História Cliente VIP - Capítulo 26


Escrita por: ~ e ~violetwill

Postado
Categorias Originais
Personagens Guy Berryman, Personagens Originais
Tags Amanda Justice, Andrew Stone, Dor, Kevin Williams, Mason Harper, Nathan Harper, Paizinho, Romance, Serena Harper, Sexo, Sophie Berryman, Vadia
Exibições 40
Palavras 1.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bom, como o capítulo anterior foi bem pequeno, acabei postando outro no mesmo segundo. Obrigada amores <3 Espero que se deliciem bastante P

Capítulo 26 - Hora do Castigo - Preciso te tocar


 

  - Não vai doer nada. Quer dizer, não tenho certeza. - O chicote era obrigatório. Talvez fosse clichê, mas Guy merecia. - Reconhece isso? - Passei a ponteira sobre o peitoral levemente. 

  - Claro... Lembro bem de gritar meu nome enquanto te batia com esse chicote.

  - É mesmo? - Não selecionei tanto e bati ali mesmo. Algumas vezes... Desci um pouco e acertei a coxa, ele se assustou com isso. Mas não emitiu nenhum som. - Pra que essa resistência, paizinho?

  - Isso dói, mas sou forte o suficiente pra não gritar por você. Não merece. – Me aproximei e beijei os lábios.

  - Está me obrigando a tomar medidas drásticas. - Outro tapa. - Quero ouvir agora. Tenho o dia todo. - Continuei os golpes. Pegando mais pesado, claro.

  - Amor... – Sua respiração estava ofegante. E a cada chicotada, um susto por não estar vendo nada. Havia marcas vermelhas por todo o seu corpo. – Vou acabar com você.

  - Não vai. Mas tenho outros métodos pra te convencer. - Tentou se encolher. Imaginou a continuação da surra, mas era cansativo. - Levante essa bunda e ajude a mamãe. Ainda temos um brinquedinho escondido.

  - Me recuso a fazer qualquer coisa se não me falar do que se trata. Vai que pretende meter um pau de borracha em meu cu? A mamãe está sendo muito má e nem sei que brinquedinho da tortura é esse.

  - Ainda não está pronto para um vibrador. Mas garanto que gostaria. Só quero ajuda para tirar essa cueca. Não deveria estar aqui. 

  Fez um bico e levantou o quadril. Puxei a cueca e não vi onde foi parar. Peguei o gelo e deixei sobre seu abdômen. Ele estremeceu. 

  - Viu? Será recompensado.

  - Frio. Espero que você esteja quente o suficiente pra me deixar pegando fogo. Faça seu trabalho, vadia.

  - Ah, paizinho... 

  A visão era necessária para o momento. Ele pareceu aliviado quando tirei a venda. Voltei para a posição anterior e chupei o gelo. Distribuí alguns beijos molhados até chegar a parte que importava... Ou seja, minha promessa de boquete. Mas não teria erros na temperatura. Então ele seria paciente e aceitaria apenas beijos na cabeça. Não poderia me impedir mesmo.

  - Você... Melhor... – Ele gemeu arrastado e tentou soltar as mãos. – Me solta... Preciso te tocar.

  - Nada disso. Ainda não... 

  Me livrei do que sobrou do gelo. Comecei a chupar devagar. Sorri e usei as pontas dos dedos para estimular. Guy estava inquieto e adorei a sensação. Aumentei a velocidade, os gemidos se tornaram mais altos.  

  - Finalmente, paizinho.

  - Você está me torturando. É quase impossível não... 

  Ele gritou com a chupada forte. Os braços estavam se movimentando rudemente. Beijei a virilha. Preferi terminar tudo com as mãos. Torturar Guy era meu novo esporte favorito. 

  Fiz uma leve massagem e aproveitei todo o espaço disponível. Infelizmente meu paizinho não aguentou tanto. Então fiz questão de deixá-lo limpo quando deu o último grito e gozou. 

  - Muito bem. Serei boazinha agora. - Sorri.

  - Vadia... Amor, vai me soltar...? – Ele estava implorando. Fez uma cara de apelo e o suor escorreu por sua testa. A respiração estava descontrolada.

  - Quieto. - Abri apenas uma algema. - Mas só toque se for absolutamente necessário, entendeu? E a outra fica.

  Passou a mão na testa e seguiu pelo cabelo, também molhado. Em um movimento rápido e impossível, puxou meu corpo com apenas uma mão. 

  - Já posso beijar você, mãe? – Tentei me soltar, mas ele apertou a cintura. – Ainda não respondeu. – Mordeu o lábio inferior.

  - Claro. 

  Ele prolongou o beijo enquanto podia. Mas precisava recuperar o fôlego e terminar a brincadeira. Levantei para tirar a calcinha molhada. Joguei em seu peito e ele apertou a peça. Sentei novamente, de costas dessa vez. Devo dizer que foi um encaixe lento e gostoso. Ouvi outro gemido e me virei um pouco para encará-lo.

  - Rebola pra mim, já que estou impossibilitado de me movimentar. Faça o que precisamos, Rena. Só rebole. 

  Ele mordeu o lábio inferior depois da fala e apertou a cintura. Segui o mesmo ritmo lento com os movimentos. Mas parei e fiz menção de sair dali. Sentir aquele homem deslizando dentro de mim foi enlouquecedor, pena que era pra nos separar. Felizmente ele foi esperto e fez o que esperava. Puxou minha cintura e nossos corpos se chocaram novamente. Com força, aliás... Era o que precivava para rebolar rápido e gemer.

 

  Guy

  Não tinha muita mobilidade. Uma de minhas mãos ainda estava presa na cabeceira da cama, então fiz o que podia com a única mão disponível. Apertei um de seus peitos e chupei o pescoço enquanto Serena pulava e rebolava bem rápido. Era incrível. Os nossos gemidos, juntos, formavam uma melodia hipnotizadora, mas eu só estava louco e com muito tesão. 

  Tentei lhe segurar e comecei a movimentação do quadril. Apoiei meu corpo com uma mão e mexi o que podia. A dor no braço nem importava naquele momento eu só precisava fazer algo útil no mesmo instante. Sua vagina estava extremamente quente e molhada. O movimento estava sendo facilitado e muito gostoso. 

  Mas eu sabia que estava acabando. Serena simplesmente cravou as unhas em minha coxa e gemeu mais alto. Senti uma dor insuportável que foi neutralizada quando a vi rebolando devagar e as contrações de sua vagina envolvendo o meu pênis. Meu corpo recebeu uma onda de formigamento e senti meu pênis sensível. Gozei dentro dela com o orgasmo. Paramos os movimentos ofegantes.

  - Isso foi tão delicioso, paizinho. Podemos fazer de novo? Tipo em cinco minutos.

  - Que energia... Seu papai tá cansado, amor. Meu braço está morto. Pode soltar a outra mão?

  - Claro. - Fez o que pedi. - Quero transar com outro homem.

  Hesitei

  - Como? – Sorri, mas ela não fez o mesmo. Estava falando sério?

  - Você quer? Prometo que vai ser divertido. Acabei de provar que não sou capaz de te decepcionar. Por favor, paizinho...

  - Espera. Quer mesmo transar com outro cara e espera que eu vá com você?

  - Por que não? Achei que fosse menos careta. Não precisa fazer nada que não queira.

  - Exatamente. E não quero que faça também. Não vou te dividir e presenciar isso.

  - Amor... Não é uma divisão. Pense que estará dando mais prazer a sua mulherzinha. Aliás, faço tudo por você.

  Hesitei um minuto e suspirei. Levantei da cama e fui até o banheiro. 

  - Isso é loucura, Serena.

  - Pelo menos prometa que vai pensar. Não é tão difícil assim. Você adorou isso aqui, não é? Não pode me dar outra chance?

  - Tudo bem. Você pode transar com outro cara. Mas não quero participar disso.

  - Mas quero com você! Se não for assim, não faço questão.

  - Não está satisfeita só comigo?

  - Estou, Guy. Muito... Seria apenas outra experiência para a nossa relação. Mas já entendi. Não vou insistir nisso de novo.

  - Vem cá. – Sentei na borda da banheira e fiz com que se aproximasse. O bico era maior que tudo. – Você quer mesmo isso?

  - Quero. Mas você ainda não confia em mim e não ficaria confortável. Estragaria tudo. Esqueça essa ideia.

  - Farei o possível pra agradar você. Vamos fazer isso. Só... Escolha o cara certo, que dê tesão até em mim.

  - Sabe que precisa me ajudar a escolher, não é? Mas faremos com muita calma. Só queria que concordasse.

  - Você tem o meu apoio. Tudo por você, mamãe. – Lhe dei um selinho. – Mas... Vamos ver isso. Quero um banho. Vai ter que cuidar muito bem de mim agora.

  - E o trabalho? Achei que estivesse louco pra passar o dia com Kevin e aquela Playboy.

  - Playboy? Que Playboy? Está louca, amor? Não sei de nenhuma Playboy.

  - Você sabe e mereceu essa surra. Talvez nem mereça carinho agora. Prefere aqueles peitos enormes? É isso mesmo?

  - Só quero você, amor. Aquelas revistas... Eram só uma distração besta antes de começarmos a analisar a papelada.

  - Não respondeu corretamente, mas vou aceitar. Já percebi o tipo de papelada que vocês analisam. Por que não mostrou minhas fotos?

  - Porque você não é mais a prostituta de todo mundo. Só minha, mas acho que ainda não entendeu isso.

  - Só sua? Entendi. É tudo do meu paizinho.

  - Exato. Tudo meu. Essa boca... – Mordi sua boca rapidamente. – Esses peitos. – Beijei cada um de seus mamilos. – Essa barriga... – Passei a língua sobre o local. – Essa bunda. – Apalpei fortemente cada parte. – As coxas... – Arranhei de leve. – E o mais importante... Essa boceta. – Meu dedos tocaram os lábios encharcados. – Você é toda e só minha.

  - Quer me foder de novo? Diz que sim, por favor. Sou toda sua.

  - Eu juro que faria se tivesse com um pouco mais de energia, amor. Mas estou velho e você acabou comigo.

  - Então pare de provocar! Entre logo nessa banheira. Filho da puta...

  - Vadia gostosa... Você vem comigo.

  - Só me deixa fazendo tudo sozinha. De novo!   

  Entramos e ela observou a água subindo. Fechou os olhos e tocou os lábios. Exatamente como eu havia feito. 

  - É sua última chance, paizinho.

  - Acho que posso fazer um esforço. Vem. – Ela se aproximou e ficou de pé em minha frente. Ainda sentado, suspendi sua perna e a apoiei na borda da banheira. Passei de leve os dedos nos lábios.

  - É por isso que te amo, sabia? - Rena segurou meu cabelo e gemeu.

  - Só por isso? – Mexi a língua entre os lábios.

  - Porque é gostoso, paizinho. - Suspirou. - Não tem algo útil pra fazer com esses dedos? Me fode logo. Pelo amor de Deus.

  - Talvez tenha, mas será que se comportou direito? Acho que não. Serei mau também. 

  Separei três dedos e massageei o clitóris antes de começar a penetração. Serena gritou alto quando meti os dedos em sua vagina extremamente molhada. Ela puxou meu cabelo quase molhado e rebolou sobre minha boca. Mexi minha língua mais rápido que seus movimentos. Os dedos entravam e saíam enquanto gritava como uma louca. Senti uma dor extrema na cabeça quando quase arrancou parte de meus cabelos. Ela se contraiu novamente e o gozo escorreu sobre meus dedos. Os tirei do local encharcado e chupei. Ela sentou sobre mim, ofegante e pude ver suas bochechas coradas. Lhe beijei e senti seus braços me envolverem. Retribuí.



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