História Clichê - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Clichê, Comedia, Drabbs, Drama, Pqp, Tentativa De Hentai
Exibições 19
Palavras 2.710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Ecchi, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


LEMBRANDO QUE A FANFIC É SOBRE PERSONAGENS E CLICHÊS QUE SE TORNARAM POPULARES E/OU SÃO TEMAS COMUNS.

Não assassinem a autora por isso. Obrigada pela compreensão.

O capítulo 02 é bem fácil de descobrir sobre o que é XD se baseia em um dos jogos mais violentos e populares no momento, que ainda está em fase de teste. Ele mesmo, o famoso Yandere Simulator.


Paquera: Nathaniel. Porque? Simples: eu meio que detesto a Melody, afinal o Nath nem é meu paquera, só porquê meu Loveô é alto com ele, aquela praga me enche o saco. E eu queria matar a Bia. E a Ambre. E a Debrah, então ela vai fazer uma pontinha. E o pai dele também. Digo mesmo.

Capítulo 2 - Clichê 02: Eu não conseguia sentir nada...


Fanfic / Fanfiction Clichê - Capítulo 2 - Clichê 02: Eu não conseguia sentir nada...

O maior clichê sempre foi e sempre será o amor romântico.

 

Antes de encontrá-lo meu mundo possuía matizes de cinza, nada possuía cor. Eu não me importava, e minha mãe parecia compreender esse fato, ela era muito sábia, e sempre me disse que um dia isso seria ‘concertado’ pela pessoa certa, como o meu pai fez com ela. Eles possuíam um relacionamento harmonioso, e estavam sempre felizes. Até que minha mãe teve quer ir procurar alguém no exterior, e levou meu pai junto. Eles me mandam dinheiro, e notícias do exterior. Ah! Minha mãe me ‘ensinou’ a utilizar o porão que temos, caso eu precise realizar uma ‘tarefa’ extra. Ela é realmente incrível, e papai nunca desconfiou.

 

Isso aconteceu no meio do meu primeiro ano no ensino médio. Agora eu estou no segundo ano e conheci ‘ele’, minha pessoa especial. O ar calmo e educado que o cerca, a gentileza em suas ações, seu senso de responsabilidade, meu querido Nathaniel. Estávamos na mesma classe esse ano. Eu me sentava atrás dele no mapeamento, então podia observá-lo durante todos os momentos. Durante o meio do ano, enquanto eu o seguia no caminho para a sua casa, eu comecei a notar certo ‘padrão’ ele hesitaria alguns segundos para entrar ao observar o carro do pai estacionado na garagem, e uma expressão de resignação atravessaria seu lindo rosto.

 

Eu decidi matar aula no outro dia com a desculpa de estar doente, e comprei pequenas câmeras de filmagem, entrei na casa do meu amado com a cópia da chave que fiz, após me certificar que os residentes da casa luxuosa haviam saído. Instalei cuidadosamente todos os aparelhos em pontos estratégicos, pois já havia mapeado anteriormente a disposição dos cômodos, afinal é sempre bom poder entrar para observa-lo quando eu estivesse inquieta. Eu descobriria o que estava acontecendo para deixar meu amor tão triste, e me certificaria que esse incômodo sumisse.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

 

Eu mal podia esperar as filmagens começarem, de hoje não passaria, sem falar que agora eu poderia observá-lo ao acordar, essa foi uma ideia realmente genial. Eu poderia apreciá-lo por muito mais vezes. Meu querido, tão precioso Nathaniel, por você eu faria qualquer coisa.

 

Eh, então violência domestica? Nunca imaginaria que o pai do meu querido Nath causaria tanta dor a ele. – De que forma eu deveria me livrar do mesmo, afinal ninguém é insubstituível para mim, a não ser o meu Nathaniel. Era realmente uma pena, gostaria que o meu sogro, abençoasse meu casamento com o Nath. – Bem senhor Francis, acredito que vamos experimentar um pequeno desaparecimento. Mas acredite que será por um bem maior.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Eu planejei cuidadosamente, a dosagem de que precisaria e coloquei no jantar da família de Nathaniel no sétimo dia após a descoberta das agressões. Eu tiraria Francis da casa no meio da noite. Afinal as sombras sempre cuidam de seus habitantes, e àquela hora, haveria pouquíssimas pessoas acordadas, especialmente depois de eu ter cortado o fornecimento de energia elétrica de metade da cidade. Soníferos são realmente úteis. Arrastei o corpo inerte em um profundo sonho até o carro, amarrando as mãos e pés do mesmo, além de usar uma fita para mantê-lo calado durante o trajeto. Não liguei os faróis, aquela rota era muito bem conhecida por mim, e não existem muitos loucos que iriam sair em um apagão, especialmente para a estrada. Retirei minha vítima do carro, ele era um pouco pesado, mas eu praticava alguns esportes, então consegui equilibrar-me ao caminhar com ele. Levei-o cuidadosamente para dentro da minha casa. Meus vizinhos também estavam apagados, e o casal que morava em frente havia viajado.

 

Depois de leva-lo ao porão, eu retornei para me livrar do carro que eu havia pegado ‘emprestado’ do meu vizinho do lado direito. Durante todo o trajeto eu estava vestida com roupas pretas, e meus cabelos estavam presos em uma touca, além de usar luvas. Eu fui até uma parte afastada da cidade, no litoral e deixei o carro ligado em uma ladeira, para que ele fosse direto para a água. Com sorte ele iria ser levado cada vez mais longe da costa. Peguei a bicicleta que havia deixado por ali mais cedo, e com uma lanterna, comecei a ir em direção a minha casa. Executar meu plano.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Eu o deixei firmemente amarrado à maca fixada à parede, que continha uma variedade de cordas. Eu gostaria que ele estivesse acordado para apreciar a cena, afinal isso teria que se comparar a dor que ele causou ao meu queridinho.

 

Eu enfiei a faca, direto nos pontos vitais, isso me pouparia trabalho. Uma facada no coração, uma em cada pulmão, nos rins e cortei a garganta dele. Depois peguei a serra circular e comecei a desmembrá-lo em pequenas partes. Lavei todo o sangue que havia escorrido indo parar direto no esgoto. Lavei as partes do corpo do meu querido sogro, e em seguida as guardei em sacos plásticos, no freezer. Precisaria me livrar do corpo sem chamar a atenção, só que já estava tarde e amanhã eu tinha aula com meu querido Nathaniel. A energia já havia retornado afinal a falha causada por mim não fora tão grave.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Na manhã seguinte, meu amor parecia um pouco preocupado. Eu tive que me controlar para não sorrir ao me aproximar dele, para perguntar o que houve.

 

Nathaniel há algo de errado? – Fiz minha melhor expressão de preocupação e toquei no braço dele, para demonstrar que eu estava ‘ali’, por ele. – Você está me parecendo meio abatido.

 

Oh! Lynn desculpe por preocupa-la. É que ontem à noite alguém entrou na minha casa e raptou o meu pai. Nós ligamos para a polícia, e eles prometeram começar com as buscas. Já fomos informados da possibilidade de um pedido de resgate, só que... – Eu passei meus braços ao redor do Nath, para confortá-lo, apesar de preocupado Nathaniel também soara aliviado com a notícia. Ou seja, eu fiz uma excelente escolha.

 

Vai ficar tudo bem, Nathaniel, certeza de que é apenas um susto. Vai passar. Você quer que eu fique um pouco com você? – Ele assentiu com a cabeça e me pus a fazer carinho no cabelo loiro e macio. Eu senti um olhar me fuzilando pelas costas, provavelmente a Melody, bem eu resolveria as questões com aquela vaca depois. Por enquanto vou aproveitar o meu momento com meu amor.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Duas semanas depois de ter-me ‘livrado’ dos restos mortais de Francis, a polícia havia dado o caso como assassinato. A família do Nath recebeu um gordo seguro de vida, que seria o bastante para manter o padrão de vida deles e pagar a faculdade dele e da irmã pirracenta: Ambre. A vaca que era representante da sala, que atendia pelo nome de Melody, estava planejando se confessar para o meu querido.

 

Uma pena para ela. Deveria encenar um suicídio? Sim, sim! Maravilhoso, só preciso treinar minha escrita, aquela escola não tem câmeras de segurança, e sem digitais eles não podem me acusar de nada. – Comecei o planejamento naquele final de semana, o bilhete seria simples e de letra cursiva, como aquela enjoada gosta de fazer.

 

A quem possa interessar, eu não aguentava mais. Eu fui sempre tão perfeita, que este mundo sufocou minha essência. Eu digo adeus a todos que se importaram comigo, e sinto muito se pareço fraca, não pensem em minha partida, esse é o maior desejo que cumpro. Dessa forma não precisarei permanecer mais a mercê das ameaças que sofri nas mãos daquele homem perverso.

Melody C.

 

Ótimo, assim eu me livro da culpa e ainda causo um escândalo, todos pensaram que ela tinha um motivo muito forte: abuso. É obvio que com as palavras ‘deixadas para trás’ por Melody. E eu não poderei ser suspeita de nada. Vou convida-la após as aulas, alegando ser o Nathaniel, e ela irá ao terraço. Sou um gênio.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

No dia seguinte, uma segunda feira, quer dia mais melancólico para os seres humanos? Eu deixei o bilhete no armário daquele projeto de puta. Ela ficou o dia inteiro sorrindo para o meu Nathaniel, porém como ele estava bastante ocupado, ela não teve tempo de confirmar o ‘encontro’ depois das aulas.

 

Querida Melody, me encontre no terraço oeste após as aulas. Preciso muito falar com você.

Ass. N. R.

 

Zombei mentalmente da credulidade e autoconfiança que aquele ser patético possuía por acreditar que meu amado Nathaniel se interessaria por ela, é uma piada. Aguardei ansiosamente o fim das aulas. E ela também, uma pena que não terminaria do modo como esperava.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Ah! Ah! Ah! A expressão de surpresa que surgira no rosto de Melody, fora extremamente engraçada, ela com certeza não gostou que eu aparecesse ali.

 

Oh! Lynn o que está fazendo aqui? Não deveria ir para casa, afinal as aulas acabaram. – O tom de voz da criatura enjoada, estava me repreendendo por estar ali. Francamente é um espaço público para os estudantes da Sweet Amoris.

 

Eu deveria te perguntar o mesmo, está esperando alguém? – dissimulei o fato de estar aqui, virando à pergunta para ela. E como esperava, o rosto dela se tornou uma careta de desagrado.

 

Para falar a verdade sim, então você poderia se retirar? – Demandou como se eu tivesse a obrigação de escuta-la. Humf! Aproveite seus últimos minutos na terra, vaca.

 

Oh! Tudo bem já vou indo, boa sorte Melody. – Fiz como se me despedisse e esperei que ela se virasse para as grades, perdida em pensamentos, com certeza sobre meu Nathaniel. Quando tive certeza que ela não notaria, me aproximei por trás, e a empurrei, o motivo de escolher o terraço oeste é que o mesmo possui as grades mais baixas devido ao fato de que não existem muitos alunos que sobem daquele lado, sempre de luvas descartáveis. Eu a ouvi dar seu último suspiro.

 

Adeus, querida Melody, quem sabe na próxima você escolhe outra pessoa que não seja minha? – Eu saí rindo, e fui parando aos poucos enquanto descia as escadas, afinal seria problemático de explicar os risos, e minha vinda do local onde acontecera um ‘acidente’.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

Na manhã seguinte, a notícia do ‘suicídio’ de Melody, rondava a escola e para que prestássemos as devidas ‘homenagens’ os alunos não tiveram aulas. Nathaniel estava chocado assim como diversos colegas de sala. Eu me aproximei dele, e o abracei.

 

E-e-eu nunca percebi nada de errado com ela, Lynn! E ontem, oh meu Deus, ontem ela parecia precisar falar comigo, mas eu não pude escutá-la. – Ele desabou em meus braços, e eu o segurei forte, confortando-o, afinal não era fácil ver uma ‘amiga’ morrer assim.

 

Acalme-se Nathaniel, você não poderia saber de nada. E pelo que me contaram, foi melhor assim. Ela provavelmente está em um lugar melhor. Temos que pensar que agora ela deve estar feliz, afinal se chegou a esse ponto, era porque não havia mais saída para ela. – Continuamos abraçados, enquanto liam os proclamas referentes ao funeral. Eu derramei algumas lágrimas, afinal todos estranhariam se eu não chorasse um pouco, habilidades de teatro nunca foram tão úteis.

 

Obrigada por estar aqui comigo, Lynn, não só nesse caso, mas quando o meu pai sumiu também, e durante o funeral dele. – Nathaniel beijou minha testa, como um carinho. E se despediu de mim. Com os olhos um pouco vermelhos, porém mais feliz que antes.

 

Claro Nath, lembre-se de que eu estarei aqui por você, sempre. – Nos despedimos e como Melody era nossa colega de turma a escola liberou a nossa sala das aulas, até quarta.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Na quarta eu voltei para a escola, e conversei com meus ‘amigos’ mais próximos, Rosalya, Alexy, Kentin e Armin, além da Violette. Nathaniel parecia um pouco abatido, então eu fui conversar com ele, só que naquele momento a vadia da Debrah, ex do Castiel, se aproximou do loiro. E o tocou, não de maneira amigável, e sim como se fosse muito intima. Acho que vou ter que me livrar de mais alguém, será possível que esse pessoal não se toca?

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Decidi me livrar daquele pedaço de merda, de maneira eficaz: um acidente no banheiro feminino, no inicio das aulas de quinta feira. O alvo sempre chegava cedo, e ia para o banheiro do 3º andar. Tudo o que eu precisava era de água e da tomada. Fácil e rápido.

 

Esperei ela entrar no horário de sempre, e apaguei as luzes, já tinha deixado a fiação da tomada perto da porta aberta, só precisava retirar e com luvas de borracha cortar o fio que conduzia a maior carga. O bom de tudo na escola ser padronizado era que só precisava saber de uma estrutura e as outras poderiam ser arrancadas com menos trabalho.

 

Eu aguardei a peste sair, ela tocou na tomada, sem a proteção e o fio imediatamente começou a eletrocuta-la, mas não era suficiente para causar a morte, então eu deixei uma pequena ‘poça’ de água nos pés dela, que os especialistas vão dizer que foi vazamento do cano. E assisti ao final dela, minha expressão teve que ser contida, pois eu ouvi passos de alguém que veio verificar a causa dos gritos. Era a Bia, e embora minha expressão denotasse puro horror por ver alguém sendo eletrocutado, não pareceu convencer ela. Parece que eu vou ter que me livrar de outro alguém.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Depois do episódio onde Debrah morrera eletrocutada no banheiro do 3º andar, Nath se aproximou de mim e me abraçou. Ele fez todo um discurso sobre como deve ter sido difícil presenciar aquela cena ‘horrível’. Eu o abracei, e meu silêncio ao enterrar meu rosto em seus ombros, fora tomado como ‘choque’. Eu tive muito cuidado para não sorrir. Afinal havia alguém que desconfiava de mim. E isso era motivo o suficiente para me livrar dela.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

Graças ao acidente com Debrah, e com a Melody eu tenho passado muito mais tempo com Nathaniel, e ele me considerava uma grande amiga, e poderia se desenvolver em algo mais em breve. A Bia continuava a me lançar olhares de desconfiança sempre que possível. Bem, eu deveria parar com os acidentes na escola, e por isso eu a segui durante duas semanas, meu coração doeu um pouco por não estar seguindo meu amor durante esse tempo, então eu observava as câmeras instaladas na casa dele, durante esse tempo descobri que ela gosta de dar passeios pelo parque em um horário bastante conveniente para mim.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Na sexta feira, eu esperei por ela no caminho que habitualmente fazia na rota que era afastada do local de reunião da maioria das pessoas, quando ela passou próxima eu surgi por trás e a fiz inalar éter, e a arrastei para mais fundo no bosque, até um local cercado por árvores e próximo a um pequeno córrego. Comecei a desmembrá-la tranquilamente, estava com luvas e roupas que descartaria depois. Após terminar, eu deixei o corpo dela exposto, afinal a decomposição ocorre mais rápido se não tiver nada protegendo. Lavei o sangue das roupas e meu corpo na água limpa. Na margem tinha roupas limpas e uma sacola onde eu colocaria o que estava vestindo e depois incineraria.

 

Bem, querida Bia, isso é o que ganha por não ter conseguido disfarçar a sua desconfiança, mais sorte na sua próxima vida. – Sai de lá, por uma rota totalmente diferente indo para casa. E no caminho cumprimentei todos da vizinhança. Mamãe disse que quanto mais ‘normal’ eu parecer menos desconfiança eu atrairei.

 

❤ Pretty Little Psycho ❤

 

Três semanas após o ‘desaparecimento’ de Bia a polícia encontrou um corpo quase totalmente decomposto, na floresta próxima do parque. Eles não encontraram provas, e nem testemunhas. Minha relação com o Nath cresceu muito rápido. E em pouco mais de um mês ele me pediu em namoro. Eu consegui o que queria, e Nath não desconfia de nada. Até mesmo durante a faculdade, ele não desconfiou das ‘atiradas’ que davam em cima dele e que desapareciam magicamente, ele e o meu pai, Philippe se deram muito bem. E minha mãe sempre sorri quando vê o quanto eu 'cresci'.


Notas Finais


Acho que vou reescrever o capítulo 01, afinal ele está bem mal escrito, mesmo que eu não escreva excepcionalmente bem, ele ficou muito lixoso para os meus padrões.

Bem, vejo vocês no próximo, se quiserem poder mandar fichas para uma OC, por MP ou nos comentários, lembrando de escolher o paquera e o clichê. Agradeçam a adriane-sama pela ideia.

Beijinhos meus cupcakes ~


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