História Clareia a minha vida, amor, no olhar. - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Orange Is the New Black
Tags Kavanaugh, Orange Is The New Black, Vause
Exibições 44
Palavras 1.596
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Agora as coisas se ajeitaram na minha cabeça e eu consegui pensar num rumo certo pra essa fic. Agora é só escrever!
Espero que estejam gostando!

Capítulo 20 - Sexta- feira promete!


POV MEGAN

- Mooooooomy!

Elliot vem correndo pro meu lado e pula no meu pescoço.

- Bom dia príncipe! Você dormiu bem?

- Dormi sim mãe! A gente fez uma super aventura de metrô! Você devia experimentar! É super divertido!

- Carros existem pra gente não andar de metrô, com aquele monte de gente apertando a gente.

-Mas mãe…

- Sua mãe não sabe aproveitando as coisas divertidas da vida, Lelliot, perdeu a melhor parte do dia.

Alex diz e me fuzila como olhar.

- Sabe Mommy! Tinha uma senhora dentro o metrô, ela disse que eu sou muito bonito e que eu pareço com a minha mãe! Ele achou que a Al era minha mãe! Kkkkkkkkkkkk

Elliot ria abertamente e eu digo:

- Vamos, filho, você está atrasado.

- Não precisa mommy, eu e a Al vamos resolver um assunto com o Joshua e o pai dele.

- Elliot, eu sou sua mãe, eu que tenho que resolver assuntos relacionados a você!

- Me desculpe, srta. Kavanaugh, mas a tremenda gostosa citada na história sou eu, eu vou resolver isso. Com licença!

Elliot pega a mochila e a lancheira da minha mão e segue de mãos dadas com ele, em direção aos pais de Joshua. O menino se esconde atrás da perna do pai.

De longe eu observo Al cumprimentando o pai do garoto, que fica totalmente agitado e sem graça.

Eles conversam um pouco, ela se abaixa e conversa com Joshua que sorri e a abraça. Elliot se despede dela com um abraço apertado e beija o rosto dela. Ele sai de mãos dadas com o coleguinha em direção a escola e já na portaria ele se vira pro lado do carro e acena sorrindo pra mim.

Eu mando um beijo de volta e eles entram.

Alex conversa mais um pouco com os pais de Joshua e de despede, voltando em direção ao carro e só agora consigo observar o tanto que ela tá linda nesse vestido branco. Um salto discreto e elegante. Uma maquiagem leve e os cabelos muito negros esvoaçando com a brisa leve que paira por NY. Vários pais e mães se viram pra vê-la passar. Os caras olham desejando, as mulheres invejando. E eu olho babando!

- Não tinha reparado que você tava tão bonita hoje, Vause.

Eu digo quando ela chega perto de mim e ela responde:

- você fica muito preocupada chamando minha atenção.

- Opa! Alguém acordou mal humorada…

- Abandono me deixa mal humorada.

Ela diz e entra no carro. Eu respiro fundo, sei o que ela quis dizer com aquilo e não faço absoluta ideia de como reverter a situação.

Resolvo optar pela boa e velha conversa. Costumava resolver com Callie. Mas Callie era minha namorada e Alex era apenas uma mulher com quem eu transei. Igual as outras várias.

Será mesmo que era?

Entrei no carro e comecei a dizer:

-Alex eu…

- Srta. Kavanaugh, não precisa se justificar, não precisa conversar, não quero nada disso. Quando eu deixei você entrar na minha casa de madrugada eu já sabia o que você queria. Dei o que você queria e pronto. É só isso que tenho pra oferecer que você queira, sexo. Eu soube disso desde o maldito dia que você colocou esses olhos em mim.

- Eu posso pelo menos me defender?

- Na sua cabeça, o que você fez foi ofensivo a ponto de ter que pedir desculpas? Ela pergunta, me metralha, eu não tô conseguindo lidar com isso. Pela primeira vez em séculos eu não sei o que dizer a uma mulher.

- não…

- Então pare de pedir desculpas forçadas! Eu não vou morrer por causa disso. Eu aprendo fácil. Mas tem só uma coisa. Sua lista de visitas na hora do almoço não vai aumentar, pelo menos meu nome não vai figurar nela. E eu espero que você entenda que eu preciso muito desse emprego mas que não tenho medo de trabalhar em qualquer lugar.

- Alex. Eu não me arrependi de nada do que eu fiz, eu faria de novo. Faria agora, inclusive. Só queria que você entendesse que é difícil pra mim.

- A vida é difícil pra todo mundo Megan. Você não é a única no mundo. E o mundo não gira em torno das suas vontades!

Ela dá a facada final e seguimos em um silêncio mortal até chegar na KCC. Estaciono na minha vaga e ela desce do carro sem olhar pra trás.

Alcancei ela na porta do elevador e entramos. Algumas pessoas foram entrando e espremendo a gente no fundo do elevador. Todo mundo estava espremido, exceto eu, claro. Quando o elevador esvazia totalmente, ainda faltando 6 andares pra gente chegar no nosso andar eu pergunto:

- Porque ninguém encosta em mim?

- Eu preciso responder isso?

Ela diz, levantando a sobrancelha na atitude que eu considero a mais sexy da longa lista de "coisas sexy que  Alex Vause faz".

O nosso andar chega e ela mais uma vez sai na minha frente.

 

POV ALEX

Se existe a possibilidade de querer matar alguém que você conheceu há menos de três dias eu espero que me ensinem como fazer!

Quando entramos, encontramos Vicent entrando também e ele diz:

- Rainha do Gelo!

Ela apenas faz um sinal obsceno com o dedo do meio pra ele e segue em direção a sala dela, Vicent ri e me diz:

- Já tomou uma dose do mal humor matinal da sua chefe, Alex.

- Pode ficar tranquilo que a mais letal já tá entalada na minha garganta, sua dose vai ser menor.

- Amém! Mal humorada na sexta é tenso!

- Acho que ela nasceu assim!

Meu telefone toca, da sala dela:

- Sim, srta Kavanaugh!

- Busca um café forte pra mim e aproveita e bebe um tbem pra ajudar a descer a dose letal de mau humor que eu enfiei na sua garganta, Vause.

- Sim senhora!

Eu digo, reviro meus olhos pra Vicent, que ri e entra na sala dela.

Sigo pra cozinha, decido fazer uma caneca de leite pra ela, mas por via das dúvidas, pego o café tbem.

Levo uma bandeja, em direção a sala dela. Bato na porta, ela me manda entrar.

Sirvo o café, para os dois e coloco a caneca na frente dela. Ela olha a caneca, olha pra mim e dá um leve sorriso. Que não passa desapercebido por Vicent.

- Isso é droga? Só pode ser!

- Não é droga, é bajulação! Megan diz e eu respondo:

- Ela me paga caro por alguns favores que eu faço, sr. Johnson. Com licença.

Saio da sala e deixo eles conversando e sigo pra pegar a agenda dela, Megan tinha planos de sair mais cedo, não voltaria do almoço, precisava deixar tudo em ordem antes dela sair. Tinha uma pilha sem fim de documentos pra ela assinar, a agenda pra revisar e uma reunião daqui a uma hora. Juntei tudo numa pilha e deixei pronto, esperando um sinal dela.

O sinal veio 20 minutos depois, quando Vicent saiu e disse:

- ela quer que você entre.

Peguei os documentos, a agenda e fui pra sala dela.

 

POV MEGAN

estava contando pra Vicent toda a saga do dia anterior, quando ela entra e serve o café. Ele brinca quando vê minha cara de idiota quando vejo que é o leite divino que ela faz:

 - Isso é droga? Só pode ser!

- Não é droga, é bajulação. Eu digo

- Ela paga caro por alguns favores que eu faço, sr. Johnson. Com licença.

Alex sai e me deixa vermelha igual uma pimenta.

- Preciso saber o que tem nessa caneca, pra eu usar com Liv. Tem dia que ela tá com um humor do cão. Essa mulher é bonita demais! Deus! Isso não é normal!

- Leite, canela e mel, funciona muito bem comigo.

Eu respondo, ignorando totalmente o comentário sobre a beleza dela, que mesmo vindo do meu melhor amigo, me incomoda muito.

O leite está delicioso. Não entendo como ela consegue fazer isso ficar cremoso! Deve ter alguma coisa a mais aqui!

- Hey, o que tá acontecendo? Peguei uma conversa das suas amigas sexuais esses dias e elas estavam bravas com você. Pelo que percebi, uma certa morena alta de olhos verdes tá abalando a confiança delas.

- Vicent...vc é meu amigo há mil anos, arrisco a dizer que o único amigo que eu tenho de verdade. A gente confia um no outro como se fôssemos um só. Cara… eu não sei o que tá rolando.

eu digo, prendendo minha cabeça entre as mãos.

- eu sei, querida… - ele diz e pega na minha mão – você tá caidinha pela sua secretária.

- tá louco????

- Só veja as possibilidades, vou deixar você com duas reflexões: porque ela é diferente das outras e porque você foi pra casa dela ontem depois que deixou Meredith em casa?

Quando eu fui argumentar ele diz:

- Não coloque Elliot no meio. Seja honesta consigo mesma.

- você é um péssimo amigo. Vou pro rancho esse fim de semana, vou sair de casa hoje a tarde, deixa eu levar a Viviene? Elliot precisa de uma companhia da mesma idade dele.

- vou falar com Liv, é bom que a gente descansa um fim de semana, aquela menina é uma máquina de fazer bagunça! Vai ser bom ela ficar com Elliot.

- Aproveita e faz um irmão pra ela…

eu brinco e ele retruca:

- Aproveita e chama a Vause pra ir com vocês.

- Tchau Vicent, chama ela pra entrar quando sair!  

 


Notas Finais


Gente, agora a fic tá entrando num momento mais delicado. Espero que vocês entendam que vai demorar um pouco pra engatar alguma coisa entre elas. Megan é a Rainha do Gelo, vai demorar um pouco pra se derreter e Vause... bem: Vause é Vause né non? kkkkkkkkk
Volto já!


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