História Cliente VIP - Capítulo 27


Escrita por: ~ e ~violetwill

Postado
Categorias Originais
Personagens Guy Berryman, Personagens Originais
Tags Amanda Justice, Andrew Stone, Dor, Kevin Williams, Mason Harper, Nathan Harper, Paizinho, Romance, Serena Harper, Sexo, Sophie Berryman, Vadia
Exibições 37
Palavras 1.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Amoreeees! Já devem estar cansados de nós, né? Kkkk agradecemos a ~SafyraToryBier e ~Nv32 pelas favoritacoes. Obrigada <3 um beijo P sz

Capítulo 27 - Hora do Castigo - Violando a privacidade


 

  - Posso dizer que meu paizinho é o melhor?

  - Pode dizer tudo o que quiser pra mim. Está um pouco satisfeita agora?

  - Posso aguentar um pouco. Provavelmente até a madrugada.

  - Agora realmente não duvido que precise de outro homem pra te satisfazer. É por isso que gostava de trabalhar na boate?

  - Está enganado. Não preciso de ninguém além de você. Às vezes tenho esse ritmo, mas não é uma regra. Gastava muita energia na boate... Não quer dizer que envolvia sexo o tempo todo.

  - Claro. De qualquer forma nunca resisto e faço qualquer coisa por minha vadia. E é bom mesmo que eu seja o único que te satisfaz e o único que você ama.

  - Se arrepende de algo? Aposto que tentou usar meus truques com outras vadias. Eu te amo, mas não abuse disso.

  - De nada. Valeu a pena cada centavo gasto com você. Nunca tentei usar nada. Confesso que nem transava com ninguém além de você.

  - E a sua namoradinha? Com aqueles peitos... Acho que alimentaria toda a população do Texas.

  - Não sou de ferro. Você sumiu por um mês e... Eram tetas gostosas. Chupei muito.

  - Me poupe. Acho que preciso arrancar sua pele para esquecer disso. - Sorri. 

  - Não precisa. Você tocou no assunto. Não tive culpa nenhuma. Já tinha esquecido. E está com ciúmes.

  - Aquele chicote é uma porcaria. Vou procurar algo realmente eficiente. E aprendi a não ter ciúmes. Então não perca tempo esperando isso.

  - Aprendeu? Então não se importaria se eu batesse uma punheta com aquelas fotos de Bruna com os peitos pra fora que tenho no celular, certo?

  - Ainda tem fotos daquela ordinária? Tire essas mãos de mim. Você é nojento, Guy. - Gargalhei. 

  - Claro que não. Tirei umas fotos da sua boceta pra substituir. Só bato pra você.

  - Quando fez isso? Aliás, não precisa bater nada. Faço tudo... Até quando não quer. E quero ver esse maldito celular.

  - Meu celular? Não, amor. Ninguém nunca tocou em meu celular. Quando? Um dia desses.

  - Mas sou a sua mulher. A única vadia capaz de acabar com você e não tenho medo de fazer isso. Ou seja, quero esse negócio na minha mão.

  - É uma vadia linda, devo dizer, mas isso não vai rolar. Lamento, Rena.

  - Tudo bem. Ao longo do mês, te digo coisas que não vão rolar por aqui.

  - Nem brinque com esse tipo de coisa. Por que quer tanto ver meu celular?

  - Porque está escondendo. Significa que tenho motivos pra te matar. E não pense que vai me enrolar. Não desisto fácil.

  - Você não tem ciúmes, amor. Esqueceu? Não tem nada de mais pra uma pessoa que nem sabe o que é.

  - Tem razão. E você não tem sexo. - Saiu da banheira.

  - Serena... – Levantei e a segui. – Por favor. Pare de agir como uma vadia infantil.

  - É inevitável. Não esperava que tivesse segredos comigo. Mas faremos assim mesmo.

  - Venha aqui. – Ela se enxugou e não me olhou. – Rena... Vem... – Mostrei o celular e ela se aproximou. – Estou abrindo mão da minha privacidade. Nunca pensei que faria isso por uma mulher.

  - O que tem de tão importante na privacidade? Seus amigos já me viram seminua. É um conceito estranho, não? Você é louco por mim.

  - Não gosto de lembrar disso. E... É a minha privacidade! Ninguém nunca soube que fumo maconha quando estou nervoso. Tenho todas as senhas que preciso aí. E justamente por te amar que estou te dando isso. Além de querer te comer o mês todo.

  - Quanto amor! Por que nunca disse que fuma? Podemos relaxar juntos. As senhas das contas estão aqui? Onde?

  - Primeiro você precisa desbloquear. Escreva a senha aqui. Reninha12345. Nunca pensei nisso. Não quero te contaminar.

  - Reninha? Sério? - Sorriu. - Sou capaz de escrever uma senha sem problemas. Tem cigarro aqui?

  - No cofre atrás do quadro. Tão clichê...

  - Esconde cigarros no cofre? Pelo menos nesse a senha não deve ter meu nome. E qual seria?

  - Eu não sei. Pode olhar aí. – Ela sentou entre minhas pernas e encostou em meu peito.

  - Vejo milhões de números aleatórios. Hm... Fotos clichês. Nossa! Colocar a perna desse jeito dá muito trabalho. Peitos, peitos e... Mais peitos. Homens... Tão previsíveis.

  - Falei que não tinha nada de mais. Tá afim de fumar um pouco?

  - Está nervoso por acaso? Não tem fotos da família aqui?

  - Família? Não. Nem sei por onde andam. E nem faço questão de saber. Agora estou.

  - Por quê? Não me diga que somos um casal de renegados. Não teremos ninguém para convidar pro casamento?

  - Minha irmã. Mora umas poucas horas daqui. Acho que só. Tenho uma história complicada com meus pais. E não gosto de falar deles.

  - Entendi. Essa é minha zona proibida, não é?

  - Não exatamente. Você não tem zonas proibidas. Falo sobre eles qualquer dia desses.

  - Jura? Pensei que tinha algum segredo mortal. Especialmente com sua mulher maravilhosa.

  - Avisei que não escondia nada. Mas minha mulher me escuta? Não. Nunca.

  - Ainda vai me agradecer por isso. Posso marcar o jantar com Andy? Estou com saudade.

  - Claro. Precisamos conversar sobre o cargo na empresa. E quero conhecê-lo, já que fala tão bem dele. Confesso que tenho um pouco de ciúmes.

  - Não tenha. Ele é uma espécie de irmão. Já sabe quem é meu paizinho mesmo.

  - Ainda bem. Ou teria que matar o irmão também.

  - Não seja ridículo. É um amor diferente... Pode me dar o cartão? Quero comprar uma roupa e ficar bem gostosa. Como sempre.

  - Pode pegar na carteira. O preto, de débito. Aliás... Não acha que precisa trocar o seu celular? Não está meio ultrapassado?

  - Gosto dele. Não sei por que está implicando com isso.

  - Quero que seja minha rainha. E isso significa que te darei tudo.

  - Mas já tenho tudo. Um namorado gostoso com um apartamento incrível e a conta bancária que sempre quis. Absolutamente perfeito.

  - Quero uma lingerie por mês. Esse é meu preço.

  - O dinheiro é seu mesmo. Posso dar por dia se preferir. Dou tudo que quiser, paizinho.

  - Tudo mesmo? Só preciso de você. O resto é só complemento.

  - Está sendo bobo. Mas é divertido. Agora me deixe descansar aqui.

  - Estou sendo romântico e apaixonado. – Ela deitou-se ao meu lado e esperou que fizesse o mesmo. – Claro. Mas não antes de meu beijo.

  - Sei que está apaixonado. Mas dizer que é romântico já é absurdo.

  - Duvidar do meu romantismo que é absurdo. O que queria? Um buquê de rosas vermelhas em minha boca e uma música no piano no meio da rua?

  - É uma ótima ideia, amor! Quer parar o trânsito pra mim? - Sorri. 

  - Não tenho tanto poder pra isso. Mas gostaria muito.

  - Muito triste. Pretende me beijar hoje ou posso descansar em paz?

  - Nunca perderia uma chance dessa. – Lhe beijei demoradamente. – Dorme bem, amor.

 

  



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...