História Cliche - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Alessia Cara, Comedia, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinsom, Niall Horan, Zayn Malik
Exibições 86
Palavras 1.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Por que o elefante não pega fogo?


Como combinado, eu tinha chegado em casa no horário que eu tinha pedido para minha mãe. Eu estava tão cansada e nem sabia, tomei banho e escovei os dentes, quando eu vi, estava babando de sono. 

Quando eu acordei era por volta das duas horas da tarde, fiquei com preguiça de levantar da cama então passei as próximas três horas ali. Jenna veio em casa à noite e passamos o domingo juntas, mas a tarde ela teve que ir embora. 

Ao chegar segunda-feira, eu quase fui na loja de macumba e pedi para o fim de semana voltar. 

Como sempre, encontrei Bret na sua casa e fomos andando para a escola. Eu não me sentia nenhum pouco sociável, por isso quase nem falei direito com meus amigos e fiquei mais tempo do que o necessário com o meu rosto dentro do meu armário, até o sinal tocar. 

Prolonguei a minha estadia ali por mais alguns minutos quando me convenci que era hora para eu ir para sala. Quando entrei, não tinha visto Harry, infelizmente, então me joguei na minha cadeira -não literalmente- e apoiei minha cabeça na minha mão, meus olhos fechando e o som das conversas se dispersando no segundo plano.

•••

Chuva. 

Eu amava frio, chuva mais ainda, só que eu gostava quando eu estava dentro de casa, debaixo do cobertor com o meu chocolate, assistindo algum filme na televisão, não quando eu estava na porta do colégio, sozinha e com frio. 

Eu tinha ligado para minha mãe vir me buscar, eu não tinha trago um guarda chuva então ela teria que vir, o problema era que ela disse que poderia me pegar daqui uma hora porque ela estava trabalhando. 

Obrigada mãe, de verdade, obrigada. 

Eram quase duas horas da tarde e eu estava ficando com fome; olhei para os dois lados, contei até dez para encontrar coragem e respirei fundo. Apertei a alça da minha mochila e sai do coberto, os pingos da chuva começando a molhar meu cabelo, roupa e mochila, basicamente tudo que tinha direito. 

Eu ouvi um trovão e me abracei. Será que podia piorar? 

Era como se eu tivesse pedido para piorar, porque logo em seguida um carro passou perto de mim e a poça, claro, foi para na minha calça.

-Obrigada, era só o que eu precisava! -eu berrei para o carro que estava indo embora.

Continuei a andar, apressando o passo para chegar logo em casa, mesmo eu sabendo que ainda tinha uma meia hora de caminhada.

Uma lâmpada se ascendeu em cima da minha cabeça, quando lembrei que tinha um ponto de ônibus um pouco para frente. Corri até lá e depois de alguns minutos, a lotação chegou. 

Eu paguei e passei na catraca, meus olhos procurando por algum banco vazio e sorri internamente quando vi quem estava sentado no fundo. 

Joguei meu cabelo para trás e percebi que estava molhado, assim como a minha roupa. 

Que beleza, fala sério. 

Só que isso não me impediu de ir me sentar ao lado de Harry, algumas gotícula caindo em seu casaco verde musgo. Ao perceber que alguém estava perto dele, ele virou a cabeça e o reconhecimento em seus olhos bastou para eu cumprimentá-lo, mas obviamente a educação dele me interrompeu. 

-O que você quer? -Harry perguntou, a voz monótona. 

-Várias coisas, na verdade -franzi a sobrancelha e fiz um biquinho, pensativa- passar de ano, comprar roupa nova, viajar, ter um ca-

-Não -ele me interrompeu- por que você sentiu aqui? 

-Por que eu quis -dei de ombros. 

Harry revirou os olhos.

-Tem vários assentos livres. 

-Eu percebi -respondi, olhando em volta.

-Então vá sentar em um deles.

-Mas eu já estou sentada. 

Harry grunhiu e eu ri baixo. 

-Por que não foi pra escola hoje? -eu perguntei, puxando assunto. 

-Não estava afim -me respondeu, virando o rosto para a janela.

-Okay... Quer ouvir uma piada? 

-Não -Harry negou, sem olhar para mim ainda.

-Por que o elefante não pega fogo? 

Esperei três segundos e disse:

-Porque ele é cinza! 

Eu ri, eu sempre rio das minhas piadas, sem querer me gabar, mas são ótimas.

Pelo reflexo do vidro notei que Harry estava sério, então irritada, dei um cutucão no seu ombro.

-O que você tem? Botox? -perguntei irônica com a sua falta de expressividade- Se você não consegue mexer o rosto, pisca duas vezes. 

-Isso foi tão engraçado que eu esqueci de rir -ele me respondeu ainda sério. 

-O que? A sua atitude de "badboy" não deixa você rir? -perguntei, fazendo as aspas com meus dedos.

Isso pareceu chamar a atenção de Harry e quase disse 'amém', mas dei uma segurada. 

-Eu não sou um "badboy", isso é patético -ele fez as alas igual a mim e continuou:- claro, eu fui preso algumas vezes, mas eu não sou isso. 

-Ah, foi preso, é? Por que? 

Eu me levantei da cadeira e dei sinal para o ônibus para no próximo ponto, que era o meu, porém continuei olhando para Harry, esperando sua resposta enquanto meu interior era devorado por curiosidade.

-Isso é uma história pra outro dia.

Outro dia? Vocês sabem o que isso significa?

Que ele pensa que ainda vamos conversar, um ponto para o time Abby! 

O ônibus parou e eu ainda estava meio abobada que acabei esquecendo de me despedir, porém Harry segurou meu pulso antes que eu pudesse descer.

-Espera, Abby, a gente é da mesma sala? 

Fingi que não tinha ficado magoada por ele não ter visto eu na sala até agora, mas como a boa atriz que sou, coloquei a mão no peito e, dramaticamente, falei:

-Pensei que você nunca notaria. 

Os lábios de Harry se curvaram um pouco para cima e eu quase arregalei meu olhos ao perceber que ele estava rindo. O acéfalo não riu da minha piada preferida, só que riu de uma frase dramática? 

O motorista deu uma buzinada e perguntou se eu ia descer mesmo, eu confirmei, sentindo a mão de Harry soltar meu pulso. 

Harry acenou com a cabeça e cruzou os braços, me olhando como se estivesse esperando eu ir embora. 

Aquela era a minha deixa.

Então, molhada e despreparada mentalmente, sai de novo naquela chuva que parecia que não iria ter um fim muito cedo, e fui para casa com o sorriso de Harry. 

Eu tinha feito ele sorrir e isso me fez esquecer o fato que eu iria pegar uma gripe forte, o que realmente aconteceu algumas horas depois, mas isso eu conto no próximo capítulo.


Notas Finais


eu sei que tá uma bosta mas eu to passando passando mt mal e eu não queria deixar de postar hoje, prometo que nesse fim de semana eu posto um novo!!


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