História City of Love - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Happy, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Leon, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Wendy Marvell, Zeref
Tags Adolescência, Adolescentes, Amigos, Amor, Drama, Erza, Erza Scarlet, Família, Gajeel, Gajeel Redfox, Gale, Gray, Gray Fullbuster, Gruvia, Jellal, Jellal Fernandes, Jerza, Juvia, Juvia Lockser, Levy, Levy Mcgarden, Lucy, Lucy Heartphillia, Nalu, Natsu, Natsu Dragneel, Ódio, Paris, Romance, Tragedia, Traição, Treta, Tristeza, Viagem
Exibições 197
Palavras 2.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


- Liz, minha filha, vc já lavou a louça?

- Não, mãe. Só vou postar o capítulo e já to indo.

- AH É? AGORA O CAPÍTULO É MAIS IMPORTANTE DO QUE LAVAR A LOUÇA?

- Eu acho que tudo é mais importante do que lavar a louça... Não, calma! Larga esse chinelo!

~*~*~

... Sou chata mesmo.

MANO, FINALMENTE! EU CUMPRI UMA PROMESSA! *chupa mundo, eu postei o capítulo cedinho ahuahua*

- Para de enrolar pra postar esse capítulo ou vem lavar a louça!

- Se é assim que mamis quer, é assim que será. Boa leitura!



ATENÇÃO: CAPÍTULO MEIO FORTIN, MEIO MAROMBA!

Capítulo 5 - Stay away from me!


Fanfic / Fanfiction City of Love - Capítulo 5 - Stay away from me!

              ~ City of Love ~

                * Capítulo 5 *

 

 

 

             [*Lucy pov's on*]

 

 

 

Sua mão, de maneira brusca e forte, me guiava entre os diversos corredores do hotel. Enquanto isso, minha linha de raciocínio e meus músculos motores pareciam desaparecer aos poucos, diferente de minha respiração, que a cada passo se tornava mais ofegante.

Seus olhos ônix, suas sombrancelhas cerradas, seu jeito, seu semblante, tudo indicava que ele estava completamente irritado... Mas por que? Por acaso eu fiz algo de errado? E como assim "ficante"?

Entre perguntas sem respostas, observei o rosado abrir a porta de seu apartamento com muita pressa. Quando o concluiu me jogou para dentro brutamente e trancou-a.

- Você está louco?!

O mesmo veio até a mim com passos zangados e me jogou no sofá fofo e eu cai como se fosse um simples travesseiro de pena. Logo, Natsu tirou sua blusa e jogou em cima de mim, deixando à vista seu abdômen.

- EU TENHO CARA DE CABIDE, SEU...?

- Já volto.

... E ele me deixou para trás com a sua blusa pingando suor.

 

 

                    ~*~*~*~

 

 

Vinte minutos se passaram e eu continuava com a mesma cara de bunda.

- Primeiro ele me joga com tudo no sofá, deixa sua blusa suada comigo e depois desaparece? - perguntei ao nada, irritada. - Isso só pode ser brincadeira.

Esbarrei em algumas latas de cerveja espalhadas no chão, junto a pratos com resquícios de "restodontê"(resto de ontem). Imediatamente imaginei a bagunça que eles fizeram... Ah, por isso todo aquele barulho ontem a noite.

A pressa para achar aquela chave era enorme já que Levy e Juvia precisam de minha "assistência". A cada passo que dava mais perguntas fugazes passavam pela minha cabeça. Não conseguia compreender o porquê de tanto ódio e muito menos o porquê de me trazer para cá.

Só se... Só se... Não, isso não vai acontecer.

Entrei em um quarto e analisei tudo, desde as roupas jogadas na cama até a enorme janela que trazia um aroma diferente ao lugar. Diferentemente da sala, o quarto era muito mais organizado e tinha uma fragrância que já havia sentido antes.

Desanimada, debrucei-me na janela, observando as nuvens claras se misturando com as escuras, o que poderia indicar uma chuva breve. O sol, por sua vez, ainda tentava nos iluminar, mas as nuvens tornaram-se mais densas. Até que uma garoa fina começou a cair, deixando alguns gritos de espanto escaparem de pessoas surpreendidas. Agora sim o clima estava feio.

- Sabia que bisbilhotar é feio, Luce? - alguém sussurou rouco, apertando minha cintura. Dei alguns pulinhos tímidos para trás, assustada.

Encarei Natsu de cima à baixo enquanto sentia minhas bochechas corarem com força. Ele estava apenas com uma toalha amarrada em sua cintura e seus cabelos levemente molhados balançaram com a brisa vinda de fora da janela.

- Ficou sem palavras, é? - riu.

Tantas perguntas passaram por minha cabeça, mas principalmente "você foi tomar banho?" e "cadê a porra da chave?".

- Você está rindo por que? Por que me trancou nessa porra? - perguntei irritada, tentando disfarçar os longos segundos dos quais observei a sua perfeita silhueta masculina.

- Porque vou te manter em cativeiro.

- E-Escuta, eu preciso encontrar Levy e Juvia, então pare com essa brincadeira e me dê a chave. - ordenei um pouco tímida, sentindo minhas pernas começarem a tremer.

Natsu veio até a mim e inclinou-se, puxando o meio do meu biquíni azul escuro.

- Você acha que estou brincando? - ele me empurrou com força contra sua cama e eu, novamente, caí.

 

"- Coitadinha, é tão ingênua. - repetiu o moreno, rindo de minha expressão."

 

Em questão de segundos, o garoto de cabelos róseos já estava em cima de mim, distribuindo vários beijos em meu pescoço enquanto brincava de abrir meus lábios com seu polegar.

- Era uma brincadeira. - disse ele se levantando e rindo de leve. Logo, balançou a chave do apartamento. - Pode ir agora.

Meus olhos, vazios, encararam o chão e quando me levantei uma voz repentina veio em minha cabeça.

 

"- Lembre-se do seu amigo, Lucy Heartfillia."

 

- Lucy, por que você está com essa cara...?

Estalei um tapa bem dado em sua cara, sem olhar para o mesmo. Quando tive coragem de olhá-lo, vi que olhava para a sua mão, indignado. Percebi que Natsu já não estava segurando a chave e, por fim, me encarou irritado.

- Cadê a chave?

- VOCÊ A JOGOU PELA JANELA! - gritou. - SE FOSSE PARA ME DAR UM TAPA, PELO MENOS OLHA NA MINHA CARA!

- VOCÊ DEIXOU A CHAVE CAIR, SEU BOBOCA?! - perguntei e corremos até a janela simultaneamente, observando a chave caindo, veloz. 

- FOI VOCÊ QUE DEU UM TAPA EM MINHA MÃO AO INVÉS DA BOCHECHA.

- VOCÊ FALA COMO SE A CULPA FOSSE MINHA! - gritei. - QUEM FOI QUE SAIU FALANDO QUE IA MANTER OS OUTROS EM CATIVEIRO, HEIN?!

- ORA... IDIOTA!

- IDIOTA VOCÊ, QUE NEM SEGURA UMA CHAVE DIREITO!

- EU VOU TE JOGAR PELA JANELA TAMBÉM! - disse ele, agarrando minha cintura e me colocando para o alto.

- O-O QUE? SOLTA, SOLTA, SOLTA! - Natsu me colocou sentada na mureta da janela, rindo de meu semblante assustado.

Separados por um espaço tênue, acabamos nos encarando por longos segundos e aquele ódio e tristeza sumiram, abrindo passagem para um novo sentimento que, na verdade, não consegui distinguir. Seus olhos ônix grudados ao meu olhar pareciam querer me dizer algo de importante. O rosado inclinou sua cabeça aos poucos e, algumas vezes, encarou minha boca. No momento, senti uma imensa vontade de beijá-lo, mas algo muito forte me repreendeu.

Esse sentimento não existe em mim, nem nele. Isso é só uma brincadeira... Uma bobagem.

- Por acaso você tem uma chave reserva? - perguntei com a intenção de quebrar o clima.

Natsu me encarou demoradamente, entendendo que eu não queria. Então foi se afastando de mim, ainda olhando para os meus lábios.

- Não. - disse seco, saindo do cômodo. Sem dizer nada, o segui um pouco envergonhada.

Eu deveria estar brava e não envergonhada... O que está acontecendo comigo?

Fomos até a cozinha, onde ele foi preparar algo para si. Meu coração batia aceleradamente, mas tentava mostrar que estava normal, já que ele parecia muito despreocupado.

- Está com fome?

- N-Não.

Sem olhar para mim, ele foi atrás de uma caixinha de leite condensado e de Nescau, colocou os dois ingredientes "delicadamente" na panela e começou a misturar de maneira com que espirrasse tudo para fora.

Fui fazer meu papel de supervisora e ele me encarou estranho.

- Que é?

- Além de não saber segurar uma chave também não consegue fazer brigadeiro?

- Mal agradecida. Eu estava fazendo para você.

- Mas eu não estou com fome! - Natsu apenas bufou, me ignorando, e voltou a fazer seu trabalho: derramar todo o brigadeiro no fogão.

- Dá aqui. - ordenei pegando a colher de suas mãos. - É assim que se faz. - ele chegou mais perto e percebeu que o líquido denso que ele tinha criado estava ficando bem mais mole. - Pronto!

- Certeza que vai estar uma bosta. - afirmou, pegando uma colher e provando o brigadeiro. - Hm...

- Está bom, não é?

- Está razoável. - murmurou. Encarei-o como se quisesse que falasse a verdade. - Okay, está razoavelmente bom.

- Eu sabia.

- Agora que eu estava pensando, eles só voltarão de madrugada.

- Então você vai ter que me emprestar uma roupa. - disse olhando para meu biquíni.

- É...

 

 

Depois de alguns minutos, nós estávamos sentados no sofá, assistindo um filme qualquer. Por algum motivo, meu coração ainda fazia questão de bater com força. E eu? Eu estava completamente sem jeito... Talvez por estar na casa de um desconhecido que tentou me pegar e vestindo uma blusa que não tampa a polpa de minha bunda.

Droga... Aposto que ele escolheu justamente a menor blusa que tinha.

- Posso te perguntar uma coisa? - perguntei a ele, que parecia estar tão entediado quanto a mim.

- Já perguntou.

- Por que você ficou tão bravo quando Sting estava falando comigo?

- Você é uma idiota. - disse ele, passando alguns canais da televisão. - Estava óbvio que ele queria se aproveitar.

- Vocês todos são assim. - resmunguei, deixando meu corpo afundar no sofá.

- Não me compare a aquele cara. - ordenou Natsu, com um tom mais sério e desdenhado.

- Os dois tentaram me pegar na primeira oportunidade, os dois só ligam para a mesma coisa. Não duvidaria se fossem familiares ou algo do tipo.

Ele agarrou a gola de minha blusa e me levantou do sofá confortável. Uma súbita corrente de medo e apreensão me levou como se fosse um peixe morto, que flutuava sobre as águas amaldiçoadas. Dessa vez, o pequeno espaço entre nós estava preenchido pela má vontade dele.

Seus olhos, cerrados e irritados, me encaram de forma superior. Algo em mim palpitava loucamente, causando um certo desespero em meus olhos, que horas encaravam os olhos dele e outras horas encarava o chão, já trêmulos.

- Quando eu falar algo é para obedecer, escutou? - seu ar autoritário fez com que uma tremedeira inexplicável tornassem minhas pernas bambas. - Responda. - debati-me, mas essa ação foi em vão. Natsu segurou minha blusa com mais força, ainda encarando meus olhos.

 

"- Você pensou que eu era seu amigo? Pensou que eu não queria algo a mais? - perguntou ele, rindo cada vez mais alto. Seus olhos negros encarando o sangue entre minhas pernas me faziam chorar cada vez mais. - Pobrezinha, perdeu sua mãe e só queria um amigo. Saiba que ninguém nunca vai ser seu amigo, você será apenas uma boneca. Uma boneca supérflua que vai levar esse trauma consigo para sempre."

 

- Q-Quer parar? - perguntei em tom baixo, com medo do que ele poderia fazer comigo.

O garoto de cabelos róseos me jogou contra a parede, sem demonstrar nenhum tipo de sentimento parecido ao desejo, apenas ao ódio. Fiquei parada, rezando para que ele não ousasse tocar em mim. 

- Você é só mais uma puta que quer se aproveitar de mim, não é? - disse ele, com desdém. - Não duvido que tenha jogado a chave do apartamento fora propositalmente.

Suas palavras ecoaram pela minha cabeça diversas vezes. 

- E-Eu não... - o mesmo me jogou no sofá e prendeu minhas duas mãos com apenas uma mão. - Pare!

 

"Reaja, reaja..."

 

- Não era isso que você queria desde o começo? - perguntou, retirando a sua blusa larga de mim. - Agora chega de mentiras, Luce.

Mantive-me quieta, mordendo meus lábios para esconder meu medo.

 

"- Você é forte o bastante para superar isso, não é? De qualquer jeito, nunca se esquecerá de mim. Não esquecerá do que fiz com você, muito menos do trauma que eu deixarei contigo."

 

As mãos de Natsu deslizaram pela minha barriga, partindo para a minha região inferior com arranhões fortes. Uma súbita vontade de chorar me tomou, mas me conti com minhas palavras de conforto.

- P-Por favor. - implorei com os olhos fechados, sem olhá-lo. A única coisa que podia fazer era implorar, o que não daria certo. Se nunca deu, não é agora que dará.

Senti o peso em cima de mim desaparecer. Quando abri os olhos vi ele me encarando preocupado.

- Era só um teste para ver se você era igual as outras. - explicou. - Você é mais estranha que elas.

Levantei-me do sofá com um intenso sentimento de rancor e uma imensa vontade de chorar.

- Você não passa de um monstro, Natsu Dragneel.

Um barulho vindo da porta tirou nossa atenção e, quando destrancaram a porta, Gray, Jellal e Gajeel entraram confusos.

- Fique longe de mim.

Apenas consegui sair correndo de lá, sem olhar para mais ninguém. Não tive coragem de entrar no meu apartamento, muito menos de enfrentar as perguntas das garotas. A única coragem que tive foi sentar em um canto qualquer e deixar tudo o que estava sentindo escapar através das lágrimas.

 

 

Naquela noite, a raiva de Natsu e as lágrimas de Lucy foram entrelaçadas por um laço que só uma pessoa poderia costurar. 

Que pena que, justo naquela noite, o cupido estava embriagado.


Notas Finais


GOSTARAM DESSE NALU? NÃO?
FICOU BOM, RUIM?

Tá vendo essa barrinha aí dos comentários? Não custa nada deixar sua opinião para ajudar Tia Liz! (críticas construtivas, agradeço.)

~*~

A narração será o seguinte: Lucy narrando a maioria das coisas, mas ainda com outras narrações das outras meninas(os).

- AGORA VEM LAVAR A LOUÇA, MENINA!

- Beijocas de Pa... Orra, mãe! Também não deixo vc mais participar da minha escrita, que saco.


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