História Clareia a minha vida, amor, no olhar. - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Orange Is the New Black
Tags Kavanaugh, Orange Is The New Black, Vause
Exibições 56
Palavras 2.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei! Foi até rapidinho!
Espero que gostem!

Capítulo 19 - Um passo pra frente e dois pra trás!


 

POV ALEX

Meu interfone toca, olho no celular da cabeceira da cama, quase meia noite! Elliot dormia encolhido no meu ombro. Eu fico pensando se levanto ou não.

O interfone toca de novo e eu decido levantar. Deixo Elliot deitadinho no meu travesseiro e vou tentando me localizar, estava escuro e eu estava sem óculos.

- Oi…

- Alex, sou eu, me deixa entrar?

Meu coração dispara imediatamente e eu fico um tempo lutando internamente. Minha insanidade vence e eu abro a portaria.

Segundos depois ela bate de levinho na porta e eu abro, tentando entender ainda o motivo:

- Megan, aconteceu alguma coisa? Elliot já está dormindo e …

Antes que eu continue ela vem pro meu lado, me segura pela nuca e me beija.

Sua língua invade imediatamente a minha boca, porque eu permito isso. Megan fecha a porta do apartamento com o pé e vai me empurrando enquanto me beija, em direção ao sofá.

O espaço termina e eu caio sentada nele, nosso contato acaba e ela fica ofegante, me olhando sentada no sofá, ainda de pé.

- Megan… o que foi isso?

- Alex, por favor, só me deixa ter você por uma noite, só uma…

Ela diz e senta no meu colo, com as pernas em volta da minha cintura e volta a me beijar com vontade, que eu correspondo igualmente.

Minha mão vai diretamente pra blusa de seda cor de pêssego que ela usava. Lembro que ela estava de terninho mais cedo e agora só restava a blusa. Quando terminei de desabotoar a blusa, ela puxa com dificuldade as mangas da blusa e eu já vou direto abrir o abotoador do sutiã dela.

Os seios volumosos saltam pra fora e eu caio de boca neles. Certamente Megan não esperava por isso, nem eu mesma imaginava que ia sentir todo aquele tesão quando a visse assim tão próxima de mim.

Megan arqueou o corpo pra frente, aproximando o contato dos seios dela com minha boca. Eu brincava com os mamilos dela, mordendo de leve, puxando e chupando. Enquanto ouvia ela gemer coisas desconexas e meu nome no meio.

Ela diz, quando consegue recuperar o fôlego!

- Vause! Não sabia que você era uma puritana tão gulosa!

- Shiiiiii! Você fala demais!

- Okay ! Você quer ação!

Ela diz e me beija de novo, mordendo meus lábios e puxando, enquanto sua mão entra pela camiseta do meu pijama e alcançando meus seios.

- Deus...como você é gostosa!

Com um movimento ela tira a camiseta e no segundo seguinte eu sou jogada pra uma realidade paralela onde eu só sinto tesão e vejo uma grande massa de cabelos ruivos em cima de mim.

Sinto as mãos dela descendo pelo meu corpo e parando no short do meu pijama. Ela me olha profundamente e começa a baixar o short. Meu coração tá acelerado, meus olhos presos nos dela. Até ela terminar de descer ele todo. Megan para, e fica observando meu corpo, e eu digo:

- Para de ficar me olhando assim!

Ela olha pra mim, os olhos queimando de desejo e diz:

- shiiiiiiii, você fala demais!

Com um puxão rasga a minha calcinha e cai de boca no meu sexo.

- Puuuuta que pariu!

Meu corpo reage imediatamente!

 

POV MEGAN

 

Alex solta um sonoro palavrão naquela voz rouca que me mata de tesão e eu entendo que preciso aprofundar mais o contato. O gosto dela é absolutamente perfeito, tem gosto de nirvana!

Quando eu toco seu clitóris, já inchado e quente as mãos dela vão diretamente pro meu cabelo, segurando forte e um gemido longo e rouco escapa daquela boca gostosa.

- puuuutz! Me come… vai… Ela diz, rebolando na minha boca.

Me matar! Essa maldita quer me matar! Como eu não como ela se Alex me pede desse jeito?

Atendo prontamente o pedido dela e já coloco dois dedos dentro de Alex, que me recebe quente e muito molhada.

Alterno minha língua e meus dedos nela, Alex se mexe no ritmo das minhas estocadas e geme manhosamente junto. Subo com beijos pelo corpo dela, beijando as pintinhas que ela tem pela barriga. Dou uma atenção aos seios volumosos e atrevidos da minha deliciosa secretária e chego até a sua boca, abafando os gemidos dela enquanto meus dedos dedicam a dar o melhor orgasmo que a aquela mulher já teve na vida.

Começo a sentir que o corpo dela dá sinais de que vai explodir num orgasmo e ela mesma anuncia:

- não para...não para… eu vou, eu vou gozar…

Aumentei a intensidade e profundidade das estocadas e o resultado foi um orgasmo arrebatador pra ela. Que apertava meus dedos ainda dentro dela.

Soltei os dedos e desci a minha boca pra sugar cada gotinha de tesão derramado.

Ficamos em um silêncio mortal logo depois. Sem saber o que dizer, sem saber onde colocar as mãos.

Me levanto e sento do lado dela. Alex está ofegante e eu começo a me vestir.

A realidade cai como uma bomba entre nós duas...

- Alex, desculpa… isso não deveria ter acontecido.

Eu começo a me desculpar, visto que ela não falou nada, certamente se arrependeu.

Ela me olha incrédula, levanta e vai em direção do quarto e diz:

- Quando você sair, bate a porta pra trancar. Boa noite, srta. Kavanaugh.

- Alex…

Eu digo e ela sequer se vira. Fecha a porta do quarto e observo pela fresta que alguns segundos depois, a luz fraca do abajur se apaga.

-Merda!

Eu digo, termino de vestir minha roupa e saio, deixando um clima péssimo entre nós. O dia de amanhã prometia!

Desço pro meu carro, e ainda espero um pouco pra ver se ela, como naqueles filmes água com açúcar que a gente vê, aparece na portaria me pedindo pra ficar.

20 minutos e nada. Só acontece nos filmes água com açúcar. A vida real era dura!

Dirigi no automático até em casa, pensando em tudo que aconteceu nesse dia mega confuso.

Cheguei em casa e contemplei o vazio, Frida veio abanando o rabo pro meu lado e eu fui pro banheiro, tomar um banho e tentar apagar um pouco do que foi o toque dela em cada pedaço do meucorpo.

 

POV ALEX

 

Meu celular despertou as 6:30 da manhã. Ele só me alertou que tinha que levantar, porque eu já estava acordada desde a madrugada. Passei a noite em claro ouvindo a respiração cadenciada do pequeno Elliot e lembrando de cada detalhe da transa mais alucinante que eu já tive e da sucessão de merdas que foi depois disso. Mas o que eu queria? Que ela dissesse que me amava e a gente se casava no dia seguinte?

Ela é Megan Kavanaugh, a rainha do gelo, aquela que transa com as funcionárias na sala dela na hora que bem entender! Mas eu não podia ser mais uma na sala dela. Não! Eu era Alex Vause, eu tinha uma história, sonhos, planos e não ia jogar tudo isso fora pra ser conhecida como mais uma conquista e descarte dela.

Levantei decidida a não mais deixar que ela me toque, que ela me use e saia como se nada tivesse acontecido. O que rolou foi muito bom, mas não podia se repetir.

Fui tomar um banho, pra poder acordar Elliot pra tomar banho e se preparar pra escola. Sairíamos mais cedo pra pegar o metrô. Avaliei a rota da escola e decidi o metrô como opção. Aposto que ele nunca andou de metrô na vida. Só enfiado dentro de um carro, indo pra cima e pra baixo sem se relacionar com ninguém.

Tomei um banho rápido, lavei o cabelo e sequei. Quando estava quase terminando, uma batida na porta do banheiro anuncia:

- Al, eu preciso fazer xixi!

Eu rio e abro a porta, ele segue em direção a privada e diz:

- Vira pra lá!

Eu me viro de costas pra ele, que faz xixi, dá a descarga e segue pra pia pra lavar as mãos. Uma coisa é inegável, mesmo com toda loucura na família dele, Elliot era uma menino gentil e educado.

- bom dia Al!

Ele diz e vem me abraçar. Sento na beirada da banheira e coloco ele no colo e o abraço, sentindo o cheirinho de cama e conforto, o cheirinho do cabelo dele enquanto ele me aperta com os bracinhos fofinhos.

- você dormiu bem?

- Muito bem, Al… e você?

- Mais ou menos, faz tempo que um homem não dorme na minha cama!

Ele ri e diz:

- Mamãe diz que o único homem que pode dormir na cama dela sou eu!

- hahahaha viu só? Você é um homem de sorte! Duas mulheres lindas que só deixam você dormir na cama delas!

- Eu sou um rei!

- hahahahahah Rei Elliot Kavanaugh!

- Rei Elliot Kavanaugh Vause!

Meu coração se aperta um pouquinho e eu digo:

- Sabe que minha mãe ia adorar conhecer você?

Os olhinhos dele brilham e ele diz:

- Al, um dia você me leva pra conhecer sua mãe?

- Levo sim, um dia…

Pensei na possibilidade e pensei que tava fazendo promessas demais pra ele. Uma separação abrupta ia fazer muito mal pra nós dois, mas Elliot sofreria muito mais.

- Hey, você precisa tomar banho, a gente vai pra escola de metrô, temos que sair mais cedo!

- JUUUURA? Nunca andei de metrô na vida!

- Vai ser uma super aventura! Eu digo e ele grita:

- Preparadooooooo!

- Então toma seu banho que eu vou preparar nosso café.

Eu deixo ele tomando banho, brincando com meus sais de banho enquanto vou colocar café na cafeteira e preparar o cereal dele.

Uns 20 minutos depois ele grita:

- AAAALLLL! Terminei!

Deixo as coisas em cima da bancada e vou por quarto, ajudá-lo.

Terminamos de nos arrumar, ele colocou o uniforme e eu vesti um vestido evasê, branco, com uma renda nas costas que ia até a altura do joelho, peguei um scarpin nude e arrumei meu cabelo solto, de lado. Simples e elegante. Um colar, brincos discretos e um batom nude tbem. Delineei os olhos levemente e passei meu perfume favorito. Quando saí na sala, Elliot estava tomando seu café e disse:

- Uau! Al! Você está linda!

- Obrigada, Elliot. Você é muito gentil! Você terminou seu café?

- Acabei agora!

- Então vai lá escovar os dentes, pegar suas coisas que nós já estamos indo.

Ele se levanta e vai pro quarto e eu tomo meu café puro, enquanto organizo as coisas na cozinha.

- Estou pronto Al!

- Então vamos!

Pego minha bolsa e a mochila dele e descemos em direção a estação do metrô. Entramos na estação e ele olha maravilhado todo o movimento intenso da manhã. O que normalmente me incomoda, hoje me alegra. A movimentação do dia alegra o menino.

- Quando o metrô parar, você fica bem pertinho de mim e segura forte na minha mão.

- Tudo bem, Al!

O metrô para e rapidamente entramos. Ele tava cheio, como sempre está a essa hora da manhã.

Observo que muitas pessoas nos olham atentamente e Elliot mostra um semblante feliz. Uma senhorinha está sentada de frente pra nós dois e puxa conversa com ele:

- Oi rapazinho, como você se chama?

Ele timidamente diz:

- Lelliot…

- você é um rapaz muito bonito e se parece muito com sua mãe!

Ele olha pra cima e ri pra mim, admirado com o reconhecimento. E vira pra senhora diz:

-”Obligada!”

eles conversaram mais um pouco e logo chegou a nossa estação.

- Vamos?

Ele se despede da senhora e segue comigo. Do lado de fora ele diz:

- Ela acha que eu sou seu filho!

- hahahahahaha mal sabe ela que eu nem sou sua mãe e que você não se parece nem um pouco com sua mãe mesmo!

- Sabe, Al… eu queria que você fosse minha mãe, mas queria que minha mommy continuasse sendo minha mommy.

- Isso é um pouco complicado pra você, que só tem 5 anos, conseguir entender, Lelliot! Com o tempo você aprende!

Seguimos o caminho em direção a escola e antes de atravessar pra entrada, avistamos o audi preto dela na porta. Ela sai do carro, tremendamente sexy numa saia lápis preta e uma camisa de seda branca, salto alto e cabelo preso num coque. A pose inabalável e uma arrogância no olhar. Seguimos em direção ao carro e Elliot corre pra abraça-la. Chego logo depois dele e digo:

- Bom dia, srta. Kavanaugh…

- Bom dia, Vause. Vocês estão atrasados!


Notas Finais


Gente! Eu não sei escrever hot! Que bloqueio estranho! kkkkkkkkkkk
Me ajudem! Me diz como ficou?
kkkkkkkkk
Bom sábado!
Beijo!!


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