História Close - T3ddy {em hiatus} - Capítulo 20


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Categorias Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Lucas Olioti, Personagens Originais
Tags Lucas Olioti, T3ddy, T3ddy Games
Exibições 173
Palavras 656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - Dezenove


Lucas estava completamente perdido enquanto conversava com Luba.

Não ajudaria em nada eu ficar ali, pois ele ficaria nervoso e eu não queria isso.

Deixei a fantasia de Darth Vader no chão e caminhei até o bar. Me sentei num banquinho e pedi uma coca cola.

Eu estava completamente fora do alcance visual do Lucas e esperava que isso o ajudasse.

De repente ouvi gritos, muitos gritos, mas não me importei, ja que tudo que aquelas pessoas faziam era gritar e gritar.

-O que será que está acontecendo lá? - um homem baixinho de meia idade perguntou do outro lado do balcão.

-Não faço a menor ideia - respondi. - mas essas pessoas são todas loucas por aqueles la no palco, então pode ter sido até mesmo um espirro.

O homem deu um sorriso que mostrou 2 dentes faltando.

-Nunca vou entender os jovens de hoje - ele passou a mão por uma lata de guaraná pra tirar o gelo. - Não sei como eles podem amar tanto pessoas que são gente como a gente.

-Nem eu - dei risada. - É um saco, o meu namorado diz que essas fãs são bipolares e eu bem que concordo.

Ele espremeu os olhos na minha direção.

-Seu namorado está no palco?

Não fazia mal contar para um velhinho. Ele não fazia ideia de quem era quem, então apenas assenti.

Ele se retirou para entregar refrigerante a outros que esperavam no balcão.

Meu celular tocou no meu bolso. Peguei e atendi.

-Alô? - eu disse com o canudo na boca.

A pessoa do outro lado da linha bufou.

-Erika pelo amor de deus não é o que parece.

Ah, era o Lucas.

-E o que parece, senhor Lucas? -perguntei.

-Olha eu posso explicar - ele disse tão rápido que quase não entendi.

Cruzei as pernas subitamente interessada no que quer que ele tivesse feito.

-Uh.

Ele ia dizer algo mas no exato momento alguém esbarrou em mim e meu celular caiu, fazendo com que ele abrisse e a bateria saísse.

-Pode passar - gritei para o ser que estava correndo desesperado para a saída.

Juntei meu telefone e montei novamente, rezando mentalmente para que não tivesse quebrado.

Bingo, a tela estava completamente preta não importava o quão forte eu apertasse o botão de ligar.

Praguejei e me levantei contra minha vontade. Caminhei até a ponta do palco, ouvindo vários protestos enquanto pedia licença.

-Luba - chamei mas duvido que tenha ouvido em meio a tanto barulho.

Fiz a única coisa que me veio a mente: joguei o celular na canela dele.

Após uma careta de dor, Luba olhou na minha direção incrédulo. Assim que viu que era eu, ele juntou o celular e se ajoelhou na minha frente.

-Cadê o T3ddy?- gritei enquanto tentava empurrar as mãos que passavam pela minha frente tentando agarrar o Luba.

Ele não ouviu, por isso fez sinal à escada ao lado do palco dando a entender que era para eu ir até lá.

Corri antes das meninas perceberem que a passagem até lá estava livre.

Parei na frente do segurança e esperei Luba, que estava vindo até mim.

-Pode deixar ela subir - ele disse para o cara que não protestou.

Assim que subiu, várias meninas atrás de mim começaram a gritar que não era justo e que também estavam com o Luba.

Morram de inveja.

-Cadê o Lucas? - perguntei quando ele me levou para trás de um banner, onde ninguém podia nos ver.

-Ele tinha ido te procurar!

-Por que ele não tá aqui?

Luba coçou a nuca e me encarou com uma careta.

-Ele achou que você tinha enterpretado mal o que nós fizemos aqui...

Não foi preciso explicar o que fizeram, pois o telão exibiu uma cena que teria me feito dar pulos de felicidade.

-Você beijou o meu namorado? - questionei incrédula.

-Acho melhor nós conversarmos - ele me entregou meu celular. - a propósito, isso doeu.



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