História Clamando por socorro - Capítulo 2


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Personagens Personagens Originais
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Palavras 862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Para esclarecer o nome dado ao personagem foi dado pois, o jovem conta a sua história, e se identifica tanto com sua escrita que prefere ser chamado de "Biography" que em português significa "Biografia" adequando aos parâmetros convencionais a situação "Biógrafo".

Capítulo 2 - Depressão e Automutilação


Fanfic / Fanfiction Clamando por socorro - Capítulo 2 - Depressão e
Automutilação

Após a conversa longa com minha mãe eu sai de seu quarto com um enorme alívio, como de quem estivesse tirado um fardo pesado das costas, mas ao mesmo tempo com medo do que poderia vir dali em diante. 

Eu sempre fui um garoto persistente e não desistia fácil por nada,  acho que o tanto que já tinha sofrido me fez forte o suficiente pra aguentar mais essa fase.  

Os dias passaram e cada vez mais a comunicação entre mim e minha mãe era difícil, ela me ignorava e tratava com indiferença,  era como eu não estivesse ali, foi então que entrei em uma depressão tão  profunda ao ponto de me cortar, eu não queria me machucar eu queria tirar de mim todo aquele sofrimento, toda rejeição e naquelas feridas, não jorrava apenas  sangue mas sim todo rejeição e com ela vinha o sentimento enorme de ser aceito e além disso amado por quem eu mais amava, minha mãe. 

Todos percebiam que eu já não era mais o mesmo, eu não tinha ânimo e minhas forças estavam a se esgotar. A depressão ultrapassou meus sentimentos e tomou conta do meu físico, eu comecei a desenvolver um sofrimento tão profundo que estava prestes a me matar.

Certo dia eu estava pronto pra sair com um rapaz e ao chegar no ponto de ônibus eu simplesmente perdi minhas vistas e sabia que algo ruim viria,  eu rapidamente peguei o celular e mandei uma mensagem na qual fui curto " Não vou poder me encontrar com você, comecei a passar mal e estou a caminho do hospital".  Não se ele acreditaria, pois momentos antes conversamos e tudo parecia estar bem,  a que ponto chegue ?! 

Entrei no ônibus e com pouca visão me assentei do lado de uma moça que rapidamente percebeu que eu não estava bem mas se manteu quieta. 

Liguei para minha mãe e disse que não estava nada bem e que se possível encontrasse comigo no hospital .  Quando eu estava próximo ao hospital  comecei a sentir fortes dores de cabeça,  era como se tudo estivesse embaralhando em minha cabeça e fosse explodir a qualquer momento.

  Chegando ao hospital fiz a minha ficha e disse a educada moça que me atendeu que não estava bem e estava sozinho e sentaria ali próximo dela, pois se algo ruim acontecesse ela poderia me ajudar,  e então eu fiz como disse aguardei sentado naqueles bancos duros e desconfortáveis ,  o hospital estava lotado, pessoas com diversas reclamações, era um péssimo ambiente. 

Ao passar cerca de 10 minutos as dores de cabeça se intensificaram e eu já não tinha controle de mim mesmo, meu corpo começou a enfraquecer e estava pálido, quando menos imagino já estava em uma cadeira de roda a caminho da sala de atendimento, eu me contorcia muito e sentia como se estivesse caindo em um abismo barulhento. 

 Eu gritava, retorcia e perdia a consciência constantemente, era uma convulsão e acompanhado dela um AVC. Naquele momento eu já não sabia de mais nada apenas sentia um alívio, mas algo me pareceu estranho os barulhos ensurdecedores se acalmaram e pra mim tudo estava em perfeitas condições. Mas na realidade minha saúde estava debilitada ao extremo, todos do hospital se reuniram para me atender, por um momento eu fui a prioridade na vida de algumas pessoas, não era como queria mas eu fui . 

 Meu estado clínico era péssimo meu AVC se agravou e tive 4 paradas respiratórias. Enquanto isso minha mãe estava longe, o local onde estava era bem distante, mas ela já sentia em seu peito que algo ruim aconteceria. Passar o tempo ela chega ao hospital em minha procura, e pergunta a mesma moça educada que me atendeu .

 - Olá tudo bem ? Estou a procura do meu filho, ele veio consultar, sabe me informar se já entrou no consultório ?

 A moça com um semblante nada agradável disse :

 - Bom minha querida, seu filho passou mal e está preste a ser transferido de hospital, irei lhe acompanhar até a sala de emergências. 

 Minha mãe, não se conteve e desabou a chorar, a moça então segurou em suas mãos, como se estivesse querendo dizer" seja forte " . 

 Ela então me avistou de longe, estava com uma camisa bastante chamativa e ela jamais esqueceria era a minha predileta. Quando ela viu aquele monte de médicos a correu chorando e gritando

 - Meu filho , meu filho , meu filho ...

 Os médicos a impediram de entrar no consultório, pois já estava preste a sair dali, quando o Dr. José Roberto disse a ela :

 - Mãe seja forte ele vai precisar de você. 

 Fui encaminhado ao Hospital Regional de Minas Gerais, um dos mais conceituados de todo o país, estava a caminho de uma cirurgia, que salvaria minha vida ou terminaria de me matar. A equipe médica já estava preparada para me atender, era um cirurgia muito arriscada e contava com o cuidado e dedicação de todos os capacitados. Enquanto isso minha família se movimentava em uma forte corrente de orações, para que eu saísse ileso.

 A cirurgia durou cerca de 8h, até que o médico veio com a notícia que... 


Notas Finais


Aguardem os próximos capítulos ...


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