História Clementine - Capítulo 7


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Categorias Pink Floyd
Personagens David Gilmour, Nick Mason, Personagens Originais, Richard Wright, Roger Waters, Syd Barrett
Tags Anos 60, Arte, Drama, Musica, Pink Floyd, Poesia, Syd Barrett
Visualizações 4
Palavras 292
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Adeusa, beijos da salvação.

Capítulo 7 - Apple.


Fanfic / Fanfiction Clementine - Capítulo 7 - Apple.

1967.

A verdade é que nunca soube.

Nunca saberei o estado em que me encontrava.

Nunca terei sabedoria divina suficiente que me faça raciocinar e enxergar.

Acordei inspirando muito fundo, como se tivesse sido retirado de uma overdose, tossi bastante, minha preocupação se exaltou quando sangue espirrou no chão e depois escorreu da minha boca até a barriga. Corri para o banheiro, no qual quase abandonei a alma de tanto vomitar. Bateram na porta, mas não atendi, Roger berrou.

- Você deveria saber que meu único desejo é te ver bem e saudável. - Analisei meu corpo após a afirmação e reconheci que realmente não parecia muito agradável. - Vamos para uma clínica.

- Não, não. - Balancei o dedo negando. - Eu vou para uma clínica, ficar jogado num quarto tendo crises de abstinência e surtos de esquizofrenia. Você, Roger Waters, vai para o mundo com a sua banda famosa. Quer saber? Que se foda. Eu tenho a Piper, não preciso de vocês.

- A Piper não existe, cara. Você a vê durante suas ondas de LSD, pelo amor de Deus, Syd.

- Sai. - Disse simplesmente. Ele demorou um pouco e fechou a porta, ainda escutei sua voz do lado de fora.

Quatro enfermeiros invadiram o apartamento e me agarraram, me segurando, lutando contra minha resistência, me puxavam, me sugavam para fora do meu refúgio. 

Observei a mesinha com as cartelas jogadas, meus fragmentos dos melhores momentos da minha vida, tudo estava ali então. 

- Não. - Berrei enquanto esticava o braço na direção da mesa. Roger entrou no apartamento, pegou as cartelas e depois sumiu, escutei o barulho da descarga. - Não, não, não, não. - Senti uma fincada no braço.

Eu havia ido. Já não existia mais ninguém.


Notas Finais


Curiosidade (que talvez não seja curiosidade):
Se vocês juntarem as palavras em negrito no início dos capítulos, terão um poema. Talvez ele tenha ficado sem sentido, mas eu permiti me perder durante essa fanfic, como se estivesse numa onda também, acho que é isso.


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