah! Mais um pouco, Channie. Hmmm.

-O QUÊ?

-Um threesome. Já ouviu falar? - só de provocação e fora de seu juízo, o menor arranhou as costas e uma parte das nádegas do maior, cobertas pelo lençol. Fazendo-o gemer rouco e alto.

-Ah! Baek Hyun, hmm.

Infelizmente, a mulher acabou vendo o Park e o Byun gozarem, loucos de prazer, por ter chegado na hora do ápice simultâneo dos dois. A única coisa que conseguiu fazer foi gritar e sair chorando, desnorteada e batendo forte a porta, que antes o menor julgava quase indestrutível.

Nisso, o moreno pareceu voltar a realidade, e entendendo que tinha sido pego no flagra. Baek ao menos tentou pará-lo enquanto ele tirava a camisinha, catava suas roupas e as vestia de qualquer forma. Pelo menos uma última conversa eles teriam.

-Você se arrependeu. - Não era uma pergunta, mas foi como o moreno interpretou.

-Não, Byun. Eu não me arrependi e tudo o que eu disse na noite anterior foi verdade. Mas isso nunca mais vai acontecer. Eu espero que me desculpe por isso. Foi um erro grave, com ela e com Deus. Foi um jogo sujo. Você entende o grau do nosso pecado? Acho que nunca cometi um deslize tão grande. Estou com nojo de mim.

A última parte doeu no mais profundo da alma do loirinho. O choque do mundo real era forte o suficiente para tirá-los da bolha de encantamento em que estavam.

-Tudo bem. Acontece. Principalmente comigo, mas tudo bem. Foi uma noite incrível, só que nunca deveria ter acontecido. Só nos meus sonhos - o menor sorria triste, apesar de o Park falar que não estava arrependido, Baek apenas via sua expressão dizer o contrário.

-Baek Hyun…

-Salve seu casamento. Vai ser melhor. Eu prefiro te ver feliz do que com peso na consciência.

-...

O coração do menor estava realmente despedaçado, a última coisa que imaginara é que a mulher do único cara por quem se apaixonou na vida fosse aparecer. Claro que não foi a escolha mais certa do mundo transar com ele, mas era o que parecia a cada vez que ele lhe tocava. As lágrimas que caíam grossas de seu rosto, machucaram Chan Yeol mais do que o próprio conseguia pensar.

E já vestido, estava na porta pronto para ir embora, quando fez a besteira de olhar para trás e ver o que menos queria. Preferia que sua mulher lhe flagrasse novamente a ter que ver a desolação do pequeno ainda sentado na cama, envolto da coberta para tapar-lhe a nudez.

Se dissesse que foi embora sem dar importância estaria contando uma grande mentira porque ele voltou e deu um último, rápido e profundo beijo em Baek Hyun, que infelizmente passava todo o sentimento confuso dentro de si. O menor apoiou as mãos bonitas nos cabelos negros, mas não por muito tempo, pois logo as bocas se desgrudaram, dando apenas tempo para um loirinho choroso sussurrar entre os lábios do outro.

 

“Eu realmente amo você.”

 

Arrancando lágrimas ardidas e cortantes de Chan Yeol.

-Até nunca mais, Baek.

A porta foi encostada daquela vez,  mesmo em um ato tão bobo dava para ver que o maior se importava, mas talvez fosse bom que nunca mais se falassem.


Notas Finais


Não terminou hehehe
Eu tive que dividir porque senão ia ficar MUITO ENORME e já vou postar o resto, ok? então, two/three shot

e aí? O que acharam? se quiserem comentar...Espero muito que tenham curtido essa parte, foi maravilhoso escrever. Tomara que agradem vcs tanto quanto à mim.
e siiim o Chan Yeol foi mt chatolino, mas ele n vai terminar assim, just wait. Ninguém machuca o plantinha boy assim. Mas vai ser algo bom para os dois.


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