História Circus D'lavuer - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Circo, Fotografia, Romance
Exibições 8
Palavras 1.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lírica, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Aceita um café?


Miguel

Eu não sabia o que estava fazendo, não sabia se era aquele sorriso que me prendia ali a centímetros dela ou seus belos olhos castanhos não sabia se era seu perfume ou tudo junto. Queria tocar seu cabelo, chegar mais perto e sentir seus lábios mais não sabia se podia, eu não era mais um adolescente com os hormônios a flor da pele e ela não era o tipo de garota que causava isso em mim então eu me afastei e ainda assim parecia que ali dentro o tempo estava completamente parado e lá fora ele simplesmente voava. Tentei agir normalmente ao falar com ela mais eu ainda tava preso ao seu sorriso da mesma forma que dentro do quarto escuro, ela ia embora e eu tinha que deixar era o certo, mas eu não conseguir, já estava ali a centímetros dela de novo, segurando seu braço.

 - Desculpa, não quero te assustar só quero saber um pouco mais sobre você, eu não sei mais tem algo surpreendentemente curioso em nesses olhos castanhos. (disse em tom descontraído para quebrar aquele clima.)

- Você com certeza e a única pessoa no universo há ter esse pensamento. E estar completamente errado. (ela correspondeu a minha tentativa \o/)

- Bem, podemos descobrir se você esperar eu passar um café eu garanto que não vai se arrepender o meu e o melhor.

- Por que não?

Nós acabamos nos distraindo em conversas aleatórias, era interessante tentar decifrá-la por diversos detalhes, fomos pra fora até a beira do lago ela me mostrou a casa da amiga do outro lado e acabamos descobrindo que estávamos na mesma festa, ela ficou super fofa ao se irritar sabendo que eu tinha pegado a garrafa que ela almejou a noite inteira, mais ficou feliz ao saber da ressaca que me causou. Não foi difícil perda a noção das horas ali. Inclusive quando sentir o sol esquentar o meu rosto e perceber que havíamos adormecidos ali mesmo,Sentir seu cheiro e gostaria de ficar ali por horas sentindo aquele momento.

 

Angel

    Miguel se esforçou em quebrar o clima sufocante, então decidir simplesmente respirar, ele parecia inofensivo de certa forma até inocente, ainda sentia uma atração devastadora por ele em todo o meu ser, mas com um tempo as coisas foram se encaixando as conversas nós faziam parecer amigos há anos, tomamos algumas xícaras de café e fomos até o lago.

- Sabe, na faculdade eu tinha um quarto escuro tão pequeno quanto esse, eu mesma o fiz por inteiro.

- Cursou aonde?

- Na cidade vizinha, eu nunca fui muito longe e como aqui não tinha faculdade de jornalismo...

- jornalismo? Pensei que tinha cursado fotografia.

- Fotografia e minha grande paixão e o que me move mais sempre me agradou a idéia de trabalhar com jornalismo.

- E você faz isso? Tipo só vi você tirando fotos. Trabalha com isso na revista?

- Não, Clarice provavelmente surtaria, eu apenas tiro as fotos sou boa nisso.

- O que ela tem a ver com isso?

- Ninguém escreve uma matéria como ela...

- O que ela tem a ver com você fazendo o que quer o que gosta?!

- há..e ... bem... eu não sei...

- Deveria se importa menos com que Clarice acha ou faz. Por que é tão importante pra você tudo sobre ela?

- Bem, quando estávamos no ultimo ano do colegial, Clarice me convenceu que devíamos ficar bêbadas no ultima dia das nossas ultimas férias de verão, no final da noite eu estava melhor que ela e a levei pra casa quando estava saindo o pai dela desceu as escadas fiquei com medo do que ele pensaria e sai correndo pela cozinha derrubando uma pequena vela, que se tornou em um grande incêndio, a mãe dela morreu e o pai dela conseguiu tirar ela de lá mais morreu no hospital pela inalação, nunca contei isso a ninguém, o pai dela levou a culpa antes de falecer por que ele sabia e fez isso para me proteger. Eu devo isso á eles e a ela.

- Sabe que não foi sua culpa né? Coisas ruins acontecem o com todos o tempo inteiro, mas isso não pode definir sua vida.

- Nossa, eu não sei por que te contei isso, estraguei tudo né?! Como sempre.

- De forma alguma, isso me mostrou o quanto você e forte, obrigado por me contar.

- Você e inacreditável.

      Depois de contar algo que eu imaginei que ninguém nunca mais me olharia da mesma forma ao saber, lá estava ele contando outro caos de sua vida pela estrada, ele não mudou nem por um segundo pelo ao contrario me olhava mais ternuroso, me sentir tão segura parecia que haviam nós colocado em potinho e nada no mundo podia me atingir ali.

    O tempo passou e sentir frio, percebi que tinha acabado adormecendo ali mesmo, seu braço abraçava-me e sua mão repousava em minha barriga, enquanto a outra tinha meu seio perfeitamente encaixado, estava tão envergonhada pensei em me levantar mais sentir ele se mexer fingir que ainda estava dormindo e sentir ele cheira meu cabelo,meu pescoço,descer sua mão lentamente do meu seio a minha cintura move-la lentamente para poder se levantar, sentou-se tirando seu casaco e colocando sobre mim,acariciando meu cabelo esgueirando pra sentir o sol por alguns segundos, então se levantou e saiu me deixando sozinha pra surtar sobre aquele momento.

     Sentei-me e sentir o sol com uma leve brisa também,aproveitando o calor do três casacos que me acobertavam,queria tomar coragem pra ir embora, mais não fazia ideia de como fazer isso, quando Miguel apareceu sentou-se ao meu lado.

- Bom dia, trouxe  café.

- Bom dia e muito obrigado. (Disse sorrindo.)

- Ainda está bem cedo, poucos do circo acordaram, sei que quer sair daqui discretamente então é uma boa hora.

- Não, não e isso é que...

- Tudo bem, está escrito na sua testa eu entendo, serio. Que cobertura?  ( ele disse zombando)

- Não, obrigada. Acho que consigo chegar do outro lado sozinha.

    Devolvendo seu casaco e me levantando respirando fundo, um pouco mais de coragem é novamente ele segurou meu braço tirou meu cabelo de trás da orelha e me deu um beijo na testa desceu seu lábios na altura dos meus e novamente nada, ele disse "Obrigado" e se distancio não sabia o que ele queria que eu pensa-se estava completamente perdida com suas atitudes, “respeito” eu pensei enquanto dava os primeiros passos mais ai eu pensei “ que se foda” voltei determinada e o beijei é tudo estava perfeito o sol o cenário é claro o beijo mais do que devidamente devolvido.


Notas Finais


Estou ficando bem entusiasmada ou escrever esses capítulos,espero mesmo que esteja agradando.
Me digam o que vocês não gostaram ou o que posso melhorar :x
Beijinhos de luz *


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