História Cliente VIP - Capítulo 30


Escrita por: ~ e ~violetwill

Postado
Categorias Originais
Personagens Guy Berryman, Personagens Originais
Tags Amanda Justice, Andrew Stone, Dor, Kevin Williams, Mason Harper, Nathan Harper, Paizinho, Romance, Serena Harper, Sexo, Sophie Berryman, Vadia
Exibições 25
Palavras 1.986
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Beijinhos <3

Capítulo 30 - A grande descoberta


 

  Quase duas semanas tentando ligar pra Serena e nada. Mandava mensagens e mais mensagens e nunca recebia nenhuma de resposta. Uma maldita semana sem sexo e sem nenhum tipo de carinho. Aquela era a minha vida. 

  Pensei até na possibilidade de ter me deixado, em algumas noites, mas tentei afastar aquela ideia pavorosa da minha cabeça. Ela não faria isso depois de tanto tempo juntos. Então coloquei em minha mente que saiu em uma viagem – não fazia ideia de com quem – para se livrar de mim. 

  Infelizmente aquela ideia me deixava louco também.  Não entendia o porquê de ter me abandonado daquele jeito, mas ela me daria satisfações e receberia um grande sermão quando chegasse. 

  Tentei ligar pela octogésima vez na semana quando ouvi a porta abrir. Serena estava cheia de sacolas com nomes chiques em francês, com óculos escuros Ray Ban, um celular novo e uma mala grande. Já o meu não era mais novo. Joguei-o no tapete e vi a tela rachada no chão. Foda-se. Só queria acabar com aquela mulher. 

  Ela fechou a porta e quando me viu, deixou todas as sacolas no chão. Deu um grito alto, correu até mim e subiu em meu colo. Depositou beijos por todo o meu rosto e me abraçou.

  - Por que quebrou o celular, paizinho? Sentiu tanta saudade assim? Não vai beijar sua mulherzinha?

  - Por quê? Caralho, Serena, passou uma semana fora e nem deu um sinal de vida. Sabe o quanto fiquei preocupado? Vai se foder! 

 

Serena

  - Estava fazendo compras. - Apontei as sacolas. E é óbvio que ficou mais irritado. Não tinha culpa mesmo. - Sei me cuidar, amor. Quer ver o que comprei pra você?

  - Não. Eu quero que me diga por que fez isso. Por que não avisou que ia pra França? - Lhe entreguei a sacola. - Eu poderia ir com você. Ou então que dissesse que estava lá. Puta... Depois de três anos juntos... Nunca pensei que... - Estava irritado, mas ignorei. Apenas abriu o presente e viu a caixa de veludo azul. - O que é isso? - Calou a boca. Deixou a sacola no sofá e me olhou.

  - Espero que diga apenas que adorou e que me ama. - Ele observou a corrente de ouro. Tentou continuar com a pose de macho alfa, mas conhecia aquele olhar.

  - É bonito. Mas ainda estou muito bravo com você. - Quase deixou um sorriso escapar.

  - Tem certeza? - Tirei o correntinha de sua mão, beijei o pescoço várias vezes antes de colocá-la ali. - Quanta maldade, paizinho.

  - Tenho. Senti sua falta, amor... – Choramingou. – Por que fez isso?

  - Por que não para de reclamar? Aproveite que sua vadia voltou. E tem espaço na agenda pra você.

  - Agenda? De onde tirou isso? - Ele se aproximou e apertou minha cintura. Coloquei os braços em seu pescoço e beijei o canto da boca.

  - Sou uma puta cheia de compromissos, amor. Na verdade, tudo se resume a te agradar. Exceto minha diversão em Paris.

  - Pra quantos franceses você deu? Diga, por favor, que não deu pra nenhum.

  - Não posso dizer isso. Sabe que não temos segredos. - Levantei para a simples tarefa de tirar a calcinha. Mataria aquela saudade rapidamente.

  - Então acho que posso dar o meu número. - Tirei sua camisa e beijei os lábios.

  - Tem toda a liberdade pra isso. Mas saiba que posso morder esse pau sem nenhum tipo de arrependimento.

  - Não temos segredos, amor... E além disso, demorou muito pra voltar. Nem me falou aonde foi...

  - Mas já disse que estava em Paris. Agora revele a quantidade de vadias que colocou na minha cama. Quero te matar. - Ele me deu espaço para abrir os botões da calça.

  - Cinco... Ou seria nove? Não sei exatamente a quantidade. - Arrancou a minha camisa.

  - Você sabe. Nove... Cretino. - Certamente merecia vários tapas pela audácia. E ele recebeu, claro. Não perderia a oportunidade.

  - Senti falta desses tapas. - Mordeu meu lábio inferior. - Acha que não vai receber um também?

  - Não. Me comportei como um anjo e só sinto a traição. - O argumento não foi tão forte, já que a marca dos dedos ficaria em minha bunda.

  - Sei bem... E não fodi ninguém. Sabe que não seria capaz. – Lambeu meu pescoço e chupou o local.

  - Sei disso. Você é meu, paizinho.

 Já que o plano era transar no sofá, não perderia mais tempo com conversa. Isso significa que já estava encaixada onde deveria e rebolava. E ele me impulsionava com certa agressividade. Alguns dias de distância fazem milagres. Pensando bem, uma foda "violenta" não era novidade com aquele homem. Então continuei gemendo e ganhei mais tapas.

  - E você é minha, mamãe.  

 

Guy

  Obviamente o tempo que passamos longe me rendeu coisas ótimas; minha mulher mais feliz, uma corrente grossa de ouro francês e uma transa gostosa... Ela mexia o quadril com desespero e eu fazia o mesmo. Apertava a cintura forte enquanto gemíamos juntos. A sensação era gostosa e o toque também. Não poderia negar. Senti uma enorme falta e estávamos matando ela de um modo rude e delicioso ao mesmo tempo. Seus seios roçavam no meu peito e ela agarrava meu pescoço. Apalpei sua bunda de um modo forte e lhe dei um tapa barulhento. 

  Ela rebolou mais um pouco e quase fui enforcado quando seu orgasmo chegou. A minha vadia fazia muita falta e ela não poderia mais sair de perto de mim. Arranhei suas costas quando gozei e ouvi um gemido quase de dor. Paramos os movimentos devagar e nos beijamos no mesmo ritmo lento. Suspirou. 

  - Acho que preciso de outra passagem. Marrocos dessa vez.

  - Vai devagar, vadia... Eu não gosto quando viaja sem mim.

  - Não seja dramático. Prometo que ganhará muitos presentes. E você vai sobreviver. Mas... Preciso te contar uma coisa.

  - O quê? Aconteceu alguma coisa?

  - Claro que não. Descobri que não sou tão forte assim. Ou seja, meu paizinho vai guardar todas essas sacolas enquanto tomo banho.

  - Todos nós temos um limite. E... Que absurdo. Por que eu? Quero ir com você. Matar de vez essa falta que senti de você.

  - Está vendo outra pessoa aqui? - Levantou e arrastou a mala. - Vai ficar parado aí?

  - Tudo bem, meu amor. Só vou te ajudar porque ainda quero foder no chuveiro. - Ela sorriu.

  - Acho que não prometi isso. Mas posso considerar essa chantagem.

  - Não está cansada? A viagem foi longa, não?

  - Você quer transar ou não? Tem que se decidir, paizinho. E não se preocupe comigo.

  - Sinceramente? Quero deitar contigo e relaxar um pouco. Preciso cuidar de você, já que não pude fazer isso essa semana.

  - Está carente... Então me leva. - Sorriu e abriu os braços.

  - Vem... Você não sentiu minha falta? - Lhe puxei e a carreguei em meus braços.

  - Preciso responder? É difícil passar um dia trancada aqui. Então nem tente imaginar como foi essa semana.

  - O que acha de ficar comigo? Tenho uma sala grande, fico sozinho o dia todo... Podemos nos divertir.

  - E Kevin? Que tipo de diversão? Sabe que adoro invadir seu trabalho.

  - Kevin tem a própria sala. E se estiver lá, não vai interromper. Qualquer tipo de diversão. E, por isso,   estou te convidando pra ficar comigo. O que acha da ideia?

  - Gosto disso. Quero dançar naquela mesa e... Seria delicioso. Prometo que pensarei.

  - Que bom, amor. - Ela saiu no banho e vesti minha cueca.

  - Ótimo. E você tem outro motivo pra continuar trabalhando tanto. Nosso filho será praticamente um príncipe.

  Sorri e quase deixei que a frase passasse. Mas a segurei forte e encarei Serena sério. A parte do "nosso filho" foi chocante. Não sei se era mais uma das suas piadinhas ou se estava brincando comigo. Simplesmente esperei que me desse uma resposta ainda calado. 

  Minha expressão provavelmente era de dúvida e ansiedade ao mesmo tempo. E a dela... Talvez fosse de arrependimento e um pouco de desespero disfarçado de tranquilidade, mas eu conhecia minha mulher. Porém, precisava de uma resposta.

  - Eu... Bem, quero que seja tudo perfeito. Estou falando sério, Guy. Tente não ficar bravo comigo.

  - Você... Está grávida? Nós realmente vamos ter um filho...

  - Ainda tem dúvida? Hm... Estou grávida. Vamos ter um filho. Um belo bebê.

  Meu coração parou por um minuto? Claro. Tive que sentar na cama para não cair no chão. Estava pasmo e precisava de uns minutos em silêncio para entender as coisas. Rena estava grávida de um filho meu. Eu seria literalmente um paizinho. Teríamos a nossa própria família. Ensinaríamos ao nosso filho como o dinheiro é importante em nossas vidas, além do amor que sentiríamos por ele. Veríamos os seus primeiros passos e suas primeiras palavras. E comemoraríamos todas as suas festinhas de aniversário juntos. 

  Pensei em todos os momentos que passaríamos. Aquela era a melhor notícia desde sua chegada. Eu estava tão assustado assim como alegre. Não sabia nada de crianças e nem seria perfeito como pai, mas daria o melhor de mim sempre. Seríamos uma bela família. 

  Mas dessa vez, ela que aguardava a resposta. Vi o desespero e o medo da reprovação de minha parte em seus olhos. Ela percebeu e encarou o chão. Lhe puxei para mais perto e beijei sua barriga gelada. 

  - Vamos aquecer o nosso bebê.

  - Idiota... Você quase me matou de susto. - Apertou meu rosto. - Ainda quer relaxar?

  - Não. Agora tenho alguém mais importante pra cuidar. Meu filho. Está gelado aí, papai? - Me aproximei da sua barriga e depositei um beijo.

  - Tenho certeza que ele diria ao paizinho que é bem quente aqui. Todos sabem que a mamãe é assim.

  - O papai é mais. Ele sabe. A gente pode levá-lo pra conhecer o Brasil, amor? – Me empolguei.

  - Por que o Brasil? Já aprontou por lá? Guy...

  - Talvez tenha ficado com umas gostosas que andavam pela praia de fio, mostrando aquelas bundas belíssimas.

  - E quer ensinar esse caminho para o nosso filho? Muito bem. Vamos para o Brasil.

  - Claro! Ele pode pegar quantas mulheres e caras ele quiser! A mamãe tem muito o que ensinar a ele.

  - Ficarei orgulhosa. Mas preciso de aulas sobre a maternidade. Tem livros sobre isso, não? A parte de ensinar o que importa vai demorar.

  - Muitos livros. Compraremos todos. Amo você.

  - Te amo tanto... Agora me aqueça, paizinho.

  - Como quer que eu faça isso?

  - É só me apertar, amor. Prefiro dormir assim.

  - Mas isso é fácil. - Agarrei-a por trás e beijei o pescoço. Ela encostou seus pés nos meus. - Viu? Está com frio?

  - Talvez. Mas isso passa logo porque você está aqui.

  - E ficarei pra sempre do seu lado. É uma promessa.

  - Não duvido disso. E esqueça essa coisa de fofura. Parece que as grávidas são sensíveis.

  - É mesmo? Então prometo que vou caprichar nisso também. Sei que gosta de carinho.

  - Cuidado com suas promessas, paizinho. Estou sempre pronta pra cobrar. Carinho? Não sei do que está falando.

  - Não? Está dizendo que não sou carinhoso o suficiente?

  - Nunca, meu amor. Você é cheio de carinho e paixão.

  - Eu já sabia. - Recebi um tapa no braço. - Sou gostoso, sexy, romântico, carinhoso e apaixonado por vocês. Tem homem melhor do que eu?

  - Quer uma lista? Meu gostoso... Nada romântico. Mas essa é a melhor parte.

  - Aceito, sim, a lista e não sei por que implica tanto com meu romantismo. Mas vamos fazer uma coisa? Meu bebê precisa descansar. O que acha de você dormir um pouco?

  - Você que não deixa. Fique quieto. Boa noite, paizinho.

  - Boa noite, mamãe. – Lhe dei um selinho e alisei aqueles cabelos.



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