História City of Dreams - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Incesto, Romance, Yaoi
Exibições 6
Palavras 768
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi

Capítulo 3 - A entrevista


A entrevista

Os click`s de câmeras se espalhavam pelo local, uma grande biblioteca, um pôster de meu livro “ OS pássaros Livres” estava atras de minha cadeira, onde me sentei para dar os autógrafos. Meu publico iam de adolescentes para adultos e pessoas idosas, eles eram simpáticos. Depois de um tempo, todos estavam sentados para começar a entrevista, uma mulher de cabelos negros presos num rabo alto, foi a primeira a fazer perguntas:

-Boa tarde- Ela saudou-me, respondi com um aceno de cabeça- Notamos que este foi seu primeiro livro abordando o tema de homossexualismo, e boa parte dos que estão presentes, gostaríamos de saber o motivo?

-Porque a surpresa- olhei calmamente todos que estavam na sala- Não posso escrever algo fora de meus temas?

-Não é isso.- Ela gaguegou, se perdendo nas palavras.- so estranhamos o fato, e pensamos que isso estava relacionado a sua ...Ahn.. sexualidade?

-Que belo jeito, formal, de me perguntar se sou gay- sorri, vendo-a corar.

-desculpe, mas gostaríamos de saber sua resposta. - Ele revidou, era obvio que eu fugia das respostas, os entrevistadores estavam acostumados com isso.

-Não sou gay. – a mulher sorriu, e eu olhei para Tomaz e Matheus, sorrindo, vendo meu editor colocar a mão na testa, nervoso- Mas também não sou hetero.

-Então você é bissexual? – Outra moça, um pouco mas atrevida, perguntou, me virei para ela e sorri.

-Olha, finalmente alguém direta.- sorri, ela franziu a testa.

-Responda a minha pergunta sim?- Ela falou, grossa, então me lembrei o que Tomaz disse, hoje teríamos Marlene, me entrevistando.

Ela retirava os escritores do serio com suas perguntas evasivas, ela tirava suas conclusões, por conta própria se eles não lhe desse resposta, ela os confundia também, bem comigo ela não vai conseguir. Coloquei a min há melhor expressão irônica e disse:

-Não sou Bissexual.- Falei, ela me encarou esperando algo a mais, coisa que não veio de minha parte, eu apenas sorri sarcástico em sua direção.

- então é o que?- ela perguntou.- Assexuado?

Eu ri alto.

-não – falei apenas, olhando meu editor, que suavizava a expressão se lembrando de quem eu era na frente das câmeras.

-Responda as minhas perguntas- Marlene me encarou, cética- ou devo retirar minhas próprias conclusões?

Olhei para uma moça que estava do meu lado segurando uma garrafa de agua.

-poderia me trazer mais café, por favor?- E então voltei meu olhar de desdém para a moça de longos cabelos castanhos avermelhados e olhos castanhos mel.- Qual é sua conclusão?

-Facil- Ela sorriu, vencedora, coitada- você é gay, e namora seu editor, porem não pode assumir , então fez um livro.

Ela sorria, e eu não aguentei comecei a rir tanto que minha barriga doía, lagrimas saíram dos meus olhos. Então olhei para ela ainda rindo.

-TOMAZ, venha aqui- o chamei, o mesmo veio, inseguro.

Me levantei da cadeira e fiquei ao seu lado, passei a mão por seu rosto, ele estava assustado, então eu levantei sua mão mostrando a aliança.

-Ele é casado.- Olhei para ela, seu sorriso se fechou e eu voltei a sentar.- Mais alguma conclusão?

-Você relata no livro uma doença- Ela falava com precaução.- Você é doente?

-Não- disse, suspirei.

-Sera que poderia se abrir com seus fãns, so desta vez?- Ela perguntou.

-Claro- então olhei por cima de seus ombros, para as pessoas que estavam ali. – Vocês tem alguma pergunta?

Uma mulher de cabelos vermelhos, levantou a mão, assenti para ela falar.

-Você teve algum parente com essa doença?- Ela me olhava. Analisava-me profundamente.

-Sim- Falei.

-Quem?- ela perguntou.

-um primo.- Disse.

-é a historia dele, certo .- Ela afirmou. – Todos os seus livros, juntos e uma biografia da sua vida e das pessoas ao seu redor. Certo?

Levantei e a aplaudi.

- Parabéns, finalmente alguém que sabe observar as coisas.- falei e ela sorriu, tímida. Olhei em meu relógio.

-Bom, o tempo de vocês acabou.- Falei me retirando.

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-como você faz isso?- Matheus me olhava, incrédulo.

Sorri em sua direção, fazia uma hora em que chegamos ao apartamento, e estávamos comento, e conversando. Os pais de Matheus ligaram para ele perguntando, quando ele ia voltar, o mesmo disse que se pudesse nunca mais. E eu estava feliz por ele ficar comigo. Me levantei e fui ate ele.

-Por que quis ficar aqui?- ele me encarou.

-quer que eu va embpora?- Perguntou se levantando, segurei sua camisa.

-Não- falei rápido- claro que não.

Ele se virou, segurando meu queixo, e se aproximando vagarosamente.

-então não reclame- falou quase tocando meus lábios.

-não estou reclamando- murmurei.

E finalmente ele acabou com a pequena distancia entre nos, me beijando.


Notas Finais


comentem, por favor....
To quase desistindo da fic...
bjos de lobo
bye


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