História Closer - Capítulo 1


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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Dean Winchester, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Destiel, Yaoi
Exibições 104
Palavras 643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sei que não deveria escrever. Mas eu amo esses dois, não tinha como não escrever. A história vai ter NO MÁXIMO 5 caps.

• Capa não me pertencem. Dr. Google me presenteou com aquela coisa linda. Devido créditos a quem fez.

•Personagens não me pertencem. Todos os créditos para os produtores.

Bjin. Boa leitura. Papai ama vocês.

#PRIMEIRA_FIC_DESTIEL

Mó feliz 💜💜💜💜💜💜🌚🌝

Capítulo 1 - Capítulo 1


- Bom dia ! - estranhamente velhos hábitos prevalecem.

Eu devia me lembrar de fechar as persianas. Ou a porta. Por mais que eu ame minha tia, existem jeitos melhores de se acordar alguém. Por mais que ela tenha feito isso minha vida toda, o sol e meus olhos não são melhores amigos.

      - Levante Cassie. Veja pelo lado positivo, amanhã começam as férias ! - não era exatamente positivo, mas é suficiente.

Não sei ao certo o que eu disse, provavelmente uma coisa como “só mais cinco minutos” ou “eeeeee” . Desconexo demais para entender, acho que ela achou o mesmo pois, apenas riu e saiu do quarto, com a garantia que voltava cinco minutos e que o café estava a mesa.

Bem, meu nome é Castiel. Não exatamente alto, não tão baixo. Cabelos pretos rebeldes. Olhos azuis céu, não um claro e bonito como o do meu pai, o azul tempestade que me assusta. Não tenho nada de especial. Não sou muito inteligente, mas o suficiente para não me preocupar com a escola. Não sou atlético, mas meu físico sim.

Acordar é a melhor e pior parte do meu dia. Simplesmente porque eu posso abrir meu olhos e reclamar da luz solar para a Titia Amara. Meu pai é o diretor da escola que eu estudo. Seu nome é Chuck. Ele, sua irmã e eu moramos eu um grande condomínio a algumas quadras de onde ele leciona Inglês.

E, bem, minha tia cumpre suas promessas. Agora mesmo ela está tirando minhas cobertas e me fazendo cócegas. Não é como se eu fosse resistir, gargalhadas podiam ser ouvidas dentro e fora de nosso apartamento. Não há trégua com ela, minha única escapatória foi correr para o banheiro. Minutos depois de eu fazer tudo o que devia, estava comendo torradas com geléia, sentado na mesa como uma família.

Meu pai foi na minha frente para a escola, não sem antes deixar um casto beijo em minha testa. Tia Amara foi com ele, ela é a conselheira da escola. Por fim sobrou apenas eu. Arrumei o meu quarto e mesa do café da manhã. Não gosto muito de dar trabalho para eles. Embora tenha sido uma criança problemática. Vi minha mãe morrer em uma cama de hospital enquanto segurava minha mão. Desde então, quando me contavam uma história de super heróis, eu me imagina o Capitão Funeral. Meu único poder era voar para onde minha mãe estava.

Não sou hoje o adolescente “comum”. Digo, não tenho impulsos rebeldes ou qualquer coisa assim. Procuro não sair de casa e estudar bastante. Também não tenho mais os problemas com minha mãe. Talvez Charlie tenha ajudado em tudo isso. Charlie é minha melhor é única amiga. Ruiva, um tanto sfada, porém fofa, muito inteligente, e lésbica. Gosto que isso seja uma das primeiras coisas que ela diz quando conhece alguém. Fico feliz que ela se orgulhe do que é.

Eu já tenho meus problemas, como pensamento solto, tanto que nem percebi quando cheguei no elevador, menos ainda quando o Mrs. Rufus, um homem aqui do prédio saiu, me deixando sozinho. Apenas saio do meu transe quando ouço o elevador ranger e parar, junto com as luzes que se apagaram.

Simplesmente escorrego até o chão e mando uma mensagem pro meu pai dizendo o porquê de eu possivelmente me atrasar.

Eu odeio qualquer que tenha sido a entidade que tenha parado esse elevador. Hoje era o único dia que podia ver aqueles olhos verdes. Mas pelo jeito os astros maiores não querem isso. Ou talvez estejam me ajudando a desiludir. Tem meios melhores, mas okay.

Novamente perdido em pensamentos, até um pé tocar sua perna.

Ótimo. A coisa que eu menos queria era ficar com preso com alguém no elevador.

      - Hey, tudo bem ? - sua voz era rouca, como se não a usasse a um tempo.


Notas Finais


Ficou curto. Eu sei. Mas eu quero opiniões se eu devo continuar ou não


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