História Cliente VIP - Capítulo 28


Escrita por: ~ e ~violetwill

Postado
Categorias Originais
Personagens Guy Berryman, Personagens Originais
Tags Amanda Justice, Andrew Stone, Dor, Kevin Williams, Mason Harper, Nathan Harper, Paizinho, Romance, Serena Harper, Sexo, Sophie Berryman, Vadia
Exibições 31
Palavras 1.723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, vadias e paizinhos! Bom, agradecemos a ~Muieehh pela favoritacao (obrigada <3) e esperamos que curtam. O próximo vira logo. Beijinhos szP

Capítulo 28 - Threesome - você vai transar com a gente


 

  Uma hora e meia esperando pelos ingredientes que pedi. Serena havia ido ao supermercado e logo depois daria um jeito de ir na boate, buscar Andrew. Eu confesso que não fiquei tão confortável com isso. Ela disse que compraria tudo e que não demoraria, mas, pelo visto, o dito não era verdadeiro. 

  O meu estado se resumia em preocupação e vontade de buscar minha mulher. Não queria que acontecesse, de novo, o que aconteceu. Ou que o cara quisesse uma vingança. Mas Serena era esperta. Me prometeu que observaria tudo e que nada aconteceria. E eu tinha que confiar em minha mulher. 

  Então resolvi preparar o jantar com o que tinha na geladeira. A conhecia perfeitamente e sabia que quando chegasse toda feliz com Andy, diria que esqueceu de passar no mercado. Mas uma massa fina italiana me parecia uma boa ideia. Lembrei da receita que não fazia há muito tempo e peguei os ingrediente na geladeira. 

  Ainda terminava o prato principal quando ouvi risos altos do lado de fora. Conhecia muito bem aquela risada gostosa. E soube que Serena estava acompanhada assim que ouvi o riso grave de outro cara. Ela abriu a porta e ouvi o baque quando a fechou.

  - Paizinho... Estamos com fome. Está tudo pronto aí? Vem, Drew.

  - Onde estão as compras? – Ouvi sua voz e continuei concentrado no prato.

  - Que compras? Estava tomando banho com Andy e não sei do que está falando. 

  - Deixe o cara trabalhar em paz, Tina.

  - As compras que pedi pra fazer. Onde está a lista que te dei, Rena? Deixou em cima da cama? Ah, oi, Drew. – Alinhar aquele manjericão era muito importante. Senti os braços de Serena entrarem por debaixo de minha camisa.

  - Deixei tudo no quarto, paizinho. Posso mostrar com todos os detalhes depois. Andy disse que pode me comer se demorar mais um segundo. 

  - Não com essas palavras. Facilite nossa vida, vadia.

  - Pronto! Olha como ficou bonito... – Era uma perfeita obra de arte, mas dar atenção para minha mulher e o amigo dela era mais importante. – Vem cá. Quanta intimidade. Querendo comer a minha mulher em minha frente, Andy. 

   Levantei e vi o rapaz. Tínhamos a mesma altura. Os olhos eram de cor verde-escuro e o cabelo loiro acinzentado, quase castanho. Infelizmente tinha um sorriso muito bonito. Encostei no balcão e segurei Rena pela cintura, que logo agarrou meu pescoço. Estendi a mão a Andy. 

  - Que bom que veio. E lamento muito pelo prato que teremos hoje. Sua amiga é irresponsável e não comprou o que eu pedi pra ser tudo perfeito.

  - Não sou exigente como minha Tina. É um prazer conhecer o paizinho. Ela não parou de falar que tudo seria perfeito e que você é o melhor. 

  - Isso é mentira. Ele só está querendo te agradar. E não precisa. Guy é meu escravo.

  - Ela tem razão. Faço qualquer coisa por essa mulher, mas realmente sou o melhor. Acredite. Também é um prazer te conhecer.

  - Não vou duvidar de nada. Ninguém escapa dessa aí. 

  - Vocês tocam meu coraçãozinho. Mas e a comida? Isso é um jantar ou deixaremos para o café?

  - Tudo bem. Fique à vontade, Andrew. Sentem-se e me diga como conheceu Rena.

  - Ela nunca contou? Acho que trabalhava há um certo tempo na boate e ela já chegou querendo ser a dona de tudo. 

  - Mas sempre fui! Você adorou...

  - Claro, claro. Então ela levantou o vestido e subiu no palco. Confesso que foi interessante.

  - Queria mandar em você também? – Levei a entrada. Serena sentou na cabeceira e eu em frente a Andy.

  - E ela perde uma chance? Queria que eu largasse o trabalho pra servi-la. Ainda faz isso.

  - Então já sei que se conheceram transando. Que clichê, amor... – Servi o vinho branco.

  - O que você esperava? Sobrevivo com sexo. Ele se apaixonou por mim e vivemos felizes pra sempre. Soa familiar?

  - Essa é a minha história com você. Estou ficando com ciúmes. – Sorrimos. – Mas o que importa aqui é o emprego. E foi por isso que te chamei aqui. Além de te conhecer, já que Rena fala o tempo todo de como Andy é sensacional, preciso saber que tipo de experiência tem. Em que área gosta de trabalhar?

  - Não tenho muita experiência. Mas sempre fui bom com números. Já fui uma espécie de assistente quando tive uns problemas com Phil. Mas nada tão importante. 

  - Ele é um gênio, amor. Só não teve tanta sorte. E claro, nada de boceta pra abrir as portas. Não acha triste? 

  - Você é inspiradora, Tina – disse Andy. 

  - É bom com números? Que maravilha. Lamento pela falta de sorte. E de boceta. Mas o que você sugeriria? Tem algum cargo que gostaria de trabalhar?

  - Você é o chefe. Pensei que seria tipo o cara do almoxarifado. Acho que não posso exigir nada. 

  - Coloque ele com Kevin. Aquele homem delicioso pode ensinar tudo para o nosso garotinho. Não negaria um pedido de sua futura esposa, negaria?

  - Eu realmente não sei o que faço com você, vadia. Talvez uns tapas te faça aprender a lição. Mas terá algo melhor. Kevin é meu assistente, mas se mudará em um mês para cuidar dos negócios na Inglaterra. Acho que poderá substituí-lo e tenho certeza que te dará um treinamento adequado.

  - Realmente consegue tudo, Tina. Espero não decepcionar. 

  - Para com isso, Andy. Apenas trabalhe, meu amor.

  - Sei que não vai. Bom – Puxei alguns papéis. – O salário varia de vinte a vinte e cinco mil dólares pra você. Depende do ganho e dos gastos do mês. Pode ser entre esses números, um número mínimo ou até mais. Mas normalmente ficamos entre vinte e cinco. – Ele parecia impressionado e eu não entendia o porquê. Olhava os papéis com um pouco de indignação. – O que foi? Acha que está pouco?

  - Não. Isso é loucura... Disse que não tenho experiência. Tem noção de que é muita grana? Fale pra ele, Serena.

  - Não tenho nada pra falar.

  - É isso o que meu assistente pessoal ganha. E é quase nada. Onde aprendeu a ser tão humilde assim?

  - Não é humildade. Acho que a metade é mais que suficiente. Ainda não sabe se vou fazer tudo errado. 

  - Nem tente discutir. Guy é impossível.

  - No primeiro mês te darei um pouco menos, mas terá que se virar sozinho depois. Você terá uma ajudante. E para o salário... O trabalho é pesado. Se não der conta, considere-se o cara do almoxarifado.

  - O almoxarifado parece seguro. Vou considerar tudo. E acho que preciso...

  - Nem pense em agradecer. Trabalho não é favor. Assunto encerrado. – Rena tinha razão. 

  - Ela tem razão. Somos todos amigos agora e vai aprender a ser um pouco menos modesto. Bem-vindo. Amanhã nos encontraremos lá para assinar tudo e resolver o primeiro pagamento.

  - Tudo bem. Encontrou alguém tão maluco quanto você, Tina. 

  - E você faz parte disso. Sabe que também te amo.

  Foi naquele olhar que parei pra pensar. Ele parecia ser o cara perfeito para o cargo e não via problema em pagar um pouco a mais do que Kevin recebia. Tínhamos dinheiro sobrando. E... Tudo por minha vadia. Ela sabia disso, mas o que mais importava naquele momento é que vi a solução para nossos problemas naquele cara. Serena estava carente e precisava de outro homem. Não gostei tanto da ideia no início, mas era de se esperar, já que, em uma noite só, transava com cinco ou seis caras e eu não tinha cinco ou seis rolas em mim. 

  E depois de tanto tempo de pesquisa, por que não realizar mais um de seus desejos? Andrew era a melhor pessoa para isso também. Eu realmente não queria fazer aquilo, mas se faria ela feliz... Poderia tentar. 

  Simplesmente olhei para ele e observei Serena. Ela me encarou com um olhar cheio de dúvida, mas mudou quando entendeu. Estava sexy o suficiente. 

  - É ele, amor. O que você acha?

  - Acho que é muita intimidade, paizinho. Foge totalmente das regras, mas...

  - Sou? Ainda estão falando do emprego?

  - Por quê? Quer um que não conheça? Se está pensando em Kevin, pode esquecer. E disse que eu poderia escolher. Não está bom?

  - Não disse que queria Kevin. Mas admito que não é má ideia. É claro que pode escolher, amor. Mas você sabe que é ciumento e não quero clima estranho entre os dois. Tem certeza? 

  - Oi, casal. Ainda estou aqui.

  - Quieto, Drew. Deixe o paizinho responder.

  - Sabe que não sou de voltar atrás nas minhas decisões. E se possível, quero adiantar logo. Você está acostumada com ele e quase não o conheço direito... É ele. Será ele.

  - Você manda, meu amor. Agora posso explicar. Vai transar com a gente, Andy.

  - É mesmo? Sempre tão divertida. Espera... Eu vou?

  - Acho que não fiz nenhuma pergunta.

  - Serena disse que queria que transássemos com outro cara. E o paizinho teve que aceitar isso e escolher o cara. E o sortudo foi você.

  - Quanta sorte! Estava com saudade desse rabo. E ela levou esse compromisso a sério. Você é um cara corajoso.

  - Eu sou um cara trouxa, mas não se empolgue. Acho que será bom pra ela.

  - Não estou empolgado, acredite. E faço esse tipo de coisa por esse olhar hipnótico. 

  - Parecem duas mocinhas assustadas. Eu sei que os dois conhecem um pau.

  - Nunca vi um pessoalmente, além do meu. Espero não me decepcionar – disse aos dois.

  - Posso garantir que sou bom nisso. Nunca? Então a sorte é sua.

  - Será uma linda visão, paizinho. Isso é tão excitante.

  - Fiquem sabendo que eu sou o chefão aqui. E não sei se é tão linda assim. Você é linda. E sua boceta também. – Meus dedos correram por debaixo da mesa e pude colocar a mão dentro de seu short.

  - Andy está acostumado com ordens. Amor... - Sussurrou. - Todos acham isso. Agora digam que sou linda. Quero ouvir de novo.

  - Você é linda, Tina. Gostosa pra caralho.

  - É linda... Minha vadia gostosa... – Comecei beijando seu pescoço e Andy se aproximou.

  - Isso aí... Hora do beijo da mamãe. - Estava falando com Andy. Ele obedeceu rapidamente.



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