História Closer - Capítulo 2


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Ed Sheeran, McFly, One Direction, Shawn Mendes, Taylor Swift
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Dougie Poynter, Ed Sheeran, Harry Styles, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Swift, Zayn Malik
Tags Larry, Muke
Exibições 35
Palavras 1.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Welcome to Giuliart


Fanfic / Fanfiction Closer - Capítulo 2 - Welcome to Giuliart

Corri imediatamente para o banheiro.

– Saia daqui, seu pervertido! – eu falei com a voz vacilante, tremia da cabeça aos pés enquanto procurava uma chave. – Eu vou chamar a segurança do campus! – o ruivo do outro lado da porta riu ainda mais.

– Terceiro andar é de rapazes, sabia? Claro que não sabia, se está falando sobre "segurança do campus" obviamente é novata. – sua voz se aproximou, ouvi batidas à porta. – Abra.

– Você é maluco! Não chegue perto de mim!

– Eu vou te dar suas roupas pra você poder dar o fora do meu quarto! – o homem falou com irritação clara. – O que espera que eu faça? Que vá embora pra você se trocar?

– Espero que vá embora e não volte mais no meu quarto!

– Você é inacreditável. – o ruivo riu pela terceira vez naquela noite, cerrei os punhos. – É surda por acaso? O terceiro andar é só de homens, e pelo que vi você não é um. – meu rosto pegou fogo naquela hora. – Abre logo essa porta e só pega a porra da sua roupa, princesa. Que saco! – hesitei por alguns segundos.

Segurei a toalha forte com uma das mãos enquanto a outra caçava o ar do lado de fora do banheiro, o homem pôs as roupas em minha mão e fechei a porta rapidamente quando já as tinha comigo.

Verifiquei se ele não estava conseguindo me ver de alguma forma antes de descobrir meu corpo e por as roupas, saí do banheiro, apanhei o celular no chão e fui direto pra minha cama pegar os óculos.

– Já pode ir embora agora.

– É o meu quarto. – insisti caçando o papel na minha mochila vermelha que estava disposta sobre a cama, tirei-o de lá e entreguei ao ruivo prontamente.

Ele deu uma risada alta.

– Te colocaram no andar errado. Também "é o meu quarto". – ele fez uma voz aguda, como se pra me irritar, então entregou-me um papel.

Este informava que ele também estava no quarto 10305. Bufei.

– Vamos agora resolver isso, eu não posso divide quarto com você! – peguei a mochila e a pus nas costas.

– Ah, a realeza não pode se misturar com a ralé, é claro.

– Para de me chamar disso, garoto! – esbravejei, sabia que meu rosto estava vermelho e aquilo parecia divertir o ruivo. Saí andando em passos pesados do quarto, ele me seguiu. – Pegue logo sua mala, não quero você de volta no meu quarto.

– Andares pares são de meninas, ímpares de meninos. Está no 3º andar, princesa, a errada aqui é você. – deu ênfase ao apelido irritante, revirei os olhos já começando a descer as escadas rapidamente, de modo a ficar distante do garoto de cabelos laranjas. – Hey, pode voltar aqui, princesa! Você não sabe aonde fica a secretaria, huh? – segurou no meu braço.

– Não encosta em mim! – olhei pra ele com raiva, seu sorriso matreiro pareceu aumentar e eu só queria poder agredi-lo fisicamente naquela hora.

Aquilo era novo pra mim, querer ferir alguém.

Foi a primeira sensação nova de muitas que aquele ruivo despertou em mim.

– Como quiser, não te passarei meus germes. – bufei antes de apertar o passo, novamente sua risada debochada preencheu meus ouvidos.

Quando chegamos ao prédio principal, olhei ao redor confusa.

– Vai admitir que precisa da minha ajuda?

– Eu sei me virar.

– A secretaria fecha às 21:30, admira que precisa de minha ajuda e eu te levo lá antes que feche, princesa. – bufei e virei minha expressão de raiva para encarar a totalmente relaxada do ruivo.

– Eu preciso da sua ajuda! – falei com irritação.

– Qual a palavrinha mágica? – ele não poderia estar falando sério!

– Por favor! – revirei os olhos novamente, o homem pareceu satisfeito.

– Siga-me então. – entrou no prédio do meio, eu logo atrás dele. Subimos uns três lances de escadas enquanto eu caçava o celular. 21:32.

Rezei pra que estivessem abertos.

Minhas preces não foram atendidas.

Uma mulher trancava o escritório que estava com as luzes desligadas por dentro.

– Senhora, por favor... – aproximei-me dela. – Eu sou Allison, Allison McCauster, sou nova aqui e...

– O tour para os alunos novos é amanhã pela manhã, senhorita McCauster. Se me der licença...

– Não, não é isso! – estava nervosa, a mulher parecia irritada e não estava me ouvindo direito, mesmo com os olhos em mim. Vestia um traje formal azul escuro e tinha o cabelo preso em um coque. – Vocês colocaram ele no meu quarto por engano! – entreguei-a os dois papéis.

A mulher tinha uma ruga entre os olhos enquanto analisava os dois papéis.

– O terceiro andar é reservado pra rapazes.

– Não falei? Essa louca que está no meu quarto!

– Não é culpa dela, senhor. – a mulher rebateu severamente. Pela expressão dos dois, eu sabia que ele era o garoto-encrenca. Maravilhoso. – Allison é um nome unissex, querida, eles podem ter confundido na hora de distribuição de quartos, mas amanhã de manhã eu resolverei isso. – ela estendeu os papéis de volta pra mim.

– Amanhã de manhã?! Você só pode está brincando!

– Desculpe, mas não há nada que eu possa fazer... O sistema está desativado, não posso checar uma vaga em outro quarto pra senhorita, e...

– Você não pode me deixar dormir no mesmo quarto que ele! – o ruivo fez uma expressão magoada, fingindo ofensa.

– Sinto muito, senhorita McCasuter. Como te falei, não há nada que eu possa fazer. – respirei fundo antes de deixar o local com passos rápidos. Eu queria gritar de raiva, sentia meus olhos marejarem e já odiava aquele lugar mesmo não estando lá nem há duas horas.

Quis ligar para o meu pai é pedir ajuda, mas seria inútil.

– Hey, me espera, princesa! – o homem correu atrás de mim. – Ah, não vai chorar, vai? Eu não sou tão mal assim. – cocei os olhos antes de pousá-los sobre o ruivo.

Ele tinha uma barba que cobria todo seu rosto, o cabelo era totalmente desordenado. Vestia uma flanela vermelha e calça jeans. Seu rosto era ligeiramente redondo, não que ele fosse gordo, mas aquilo era perceptível.

– Só me deixa em paz.

– Ah, mas você é minha colega de quarto por uma noite e eu costumo me dar bem com meus colegas de quarto. Vamos pegar uma cerveja! – revirei os olhos, ele tinha a mão em meu ombro novamente. Era o que me faltava, além de dormir no mesmo quarto de um desconhecido, dormir no mesmo quarto de um desconhecido bêbado!

– Sou menor de idade. – me afastei para perder contato com ele.

– Eu não perguntei sua idade, te chamei pra tomar uma cerveja.

– Eu estou em uma escola! Não posso beber!

– Ah, pode sim. Bem vinda a Giuliart. – revirei os olhos já começando a subir as escadas que nos levariam ao meu quarto.

Quarto do ruivo.

Nosso quarto?

– Você é difícil de fazer amizade, huh princesa?

– Talvez seja porque eu não quero falar com você? – tirei a chave do quarto do bolso e girei-a lá logo antes de perceber que ela já estava destrancada de qualquer jeito, então só entrei e esperei o homem entrar. Deixei a porta encostada, assim poderia fugir se ele viesse a tentar algo...

– Isso é ridículo, todos querem ser meus amigos. – o ruivo falou convicto antes de tirar a flanela, revelando um braço repleto de tatuagens coloridas. Franzi o cenho.

Meu pai nunca aprovou tatuagens, então eu não tinha uma visão muito boa sobre elas.

– Gostou delas, princesa? – revirei os olhos antes de focar em guardar minhas coisas de volta na mala, já que eu que teria de ir embora no outro dia.

– Para de me chamar assim, inferno!

– Ah, claro, perdão... Alteza. – que. homem. insuportável!

Quando tudo estava em seu devido lugar, sentei-me na cama e encostei o rosto na parede azul. Brinquei com minhas unhas que estavam grandes demais.

Nota mental: apará-las.

– Você prefere mesmo ficar encarando suas unhas a falar com a ralé, alteza? – não respondi, tentei nem demonstrar que tinha o ouvido.

O ruivo me encarava intrigado, se mexeu na cama e se levantou, eu automaticamente me afastei mais um pouco, até ficar na ponta da minha perto da porta, minha respiração já ficava mais acelerada.

Ele franziu o cenho.

– Está com medo de mim? – não respondi.

Pela primeira vez o homem estava sério naquela noite, se aproximou de mim.

Eu corri em direção à porta, os olhos arregalados.

– Allison, certo? – assenti com a mão segurando a maçaneta, ela tremia levemente. – Deita, eu vou dormir no quarto de um amigo. – tirou a chave do bolso e a estendeu pra mim, eu continuei paralisada em meu lugar, não entendendo aonde o ruivo queria chegar com aquilo. – Eu não sou babaca a esse ponto, tá bom? Mas você também não me conhece e não pode confiar só em minha palavra, eu sei. – deixou então a chave em cima da escrivaninha. – Põe de baixo do tapete antes de sair, princesa. E ânimo! Não vai mais precisar dividir o quarto com gente da ralé amanhã. – lá estava ele com seu tom e sorriso debochado novamente, pegou uma muda de roupas de dentro de sua mala cinza - a qual ele ainda não tinha desfeito. - piscou para mim e deixou o quarto.



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