História Clexa - Alvorecer Sombrio - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa
Exibições 49
Palavras 1.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai
Avisos: Bissexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Consegue me arranhar?


Lexa! –O corpo de Clarke pula de sua cama como reflexo, ela não entendeu, porém estava aliviada que tivesse sido apenas um sonho, um sonho muito estranho e muito real, como se estivesse...

-Mundo espiritual, o que Lexa fazia lá, comigo? Eu sabia que ela me odiava, mais me matar? Que égua.

Aquela escuridão, quais são os planos dela? Quais? Eu não posso deixa-la destruir meu reino, afinal minha mãe deu a vida para protege-lo, apesar de que eu nunca pedi por isso, é tão errado querer fugir?

 

Clarke não conseguiu dormir mais, ficou em devaneios tentando refletir porém sempre se assustava ao lembrar de sua morte, foi tão real, Lexa fez isso sem piscar sua frieza deixava Clarke desmotivada.

Logo a manhã chegou, Clarke se preparou para o piquenique com sua exótica convidada. Ela preparou as frutas mais gostosas, os doces mais melosos, ela ia se aproveitar da situação, talvez deixasse ela brava, porém Lexa não havia arquitetado um plano ainda e ela sabia.

-Bom dia, Lexa! –Clarke sorriu indiferentemente.

Lexa arqueou as sobrancelhas, achando que talvez o tratamento seria diferente após a viagem no mundo espiritual....

‘’ Se ela realmente não notou isso, quer dizer que é muito burra! Pensei que ela tivesse passado mais tempo em seus estudos, ou ela quer me enganar, mais como?’’ Lexa começou a ficar intrigada e resolveu aceitar seus joguinhos.

Ela a seguiu até o jardim, era um lugar lindo, colorido e o sol iluminava a fonte que parecia dar um brilho extra.

-Sente-se, Clarke estendeu a toalha debaixo da sombra de uma arvore.

-O que vai fazer? –Lexa perguntou ao ver aquela cesta quase que transbordando de coisas.

-Quero te mostrar os melhores alimentos do reino.

-Me chamou aqui para me engordar? Não me diga que você é a bruxa má que se alimenta de pessoas?

‘’- O que? –Vou rir pra não deixa-la sem graça. ‘’ –Ela solta um gracejo forçado.

-Certo me mostre suas armas. –Lexa falou ao se sentar.

-Oi? –Será que não falamos a mesma língua?

-Me mostre o que trouxa para comermos, ou me chamou aqui apenas para eu ver essa sua cara de que não entende nada do que falo.

-Cruel, isso que você disse foi cruel. –Mais você logo se arrependerá, minha jovem Lexa. –O olhar de Clarke mudou ao imaginar a cena engraçada, Lexa ficou sem entender.

-Venha, prove isso, ou você vai ficar me olhando com essa cara de que não entender ‘’nada’’ . –Ela repetiu no mesmo tom de Lexa, como provocação.

-Morango? –Eu já provei morangos, por que acha que nunca provei?

-Eu não acho, eu só acho que você nunca provou chocolate.

-... –Lexa pega seu primeiro morango e engole.

Logo em seguida pega uma colher de chocolate que estava derretido, escorregando pela colher e caindo no pote novamente.

-O que é isso? –Lexa olhou apreensiva aquele negócio marrom e liquido.

-É algo que apenas aqueles que tem fortes contados com os países mais distantes tem, coisa que você minha querida nunca provou. –Ela provocou Lexa novamente.

O olhar de assassina de Lexa fixou em Clarke, que logo pegou uma colher e experimentou.

Sua careta a princípio foi de nojo, mais ao provar sua mão sem notar já estava indo para a terceira colherada.

Clarke começou a rir ao ver a situação.

-Você confia em mim para mais uma provação, Lexa? –Ela falou confiante a ver o resultado de seu teste.

-Bom... – Ela olha indecisa.

-Vai ser melhor do que você acabou de provar, Lexa. –Clarke falou num tom suave, como se quisesse traze-la para mais perto, a provocando sutilmente.

-Você confia em mim?

-Sim. –Clarke ao receber a notícia, abre um sorriso malicioso, e banha um morango em chocolate, que suavemente ela leva para boca de Lexa, que ao princípio estava em dúvida se aceitava.

-O que? Voce não confia? Acha que vou envenena-la?

Lexa desiste e aceita o capricho, o chocolate chega a escorrer pelo canto de sua boca, seus olhos brilharam ao sentir como aquilo era bom. –Clarke ria internamente, Lexa não sabia mais aquilo era mais que um lanche e sim um teste, Lexa era inexperiente com certas coisas...

-Certo, seu olhar mudou, você acha que sou tonta? Clarke? –O olhar de delicia já tinha acabado voltou para como se fosse um tigre olhando sua presa.

‘’ Ela acha que não notei aquele olhar malicioso, ela está me testando? Bom vamos ver isso agora. ‘’ Lexa chegava cada vez mais próxima dela, fixando o olhar, seus narizes estavam quase se batendo.

-Quer brincar comigo, princesinha? –Lexa a empurra sutilmente a fazendo deitar. E fica em cima de seu corpo.

-O que pensa que está fazendo? –Clarke fala assustada, o olhar de Lexa estava brilhando.

-Por que tenta ficar próxima de mim? Não tem medo? Depois dê-lhe encravar uma espada, eu sei que doeu, me diga doeu? –Lexa sorriu.

-Acha que me assusta? –Clarke ficou nervosa, e empurrou com força, porém não adiantou nada.

Conforme o olhar assassino de Lexa se aproximava, Clarke começou a sentir-se fadiga e seu pesar voltou. Isso trouxe um gemido que fez virar seu rosto tentando dissipar a dor.

-O que foi? –Lexa não compreende.

-Vai para longe por favor. –Clarke fala sem ar. –Lexa notando que não era brincadeira se afastou deixando ela respirar.

Clarke levanta rapidamente, e se afasta de Lexa.

-Por favor no chegue perto. –Ela faz sinal com a mão.

Lexa fica sem entender.

-Eu sei que você me matou essa noite, e eu sei que seus planos são maus, mais eu te prometo, eu vou mudar você!

‘’Céus, como ela é doida. ‘’

-Garota, você não vai conseguir me mudar assim, só minha presença te deixa sem ar, literalmente, você deveria treinar mais não está preparada para lutar contra os verdadeiros perigos da vida. Eu te faço mal, eu sei, sabe por que? –Lexa se aproximou dela a intimando. Por que eu sou mal, eu matei pessoas, muitas, milhares, e te digo, eu matarei cada um do seu reino.

-Nunca! –A ofender até que ia, mais ameaçar expressamente seu reino, Clarke não deixaria.

Clarke a empurra contra a arvore, e pega uma faca de sua cintura.

-Isso acaba aqui.

Lexa começa a rir ao ver a arma dela.

-Será que você nunca vai entender quem sou?

Venha, vamos ver se consegue me arranhar. Lexa começou a rir e deixou Clarke com mais ódio ainda.

Sem pensar muito ela foi para cima, até que seus movimentos eram rápidos. Lexa desviou e rapidamente com seu pé a fez tombar, forçando ela a segurar nos braços de Lexa.

-Segurando em mim? Que luta é essa por favor. Isso está pior que lutar com um cadáver.

Clarke ao se levantar conseguiu arranhar o tornozelo de Lexa.

-Menina desobediente, não, não, não pode. –Lexa fez sinal com o dedo, negativando a cena. –Empurrou Clarke para longe e ela começou novamente.

Já estressada com Clarke, Lexa a prende numa chave de pescoço, os cabelos de Clarke ficaram em seu rosto.

-Que cabelos... macios... –Lexa perde o fio da meada por alguns instantes, até retornar a si mesma, depois de ficar sentindo cada fio que podia ver.

-Clarke se remexia tentando se libertar.

-Eu sou mais forte que você, para mim isso é uma brincadeira. –Lexa se senta e coloca Clarke eu seu colo, ainda a prendendo deixando-a imóvel.

-Você sabe quem sou, sabe do que sou capaz, e ainda brinca comigo? –Lexa olhava para frente e aproveitava para sentir o rosto de Clarke, estava tão quente. A gente podia se divertir um pouquinho o que acha?

‘’ Droga, o que eu fui fazer, pior, o que ela vai fazer comigo? Já sei, aquele treinamento, eu sei que consigo’’

Clarke aproveitou os devaneios de Lexa.

-Eu sei o que você pode fazer comigo... –Ela falou ainda presa em seus braços, sua voz saiu rouca por causa da pressão no pescoço.

-Mostre-me.

‘’ não brinca deu certo!’’ Lexa começou a solta-la e então Clarke a encarou nos olhos e com seus dedos rocou sua testa rapidamente sem que Lexa a impedisse.

-Não! ‘’ Droga como não percebi isso.’’ Lexa se sentia presa.

Clarke se soltou fez elas entrarem no mundo espiritual novamente, como foi ela quem abriu a porta, Lexa fazia o que ela ordenava, ela ficou imóvel sem conseguir mexer seu corpo.

Clarke finalmente podia respirar com calma agora.

Lexa não imaginava que Clarke conseguia fazer isso até mesmo estar sem foco.

-Você não é tao inútil como pensei. Eu imagino, nossos corpos no mundo material, estão caídos juntinhos agora... pensou se Arthur visse...-Lexa a provocava.

-Não vou te soltar até me libertar de você. –Meus pai! Arthur! Eu tinha que encontra-lo urgente, eu não posso deixa-lo esperando. –Clarke ficou desesperada.

-Lexa, sei que você pode me matar, acredite eu sei, porém preciso me encontrar com Arthur antes de morrer.

-O que? ‘’ Sera que ela esqueceu que estamos de algo sério? Como assim ela só muda de ideia e diz que precisa ir a tal lugar.’’ –Lexa não entendia aquela mente.

 -Eu prometo que deixo você tentar me matar a noite.

-Oi? –Lexa não podia acreditar no que estava ouvindo.

-Bom a noite o perigo aumenta...

-Não isso, isso não. –Clarke ficou confusa.

‘’Essa garota está me matando! Lexa segurou o riso, não podia transparecer quanto essa cena era estranha.’’

-Se eu fosse você tirava a gente logo daqui, algo está chegando.

-O que? –Clarke ao ver a sombra se aproximando, suas forças diminuem, rapidamente ela as tira de lá e suas mentes voltam a realidade. –Clarke estava caída sobre o corpo de Lexa, e o braço dela estava sobre seu corpo, com a queda ele escorregou para sua barriga.

Lexa ao acordar puxa ele de volta, que esbarra nos seios de Clarke.

Clarke corre em direção de Arthur, ela estava atrasada para sua aula, não queria deixar ele mais histérico do que antes.

Lexa a observou de longe sem acreditar no que tinha acontecido ali.

‘’Essa noite vou olhar esse lugar canto por canto, ficar aqui me deixara loca! ‘’ Ela balança a cabeça como se estivesse pirando.



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