História City of Dreams - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Incesto, Romance, Yaoi
Exibições 3
Palavras 851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mesmo que ninguem goste desta fic, eu vou continuar postando....................

Capítulo 4 - Sua adorável carência


 As horas passavam rápidas, e logo se tornavam dias que se transformavam em semanas e em seguida meses. 2 meses ao certo, em que eu me dedicava apenas a escrever o meu livro de ouro, aquele no qual eu sabia que me renderia horas de entrevistas e de perguntas que nunca serão respondidas por minha boca levemente avermelhada, o mesmo livro que causa horas do dia em que Matheus me encarava sentado à mesa do computador com a feição emburrada, por eu ter dado mais atenção ao fato de estarmos dividindo um apartamento.

 Neste momento já se completava a terceira vez em que ele raspava a garganta, retirando minha atenção da página aberta do Word cheia de letrinhas, resultado de uma recente empolgação, sobre escrever o livro.

- O que foi? – Encarei-o.

- Só por curiosidade, Sr. Escritor dedicado- Ele caminhou até onde eu estava, de forma irônica e sarcástica – Você pretende ignorar minha existência até quando?

-Sua carência é adorável. - Falei sorrindo e voltando a olhar o computador.

Matheus se irritou e virou minha cadeira em sua direção. Seu olhar era furioso.

-Eu vou embora. - Falou, se retirando do cômodo em seguida.

Não me importei com aquilo, e voltei a escrever, porem a minha empolgação já não era a mesma, suas palavras rondavam minha cabeça, o tempo inteiro. Encarei a pagina aberta, e suspirei, me levantando, e indo atrás de Matheus.

Comecei a entrar em desespero quando eu percebi que havia virado em cada cômodo do apartamento e não encontrei ele em lugar nenhum. Peguei meu celular e liguei para o mesmo, sem receber resposta, o aparelho só tocava até a chamada cair. Segui para a cozinha e peguei um copo de agua, bibi rapidamente e me deitei no sofá.

Eu deveria ter dado mais atenção para ele, ter parado de escrever um pouco e ficado com ele. Senti as lagrimas escorrerem, ele foi a única companhia que tive desde que sai de casa, e eu estraguei tudo, ele se importava comigo e agora eu nem sei onde ele está, que droga.

Eu adormeci depois de uma crise de choro.

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Acordei com o barulho da porta abrindo, tentei me levantar, mas parecia que minhas pernas eram gelatinas e acabei caindo, porem me pus de pé em seguida me apoiando no sofá e depois na parede e segui e fui até a porta.

Meu coração falhou umas 2 batidas ao ver Matheus ali retirando o sobretudo que usava e dependurando o mesmo.

-Matheus! – Eu me soltei da parede, e fui cambaleante em sua direção, agarrando seu pescoço.  

-wow – Ele segurou minha cintura me mantendo de pé. – O que aconteceu com você?

-Achei que tivesse ido embora. - murmurei me afastando – você deveria entender que quando eu tenho inspiração preciso escrever.

Ele bufou, e me soltou, caminhando até o centro da sala.

-Eu só gostaria que sua inspiração deixasse você ver que eu estou aqui. – ele passou a mão, nervosamente, pelo cabelo.

-Mas eu vejo você. – Suspirei, caminhando sentindo minha visão embasar, o que estava acontecendo comigo? – Desculpa, vou tentar passar mais tempo com você.

-não quero te atrapalhar. – ele disse.

- Não vai- murmurei, “Ah, a quanto tempo eu estava sem comer? Eu nem lembro se eu jantei ontem.”

 Senti meu corpo perder os sentidos, e também senti os braços de Matheus me segurando. Ele passou a mão pelo meu rosto, tirando meu cabelo do olho.

-O que você tem? - Perguntou.

-Eu... Quando foi que eu comi pela última vez? – perguntei.

Ele arregalou os olhos, e me levou até a cozinha.

-Você é muito descuidado, Cristhian. – Ele cortou várias frutas que tinha ali e entregou para eu comer.

-Desculpa.

Depois de me sentir um pouco melhor, segui ele até a sala, Matheus colocou um filma de terror qualquer E se sentou no sofá, me acomodei ao seu lado. Eu não restava a atenção no filme e sim na mão dele na minha coxa. Me virei para vê-lo, olhei seu rosto, e comecei a me aproximar, Matheus fez o mesmo, e logo nos envolvemos num beijo agitado.

Eu fui me deitando no sofá, sem nem perceber, em pouco tempo min há blusa já estava no chão, e eu já nem tinha consciência dos meus atos ou do que acontecia no momento. Estava completamente inebriado pelos toques gelado em minha pele.

- O que…- Me levantei rápido, assim que ouvi a voz.

Meu editor, Tomaz, estava parado na entrada da sala, com os olhos arregalados, Senti algo ser depositado sobre meus ombros, e vi Matheus se colocar ao meu lado.

-T-Tomaz- Gaguejei. – Eu.

Ele levantou a mão, e eu me calei.

- Contanto que isso não apareça na mídia, eu não me importo com o eu vocês dois fazem entre quatro paredes. – ele falou. – Bom, eu vim aqui apenas ver se você estava bem, vejo que perdi meu tempo. Então eu vou indo, continuem o que estavam fazendo.

Eu corei e olhei para Matheus, Assim que Tomaz saiu, ele começou a rir, até se encurvar e finalmente seu corpo ceder para a gravidade e cair no chão ainda rindo.


Notas Finais


Bye.


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