História Cliente VIP - Capítulo 29


Escrita por: ~ e ~violetwill

Postado
Categorias Originais
Personagens Guy Berryman, Personagens Originais
Tags Amanda Justice, Andrew Stone, Dor, Kevin Williams, Mason Harper, Nathan Harper, Paizinho, Romance, Serena Harper, Sexo, Sophie Berryman, Vadia
Exibições 32
Palavras 1.522
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Amores... Mamãe voltou! Espero que se divirtam. Beijinho P <3

Capítulo 29 - Threesome - Tirem tudo


 

  Guy saiu primeiro e Andy foi me agarrando. Deixei o short cair no caminho. Meu paizinho estava ocupado com a camisa quando entramos. Me joguei na poltrona para observar aquela imagem divina. Dois homens deliciosos que não precisavam de esforço pra me excitar. Mas estavam tentando, claro. Andy desceu a calça e mordi o lábio, apreciando o momento. Guy ficou mais perto e levou minha mão até a cueca. Sorri e ele retribuiu. 

  - Tirem tudo. Está ficando divertido.

  - Por que não faz? 

  - Parece que seu paizinho tem muitas boas ideias. 

  - Sempre.

  - Parece que são folgados pra caralho. - Comecei por Drew e fiz questão de empinar a bunda pra Guy. Tirei a blusa e voltei para a poltrona. Pude puxar a cueca de Guy ali. Andy se ocupou em abrir minhas pernas e morder o que podia. E eu... Adorei apertar a bunda do paizinho. Aliás, ele também gostava disso. E dos beijos na barriga, claro.

  - Tem certeza que nunca fez isso antes? - Guy gemeu quando beijei as bolas. 

  - Provavelmente várias vezes.

  - Não disse que nunca fiz. E sim, várias vezes. Mas vocês já parecem confortáveis e quero ver o beijo. - Andy soltou a calcinha no meio de minhas pernas e me encarou. Preferi não analisar a expressão de Guy.

  - Como é? Nada contra você, Andy, mas não. Amor, eu não vou beijar ele. Você está me fazendo passar por essa situação e ainda espera que eu tenha tanta aproximação assim? 

  - Você até que é gostoso, mas não curto muito esse tipo de coisa. Melhor desistir dessa ideia, Rena.

  - Por favor, paizinho... Juro que não vai doer nada. Andy... - Fiz um bico quase fofo. Segurei um peito e apertei o mamilo. - Vou me comportar enquanto isso.

  - Vamos continuar isso. Não vai mudar muita coisa. – Guy se aproximou novamente de mim e eu o parei.

  - Farei tudo sozinha. Vocês podem escolher. Vamos lá... Não cortem o clima. Ninguém aqui é careta ou inocente.

  - Você concorda com isso, Andrew? 

  - Se ela quer... Não vejo problema. 

  - O que eu não faço por essa mulher... Tudo bem.

  - Amo vocês! 

  Me livrei da calcinha e deixei-os mais próximos. Beijei Guy devagar e passei para Andy. Talvez aquela troca rápida quebrasse a tensão. Ficamos alguns minutos nesse jogo, mas queria ver outra coisa. Então soltei os dois e sentei na cama. Guy parecia mais travado e Andy lhe deu um selinho leve. Eles olharam pra mim e não encontraram a aprovação. Então o beijo foi de verdade. E nada tranquilo, mas tão gostoso, que não sei explicar a sensação. Só posso dizer que queria aquilo em mim.

  - Isso foi estranho. Você é uma mulher má. Mas... Você beija bem. 

  - Será que poderíamos fazer outra vez? – perguntou Andy.

  - Aprovo totalmente. Quantas vezes quiserem. Agora deitem aqui. Alguém quer sofrer hoje?

  - Comece por mim. Sabe que sou o privilegiado aqui. 

  - E eu sou o convidado. A visita vem sempre em primeiro lugar. - Guy beijou minha barriga e subiu com a língua até a boca.

  - Não briguem. A mamãe consegue agradar todos. O paizinho e o convidado estarão satisfeitos no fim. 

  Andy sorriu e ajeitou o travesseiro. A proximidade era importante para que eu pudesse arranhar os dois ao mesmo tempo. Bater punheta pra Andy nunca foi difícil pra mim. O problema era a velocidade. Precisava ser rápida com ele e devagar chupando meu paizinho. E como não aguentaria o ritmo, fui obrigada a trocar um pouco. Eles não pareceram incomodados com isso. Os gemidos me davam quase certeza de trabalho bem feito.

  - O que está acontecendo com a minha... Vadia... - Guy gritou e segurou meus cabelos. 

  - Ela com certeza andou treinando... Sem... Sem você saber. - Andy gemeu arrastado.

  - Acham que preciso de treino? Digam... 

  Eles discordaram rapidamente e sorri. Soltei Guy e sentei no colo de Andy. É claro que ainda queria os beijos do paizinho. Então fiz um sinal com o dedo e ele sentou. 

  - Quero ouvir... 

  Rebolei devagar e Guy chupou meu peito. Deixando claro que a provocação não envolvia penetração, mas não era menos gostosa por isso.

  - Minha vadia nunca precisou de treino. É a melhor pra me deixar louco. E sempre foi...

  - Isso, amor... Nunca duvidei da sua capacidade de fazer tudo... - Andy completou. 

  - Sei disso. - Guy recebeu um tapa forte. Na verdade, foram muitos. Continuei os beijos enquanto Andy apertava minha bunda. Ele certamente achou que não apanharia. Preciso dizer que errou? Não.

 

  Guy

  Duas rolas duras e uma boceta molhada. Era o que tínhamos dentro daquele quarto enorme. Não acreditava que estava dividindo minha mulher com outro cara, mas admito que estava sendo interessante. Beijar Andy foi excitante pra ela e talvez bom pra mim. E não me importei quando ela me pediu pra repetir a dose. 

  Dessa vez, o toque foi meu. Estávamos mais que acostumados naquele momento e tive a certeza que ela gostaria daquilo. Segurei forte a cintura de Andrew e colei um pouco de nossos corpos, tomando cuidado para o meu pau ereto não iniciar uma guerra com o dele.

  - Já estou ficando louca com isso. Juro, paizinho... Mas ainda preciso de vocês.

  - Vamos dar um jeito nessa situação. 

  Ela estava totalmente molhada. Sabia disso e via. Beijar ele não fez tanta diferença pra mim, mas com certeza fez para ela. Mas aquela era a hora de fazer o que Serena tanto queria. Fiz com que deitasse de lado e me ajeitei na cama. Esperei que Andy fizesse o mesmo, deixando que ela o beijasse, ainda de costas para mim. Chupei seu pescoço fortemente e pude ver a cor avermelhada aparecer na pele pálida. Comecei a tocar seu clitóris com movimentos circulares, ouvi os gemidos de Rena entre o beijo e sorri com o resultado. 

  - Vire para mim. 

  Serena me obedeceu, dando as costas para Andrew e colocando o braço em minha cintura. Lhe beijei como um animal selvagem e puxei sua perna direita para cima da minha coxa. Andrew beijava suas costas desesperado e arranhava a barriga de Serena, quase feroz. Toquei entre os lábios menores e vi o líquido grudar em meus dedos. Ela estava pronta. 

  - Vamos lá, vadia? 

   Não esperei que a resposta viesse. Simplesmente aproximei meu corpo, apertei sua bunda e entrei forte em sua vagina. Andy não esperou e me alcançou. Enquanto eu acabava com sua boceta, Drew estraçalhava o rabo da minha vadia. 

  Estava deixando sua marca. Tentava chupar minha língua enquanto arranhava minhas costas ou tentava tirar a pele que ainda existia nela. Andrew massageava aqueles peitos como "se não houvesse amanhã" e não pude conter minhas mãos. Só cravei minhas unhas em sua bunda enquanto aumentava a velocidade. Meus gemidos se confundiam com os gritos altos de Serena enquanto Drew gemia quase arrastado, chupando o ombro de minha mulher. 

  O coração parecia querer furar meu peito e a minha taxa de adrenalina não tinha como aumentar. Não controlava meu quadril e deixei que os movimentos acabassem comigo. 

  Senti um ardor em minhas costas e um grito alto em minha boca. Eu estava indo rápido demais, mas sabia o que estava acontecendo. Eram os espasmos dela. Vi seu corpo se contorcer e o grito aumentar. Senti uma onda enorme de calor e meu esperma jorrou, junto ao seu orgasmo. A contração vaginal era evidente em meu pênis e Andy já não se movimentava tanto. Estávamos ofegantes demais para falar qualquer coisa. Simplesmente parei tudo, desencaixei e vi os dois se distanciarem um pouco.

  - Podemos fazer de novo? - Ela sorriu. - Quero contratar nosso garoto, paizinho.

  - Faremos, sim, vadia. Outra hora. O papai está cansado. Pode fazer o que quiser. Sabe disso. Ele não é tão ruim.

  - Obrigado pela parte que me toca. Valeu muito a pena, Tina. Gosto das oportunidades que me dá. – Andy lhe beijou. 

  - Claro. E o paizinho deixa essa vadia muito feliz. Muito mesmo.

  - Viu? O paizinho é o melhor. Minha mulher sempre dá ótimas oportunidades. Mas agora... – Puxei o lençol e cobri Serena. O ciúme estava começando a voltar. – Você pode dormir aqui e ir para a empresa amanhã comigo. Se seguir direto, vai encontrar a primeira porta à esquerda. Pode entrar lá. Tem toalhas e banheiro que pode usar. Está limpo.

  - Já entendi. Fui covardemente usado e estou indo. – Ainda fui obrigado a ver outro beijo entre os dois e ele saiu.

  - Achei que Andy dormiria aqui. Com o pau na minha bunda, sabe?

  - A piroca dele já entrou e saiu demais dessa bunda, se contente. Talvez repitamos isso. Mas só se for boazinha.

  - Prometo que serei um anjinho. Faço tudo que meu paizinho quiser. Quando ele quiser...

  - Então venha tomar um banho comigo. Preciso descansar e relaxar um pouco. Estou morto, amor!

  - Precisa dos cuidados de sua vadia? Sei que não é tão fraco assim. Consegue mais que isso.

  - Papai está velho, amor. Sabe disso. Mas, venha. Ainda consigo te carregar.



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