História Cliente VIP - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~violetwill

Postado
Categorias Originais
Personagens Guy Berryman, Personagens Originais
Tags Amanda Justice, Andrew Stone, Dor, Kevin Williams, Mason Harper, Nathan Harper, Paizinho, Romance, Serena Harper, Sexo, Sophie Berryman, Vadia
Exibições 70
Palavras 1.557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Beijos molhados, amores P sz

Capítulo 11 - Foda-se você, Berryman!


  - Por quê? Eu não consigo entender o que há de errado.

  - Hm... Não te quero mais. Estou cansada dessa história e prefiro procurar outros. Acho que é bem fácil de entender.

  

 

  Estava deitado enchendo meu estômago de salgadinhos enquanto assistia qualquer coisa inútil que passava na TV até que Serena chegou com aquela notícia totalmente sem nexo. Confesso que fiquei assustado. Ela simplesmente disse que não precisava mais e nem me queria. Simplesmente parei e tentei analisar os fatos e tudo o que vi é que estávamos bem. Eu pagava, ela me dava, ficávamos juntos e aquilo vinha se repetindo sempre. Não entendia aquela mudança repentina. Só a encarei e tentei analisar aquela feição fria.

  - Isso não tem sentido. O que está faltando para você? Nós nos damos bem e sabe que estamos bem. Você não pode simplesmente acabar tudo. – Continuei calmo e a encarando.

  - Acontece que posso. Não quero saber como estamos. Aliás, isso é só um aviso. Não tente me ligar, tenho coisas para fazer.

  - Tudo bem. Você quer dinheiro? Eu tenho dinheiro. Tenho muito dinheiro. E posso te dar qualquer coisa. Só... Me diga qual é o problema... Não aceito isso. Não gosta?

  - Não quero ficar com você! Mas que inferno! Gosto de dinheiro e... Tenho uma boa proposta e provavelmente vou passar um tempo fora.

  - Qual é, Serena! Depois de tudo o que a gente passou... Você vai mesmo me deixar porque tem uma proposta? Você já foi muito melhor que isso. Por favor... Você sabe da minha situação e sabe que é a única que me deixa louco.

  - E daí? Foda-se... Mando uma cartinha de recomendação. Darei uma lista das vadias que podem te ajudar. Apenas me esqueça. Sabe que sempre irei escolher a grana.

  - Eu cubro. Cubro qualquer coisa. Só não quero que vá. – Me levantei e me aproximei. – Isso não é justo para nenhum de nós dois. Me abri. Falei do meu problema... Estávamos cultivando laços de amizade para você simplesmente quebrar tudo? Você é uma puta, não é? Eu pago.

  - Que amizade, Guy? Disse que era meu cliente. O problema é seu se quis ser otário. Sou uma puta! Descobriu agora? Parabéns! Mandarei uma medalha direto da França.

  - Não quero porra de medalha nenhuma! Me fez dizer que você era a melhor, se não se lembra. E que eu não faria mais nada com ninguém. E agora?

  - Ainda sou a melhor. Te fiz um favor quando inventei essa coisa. Agora você segue sua vida.

  - Quero sexo com você. Não quero afeto e nem nada disso. Só quero sexo. Nós vamos transar agora e vou pagar o que quiser. Haja como a puta que você é. Sou só mais um cliente fora da sua lista.

  - Já chega, Guy. Fizemos sexo por um bom tempo e pode superar. Aliás, acabou de deixar claro que não tem motivo para querer me prender aqui. Pode comprar sexo em qualquer esquina.

  - Eu tenho um problema e você tem consciência disso. Mas é o que quer?

  - É o que farei. Sinceramente... Te desejo sorte com esse problema.

  - Não preciso da sua sorte. Saia. E não tente me procurar de novo.

  - Nunca pensei nisso. Não seja ingrato. Ainda falta o beijo de despedida.

  - Não quero beijo nenhum. Não vou te beijar. Só preciso que saia e me deixe vendo esse programa educativo sozinho.

  - Ok! A escolha é sua. Só estava sendo gentil e oferecendo um bônus.

  - Você me tirou o que eu precisava. Não quero seu bônus. Ele não serve mais. Boa sorte na França, vadia. Agora suma da minha vida.

  - Adeus, Guy. Eu... Foi bom conhecer você.

  - É. Infelizmente me arrependo de saber da sua existência. Vou trancar meu carro direito.

  - Faça isso. Mas ainda poderia entrar se quisesse. Tchau.

  - Tchau... Serena.

 

  Serena

  Andrew ainda estava nu e colado em mim. Estávamos estranhamente quietos. Minha cabeça? Só tinha Guy ali. Justamente o tipo de coisa que não deveria acontecer. Um sentimento que jamais desenvolveria. Afinal, não tinha sequer uma chance de gostar tanto de alguém.

  - Posso te contar uma coisa? - Ele recuperou o foco. Era a única pessoa "confiável".

  - Claro, amor. O que anda acontecendo?

  - Gosto de um cara. - Achei que ser direta causaria menos impacto. Mas falar aquilo era literalmente um soco na cara. - Já sei! Isso é impossível, mas não estou mentindo.

  - Como é? Não acredito, Serena... Você? Gostando de alguém? Ah, claro, está planejando roubar o velho? Certo. Estou dentro. O que devo fazer?

  - Ele não é velho. E tecnicamente não preciso roubar ainda. Me dá tudo que quero...

  - Está apaixonada pelo dinheiro dele, amor. Não entende? Você nunca teve essas besteiras de gostar de alguém e nem deveria ter, já que dá por dinheiro.

  - Eu sei! Mas tenho dinheiro e agora... Bem, já foram algumas vezes que não pedi nada. Parece que não preciso de dinheiro. Pelo menos não do dele.

  - Tina... Parece que temos um problema. Está mesmo gostando dele. A grandiosa Serena Harper está apaixonada. A poderosa Serena Harper está dando de graça. Muito curioso. Você realmente precisa ser estudada. Ou, quem sabe, internada.

  - Não diga essas palavras em voz alta! Não estou apaixonada. A sua grandiosa Serena Harper continua indestrutível. E sabe que minha bunda custa caro para todos.

  - Menos para o cara que está com seu coração. Que romântico. Ainda não me disse quem é ele...

  - Ele é um idiota, gostoso... É desafiador. A verdade é que Guy não vale nada e preciso dar um jeito nisso.

  - Guy? Pare. Aquele moreno milionário que levou para a boate naquele dia? É, Tina, até eu estaria louco por aquele homem se eu, pelo menos, curtisse chupar pau. Aproveite que pode extorquir. Ele é sua fonte de renda. E não deve ser tão ruim dar para Guy.

  - Para com isso! Não posso ficar com ele. É delicioso, mas... Não é a questão. Tem um mundo inteiro separando a gente. E sentimentalismo não faz parte de mim. Quero que você me ajude a encontrar uma solução.

  - Vou precisar experimentar para comprovar essa teoria? Tudo bem, Serena, a ficha ainda não caiu, mas acredito agora. A Serena que eu conheço não deixaria de roubar algum rico. Não foi à toa que comecei a te chamar de Valentina. Mas ainda bem que sabe da sua condição de prostituta e que seu emprego não permite relacionamentos "extensos" com os clientes... E se Phil descobrir isso...

  - Phil não pode fazer nada. Aquele babaca sabe que sou dona da minha vida. O meu problema inicial é Guy. E a minha vontade de passar o resto dos meus dias dando pra ele em um buraco qualquer do universo. Está entendendo a gravidade da situação?

  - A única alternativa que vejo é chutar ele. Se gosta dele e prefere não ficar nesse inferno... Simplesmente não precisa ter mais contato. Vai ser mais "fácil".

  - Isso seria um desperdício, Drew. E como vou evitar isso? Não estou apaixonada, mas é bem intenso, sabia?

  - E o que você quer fazer, Serena? Ainda não consegui entender. Só precisa escolher. Ou fica com ele, ou abandona ele. Sugiro a primeira opção. Mas ainda assim o rapaz merece uma explicação.

  - Está vendo? É por isso que sempre evitei me envolver com clientes. E você sabe que alguns mexeram comigo. Deve ser o risco dessa maldita profissão. Vou dar um fora em Guy. Te ligo quando acontecer e me espere aqui com aquela vodka russa.

  - Muito bem, Tina. Parece que voltou a ser quem era. Admito que amor é para os fracos e você nunca foi fraca.

  - Obrigado. Muito sensível e tocante da sua parte. Jamais conte isso para ninguém, entendeu?

  - Minha boca é um túmulo. Sabe que pode confiar sempre em mim. Sempre foi assim. Não vai mudar agora.

  - Até te daria se não estivesse cansada. Quer sumir comigo por um tempo?

  - Para onde vamos? A ideia me agrada.

  - Pensei em algum buraco improvável. Austrália? Podemos apenas nos perder um pouco. Vai ser divertido.

  - Nunca teve noção da situação, não é? Por isso que amo você. – Ele me deu um selinho.

  - Que situação? Ah... Também acho muito seguro amar você.

  - Juro que não vou te machucar. Estamos todos nesse buraco. E eu só sou o cara do bar, então... Não terá tantos problemas.

  - Você é o cara que consola uma prostituta. Admirável. Deixou sua mãe orgulhosa. Agora pode ficar quieto de novo. - Sorriu. 

  - E você é uma prostituta apaixonada. É tudo bem estranho, amor. Acho que seus pais ficariam felizes.

  - Não ligo para eles. Sabe que me odeiam, Drew. Apaixonada... Estou apenas andando fora da linha.

  - Claro. Acredito porque te conheço.

  - Ótimo. Assim não precisa sugerir que poderia cavalgar com ele até o fim do meu arco-íris encantado. Ou nele... Tanto faz. Você é meu parceiro.

  - Sempre prefiro a segunda opção. E aposto que já fez isso. E sabe que vamos ficar juntos para sempre, não sabe?

  - É claro que já fiz. Tantas vezes que até perdi a conta. Mas não importa. Agradeço pelo apoio.

  - Sempre, vadia. Pode contar comigo.


Notas Finais


<3


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