História Cliente VIP - Capítulo 23


Escrita por: ~ e ~violetwill

Postado
Categorias Originais
Personagens Guy Berryman, Personagens Originais
Tags Amanda Justice, Andrew Stone, Dor, Kevin Williams, Mason Harper, Nathan Harper, Paizinho, Romance, Serena Harper, Sexo, Sophie Berryman, Vadia
Exibições 37
Palavras 1.818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, amores! Primeiramente gostaria de agradecer a ~ClarckWayne (linda) pela favoritacao e segundo é um simples pedido: por favor, se gostou e favoritou, agradecemos muito pelo apoio, mas se favoritos na intenção de desfavoritar, por favor, não faça. Como sempre agradecemos às pessoas pelas favortitacoes e tenho que pegar os nomes fica difícil, sabe? Pega essa os nomes pra agradecer sendo que a pessoa desfavoritou. Então para os que fazem todos os dias, leiam e se não gostaram não favorite. Porque vocês perdem tempo e eu também. Mas enfim obrigada pela atenção, coisinhas. Um beijo <3

Capítulo 23 - Obviamente não voou


 

  A bagunça me fez desistir do sutiã e chutar a gaveta. Guy saiu do banheiro e observou a cena. Felizmente não se interessou tanto, apenas fez um gesto pedindo a cueca e obedeci. Mas lhe abracei antes que fizesse algo. Gostava daquilo... Ele ainda estava molhado e alimentava minha tara pelo cheiro. 

  - Vai passar a noite trabalhando? - Beijei o ombro e ele suspirou.

  - Não, amor... – Ele apertou minha cintura e senti um beijo em meu pescoço. – Falei que ficaríamos juntos hoje, não disse? Tirei um tempo pra você. Como me pediu.

  - O poderoso chefão resolveu ouvir a putinha. Não aguento passar o dia inteiro sozinha e quando meu paizinho chega... Se tranca naquele maldito escritório. Vou te devorar lá.

  - Não vou me importar de te comer por lá. E... Prometo que o paizinho vai tirar umas férias pra ficar com você, tudo bem? O que acha de um resort no Havaí?

  - Adorei essa ideia. Preciso exibir esse corpo incrível urgentemente. Talvez fique melhor... Isso vai demorar?

  - Ainda não sei, amor, e mesmo que soubesse, nem diria. É apressada demais e vai encher meu saco por isso. Mas não vai demorar tanto.

  - Apressada? Não. Só gosto de ter as coisas imediatamente. E você prometeu que iríamos viajar. Então faremos o mais rápido possível.

  - Faremos, amor. Entrará mais dinheiro e gastaremos tudo, mas relaxe por enquanto, tudo bem? Não pense muito nisso.

  - Já entendi. Mas não quero ficar quieta. Quer me contar sobre esse dinheiro enquanto me fode? Ou prefere que eu te prenda aqui?

  - Uma coisa que aprendi você, vadia é que há duas coisas que te deixam excitada. Dinheiro e sexo. Nem me surpreende. Quer trabalhar?

  - Tudo é excitante, paizinho. É por isso que queria dar naquele escritório. Mas tire essa toalha do caminho e me conte tudo.

  - É assim? Já está pronta pra outra foda? Temos aqui uma super boceta. Aliás... Não sei se consigo acompanhar seu ritmo. A gente pode deitar naquela cama ali e eu te conto tudo.

  - Tudo bem. - Puxei a toalha e ele foi arrastado até a cama. - Sempre foi fraco assim? Era um garotinho mimado, não é?

  - Bem... Não era bem isso. Talvez eu seja bem mais forte do que você imagina.

  - Jura? Sei que é forte. Mas preciso entender de onde vem essa força toda. O cara invencível tem algum ponto fraco?

  - Tudo bem. Não temos segredos. Não gosto muito de falar sobre isso, mas... Vamos lá... – Suspirou e puxou o lençol. Me cobriu e se pôs embaixo, se aconchegando em meus braços. Alisei os cabelos. – Já fui internado em um manicômio.

  - O quê? Mas... Isso não faz sentido, amor. Quando? Como?

  - Meus pais... Eles eram obcecados por filhos loucos. Meu primeiro irmão se suicidou, mas eu sempre fui normal. Faz uns anos. Antes de eu começar a trabalhar.

  - Ainda não entendo. Você já era adulto, não? Eles acharam que faria o mesmo?

  - É. Meu irmão ouvia vozes que falavam que ele voaria. Se jogou pela janela e obviamente não voou. Minha mãe trancou todas as janelas com grades e telas quando eu tinha doze anos. Me internou no hospício com treze e no decorrer dos anos... Tratamentos de choque, pancadas... Muitos traumas.

  - Nossa. Isso transforma as pancadas que já levei em doce pra criança. Por que não fugiu antes?

  - Segurança máxima. Passei toda a minha adolescência naquele lugar.  Tentei aproveitar o máximo que pude daquela escola fraca lendo mais de mil livros sobre medicina, advocacia e administração roubados da biblioteca dos funcionários.

  - Por Deus... Passei minha adolescência na sarjeta, vomitando. Então você realmente entende de medicina. Estava te subestimando.

  - É. Consegui aprender algumas coisas com os médicos, mas nada muito útil. Então... Acho que sei como posso tratar algumas coisas.

  - E como conseguiu escapar disso sem enlouquecer? Ainda não acredito que seja possível.

  - Ler foi a melhor opção. E aprendi a não me revoltar. Jogava os remédios fora, era obediente... Aprendi a lidar com aquilo. Só acreditava que a culpa era dos filhos da puta que me colocaram naquele lugar. E eu sairia pra mostrar que estava bem. E talvez processar todos os dois. - Ele me apertou e continuei meu complexo movimento de enrolar parte de seu cabelo nos dedos.

  - E fez isso? Não parece tão rancoroso agora.

  - Eu só... Eu gostava deles. Não gosto de ficar lembrando que eles acabaram com parte da minha vida. Não processei meus pais, mas consegui tudo o que eu queria por meio da faculdade. Isso me ajudou.

  - É bom te conhecer, sabia? Não parecia tão nobre antes. Tudo bem, você tem essa pose. Mas entende o que quero dizer. Só acho que minha admiração não vale tanto.

  - Acha mesmo? Está admirada? Isso é loucura.  Eu só... – Sorriu fraco. – Tentei sobreviver. E quando saí, precisava de uma ocupação. Medicina, administração, e outros cursos que não terminei. E tudo o que eu tenho hoje... É como um troféu. Como se eu conseguisse chegar no final de tanto sofrimento, entende? De qualquer forma, a arrogância tomou conta. E sou esse cara horrível e com o ar superior que todos conhecem.

  - A arrogância é extremamente leve nesse caso. Você passou por muitas coisas. Pelo menos enfrentou de uma forma diferente. Então não acho que seja horrível. Às vezes é um babaca, claro. Mas infelizmente isso não vai mudar.

  - Mudei muito. Acredite. E por sua causa... Não sei o que seria sem você.

  - Para com isso. Talvez precise de um pouco de carinho, mas não sou a única com esse poder.

  - Eu... Acredito que seja. E agora nosso relacionamento não é só sexo. Sabe disso. Não é só amor. É uma dependência. Eu preciso de você. Nem sei o que faria se me deixasse.

  - Está certo disso? - Me afastei um pouco para observar aqueles olhos. - Sexo era apenas meu trabalho. Nunca é tão sério. Mas sou uma confusão ambulante. E se não tem medo disso... Vá em frente.

  - Já passei por muita coisa. Essa foi só a versão mais curta de tudo. Acho que o meu único medo é de te perder, como aconteceu da última vez. Você é tudo o que preciso. E olha que falava isso pro meu dinheiro. – Sorri. – Ele não importa tanto quanto você. – Seu rosto estava molhado. Passei o polegar sobre as bochechas.

  - Ainda gosto de dinheiro. Mas nós passamos por muitas coisas. E nunca me imaginei fugindo de algo. Sabe que tentei fugir disso, não é? Parece que sou uma mocinha frágil, afinal. Mas não conte isso pra ninguém.

  - Será o nosso segredo. – Estendeu a mão para que eu batesse. – Agora... Podemos esquecer isso? Não quero mais ser frágil. Por favor... Diga que quer esquecer tudo e fumar um baseado comigo.

  - Pegue o nosso baseado, chefão. Ainda não entendo por que deixa isso tão seguro. Está acima de qualquer suspeita. Tente manter a maconha mais acessível.

  - Maconha não é uma droga tão traiçoeira quanto as outras. – Ele se levantou e foi até o cofre. – Mas ela vicia. Tenho uma senha enorme que nem lembro. Guardo no celular. E a minha preguiça é maior que muita coisa. Então... O cofre evita que eu vá, fume a maconha todos os dias e morra. – Abriu a caixa, apanhou quatro cigarros e a colocou no local novamente. – E funciona.

  - Tenho um projeto de gênio em casa e não sabia. Nunca tive paciência pra drogas. Uma viciada não ganha merda nenhuma. Seria um desperdício com esse corpinho, não acha?

  - Claro. E preciso aproveitar cada parte dele. – Me beijou e acendeu o meu cigarro. – Dois são suficiente pra ficarmos "bem".

  - Ótimo. Esse era meu plano para sua folga. Tem algo importante naquele cofre? Porque é o meu tipo de golpe preferido.

  - Você sabe que sou um cara muito rico, não é? E caras muito ricos têm muitos cofres dentro de casa. Tenho maconha suficiente pra mais dois anos e uns lenços indianos de seda só naquele. Então sinta-se a vontade se algo te interessar.

  - É tudo meu. Levarei algum dia. Mas agora estou segura aqui. Quero esses lenços para... Tanto faz. Você é meu também.

  - Todo seu. É tudo seu. Só precisamos nos casar pra tornar tudo isso oficial. Mas vou confiar em você. Espero que não me mate. Te darei tudo. Pode pegar tudo agora se quiser. – Levantou os braços em sinal de rendição.

  - Já disse que só posso te matar de prazer. Sou uma vadia inofensiva. Quando vamos nos casar?

  - Adoro quando faz... E... Você decide a data e vamos organizar tudo.

  - Acho que vou contratar um pai exemplar. Posso fazer isso, não é? Claro. Estou pronta, amor. Pode comprar outra aliança e me encher de beijos.

  - Quer uma de ouro com um diamante maior ou prefere uma de prata e um diamante maior ainda?

  - Quero... Muitos diamantes. Compre todas as opções disponíveis. Escolher é chato.

  - Tudo por minha vadia. – Traguei a fumaça terminando o segundo cigarro. Lhe beijei. – Eu amo você.

  - Nada disso. Eu amo você. Amo tudo em você.

  - Ama mesmo? Porque só quero abusar desse corpo agora. Na verdade, tô um pouco lerdo pra foder.

  - É um idiota completo. Se queria foder, não deveria fumar essa coisa. Meu tesão está naquele abajur ali. Vá pegá-lo se quiser.

  - Ali? É mesmo? Acho que está debaixo da cama. O que acha de ficarmos por lá? – Ele sorriu, levantou e encostou na cabeceira.

  - Não. Procure em outro lugar. Não sou o tipo de mulher que fica debaixo da cama.

  - É o tipo de mulher que fica debaixo de mim. Tem razão.

  - Exato. Coloque esse pau na minha coxa de novo e não me atormente.

  - Vou colocar esse pau em outro lugar... Quer ver seu paizinho entrar em ação, vadia? Então vira esse rabo. Vou acabar com ele.

  - Cala a boca, paizinho. Não vou dar pra você agora. Esqueça essa ideia.

  - Por que não? Imagine a sensação... Meu pau entrando em você em câmera lenta.

  - Seu pau está quase morto aí. Nem eu consigo esse milagre. Pode fazer isso quando estiver bem. Chupar tudo em câmera lenta se preferir.

  - Tem razão. Acho melhor terminarmos isso amanhã. Bem cedo. Prometo que vou explorar cada canto desse corpo com minha língua.

  - Me enlouqueça, paizinho. Mas descanse antes. Amanhã poderá destruir sua vadia.

  - Terei muito prazer em fazer o que minha vadia deseja. Amo você, amor.

  - Também te amo. Agora volte para o abraço da mamãe e durma.

  - O papai pode chupar os peitos da mamãe?

  - Não! Pode ficar quieto, pra variar.

  - Ah... – Beijei o bico. – Boa noite, Rena.

  - Boa noite, meu amor.



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