História City Of Angels Aaron Carpenter - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas
Personagens Aaron Carpenter, Personagens Originais
Tags Aaron Carpenter, Magcon Boy, Romance
Visualizações 23
Palavras 1.074
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sei que demorei, Me desculpem, o volta as aulas foi uma loucura. Mas aqui está mais um capítulo novinho. Espero que gostem 💜

Capítulo 5 - O Hospital



Pov. Aaron

Depois de toda aquela confusão foi a vez dela me socorrer. Quem diria que no final eu que seria a donzela indefesa.

Mas enfim, agora estamos no uber a caminho do hospital e a linda moça tenta manter minha cabeça em pé, as pancadas foram fortes e estou muito tonto. Ainda não sei o nome dela.

- Qual é o seu nome? - perguntei, embolando as palavras, eu tô mal mesmo.

- Victória, mas me chama de Vick.

- Por que ?

- Não sei, todos me chamam assim, parece que não sou eu quando me chamam de Victória.

Ela sorriu. Ah, que sorriso.

- E o seu? - ela logo perguntou me acordando do sonho.

- Aaron, é um nome muito pequeno pra ter um apelido.

- Bom, acho que "Meu herói" lhe cairia bem - e lá vem ela sorrindo de novo, dessa vez também sorri, eu era o herói dela, que começo!

- Não foi nada de mais - disse dando uma de modesto.

- Nada de mais?? Se não fosse por você... Eu nem gosto de pensar onde estaria agora. Mas também, se não fosse por mim você não estaria tão machucado.

- Ah que isso! Eu ter apanhado foi só uma pequena consequência, e que na verdade, valeu muito a pena.

Nós dois sorrimos e nos assustamos com o freio repentino do motorista.

- Chegamos.

Vick me ajudou a descer do carro e pagou o motorista, eu tentei intervir e pagar mas ela foi mais rápida que eu.

E enfim, entramos no hospital...

POV. Vick

Entramos no hospital e logo pedi para que Aaron sentasse enquanto eu falava com a recepcionista.

- Olá, boa noite. Eu preciso ser atendida, é meio urgente.

- Bom, primeiro a senhorita precisa preencher esse formulário e logo em seguida será atendida. - disse a recepcionista me entregando uma ficha cheia de campos para ser preenchida.

- Moça, olhe para ele - falei apontando para Aaron - Ele está com dor, está perdendo sangue, mal consegue ficar de pé. Ele precisa de um médico agora.

- Então faremos o seguinte vamos levá-lo para o consultório enquanto a senhorita fica aqui preenchendo a ficha.

- Certo, muito obrigada.

Sentei-me ao lado de Aaron e Tentei tirar dele o máximo de informações possíveis para o preenchimento da ficha enquanto enfermeiro não chegava.

Mas logo ele chegou e Aaron teve que ir. Ainda bem que os campos mais importantes como nome e documentos pessoais já tinham sido preenchidos. O resto eu tive que inventar mesmo.

Então entreguei a folha para a recepcionista.

- Será que eu já posso entrar e ficar com ele? - supliquei a ela.

- Senhorita, agora ele está sendo atendido pelo médico, a senhorita só poderá entrar quando ele for para o quarto. Você pode aguardar e quando ele for para lá eu aviso.

- Tudo bem. Obrigada.

Sabia que Aaron estava em boas mãos, mas queria ter notícias dele logo.

POV. Aaron

Caminhei apoiado nos ombros do enfermeiro até chegar na sala do médico. Ele não era tão velho, nem tão novo. Fez sinal para que eu sentasse ainda de costas para mim. Então quando virou para me ver, se espantou.

- Ora ora, meu rapaz. Achei que meu próximo paciente estaria doente e não machucado, é a terceira vez que foi pontos só nessa noite. O que há com vocês jovens ? - falou analisando minhas feridas.

- Não sei, mas pelo menos comigo foi por uma boa causa, salvei uma dama de um carrasco malvado. - disse em tom de brincadeira.

- Ah meu caro, quem diria que em pleno século 21 ainda existam homens como você. Agora se prepare. Vou passar um remédio pra limpar a ferida e evitar que inflame. Depois, anestesia e em seguida, os pontos.

- Pode deixar eu sou forte. - mas uma vez a zoeira vai além

- Tão forte que acabou parando no hospital por causa de uma briga de bar. - o doutor retrucou no mesmo tom de piada.

- Mas o cara não saiu ileso, você tinha que ver eu deformei a cara do desgraça... Ai!!

- Eu avisei. - ele riu e eu também - Mas então, e essa donzela? Ela está aí com você?

- Sim, se não fosse por ela, Eu estaria no chão daquele beco até agora, No final das contas foi ela quem me salvou.

- Que fofo, hora da anestesia, vai sentir uma pontadazinha e depois sua testa inteira e até um pouco da sua pálpebra estarão dormentes.

- Beleza.

Ele deu a injeção e se afastou, esperando fazer efeito. Depois deu um pequeno toque na minha testa, bem próximo a ferida.

- Sente isso? - ele pergunta e dia que não com a cabeça.

Então ele começou a costurar, e conversava comigo para me distrair, apesar da anestesia, eu sentia algo muito estranho que não consigo descrever... não doía, só incomodava.

- Agora me diz como se sente... está tonto?

- Sim, as vezes é mais forte as vezes mais fraca mas a tontura está sempre aí.

- Você vomitou?

- Não, mas sinto muita ânsia.

- Ok. Você precisará passar a noite aqui, ficará em observação, você escolhe se quer ficar na enfermaria ou em um quarto só para si.

- Meu plano de saúde cobre um quarto. - informei-o

- Perfeito, vou pedir para o enfermeiro deixá-lo lá e logo chegará um jantar bem especial. Para repor suas forças.

- Muito obrigado, Doutor...

- Sánchez, Guilermo Sánchez. - disse e nos despedimos com um aperto de mão.

O enfermeiro chegou com uma cadeira de rodas para me levar até meu quarto, agora só preciso dela, minha doce donzela.

POV. Vick

Já estava a ponto de roer as unhas do pé de tão nervosa quando chamaram meu nome. Era um médico, provavelmente o que atendeu Aaron.

- Olá Doutor, me chamo Victória, estou acompanhando Aaron.

- Então a senhorita é a doce donzela. - ele sorriu e na verdade não entendi nada, a não ser que Aaron tenho contado em detalhes o episódio da boate. - Me acompanhe por favor.

Então começamos a caminhar em direção aos quartos e no caminho ele foi explicando a situação de Aaron, que não era nada grave mas que precisaria passar a noite em observação.

Quando abri a porta do quarto, lá estava ele, com aquela camisola azul show, assistindo algum programa de TV aberta.


Notas Finais


E aí, o que acham que vai acontecer no próximo capítulo, deixem nos comentários a opinião de vocês e o que vocês querem ver nos próximos Cap.s

Beijão 💜


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...