História Clexa - Nos olhos da Comandante - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa, Lincoln, Octavia Blake, Personagens Originais, Raven Reyes
Tags Clarke Grffin, Clexa, Lexa, The 100
Visualizações 519
Palavras 1.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, FemmeSlash, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction Clexa - Nos olhos da Comandante - Capítulo 10 - Capítulo 10

Lexa's POV

Clarke havia saído como um raio pela porta e era inegável o laço que tinha com sua mãe. Eu ainda estava em um turbilhão de emoções por causa do beijo e da forma como ela o correspondeu. Inclinei a cabeça pra trás e fechei os olhos por um momento, soltando todo o ar com força. Não podia mais negar o que sentia por ela e senti um certo medo em pensar que faria qualquer coisa pra tê-la por perto. Olhei para minha cama mais uma vez, voltando ao momento em que a vi deitada e, por um instante, desejei ter aquela mesma visão todos os dias. Algo doía dentro de mim só em pensar que ela poderia partir com os outros ao amanhecer e no fundo era o que eu esperava que fizesse. Afinal, por que ficaria comigo e com o meu povo no meu lar sem nunca termos nos visto antes, se éramos tão diferentes? Ela tinha a chance de voltar para a casa e para sua vida. Comecei a repetir mentalmente que ela não iria ficar por minha causa e fechei as portas devagar, aceitando o fato de que quando eu acordasse, Clarke não estaria mais lá e eu teria apenas a lembrança de seus atos de coragem e de seu beijo delicioso. Deitei na cama e suspirei pesado, fechei os olhos e tentei não pensar em nada quando de repente, um barulho esquisito que parecia música invadiu o quarto. Levantei e peguei minha espada rapidamente, mas não havia nada no quarto, nada além de uma luz que se acendia inúmeras vezes dentro de uma pequena caixa que parecia andar sobre a mesa. Peguei o objeto e eu sabia a quem ele pertencia. Desci carregando a caixa e fui até Clarke, no fundo sabendo que era só mais uma desculpa para vê-la mais uma vez. Toquei seu ombro de leve.

- O que é isso?

Ela se virou, encarou o que eu trazia na mão, depois a espada que segurava na outra e começou a rir. Continuei séria, por que aquilo era engraçado? Engoli a seco, desconfiada de sua reação.

- Isso é o meu celular.

- Fazia um barulho estranho e acendia uma luz fazendo algum tipo de sinal.

- Sim, ele serve pra... Enfim... Não vou precisar dele aqui.

- Para que serve?

- Pra muitas coisas. Você pode mandar mensagens pra pessoas que estão longe sem precisar chegar perto. Pode ouvir música, ou tirar fotos... Olha!

Clarke levantou o "celular" no alto, olhei brevemente para o objeto e voltei minha atenção para ela, que insistia em me mostrar o que parecia ser uma pintura nossa. Clarke exibia um sorriso (o mais lindo que eu já vi) e eu aparecia do seu lado, olhando pra ela. Afirmei com a cabeça, na tentativa de me mostrar interessada no que ela dizia, mas não estava.

- Ele é ligado aqui - a loira tirou um cordão preto do bolso com metais na ponta - e esse lado vai na tomada. Bom, não tem tomadas aqui, mas deveria passar uma corrente de energia desse lado pra recarregar o celular. Como não temos isso, ele logo vai desligar e não vai servir pra mais nada, então... - guardou tudo nos bolsos da jaqueta outra vez e desviou o olhar para as pessoas que estavam um pouco mais a frente. Os feridos já estavam sendo cuidados por nosso médico e a mãe da Clarke, que na verdade não tinha nada muito grave, só alguns arranhões.

Por um instante pensei em chamá-la para dormir comigo, mas não cheguei a isso. É provável que, se fosse ficar, ela quisesse mais tempo para se despedir e se tivesse que partir, o faria sem me avisar.

- Boa noite, Clarke.

- Boa noite, Lexa.


Clarke's POV

O simples fato de ouvir sua voz atrás de mim, fez com que o ar fugisse por um momento. Quando me virei e vi Lexa com seu vestido longo, os longos cabelos soltos e sua espada em mãos, meu coração quase parou. Ela era extremamente sexy e seu tom de voz sério só aumentava os efeitos que sua presença me provocava. Tentei falar qualquer coisa sobre meu celular, sobre qualquer coisa, para que não notasse meu nervosismo (tesão!) por mais que soubesse que eles não tinham a mínima noção de tecnologia naquele lugar. Lexa tinha ido dormir e eu usei de todas as minhas forças para não ir atrás dela. Ainda precisava convencer minha mãe dos motivos de ficar naquele lugar e de que isso seria bom. Para uma médica com uma filha que segue sua profissão, praticamente formada em medicina e com tudo para assumir seu lugar no trabalho, minha escolha era inaceitável, mas ainda assim ela não faria nada que fosse contra minhas decisões.

Os primeiros raios de sol surgiam quando todos partiram e me senti como se faltasse algo, cheguei a sentir medo do que estaria por vir, mas era um fato que eu não me encaixava em nada daquilo que tinha vivido até então e talvez me encaixasse naquele lugar. Ainda não tinha pensado a respeito de Lexa ou do que ela sentia por mim, mas o que quer que fosse, explicava seus olhares em mim e sendo assim, a convivência seria mais fácil sendo a "protegida" da comandante, embora eu soubesse que não precisava de proteção depois de me tornar a comandante da morte. A forma como tudo funcionava lá era muito mais fácil, apesar de não gostar da ideia de matar pessoas.

Subi para o quarto de Lexa e entrei sem fazer barulho, ela dormia e assim como na outra noite, dormia NUA! Meu ar escapou outra vez, andei de um lado para o outro e prendi o lábio entre os dentes, sem saber o que fazer. Passei a mão entre meus cabelos, sem conseguir tirar os olhos de seu corpo, a pele bronzeada iluminada pelo sol, os desenhos espalhados por seu corpo. "Lexa, você é uma puta de uma gostosa!!!" Peguei o cobertor e joguei no sofá, deixando seu corpo todo à mostra. Ela não acordou, mas se mexeu virando pra cima. Apoiei uma das mãos na armação da cama e me inclinei sobre ela, deslizando a língua com força pelo seu sexo e depois a pressionando no seu ponto de prazer, que pulsava contra minha língua molhada, Lexa acordou em um gemido e um movimento involuntário quase a levou a sentar na cama, mas jogou o corpo outra vez sobre o colchão, com os olhos fixos nos meus e a respiração ofegante. Sorri de canto com sua reação e o modo como havia acordado e continuei a provocando a ponta da língua. A comandante sussurrou meu nome e disse algo que não entendi apenas movendo os lábios, em seguida fechou os olhos e inclinou a cabeça pra trás, arqueando as costas de leve. Aproveitei sua distração pra enfiar minha língua inteira bem devagar, já me ajeitando na cama entre suas pernas, ela gemeu, dessa vez mais alto. Seu gosto e seu cheiro aguçaram meus sentidos e eu a puxei em direção a minha boca, minhas unhas escorregaram por sua pele, deixando marcas que aos poucos sumiram. Continuei lambendo como um animal sedento, apertando cada parte do seu corpo onde minhas mãos alcançavam, enquanto seus movimentos com o quadril incentivavam minha língua a ir ainda mais fundo. Voltei minha atenção para o seu clitóris outra vez, onde fazia desenhos com a língua ainda em um ritmo lento. Dessa vez ela se contorcia e tentava prender os gemidos, que escapavam de sua garganta mesmo assim. Comecei a sugar devagar, deixando minha saliva escorrer pelo seu sexo de propósito. Não demorou para que o orgasmo chegasse e ela se derramasse em minha boca, passei a língua mais uma vez e subi com ela pelo seu corpo, sentindo o gosto salgado de sua pele suada até chegar em seus lábios. Lexa estava ainda com os olhos fechados e a respiração pesada, mas correspondeu o beijo, deixando os lábios junto dos meus por mais um tempo.



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