História Cliente VIP - Capítulo 32


Escrita por: ~ e ~violetwill

Postado
Categorias Originais
Personagens Guy Berryman, Personagens Originais
Tags Amanda Justice, Andrew Stone, Dor, Kevin Williams, Mason Harper, Nathan Harper, Paizinho, Romance, Serena Harper, Sexo, Sophie Berryman, Vadia
Exibições 20
Palavras 1.654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, bebês! Obrigada a ~pequenaingrid19 pela favoritação e queríamos explicar sobre a reviravolta que logo logo vocês irão entender. Não fizemos um cap com outra notícia de bebê, mas talvez esse resuma bem as coisas. Espero que entendam. Um beijo gostoso P sz

Capítulo 32 - Não brinque com uma grávida - Ligação


 

  Quatro meses de gravidez da minha pequena. Alguns anos de casamento. E uma vida feliz. Pra ser sincero, nunca imaginei que teria algo assim. Seria, em breve, um pai de família e um marido exemplar. Quem diria que uma prostituta me transformaria tanto? Quem diria que seria assim? Quem diria que eu ficaria louco por ela... 

  Ah, é. Não expliquei! Sim, nós perdemos um bebê. Rena sempre teve um problema com o útero. E não foi fácil conseguir o que queríamos. Entrei em grande depressão por longos tempos até ela me dizer que tínhamos nosso filho novamente. Não foi nenhuma ilusão, mas tentamos mais umas dez vezes e na décima primeira, nosso filho se desenvolveu. 

  Eu não tinha do que reclamar. Todo o meu tempo era dedicado a ela e eu não podia estar mais feliz por isso. Mas não apenas aquilo. Ver meu filho crescer dentro daquela barriga minúscula, era algo tão mágico quanto fadas. Mas a diferença é que elas não existiam e meu bebê era real. Tudo bem! Admito que a barriga não estava tão grande, mas havia uma pequena diferença. E todos os detalhes são sempre importantes. 

  Mas estávamos bem. Bem demais. Deitados na pequena cama da varanda que Rena insistiu pra comprarmos. Disse que era um desejo de grávida e que eu não poderia contrariar. Só concordei com um beijo e passei o cartão. 

  Ela adorava deitar nos dias de domingo, ver o pôr-do-sol e eu sempre fazia carinho em sua barriga com uma boa quantidade de óleo. Minha mulher sempre dizia que aquilo era tão intenso quanto transar – e olha que sempre chegávamos a um nível de intensidade enorme quando atingíamos juntos o orgasmo – e, claro, o paizinho acreditou. Confesso que adorava ficar com ela naquela mesma posição. 

  E era domingo. Ela não parava de me beijar enquanto eu alisava sua barriga com suavidade. O pôr-do-sol nem parecia tão importante naquele momento. Só sorri e continuei. 

  - O que houve, amor?

  - Nada. É que quase não dá pra perceber que tem outra coisinha aqui. Parece tão fácil... Você queria muito isso, não é? - perguntou. 

  - Muito. Ele é parte de nós dois... É uma coisinha que nos fará eternos, entende? Nosso filho, amor... E todas as vezes que eu olhá-lo, lembrarei de cada momento bom que eu e você passamos. E só de pensar que ele é nosso... - Eu sempre ficava mais sentimental quando se tratava de nosso bebê. - Desculpa...

  - E os ruins. Porque perdemos outro e tivemos trabalho com esse aqui. Não peça desculpas. Eu quero te fazer feliz. Isso está funcionando.

  - Prefiro esquecer do dia que me disse aquilo... Mas tivemos outra oportunidade e conseguimos. Sabe que me faz feliz o tempo todo. Eu sou louco por você.

  - Eu sei, paizinho. Sabe o que poderia fazer? Passar esse óleo nessas coxas deliciosas. Esse cheiro é ótimo.

  - Ah, é? Gosta disso? Não disse que estava enjoada desse? - Espalhei o óleo pelas coxas.

  - Fiquei mesmo. Mas meu interesse é nas mãos. Compre outro da próxima vez. O que é isso? Lavanda? Sem graça.

  - Parece que nosso bebê está te deixando bipolar, mamãe. - Sorri. Mas o celular tinha que tocar pra estragar tudo. Serena foi mais rápido e o pegou.

  - Você não viu nada. Número desconhecido... Está escondendo alguma coisa?

  - Não que eu saiba. Não precisamos de segredos entre nós. – Ela atendeu o telefone e colocou-o no meu ouvido. – Alô? – Ouvi nada além de um suspiro. – Quem é? Vai falar?

  - Filho? Está muito ocupado? Podemos conversar?

  - Quem está falando? – Me assustei quando reconheci a voz. Mas... Era uma alucinação, claro. Era uma voz conhecida, só isso.

  - Eu ainda sou sua mãe, Guy. Não respondeu.

  - Você... Como achou meu número? – Parei com a massagem na barriga e peguei o telefone na mão de Rena. Ela percebeu minha cara assustada e tentou saber quem era. – Eu sempre estarei ocupado pra você.

  - Sophie me disse que está casado. Não sei nada sobre sua vida, filho. Isso não está certo. Ela me deu o número. Achou que não teria problema. Só quero conversar.

  - Não quer... Você sabe bem o que fez. O que você e aquele monstro fizeram comigo. Qual foi nosso acordo? Eu não processaria vocês se nunca mais aparecessem na minha vida. E agora vem me ligar? Vão se foder. Os dois. Não quero nenhum laço com você.

  - Seu pai não trará problemas. Não podemos esquecer o passado um pouco?

  - É quem estou pensando? Me dê esse celular, Guy.

  - Sua mulher? Preciso conhecê-la. Venham jantar aqui.

  - Não interessa... Você não vai conhecer ninguém e não quero te ver. Não consegue entender isso? Só um pouquinho, amor. – Me afastei de Serena.

  - Não consigo. As coisas são diferentes agora. Vai guardar essa mágoa pra sempre? Não vai acontecer nada. Posso esperar para o jantar?

  - Não. Foram anos horríveis. Mas estava cega demais pra ver o que seu filho tava passando. Nunca vi alguém tão miserável. Me esqueça, Regina.

  - Tudo bem. Vou pedir para prepararem um peixe. Diga o que quiser pessoalmente. - Desligou. Serena cruzou os braços.

  - O que ela queria? Amor... Você está bem?

  - Não... Talvez... Não. A vagabunda queria conversar. Me chamou pra um jantar. Não acredito... Não acredito que Sophie fez isso. Ela soube da perversidade que fizeram e mesmo assim foi capaz de dar meu número pra aquela vadia. Filha de uma puta...

  - Sua irmã não é um exemplo de sensibilidade. Mas não importa. Não vamos a jantar nenhum. Vou cuidar de você. Podemos esquecer isso, tudo bem? - Ela me abraçou e mexeu no cabelo.

  - Eu... Será que... Pode ser que seja algo importante. Depois de tantos anos, Regina não me ligaria se algo não tivesse acontecido.

  - Não, Guy. Está mesmo pensando nisso? Ficou assim com uma ligação... Não vou permitir que façam algo com você. E nem estou falando de algo físico. Você já disse que não vai e está fora de questão.

  - Eu sei que não vai me fazer bem, mas... Ela ainda é minha mãe e não queria que... Droga! – Chutei a mesinha. – Por que ela foi aparecer de novo? Eu estava bem. Precisavam fazer esse inferno em minha vida novamente? Eu mereço isso? O que eu fiz de errado, amor?

  - Ela é sua mãe? E quem se importa? Você não deve nada a eles. Nós ainda estamos bem. Daremos um jeito nisso. Posso acabar com sua irmã, por exemplo. Depois jogaremos esse celular pela janela. Fim da história.

  - Amor... Não vou dizer que é importante, mas ela nem deveria aparecer. E já que ressurgiu... Eu preciso vê-la. Sei que ela não merece nada disso, mas, não sei, Rena... Preciso...

  - Tem certeza? Isso é loucura. Mas posso te proteger. Nunca brinque com uma grávida. São recomendações médicas, sabia? Ficamos perigosas.

  Sorri e lhe beijei devagar. 

  - Obrigado. Eu amo você. Tentarei ficar bem... Por você. Por nós três. Posso ir hoje?

  - Faremos do seu jeito. Preciso tirar esse óleo do corpo e escolher a roupa. Mas está cedo. Se não der certo, voltaremos no mesmo instante. Está claro?

  - Como? Não vou deixar que vá. Não quero que se estresse. Não vai fazer bem ao meu filho e nem a você.

  - E acha que vou ficar sentada aqui? Não vai fazer bem ao seu filho do mesmo jeito. Porque minha preocupação com você será absurda. Só tem duas opções: vamos juntos ou ficamos aqui. Ninguém vai tocar um dedo em você sem antes perder o nariz.

  - É assim? Meu cãozinho de guarda? Não precisa se preocupar com isso, meu amor. – Peguei a cintura e beijei o pescoço. – Ela não vai me fazer mal. Se acha que é melhor ir... Só não quero que se irrite. Nós faremos uma visita rápida, tudo bem?

  - Que seja. Não estou irritada. Sou superior aos mortais, mas não tenho sangue de barata. E é melhor que não faça. Esses laços familiares não me comovem.

Sorri. 

  - Te amo, minha vadia... Te amo muito. Obrigado por existir, por me dar tudo que sempre precisei e até mais. Obrigado pelo nosso filho e por estar comigo depois de tantos anos de chatice. Obrigado.

  - Nada disso. Essas palavras são minhas. Nosso filho está dizendo que vamos cuidar muito bem do papai. Agora tente se animar um pouco.

  - Vocês são incríveis. O papai precisa de muito carinho, mas... Como quer que eu faça isso?

  - Com sexo? Deixe tudo comigo.

  Não esperava que ele realmente se animasse. Era impossível naquela situação. Mas fiz o que podia. Peguei aquele óleo e espalhei por suas costas. Ficamos alguns minutos na massagem. Felizmente ele virou meu corpo e usamos a cama pequena para o plano de sexo selvagem. Perdemos um tempo com isso e chegaríamos atrasados. Não que eu me importasse com o fato. Enfim, ele parecia muito fragilizado. Não o culpava por nada. Ainda tive coragem de cantar no carro. Tudo pra ver aquele sorriso torto. E funcionou muito bem. Pelo menos até encontrarmos a casa. 

  Guy ficou visivelmente tenso. Senti os dedos gelados quando paramos no jardim. Fiz questão de apertar a mão e passar uma segurança quase inexistente. O lugar era enorme e pensei que deveríamos comprar algo parecido rapidamente. Nosso filho precisava de espaço e aquilo era ideal. Olhamos a porta e ele suspirou. Me impediu de bater para ganhar um abraço. Lhe dei um selinho suave e disse que ficaria tudo bem. Voltei a entrelaçar os dedos nos meus. Um empregado com jeito nada simpático nos deixou entrar. Imaginei Regina como uma bruxa velha, mas parecia normal. Sentada elegantemente no sofá. Guy não se moveu, ela fez um sinal nos chamando e mostrando um espaço vazio ao seu lado. Não dei importância e puxei ele comigo para o outro sofá.



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