História Clichê - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Sensational Feeling 9 (SF9)
Personagens Inseong, Rowoon
Tags Inseong, Roseong, Roseong É Vida, Rowoon, Seongkwoo, Sf9, Shortfic
Visualizações 35
Palavras 865
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


juro q tem surpresinha no final do capítulo e que ele ta bem merda
sei la eh como se eu tivesse desaprendido a escreverkkkkkkkkkkfius
mas eh isto

Capítulo 13 - XII


Ealgum momento, Inseong seria capaz de soltar fumaça pelas narinas. Por quê? Seokwoo havia derrubado suco em seu moletom favorito e o ruivo estava com uma tremenda vontade de quebrar aquele nariz. 

“Estavam desfrutando de seu kimchi em um restaurante pacato que havia nas redondezas, não trocavam uma palavra sequer. Inseong apenas mantinha o pensamento de que o moreno era perfeito em todos os sentidos, oh céus! Aquele menino cujo havia esbarrado há 2 meses atrás estava longe de ser o Seokwoo que ele conhecia agora. Descobrira que ele não chegava perto de ser o tal gótico das trevas  – talvez às vezes, quando era contrariado ou ficava irritado.

O maior levantou-se com o copo – que já estava pela metade – para fazer sabe-se lá o quê. E foi aí que a tragédia aconteceu.

— Merda! M-Me desculpa, amarelinho. — O moletom de tonalidade amarelada, aquele que Inseong usava no dia em que se conheceram, já estava com uma mancha arroxeada na base.

Soltou uma grande quantidade de ar, levantou-se calado e de cara fechada e adentrou na rua asfaltada, seguindo para a casa do mais novo.”

Agora seu moletom estava lavando e, felizmente, não iria ficar manchado.

Pôde ouvir os passos de Rowoon enquanto este descia a escada e sentava-se ao seu lado no sofá.

— Tome — estendeu seu moletom cinza para o ruivo. — E me desculpe — baixou a cabeça.

Yah, Seokwoo — levantou o rosto do maior com a ponta de seu dedo indicador. — Não precisa se desculpar de novo. Sei que não foi intencional.

Foi então que seus braços fortes passaram ao redor de Inseong, e este mergulhou seu rosto no pescoço de Rowoon. Era reconfortante tê-lo ali. O ruivo sabia bem o que significava aquele frio na barriga quando ficava próximo do moreno.

— Use este quando formos sair daqui a pouco, vai fazer frio — sorriu sem jeito para Inseong, que retribuiu o ato e agradeceu. — Vamos nos arrumar logo.

Estendeu a mão para o mais velho, que entrelaçou seus dedos nos do mais novo. 

Já no parque, Inseong se lamentava de frio. Céus! Estava congelando! Encontrava-se com uma calça jeans preta, moletom e botas; simples, assim como Rowoon.

De mãos dadas, foram comprar os ingressos e, finalmente, entraram no lugar.

— Eles olham para nós como se fôssemos um casal — Inseong disse e Seokwoo soltou uma risada baixa. Era isso mesmo que ambos queriam que as pessoas pensassem.

— Não vejo problema algum nisso — o maior disse, olhando para o nada.

O ruivo corou instantaneamente, e sorriu. Um sorriso bobo, o mesmo que se estampava em sua face quando pensava aleatoriamente em Seokwoo. 

O mais novo possuía os lábios levemente cheios e maltratados, o rosto que parecia ter sido desenhado por um artista renomado e os olhos amendoados de olhar suave. Ele era simplesmente lindo. Perfeito.

No fim da noite – para ser mais exato, 22:57 – ambos já estavam tontos. A montanha russa havia sido a gota d’água para o mais velho, que estava quase vomitando e com uma dor de cabeça insuportável. Precisava ir para casa urgentemente.

— Seokwoo, pode me levar para casa? — indagou sem vontade, enquanto andavam de mãos dadas até o carro do moreno.

— Tudo bem — gemeu em desaprovação. Apenas queria passar mais um tempo com Inseong.

Entraram no carro e, durante todo o percurso, não trocaram muitas palavras. Apenas um olhares aqui e acolá. E suas mãos não se separaram por um segundo sequer.

Chegando no prédio onde ficava o apartamento do ruivo, este pegou sua mochila e saiu do carro com Seokwoo logo atrás.

— Obrigado, Rowoon — sorriu sem jeito. — E me desculpe por não poder ficar mais. Eu não ‘tô muito legal.

— Não precisa se desculpar, não é culpa sua — pendeu a cabeça para o lado e sorriu fraco. — Venha cá.

Abraçou Inseong e o mais velho apoiou a cabeça em seu ombro. Podia até ser considerado estranho por alguns o fato de dois meninos na rua, às 23:24 da noite, estarem abraçados desse jeito; mas eles não ligavam.

Seokwoo desfez o abraço e encaixou suas mãos no pescoço de Inseong. Hesitante e levemente sem graça, juntou suas bocas. Um misto de sensações pôde ser sentido – além das borboletas na barriga, é claro. Sua língua invadia a cavidade do ruivo que dava passagem para o moreno, assim, seus músculos umedecidos se enroscavam; estavam em sincronia perfeita. 

O mais velho passou seus braços ao redor de Rowoon e os aproximou mais. Era algo surreal. Era simplesmente tudo que ambos queriam fazer desde o dia em que se conheceram. Os lábios se encaixavam perfeitamente, como um quebra cabeça que acabara de ser completado.

Se separaram por falta de ar e sorriram um para o outro em seguida, enquanto sugavam o oxigênio necessário para abastecer os pulmões.

— Boa noite, amarelinho — murmurou entre o sorriso bobo que estava desenhado em seu rosto.

— Boa noite, Rowoon — sorriu largo e deu mais um selinho no mais novo antes de entrar no prédio.

Fechou a porta atrás de si e se escorou na mesma. Mal podia acreditar que havia acabado de beijar Kim Seokwoo. Kim Seokwoo! Já estava fora de órbita novamente quando se lembrava da sensação maravilhosa que manifestava-se dentro de si ao beijar o moreno.


Notas Finais


perdoa ai a escrita ruim


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