História Cliente VIP - Capítulo 24


Escrita por: ~ e ~violetwill

Postado
Categorias Originais
Personagens Guy Berryman, Personagens Originais
Tags Amanda Justice, Andrew Stone, Dor, Kevin Williams, Mason Harper, Nathan Harper, Paizinho, Romance, Serena Harper, Sexo, Sophie Berryman, Vadia
Exibições 29
Palavras 2.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá! Obrigada a ~BrubsKookie pela favoritação é um beijo enorme a vocês <3 P

Capítulo 24 - Aprovada


 

  - Amor... Pode acordar? Sei que está cansada, mas preparei um café da manhã delicioso pra você. - Abri um olho e virei para o outro lado.

  - Cinco minutos, Guy. - Ele me puxou e se ajeitou comigo, com uma perna entre as minhas. - Está cedo demais.

  - Eu sei. E não queria te acordar agora, mas precisa conhecer uma pessoa.

  Beijou meu pescoço. Dava pra entender? Queria que eu levantasse e deitava de novo para me amassar. 

  - Precisa ser a rainha da Inglaterra pra me acordar agora. E ainda dizem que não tenho um coração.

  - Sophie chegou pra passar o dia aqui. Me pegou de surpresa. O porteiro me acordou com o caralho do interfone. Ela, claro, fez uma confusão porque não admitia toda aquela "palhaçada" pra entrar. Vai entender...

  - Não entendo mesmo. Mas vou arrumar o cabelo e verei como posso agradar sua rainha.

  - Minha irmã é meio... Máscula demais. Então... Nada de rainha. A visita dela foi inesperada. Falei sobre você e parece que não hesitou pra vir ver a "gostosa" nova do irmão dela.

  - Estou me sentindo lisonjeada. - Consegui me livrar dele pra vestir algo apresentável. - Aposto que vai adorar a cunhada irresistível.

  - Quem não? E não quero que a irmãzinha fique em cima de você. Coloque alguma coisa que cubra tudo. Sophie tem uma tara por boceta. Na verdade, ela só gosta disso. E vai adorar a sua.

  - Tem ciúme da família? Você é doente, paizinho. 

  De qualquer forma, não passava de um short com uma blusa em farrapos. Digamos que não nasci pra agradar ninguém além de mim. O paizinho talvez... 

  - Posso deixá-la experimentar pra ter certeza. Estou gostosa, não é?

  - Sempre, amor. - Recebi um tapa forte na bunda. - Vamos, antes que ela comece a gritar.

  - Muito exigente. Como alguém que conheço... 

  Estava tão animada quanto um gato prestes a tomar banho. Mas a coisinha não poderia esperar. Apenas segui Guy e vi a rainha no sofá. Sophie... Não me parecia estranha. Mas tive muitas na vida. Guy sorriu e ela deu um pulo. Passou a mão no cabelo extremamente curto e apertou os olhos.

  - Então você é a famosa Serena Harper...

  - Minha mulher agora. 

  - Pena que não a conheci com esse nome. Talvez... Emily. Ou foi... Alice? Não lembro exatamente. Agora onde está a namorada?

  - Ah, claro! Com certeza Emily. Isso já faz um tempo. Está diferente... Não sou exatamente a namorada. Esse maluco está planejando o casamento.

  - Então é um golpe melhor. Quanto ele já te deu? Dez mil? Claro que não. Isso não chega nem ao nível de babaquice de Guy. Aposto em trinta mil. 

  - Do que estão falando? - Guy tinha uma enorme interrogação na testa. 

  - Transei com essa vadia há uns seis meses. Não vai me dizer que está pensando em ter um relacionamento com ela.

  - Está apostando muito baixo. Ele me dava isso antes de dizer que é louco por mim. Você também gostou, cunhadinha.

  - É otário o suficiente mesmo. Falei que foi algo ruim? Chuparia essa boceta de novo e faria gozar em minha boca se não tivesse com ele. Fala sério, Guy. Você só pode estar brincando. 

  - Acho que você está brincando. Quem pensa que é pra falar de minha vadia? Transaram? E daí? Dou o quanto ela quiser. 

  - Para de ser besta. Não vê que ela quer te roubar?

  - Não tem problema, amor. Confesso que já cobrei muito caro por tudo isso, mas não é roubo. Se fosse, você não poderia fazer nada. E não estou com seu irmão só pelo dinheiro.

  - Ah, não? Então por quê? Ninguém quer esse broxa. Olhe pra ele, Serena. Olhe essa cara de cu. Até eu sou mais macho que esse viado. - Sophie havia me pedido pra ficar com ela uma vez. Mas obviamente não aceitei.

  - Olha, nós transamos. E como disse, até faria de novo. Mas era um trabalho. Guy não faz parte disso.

  - Espero que não continue não fazendo. Ainda quero foder você...

  - Nem pensar. Não vou admitir isso. - Guy interveio. 

  - Por que não? Essa puta não vai deixar de ser sua. Infelizmente... Só preciso relembrar dos velhos tempos.

  - É uma boa proposta, paizinho. Agora quer relembrar. Não estou surpresa, claro. Vocês poderiam pegar aquele videogame e apostar quem virá primeiro.

  - Claro que sou eu. Infelizmente foi ele quem nasceu com o pau. Provavelmente prefere esse tipinho. Mas ainda quero que sente na minha piroca invisível. Hoje, se possível. 

  - Ninguém vai sentar em lugar nenhum. Você sabe bem que ela é minha e exclusivamente minha, machona. E já que conheceu, pode ir embora.

  - Posso te garantir que o pau não tem influência nisso. Sempre dá pra sentar na cara. E agora é de graça... Ele me proibiu de cobrar qualquer coisa. - O olhar ciumento e possessivo de Guy era excitante. Então estava aproveitando uma oportunidade.

  - Por quê? Não trabalha mais nas boates? Que foi, Rupert? Vai bancar a vadia? 

  - Claro. Não quero que volte naquele lugar. 

  - Ela só estava trabalhando, não é, Serena? Ganhando o dinheiro honestamente, dando o rabo. - Sophie se aproximou e deu um selinho.

  - Exatamente. Até tentei argumentar, mas sabe como é teimoso. Quer exclusividade e teme pela minha segurança. Um careta, claro.

  - Viu? Não sei como pretende aguentar esse mala. Agora venha. Preciso aproveitar que é de graça. 

  - Desisto. Vocês têm uma hora. 

  - Não vai me prender no banheiro e foder sua mulher sozinho?

  - Não sou desse tipo ciumento. E estou provando isso. Agora podem ir.

  - Ele não teria coragem. Essa é a verdade. Esse olhinho torto... Está cheio de ciúme. Mas tem sorte porque minha fome é maior - falei. 

  - Que tipo de fome? Qual é! Vamos aproveitar isso. Nós temos uma hora. 

  - Cinquenta e nove minutos. - Guy alertou. 

  - Cinquenta e nove!

  - Tanto faz. Pare o relógio enquanto aproveito aquele café. Aliás, farei o tempo que quiser. A tarde toda se for preciso.

  - Ouviu isso, maninho? Sua putinha está disposta a dar o rabo a tarde toda. 

  - E o que eu posso fazer? 

  - O que você fez com ele, vagabunda? Uma lavagem cerebral? Guy sempre curtia uma competição e ficava nervoso quando roubava os carrinhos dele. Agora está me dando uma hora com o brinquedinho.

  - Parece que conviver com uma prostituta o tornou um ser iluminado. Até eu estou surpresa. Vá preparar as algemas. 

  Ela saiu e Guy não me olhou. Se dizia que não tinha ciúmes... Poderia fingir que estava acreditando. Só tive tempo para o café mesmo. Mal soltei a xícara e ouvi um grito de Sophie. Não demorei tanto pra atender.

  - Muito bem, vadia. Vamos ter um papo sério agora.

  - Papo sério? Não teve tempo pra tirar a roupa?

  - Venha aqui. - Ela se estirou na cama e apontou onde eu deveria deitar. - Me recusou pra ficar com ele? - Me abraçou e beijou meu rosto.

  - Não exatamente. Essa coisa de recusar... Não foi fácil pra ele também. Sou uma vadia! Você mesma disse que relacionamento não encaixa nisso.

  - Você sabe bem por quê. Aprendi com você, não lembra? - Toquei o seu abdômen e senti os gominhos. Sabia que ela gostava quando eu tocava nos peitos.

  - Claro. Aprendeu tudo comigo.

  - Mas na verdade não vim aqui trepar com você. Por mais que eu queira muito. Mas não pretendo fazer isso com Guy. Só quero saber o que quer com ele.

  - Ele não está preocupado. Mas já vi que não quer. Como assim? Quero ficar com ele. Só isso...

  - Quero saber se esse "quero ficar com ele" não está relacionado a "quero ficar com o dinheiro dele". Eu juro que não me importo com esse tipo de coisa, você pode roubá-lo à vontade, mas não quero que tire toda essa grana da conta dele e o use só pra isso. Só preciso que trate ele bem.

  - Que gracinha! Muito preocupada com o irmãozinho. O que acha que vou fazer?

  - Não estou preocupada com ele! Nunca me preocupei com aquele mala... Só... Ah, fui descobrir seu nome há dez minutos, depois de seis meses e ainda soube que meu irmão está namorando uma vadia exploradora... Talvez tire o dinheiro da Suíça e suma da vida dele. Ou então compre tudo o que der e chute Guy depois. Não quero isso pra ele. Sinceramente. Sei de tudo o que meu irmão passou e sinto na pele o que ele sofreu. Não quero que seja do mesmo jeito.

  - Você sabe como posso pegar a grana na Suíça? O dinheiro é um bônus. Fugi porque estava sentindo que gostava dele. Seria uma droga pra mim. Mas agora não ligo. Quero ficar aqui e ele vai se sentir amado. Aquela carência é foda.

  - E você o ama de verdade? Deixou sua vida por ele ou porque já ganha muito bem dando pra ele?

  - Qual é! Não conheci Guy ontem. Continuei minha vida mesmo dando pra ele. Acha que é fácil sair disso? Não faria se não o amasse.

Sorri.

  - Quem diria que nos veríamos de novo e nessa posição... Você gostava do que fazia? A vida que tem agora não é mais confortável?

  - Não é conforto, Sophie. Prefiro essa situação, mas... Você não entenderia. Além disso, não é importante, então não se preocupe.

  - Me deixe entender então. Preciso te conhecer... É só me falar.

  - Eu escolhi isso, sabe? É claro que não tinha noção de muita coisa na época, mas não saí quando descobri os riscos. Quando senti na pele todos eles. Mas simplesmente... Tinha uma espécie de dívida com algumas pessoas. O meu prazer também entra nisso. É complicado.

  - Acho que entendo um pouco. E provavelmente gosta muito de Guy pra fazer tudo isso por ele. Imagino que não tenha sido uma vida fácil. E desistir de tudo por causa de um homem... Sabe que ele vale a pena. E confesso que fez uma boa escolha. Porque eu não presto. Foi bom ter me recusado.

  - Meu paizinho vale muito mesmo. Jura? Isso é de família. Vocês combinam até no amor por vadias. Mas duvido que seja ruim.

  - Sou mais mulherengo do que ele. E destruo corações quando me canso. Você seria inútil.

  - Nossa! Isso é tão horrível... Ainda me ama. E não sou uma vadia substituível.

  - Pra ele, talvez. Ainda sinto muito tesão por você. Isso não muda.

  - Tem razão. Mas ele é o que importa agora. Então é suficiente que apenas o chato me ache irresistível.

  - Me esqueceu totalmente? Desculpe se não fiz a diferença na sua vida como meu maninho está fazendo agora. Não te comi direito?

  - Muito engraçado. Acabou de dizer que não liga tanto. Está cheia de putas e quer me cobrar. Não tem vergonha?

  - Não ligaria se estivéssemos juntas até hoje. Não tenho tantas... Só algumas... - Sorriu. Bati em seu braço.

  - Vamos fingir que sou uma donzela inocente e acredito em você. Não posso dividir Guy e não faria com você. Estamos bem agora.

  - Não faria comigo? Como assim?

  - Estou dizendo que talvez seja como ele. Uma vadia tem seus princípios. Se ficasse comigo, não teria outras putas.

  - Ele não tem? Claro que não. Você deve ter ganhado o prêmio de boceta de ouro. Guy tem um problema sério de broxa e não se interessa por ninguém. Parabéns, Serena.

  - Agora descobri porque não te aguentei. Você não me obedece. E jamais me trataria como a deusa que sou. Preciso daquele idiota.

  - Você gosta dessa rebeldia, amor. Admita. Isso te deixa excitada. E... realmente não trataria mesmo. Foderíamos o dia todo e depois te colocaria no sofá. Aposto que Guy é quem vai pra lá.

  - Claro! Não tenho motivos pra ficar no sofá. Fico muito excitada. Ele tem isso também.

  - Viu? É de família. Mas aposto que  sou muito melhor que o mané. Você não faz ideia.

  - Estou vendo. Mas somos perfeitos juntos. Eu e você... Seríamos um fiasco. Agora finja que estava me comendo e podemos voltar.

  - Tem razão. Teríamos duas mandonas e duas autoritárias. Mas obviamente, eu acabaria com você todos os dias. Não precisamos fingir.

  - Acabaria? Não conto com isso. Pode chupar meu pescoço pra parecer convincente.

  - Sabe que sim. Prefiro uma mordida nesse lábio. Um beijo seria interessante.

  - Faça o que prefere então. - Ela sorriu e realmente me mordeu. Mas o beijo foi normal. Como lembrava que era.

  - Vamos, vadia. Está aprovada.



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