História Closer - Capítulo 3


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Categorias Gerard Way
Personagens Gerard Way, Personagens Originais
Tags Gerard Way
Exibições 3
Palavras 359
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Já no carro...

_ Mãe, para com isso!

_ Precisamos comprar esses remédios. _ ela ignora a menina, dando a receita ao marido, após lhe explicar tudo.

_ Mãe! _ ela grita.

_ Amy, já falei! Não vamos discutir. Isso é pro seu bem!

_ Mas que droga, eu não tenho essa porra, eu não... _ então ela fica em silêncio.

Não diga mais nada. Continuar só vai piorar sua situação. Acredite em mim.

 

Amélie ficou em silêncio o resto do caminho até sua casa.

Ao chegar, ela caminha até seu quarto.

 

_ Aqui está. _ sua mãe coloca o remédio em sua escrivaninha_  Por favor... Tome-os no horário certo... _ era possível sentir a preocupação no tom de sua voz. Ela apenas acena com a cabeça, dando a deixa para sua mãe sair.

 

Um longo e cansado suspiro é deixado no ar, antes que ela se atirasse em sua cama.

 

_ Que droga é essa? _ ela vira o rosto, olhando para a escrivaninha. O barulho do carro sendo ligado novamente indicava que seus pais estavam novamente de saída.

_ Aparentemente, têm dois tipos de calmantes e acho que um estimulante cerebral. _ ela olha para o lado e o vê novamente.

Ela se senta na cama.

_ Por favor... Me diz que eu não sou louca de verdade e não estou tendo alucinações. _ ele caminha até ela e lhe toca o rosto.

_ Isso parece alucinação pra você? _ novamente, ela sentiu o corpo formigar e já estava perdendo a sensibilidade das pernas. Porém, antes que pudesse pensar em desmaiar, ela tornou a chorar, tombando com seu corpo para frente, sendo impedida de cair apenas por ele que a segurou _ Ei... _ ele sorri _ Não é hora de desmaios. Tenho muito trabalho com você, criança. _ embora ela quisesse dizer muito, pouco podia, já que sua boca estava ocupada de soluços e murmúrios.

_ Você... Você tá morto... _ ela soluçava nos braços que a envolviam. Ele pisca algumas vezes, como quem não tivesse de fato percebido isso. Por fim, ele apenas fecha os olhos por um curto momento e diz:

_ Eu sei.

 



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