História Cliche - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Alessia Cara, Comedia, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinsom, Niall Horan, Zayn Malik
Exibições 75
Palavras 1.859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


podemos ter um min de silencio p Harry (montagem) da ft pls

ESSE EH O HARRY Q EU IMAGINO ALIÁS

Capítulo 11 - Senhor Elefante


Fanfic / Fanfiction Cliche - Capítulo 11 - Senhor Elefante

Para minha mãe me deixar faltar na escola eu tenho que estar morrendo ou perto disso, se eu não estiver em nenhuma dessas opções, eu sou obrigada e ainda levada de carro para escola, apenas porque ela quer ter a confirmação que eu não entrei na rua errada e acabei voltando para casa. 

Quando terça-feira chegou eu estava com dor de cabeça, nariz entupido, voz fanha e espirrando a cada dez minutos, sendo bem capaz de que se você me empurrasse de leve no ombro, eu iria me jogar no chão de tão fraca que eu estava me sentindo, entretanto, segundo a minha mãe, eu ainda conseguia andar e caminhar, o que possibilitava eu ir para o colégio. 

Se ontem eu estava anti-social, hoje eu seria a definição em pessoa. 

Eu cheguei atrasada, tanto pela minha lerdeza para andar no corredor como porque eu tinha gastado o triplo do tempo para trocar de roupa e ir até o carro da minha mãe. 

Ao empurrar a porta da sala de aula, eu dei uma fungada e senti o olhar de todos caírem sobre mim. Era só isso que me faltava, fala sério. 

Fui direto para meu lugar e fechei os olhos, bloqueando tudo ao meu redor. 

Ou eu tentei, já que a professora brigou comigo por deitar na mesa e me fez sentar direito.

•••

No intervalo, eu falei para Jenna e Bret que ia na biblioteca dormir, não querendo ir para o refeitório e continuar na sala. 

Esperei os esfomeados da minha turma esvaziarem o quadrículo. Com os olhos fechados e cabeça encostada na parede, eu estava quase explodindo de dor. 

Peguei a minha mala e estava com muita preguiça para colocá-la na minha costas, então arrastei-a pelo chão até a biblioteca.

Era um bom lugar para dormir, silencioso e ninguém iria me procurar ali. 

Passei pelas altas prateleiras e mesas vazias, indo até o fundo na seção de geografia. Tinha um sofá com algumas almofadas sempre vazio, mas no lugar que deveria ser meu, já era de outra pessoa.

Sem querer gastar saliva, levantei a perna dele e sentei no sofá, ouvindo alguns murmúrios.

-Que? 

-Eu disse que você é folgada -Harry repetiu, cobrindo os olhos com o cotovelo.

Eu dei um espirro, cobrindo meu rosto com a parte interna do meu braço. 

-Isso foi o que? -a voz rouca se arrastou para perguntar. 

-Eu espirrei.

Harry abriu um sorriso, rindo baixo, as covinhas à mostra. Ah, lorde, se alguém entendesse a raridade em que elas aparecem, iriam fazer um trato com São Longuinho todo dia para vê-las.

Não que eu faça.

-Isso não é um espirro, parece um esquilo rindo. 

-Eu me sinto ofendida -eu disse, cerrando os olhos.

-Não precisa se sentir ofendida -ele pediu e por um milésimo eu pensei que ele realmente estava falando sério- você é estranha, dos pés à cabeça.

-Desculpa, então, senhor Perfeição. 

Harry balançou a cabeça negativamente e levantou seu tronco, se sentando no sofá. Seus olhos estavam nos meus, o verde dele brilhava em diversão e sabia que coisa boa não sairia dali. 

-Perto disse. 

Fingi estar me sentindo sufocada, cobrindo meu pescoço e tentando respirar com dificuldade.

-Seu ego é tão grande que me sufoca. 

Harry riu, empurrando meu ombro de leve. 

-Ah, meu Deus, eu estou tendo alucinações ou é verdade? Harry Styles está rindo? 

Arregalei os olhos e abri minha boca, formando um 'o' de surpresa. 

-Não sei, você é iludida sozinha, vai saber. 

Minha cabeça deu uma caída para o lado, o meu cérebro tentando digerir o que tinha ouvido. 

-Primeiro eu sou estranha, agora iludida -enumerei nos meus dedos- tudo isso em menos de dez minutos. O que vai ser o próximo? Vai dizer que sou apaixonada por você? 

-Não preciso apontar o óbvio. 

Nesse momento eu quase engasguei com a minha saliva, mas eu queria espirrar ao mesmo tempo, o que não deu muito certo porque eu estava tossindo e veio um espirro bem no meio. 

Depois de uns belos dez minutos que eu precisei para me recuperar e parar de tossir, olhei para Harry e minha visão ficou embaçada por causa da minha lacrimação.

-Ah, não precisa chorar, Abby -ele disse, ainda com os lábios puxado para o lado-, você supera. 

-Seu acéfalo, eu engasguei sozinha o que me fez chorar de tão forte que tossi; você não tem nada haver com isso. 

-Você pode dizer o que precisar para você dormir à noite -ele deu de ombros.

-Menos, Harry, bem menos -dei uns tapinhas em sua perna, sorrindo sem mostrar os dentes.

Eu não sei o que estava acontecendo com Harry, mas hoje ele estava sorrindo e interagindo comigo de uma forma "amigável" -era a coisa mais próxima que eu consegui para descrever- que ele nunca foi antes. Ou desde que começamos a conversar há uma semana.

Eu ia dizer que não importa o que era, porém importa sim. Eu sou curiosa e me intrometo sempre aonde não devo, então mais cedo ou mais tarde eu iria descobrir o motivo dele estar desse jeito. 

O único ponto negativo de tudo isso, era que Harry escolheu ficar assim bem no dia em que eu estava o oposto de alegre. Eu sentia meus olhos querendo se fechar e uma preguiça enorme só para abrir a boca para comunicação, não diria para comer porque isso é sempre bom, tsc tsc (isso sou eu dando uma piscadela para vocês). 

Sem perceber, eu encostei a minha cabeça no encosto do sofá e fechei os olhos. Na minha mente, eu disse para mim mesma que eu descansaria a vista por alguns minutos, mas os descanso se tornou em um sono pesado. 

Eu tinha ouvido Harry falar alguma coisa antes de eu finalmente dormir, entretanto as palavras não concretizaram na minha cabeça, o que fez com que eu o ignorasse e me dedicasse totalmente ao meu sono. 

Não sei quanto tempo passou, porém quando abri os olhos de novo, a luz que antes vinha da janela aberta acima na parede atrás de mim, tinha acabado e sido substituída pela escuridão. A única coisa que iluminava a biblioteca eram as lâmpadas e as quais nem todas funcionavam. 

Essa não seria uma boa hora para lembrar que eu tenho medo do escuro, só que meu psicológico achou o contrário. 

Por instinto, eu levantei a minha perna até meu peito e percebi que eu estava deitada e com alguém ao meu lado. Tentei dar uma arregalada nos olhos para ver se a visão melhorava e consegui distinguir a mandíbula e o penteado que estava fazendo sombra pela luz do luar. 

Harry. 

Pelo que eu me lembro, quem estava deitado era ele e não eu. 

Dei um cutucão no ombro dele, querendo acordar-lo, mas o acéfalo nem se mexeu. 

-Psiu -eu me levantei e sussurrei no ouvido de Harry. 

A próxima coisa que vi foi a mão dele vindo na direção da minha cara, e então o tapa na minha bochecha. Ele gemeu e murmurou alguma coisa, só que eu estava com um pouco de raiva demais para querer entender.

Como retalhação, eu fiz o que me deu vontade: fechei minha mão em punho e conectei com a bochecha de Harry. Em outras palavras, eu soquei ele. 

Vagamente, eu me lembro de uma aula de física que a matéria era sobre ação e reação, uma coisa assim. Basicamente, a mesma força que você fornece, retorna. Igual aquele ditado "tudo que vem volta", e até esse momento eu achava isso maior baboseira, mas enquanto eu sentia as juntas dos meus dedos latejarem de dor, eu xinguei o maldito que decidiu que era assim que as coisas deveriam ser.

Como esperado, Harry acordou com o meu soco, sua mão massageou sua bochecha enquanto eu cobria a minha e ainda xingava.

-Você me socou? -Harry perguntou surpreso.

-Óbvio -eu revirei os olhos- você me deu um tapa, o que você pensou que eu iria fazer? 

-Eu o quê? -ele alterou seu tom para mim, só que eu logo cortei o barato dele.

-Abaixa o seu tom de voz, mocinho, tá pensando que é quem pra falar assim comigo? 

-Eu te dei um tapa quando? -ele perguntou agora falando num tom mais aceitável.

-Há menos de dois minutos atrás.

-Há menos de dois minutos atrás eu estava dormindo. 

-E o prêmio de apontar o óbvio vai para Harry Styles -falei sarcástica.

-Abby, deixa eu reformular o que eu disse -Harry se ajeitou no sofá e, sem querer, me distrai ao ver a sombra dos seus cílios provocados pelo escuro- você disse que eu te dei um tapa quando eu estava inconsciente? 

-E, de novo, o prêmio-

-Abby, outra pergunta -ele me interrompeu e antes que eu brigasse com ele por fazer isso, Harry continuou- o que você estava fazendo antes de eu te dar um tapa?

-Tentando acordar você -respondi sem entender aonde ele queria chegar- eu te cutuquei, só que você não fez nada dai eu disse um simples 'psiu' e sua mão veio na minha cara como se fosse político atrás de dinheiro. 

Harry levou a cabeça para frente e cerrou os olhos com as mãos espalmadas para cima e eu apenas fiquei o olhando. 

-Eu não te bati de proposto, foi um reflexo! 

-Hã? Para de inventar história, Harry.

-Ah, então deixa eu te acordar fazendo barulho bem perto do seu ouvido pra ver se você não faz a mesma coisa.

-Eu não faria isso porque eu sou educada.

-Eu também sou -ele se defendeu- não é minha culpa se meu consciente pensou que você era uma mosca. 

-Você quer tomar outro soco? -eu perguntei retoricamente- Eu acho que não, então é melhor para de me insultar.

-Insultar? Eu só...

Harry parou no meio da frase quando as luzes do teto se apagaram. Eu procurei pelo meu celular e desbloqueei, olhando o horário. 

Eram quase seis horas.

-Hm... Eu sei que isso não deve ser uma boa hora, mas eu tenho medo do escuro -eu falei do nada, agradecendo que estávamos perto de uma janela e não na total escuridão. 

-Você tem medo do escuro? -ouvi a risada de Harry- Quantos anos você tem? Doze? 

-É assim, agora? -eu perguntei, virando meu rosto para onde eu pensava que Harry estava- Então quando o senhor Elefante vir atrás de nós, pode ter certeza que eu vou te jogar na minha frente e fugir. 

-Senhor Elefante? 

-É, um homem com cabeça de elefante, não conhece não, sua mula? -perguntei na defensiva.

-Tudo bem, se acalma, Abby -o acéfalo continuou rindo da minha cara.

Sem querer querendo, minha mão acabou encostando na cabeça dele -era para ser no rosto- de novo com um pouco de força a mais.

-Por que você me bateu? -ele perguntou com raiva.

-Você mereceu. 

-Se você não fosse garota...

-Mas eu sou, eai? -eu desafiei. 

-Abby, por favor, cala a boca -Harry suspirou alto.

-Nossa, com você pedindo desse jeito, como eu posso negar? 

-Obrigada.

-Eu fui irônica.

Eu não conseguia ver o que Harry estava fazendo, mas como eu tenho um julgamento que eu diria que é bom, suspeitei que ele estava revirando o olhos.

Vai ser um longa noite.


Notas Finais


DESCULPA A DEMORA GENTE

eu ia att no sábado mas o capítulo ficou com quase CINCO MIL palavras= estava grande pra caramba, dai primeiro eu decidi tirar umas partes só que aí eu pensei em dividir em dois mas até aí eu já tinha apagado o capítulo e recomeçado xjshbs

obg por ainda estarem lendo<3 O PRÓXIMO CAP VAI SER MT BOM EU TÔ XKSHSKAJJA


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