História City of Love - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Happy, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Leon, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Wendy Marvell, Zeref
Tags Adolescência, Adolescentes, Amigos, Amor, Drama, Erza, Erza Scarlet, Família, Gajeel, Gajeel Redfox, Gale, Gray, Gray Fullbuster, Gruvia, Jellal, Jellal Fernandes, Jerza, Juvia, Juvia Lockser, Levy, Levy Mcgarden, Lucy, Lucy Heartphillia, Nalu, Natsu, Natsu Dragneel, Ódio, Paris, Romance, Tragedia, Traição, Treta, Tristeza, Viagem
Exibições 147
Palavras 2.674
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


- Médico, eu não sei o que há de errado comigo.

- O que você está sentindo, Liz?

- Eu sinto uma dor no coração. Não aguento mais ter crushes em caras de animes, entende?

- Já pensou em ir no psicólogo?

- Ele é um crush de anime?


~*~*~*~


YOOOO, MINA! *acho que madrugar não está me fazendo bem, cof cof*

O próximo capítulo irá demorar um pouco... Enfim! Boa leitura ^^

Capítulo 6 - I'm not bulletproof


Fanfic / Fanfiction City of Love - Capítulo 6 - I'm not bulletproof

             ~ City of Love ~

                *Capítulo 6*

 

 


          [*Cupid pov's on*]

 

 


Em uma noite gélida e negra, são poucos aqueles que se contém.

 

Seus cabelos róseos balançavam a medida em que andava de um lado para o outro, imaginando as visíveis lágrimas acumuladas no canto dos olhos da garota alguns minutos antes.

Não entendia o porquê daquilo. Todas as garotas atiravam-se aos seus pés, mas não ela. Aquela garota, certamente, despertou algo diferente nele.

Seus lábios carnudos e avermelhados, sua silhueta curvilínea, suas bochechas rosadas, mas particularmente seus olhos grandes e preenchidos por um tipo de castanho claro, tudo o deixou fora de si. Tantas garotas com as mesmas características e até mais "aperfeiçoadas", entretanto era em Lucy que ele tanto pensava. 

Compreendia que seu instinto selvagem para alcançar algo considerável machucaria alguém, mas, afinal, todos possuem defeitos. E o seu maior defeito era ver o amor como um simples jogo, e o dela, era ver o amor como uma arma mortal.

 

 

             [*Lucy pov's on*]

 

 

Dez dias passaram depois do acontecimento.

Digamos que as meninas aprofundaram seus laços com os meninos ao mesmo tempo que me afastava. Sabia que Natsu estava no grupo e o que menos queria ver era ele e seu jeito desdenhoso.

Eu não estava triste, mas logo que descobria que elas sairiam com eles, uma incomodante pontada me atingia. É claro que disse "tudo bem" já que sempre colocava um motivo falso acima à desculpa, elas só não percebiam que eu queria sair, conversar e rir. Inclusive, elas acabaram de sair com... Eles... De novo.

Erza e Jellal ficaram mais próximos posto que sempre davam algumas saídas rápidas e voltavam todos risonhos, Levy e Gajeel também passaram a trocar algumas palavras, mesmo muitas delas sendo desconexas e até mesmo Juvia e Gray trocavam olhares.

As poucas vezes que saía do apartamento, - geralmente para buscar comida ou livros - encontrava com Natsu entrelaçando os braços em garotas diferentes, porém algo de semelhante: o sorriso de cobiça.

Na verdade, não havia superado completamente o que aconteceu naquela noite, por isso sempre desviava as perguntas das garotas, curiosas para saber onde estava.

Já nesses últimos dias, passei tanto tempo deitada no sofá, comendo coisas insalubres, que tentar sair dele tornou-se uma proeza. Tá, admito que estava um pouco triste, mas isso não vem ao caso agora!

Estava prestes a revirar meu corpo até achar uma posição confortável para tirar um cochilo quando uma alma malfeitora tocou a campainha do nosso apartamento.

- Você só pode estar brincando. - resmunguei chata, cobrindo meus ouvidos. A insistência da pessoa me fez levantar e abrir a porta. - Se vocês esqueceram as bolsas, podem voltar com seus amigos. Tenho certeza que eles irão pagar tudo o que vocês quiserem comprar...

Terminei de esfregar meus olhos e vi que Sting me observava, com um sorriso amigável. Por algum motivo, ele estava vestindo uma calça jeans clara junto a uma blusa escura.

- Pijama de ursinho, sério? - perguntou passando a mão por seus cabelos umidos. - Estava pensando em uma camisola mais sexy.

- Sting, olha para a minha cara de morta. - disse esperando meus olhos se acostumarem com a claridade do corredor. - Você acha mesmo que eu dormiria com algo do tipo?

- Eu esperava muito que sim.

- Cale a boca. - soltei uma pequena risada, incrédula por ele ser "sincero". - O que você quer?

- Estava pensando em um jantar, que tal? - sugeriu - O restaurante é ao lado do hotel, então não precisa se preocupar.

- Eu queria mesmo, mas não estou muito disposta hoje. - argumentei, escutando o sofá me chamar para acabarmos o que estávamos fazendo.

- Lucy, eu não tenho visto você a mais de uma semana. - comentou mundando seu ar para um mais preocupado. - Foi algo que Natsu fez naquele dia?

Gelei no mesmo instante. - N-Não, claro que não.

- Não me diga que você se prendeu no apartamento para não vê-lo?

- Talvez... Quem sabe?

- Agora mesmo que você virá comigo!

 

                      ~*~*~*~

 

 

- A gente deveria ter feito um miojo. - comentei olhando o local lotado onde pessoas conversavam alto, entre risadas e flertes.

- Com licença, um casal cedeu dois lugares para os senhores Se vocês aceitarem, poderão compartilhar a mesa com eles.- um atendente formalmente arrumado veio nos informar. - E desculpem-nos por todo o transtorno. Vocês aceitam?

- Eu não vejo problema algum. - respondi com um sorriso. O que eles menos precisam é se estressar com pessoas arrogantes que descontam tudo neles. As vezes um sorriso muda muita coisa e...

Seguimos o garçom pelo salão esbelto, onde apenas pessoas de alta classe entrariam, provavelmente. Parei, perplexa. O casal que cedeu dois lugares para nós era nada menos que Natsu e uma garota albina.

Meus olhos tímidos encontraram com os seus surpresos, no entanto fiz questão de desviar e manter o mesmo sorriso. Sting e eu agradecemos apenas por educação e nos sentamos na mesa circular, coberta por uma toalha de mesa branca. Como o loiro sentou-se ao lado da garota, fui obrigada a sentar ao lado do maldito rosado.

Milhares de perguntas efêmeras passaram por minha cabeça, que nem fui capaz de respondê-las em ordem.

Ele mal deu em cima de mim ontem e já está com outra...? Não... Eu sou a "outra" da história.

- Nat-kun, vou no banheiro e voltarei em um instante. - a garota afirmou, saindo de perto de nós.

- Tá, Lisanna.

- Eu também preciso ir. - falou Sting, partindo antes que pudesse dizer "vou junto".

Eu estava envergonhada, admito. Todas aquelas tentativas de tentar me beijar e talvez até algo a mais que foram em vão e depois... Depois aparece com uma namorada?

Perdida em pensamentos, pude perceber que ele me encarava de soslaio, o que arrepiou os cabelos de minha nuca.

- Não te disse para não sair com ele?

- Agora que você começou o assunto... - comecei. - Que tal discutirmos sobre diversão nas noites? Aparentemente você leva as menininhas para sair em um lugar caro... E qual será o próximo passo? Levar ela para seu apartamento onde irão quebrar a cama de tanto teprar?

O mesmo soltou uma risada rouca e inesperada já que, em minha cabeça, ele diria algo sério.

- Você nem percebeu que ele fará o mesmo com você, não é? - ele disse e logo liguei todos os pontos, chegando nessa conclusão.

- Ele não é como você, que mal mostra preocupação com os outros.

Lisanna e Sting voltaram quase ao mesmo tempo e pude perceber seu batom vermelho levemente borrado e a boca dele um pouco mais avermelhada que antes.

- Agora você percebeu, Lucy? - perguntou Natsu, ainda me olhando de soslaio. Apesar de estar quieta, percebi sua irritação por eu não acreditar em suas palavras.

- Percebeu o que? - questionou Sting, desconfiado.

- Que o senhor atrás de você está prestes a pedir aquela senhora em casamento. - disse ele, manhoso. Encarei-o por alguns instantes, compreendendo tudo e, consequentemente, me entristecendo.

 

"- Saiba que ninguém nunca vai ser seu amigo. Você será apenas uma boneca. Uma boneca supérflua que vai levar esse trauma consigo para sempre."

 

- Que lindo, não? - disfarcei, diminuindo meu tom de voz significativamente.

De maneira súbita, o olhar de Lisanna me analisou por inteiro e, não sei o porquê, um sorriso maldoso foi estampado em seus lábios.

- Você é muito parecida com uma tal de... Layla Heartphillia. Por acaso ela é sua mãe?

Meu coração palpitou e suas palavras diretas me atingiram como tiros abruptos. Ambos me encararam surpresos.

- V-Você está enganada.

- Não, eu tenho certeza, você é a herdeira dos Heartpillia's. - afirmou ela, acomodando seus cotovelos na mesa, indicando que faria uma série de perguntas. - Então, Heartphillia, por que está negando sua família?

- O quê? Eu realmente não sei do que você está...

- Não minta. - ordenou. - É muito bom nascer em uma família opulenta, com o nome bem conhecido, não é? Pena que vocês escondem um podre. Hm... Que tal eu dizer esse podre para eles?

Quem essa garota é? Ou melhor, qual moral ela acha que tem para apontar um dedo na minha cara com a finalidade de me humilhar?

- Boatos dizem que Jude enlouqueceu e acabou batendo muito em sua herdeira, já que era muito parecida com sua falecida esposa. Seu batia em você, Lucy?

O que meu pai fez, se o meu pai fez, tudo o que aconteceu ao longo de anos, nada disso não diz a respeito a ninguém.

- É mentira. - murmurei olhando para um ponto fixo, segurando meu ódio. Algo borbulhava e queimava dentro de mim com intensidade, entretanto algo também me fazia querer desabar.

Um silêncio devastador preencheu a nossa mesa.

Eu não sou de ferro, não sou a prova de balas. Meus olhos começaram a lacrimejar aos poucos, sentindo o efeito colateral de cada uma de suas palavras.

- Como disse? – perguntou Sting.

Apoiei minhas mãos por cima de minha coxa tremendo, lembrando de cada parte de meu passado. Uma criança não deveria ter passado por aquilo, um pai não deveria ter feito aquilo.

- Dizem que ele ficou insano depois de descobrir que a tão famosa Layla se envolveu com outro cara durante o casamento e a matou logo em seguida. Uma puta imprestável, não? Ela já tinha dinheiro, fama e poder e ainda queria mais?

 

 

"...Querida Lucy, essa vida lhe fará passar por altos e baixos."

 

"...Querida Lucy, independente do que a pessoa te disser, nunca levante a mão contra ela, mas também não encare o chão. Apenas seja forte."

 

"...Querida Lucy, não faça o que os outros mandarem, apenas siga seu coração e tudo acabará bem."

 

"...Querida Lucy, nesta última carta, peço que nunca esqueça de nossos preciosos momentos... E lembre-se, nunca se rebaixe. Eu te amo mais que tudo nesse mundo."

 

 

- Lucy? – Natsu indagou me vendo com os olhos fortemente fechados.

Não pude conter o descontentamento do qual Lisanna jogou em mim. Bem no fundo, desejava alguém que me protegesse de intenções maldosas, me abraçasse quando o frio atingisse meu coração e contasse histórias enredadas. Desejava alguém que pudesse me amar assim como minha mãe me amou.

- Talvez ela merecesse morrer mesmo.

Era como se a albina cutucasse um ferimento antigo e profundo, sem remorso algum. Mordia com força minha própria língua tentando conter aquela sensação amarga da qual sempre convivi. O gosto metálico de meu sangue invadiu minha boca, e nisso, levantei meu olhar.

- Eu realmente não sei do que está falando. – respondi logo depois de engolir meu sangue – Quando quiser chamar a atenção das pessoas, tente fazer isso de um jeito menos... Como poderia falar... Insolente. – sorri gentilmente.

- É isso, então? Não vai ao menos defendê-la?! - questionou ela, intrigada com minha ação.

- Ela não é minha mãe. - levantei-me com tudo, chamando a atenção dos outros clientes. - Espero que você tenha uma ótima noite com alguns deles.

Sai do restaurante às pressas e, no momento em que virei as costas, minhas lágrimas escorreram por minhas bochechas ardentes. De cara com a rua molhada e o céu chuvoso da noitada, meu corpo estremeceu por completo.

Naquele minuto, era exequível a mim correr para qualquer um outro lugar até perder o meu fôlego, ou até mesmo me perder... Afinal, era isso que eu realmente queria.

- Lucy?! - em meio de gritos preocupados das pessoas que corriam para não deixar suas roupas molharem, escutei o chamado de Natsu.

Encarei-o do outro lado da rua, surpresa. A garoa intensa tinha encharcado completamente suas roupas, enquanto algumas gotas d'água caíam de seu cabelo.

Uma repentina vergonha me tomou, não só pelo o que ocorreu há dez dias atrás, mas também por me ver chorar. Comecei a correr com passos fortes e brutos, propensa a deslizar e cair no chão duro.

- EI!

Meus soluços começaram a misturar com meus pequenos gritos de choro. Apenas queria que ele e sua amiga voassem para longe de mim, assim como balões.

- Lucy, pare de me ignorar! - Natsu puxou meu pulso com força, e quando me virei para ele, dei de cara com seus estúpidos olhos esverdeados. Por sua vez, encarou meu semblante dengoso e aflito, preocupado

- Me solta! - debati-me, deixando mais lágrimas caírem.

- Você está chorando?

- Não olhe para mim! - exclamei tampando meu rosto com minhas mãos quentes, porém molhadas. - Por que veio para cá? Jogar na minha cara tudo aquilo como sua namorada fez?

- Namorada? Não, Lisanna não é nada minha.

- Então o que vocês dois estavam fazendo jantando juntos... Quer saber, isso não me importa. - gritei abafado. - Só saia daqui.

- Eu entendo que esteja irritada comigo, mas me escute uma vez. - indagou, tentando retirar minhas mãos de meu rosto. - Vamos para outro lugar.

- Eu não irei a nenhum lugar com você. - impliquei dando um tapa em sua mão que pegaria em meu pulso novamente.

- PARE DE SER ASSIM, PELO MENOS POR ALGUNS SEGUNDOS, E ME ESCUTE! - gritou, colérico.

Os meus olhos desolados, cansados de segurar lágrimas, incapazes de resistir as ofensas de Lisanna, pularam com o seu repentino grito.

- Eu queria pedir desculpas pela minha ação naquele dia. -começou. - Acabei ultrapassando os limites e vi que você estava passando mal, mas só depois percebi...

- Passando mal...?

- Você estava estranha e... Enfim, me perdoe?

Dessa vez, olhei para ele, mesmo estando com meus olhos inchados, um rosto amassado e os cabelos colados á testa.

- Eu disse para você ficar longe de mim. - disse, não absorvendo seu pedido de desculpas.

O mesmo direcionou sua mão em meu ombro e, sem cogitar, surrei seu abdômen (o que provavelmente não faria diferença alguma).

- NÃO ME TOQUE!

- L-Lucy...?

- Você não percebeu o que tudo aquilo me fez? Quantas vezes fiquei pensando que era uma vadia, sem nenhuma vontade de sair do meu apartamento? - birrei, me estressando. - Não pensa em como as pessoas poderiam ficar tristes?

- Eu sempre fiz isso com as meninas que ficava perto, para ver o quanto elas seriam persistentes. A verdade é que poucas delas não quiseram nada.

- Você trata todas como se fossem...?!

- Como você acha que vou fazer para acreditar em qualquer uma? - perguntou interrompendo-me. Seu ar, antes irritado e preocupado, soava mais calmo e sereno.

- Então eu sou qualquer uma?

- Era. Não que agora você seja especial para mim, mas eu só me senti na obrigação de me desculpar. - indagou revirando os olhos.

- Dizendo isso nem parece que é um perfeito idiota. - comentei soltando uma pequena risada. - Era para eu estar brava, não rindo. Droga, esqueça essa parte.

- Só cale a boca. - zombou. - Pensando bem, quem me deve desculpas a mim é você.

- Ahn? Não me lembro de ter te seduzido, igual a certas pessoas...

- Haha, eu me lembraria. - sibilou.

- VOCÊ QUER SER PERDOADO OU NÃO?

A garoa começou a bater em nossas nucas com mais intensidade e percebi que Natsu retirou seu cachecol de seu pescoço, deu duas dobradas e colocou o em minha cabeça, fazendo uma espécie de chapéu não duradouro.

- Sabe que não vai adiantar muita coisa, não é? - perguntei sarcasticamente, tentando esconder minhas bochechas coradas.

- Claro que vai. - começou. - Você que irá secá-lo para mim.

- Pfff... Você não presta.

De baixo daquela chuva, acabamos esquecendo tudo o que aconteceu e saímos conversando sobre coisas banais. Estava exausta de reprimir toda aquela tristeza e guardá-la para mim, e por algum motivo, essa conversa afastou a infelicidade que estava sentindo.

 

 

 

E mesmo não percebendo, ambos conheceram lados mais profundos que apenas os superficiais: a garota irritada e animada, triste por dentro, e o garoto arrogante, preocupado. 

Mas... Quem disse que minha flecha está apontada demais para conseguir atingí-los?


Notas Finais


HEY HEY HEY! ANUNCIAMOS UMA LIZ QUE É EDUCADINHA, COZINHEIRA, DONA DE CASA E ÁGUA AS PLANTAS! DESCONTO DE 10% EM COMPRAS COM PAÇOCAS.

P.S: Não aceitamos devolução.


~*~*~*~


Os capítulos estão meio tristes? Estão, só que era preciso ter isso! Diculpa ( >.<)

~ Beijocas de Paçocas ♡♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...