História Closer - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Dean Winchester, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Destiel, Yaoi
Exibições 84
Palavras 782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sei que disse que ia sair de manhã, mas não deu. Bjin.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Me perdi momentaneamente naquela voz. Foi o suficiente para ele repetir, em um tom preocupado, sua pergunta.

—  Hey, você está bem ?

Minha respiração estava pesada, sequer percebi isso. Eu nunca pensei que uma voz tão distinta teria tanto efeito sobre mim. Dean. Foi uma comparação irracional, de um completo estranho pelo cara que sou completamente apaixonado.

— Não está tendo um ataque de pânico, está ?! 

Aah sim, meu medo chegava a esse nível. Escuro nunca foi meu forte.

— Não exatamente.

Mentira.

— Deveria ficar preocupado ?

Um pouco.

— Não tenho impulsos suicídas.

Só as vezes, quando me irritam.

— Deveria me reconfortar ?

Sarcasmo.

— Definitivamente. A não ser que queira ser acusado por homicídio.

Mais sarcasmo.

— Falar te acalma, não é ?!

Normalmente, quando tenho um ataque Charlie conversa comigo até eu me acalmar. Silêncio.

— Meu irmão tinha vários ataques quando era criança, eu sempre conversava com ele, até ele melhorar.

De um jeito estranho, aquele cara me passava confiança, vazia eu me acalmar e sim, ele controlou meu ataque.

— Você é um bom irmão.

— Obrigado. 

Muito bem, por mais agradável que esteja aquela conversa, está demorando muito para arrumar isso. Resolvo ligar pra Charlie. Uma pena que não tenha área. Sem celular, no escuro, com um completo estranho.

— Hey, você não tem um celular aí ?

— Pelo amor de Deus. Tenha um celular.

Ele parece mexer em uma coisa que aparentava ser uma mochila, revirando os bolsos.

— Droga. Deixei em casa. 


Oh, droga.

— Deve ter um por aqui, para emergências.

— Fale alguma coisa, para eu não pisar em você.

— Aqui.

Ouço seus paços por todo o espaço, tateando as paredes, até falar algo como “aha”.  O telefone dava direto na recepção.

— Alguém que queira notificar ? 

Passei o número de Charlie e pedi que explicassem o motivo de deixar ela sozinha no último dia, enquanto ele disse que não era necessário ninguém da parte dele.

— Então, qual o seu nome ?

— Qual o seu nome ?

— Eu perguntei primeiro !

Jura ?!

— E eu acabei de dizer.

— Não disse não !

— É a sua palavra contra a minha, até o tribunal. 

Ele riu. Um som harmônico. Límpido.

— Tudo bem, espertalhão. D.

Dean. Não. Não pode ser. Ele mora no outro lado da cidade.

— Cas. 

— Prazer Cas !

— Idem, D.

Novamente o silêncio. Novamente o escuro, mas por pouco tempo. Sua gargalhada fez presença no local, ecoando.

— Deveria abrir medo de você ou tirar a conclusão de que você é um assassino ? Porque sabe, sua risada parece com a dos vilões de desenho.

— Você realmente parece com meu irmãozinho. Esquivando de todas as perguntas e sempre sarcástico. Não precisa ter medo de mim chapeuzinho vermelho, o lobo mau não vai comer você. 

— Comer no modo literal ou está sugerindo outra coisa ?

— Quem diz isso é você. Mas se deve ter medo de mim em algum momento, é, com certeza na cama. 

— Fora dela não representa perigo então ?

— Não.

— Então você é resumidamente, patético ?!

— Não fale assim anjinho. Fere meus sentimentos. Eu nunca feriria os seus. Você é mau.

Eu ia responder, mas um barulho alto e o elevador caindo um metro me calaram. E o pânico voltou novamente. Dessa vez D não interveio, então resolvi preencher o escuro eu mesmo.



Four years, no calls

Quatro anos, nenhuma ligação


Now you're looking pretty in a hotel bar and

Agora, você está linda no bar de um hotel


I can't stop

Eu não consigo parar


No, I can't stop

Não, eu não consigo parar


Seja lá quem for, eu sabia que ele estava impressionado com a minha voz, isso pelo fato de me encher de elogios depois disso. Eu realmente agradeço por tudo que ele disse, mas estava com frio demais para isso. Realmente. Nós estamos no começo do inverno, e eu, sem mínima consciência disso, saio apenas com uma camisa social simples.

— Ei, Cas. Está com frio ?

Bastante.

— Um pouco.

Novamente ele mexe naquilo que suspeito ser uma mochila.

— Aqui, um casaco do meu irmão. Ele é meio grande, espero que não se incomode. 

Ele estava sentado do meu lado.

— Deixa que eu te ajudo.

Ele realmente colocou o casaco em mim, com cuidado, quase como se eu pudesse quebrar, e me puxou para o seu peito forte depois. Não recusei. Era bom.

— Obrigado !

— Sabe, Cas parece nome de anjo. Sua voz é como a de um também. Será que você é tão bonito quanto ?


Sentia ele próximo. Sabia que ele sorria, com graça. Sabia que nem o conhecia, que lê podia ser qualquer má pessoa, mas eu não me importava. Por tudo que ele fez nesse meio tempo. Mas sabia que não podia. Por isso abaixo a cabeça.

— Perto demais, D.

Ele ri, com os lábios no meu cabelo. E me abraça mais forte.


        — Você é quentinho, anjinho. 


Notas Finais


Agora vai demorar pra sair. Todo final de semana. Talvez não tenha 5 caps. Desculpa a qualidade. To com soninho. Vou mim. Boa noite mynaah

PS : Closer porque é a música da fic.


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