História City of Dreams - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Incesto, Romance, Yaoi
Exibições 9
Palavras 892
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


oi, mais uma fic, por que sim !
Ela sera curta, não se preocupem!

Capítulo 1 - A morte no recomeço da vida


Fanfic / Fanfiction City of Dreams - Capítulo 1 - A morte no recomeço da vida

- Não chores em minha despedida.

Em um sonho eterno

Minh `Alma descansa ,

Calma e com esperança,

De que um dia no encontremos nesta estrada!

 

Toda vida em que vivemos, foi linda,

Pena, que assim como as rosas

Que um dia morre, nosso espirito também

Desabita o mundo

Deixando suas lembranças

Por apenas alguns segundos.

 

Se pudesse me ver agora,

Eu te diria:

“Pequeno menino,

Não chores por mim,

A vida é uma beleza curta,

Que deve ser vista com olhos

De criança feliz,

E a morte,

É o começo do destino que eu sempre quis!”

Terminei de ler a despedida da minha mãe em seu funeral, mal aguentando segurar o choro que prendia desde o anuncio de sua morte. Eu me culpava por não ter estado com ela nesses dias aos quais ela se deprimia cada vez mais. Eu estava em viajem pela Europa dando entrevista sobre meu ultimo livro -”Os Pássaros Livres”- meu primeiro livro com romance entre dois homens, o que havia gerado polemica, e me levado para fora dos Estados Unidos, a um passeio pela Europa, no qual eu teria de voltar assim que conseguisse soltar o caixão-Lacrado, já que a minha mãe cortara sua garganta, e acharam melhor não exibir o ferimento saturado.

-Vamos, Cristhian, não temos muito tempo- Meu editor segurava meu ombro enquanto me apressava.

-okay- Me levantei suspirando entrecortado, mas ainda sem liberar uma lagrima sequer.

No caminho até o carro, avistei meu Tio Maylon brigando com um garoto de cabelos castanhos médio, que ria, enquanto o rosto de meu Tio se enfurecia cada vez mais. Me aproximei dos dois, que imediatamente pararam de falar e me observaram.

-Oi, tio- o cumprimentei, educadamente.

-Só nessas situações para lembrar que tem família, ne moleque- ele falou seco.- quem sera o próximo a morrer , para você vir nos visitar? Seu pai?

O encarei, eu estava engasgado com as palavras dele, eu sabia que  morte da minha mãe era minha culpa, ninguém precisava jogar isso na minha cara, por entrelinhas.

-PAI- O garoto, no qual eu não sabia o nome, se desencostou do carro entrando na minha frente- Respeite o garoto, ele acabou de perder a mãe!

-Ah, cale a boca você- ele apontou o dedo na cara do menino a minha frente- Você que estava rindo o velório inteiro, agora que falar sobre respeito? – ele olhou para mim por cima do ombro do filho- e você sabe muito bem que matou a sua mãe se afastando dela dessa forma!

-Chega- meu editor entrou na conversa me puxando e colocando atrás dele- A mãe dele sabia da dificuldade dele de vir para a cidade por causa do trabalho, ou você acha que é só escrever um livro e ficar de boa? Hein? Requer uma serie de cuidados longos e trabalhosos, ele não tem culpa de vocês que eram os parentes mais próximos de Ana , a deixarem numa clinica ruim  e nem sequer a visitarem!- Meu editor-Tomaz- Encarou friamente o homem- Se você quer um culpado, se coloque na frente de um espelho e culpe quem você vê nele!

O garoto que eu não sabia o nome- mas era meu primo- começou a rir desenfreadamente, ate que ele olhou para Maylon e disse:

- Parece que acharam um culpado pai, porque não vai discutir com ele?- e então se virou para mim- Talvez não se lembre de mim já que era muito pequeno, quando fui morar com a minha mão em New Jersey.- Assenti, de fato não me lembrava dele- Meu nome é Matheus, e eu sei quem você é Cristhian.

-prazer- Estendi a mão e ele a pegou, porem não a apertou, levou ela até seus lábios e a beijou, meu tio que estava atrás dele, fechou a cara e murmurou” Este muleque não tem jeito, mesmo.” E olhou para mim, assim que Matheus se afastou, Maylon disse:

-Que decepção, ainda bem que a sua mãe já esta morta e não terá que ver iste tipo de coisa, ou ela cairia em profunda depressão novamente.- ele se virou porem, ates dele dar um passo eu fale:

-ela já sabia, e diferente de você, não vivia em museu de mente fechada, e aceitava minha opção, por que me amava se não pode aceitar isso é porque não sabe amar, sabe apenas julgar, como um idiota ignorante que não aceita mudanças e se prende no passado. – Quando terminei, todos me encaravam e meu tio, apenas me encarou se virou e foi embora.

-wow-Matheus se virou para mim- Ninguem nunca conseguiu calar a boca dele desse jeito, quando o assunto era Homossexualismo, você é incrível!

-Cristhian, Temos que ir- Tomaz, segurou minha mao, começando a me puxar.

-Vao para onde-Matheus no seguia.

-De volta para os holofotes da Europa- murmurei, cansado.

-Vou junto!

-o que- Parei o encarando- Mas e sua família e suas coisas?

-Não a nada que me prenda a este lugar.- Ele deu de ombros , olhei para Tomaz que também deu de ombros.

-Vai ser bom você ter companhia nessa faze que esta passando

-Mas...- Tomaz não deixou eu terminar.

-Você esta a um passo de uma depressão sera ótimo ter alguém de olho em você- Entao ele olhou para Matheus – Cuidar dele não é nenhum sacrifício...

-Vai ser um prazer ficar de olho nesse Garoto- Matheus sorriu. Nos acompanhando para a viajem.


Notas Finais


Que fique claro, que o poema é de minha autoria. Sou eu quem os escrevo.
Ate o proximo cap.
Bjos de Lobo
Bye Bye


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