História Closer (Castiel) - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor, Castiel, Musica, Romance
Exibições 316
Palavras 591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


• Fanfic inspirada na música "closer" dos Chainsmokers. Espero muito que gostem. •

Capítulo 1 - "A gente se pega"


Fanfic / Fanfiction Closer (Castiel) - Capítulo 1 - "A gente se pega"

Sabe aquela pessoa que você sente que pode contar qualquer coisa? Essa pessoa era ele. Eu só não sabia.

- Não, Castiel. Preciso estudar, mané. - Falei rindo e afastando com muita dificuldade Castiel e seus beijos.

- E desde quando estudar ficou mais importante do que ficar com um gato como eu? - Perguntou rindo e se jogando novamente em minha cama.

- Meu gato, seus beijos são incríveis. Mas meu pai vai pegar no meu pé se eu não passar em química. - Respondi rindo do mesmo modo é voltando a encarar o desafio da tabela periódica. Depois de alguns minutos, que pareceram horas, eu larguei a caneta. - Desisto! Não aguento mais esses elementos.

Castiel novamente riu e seu celular. Ele fez uma cara engraçada e o guardou de volta no bolso. - Debrah está me chamando de novo.

- Vai lá, eu tenho que terminar isso.

- Deixa de ser ciumenta. Você sabe o que essa trouxa me fez. Peça para o engomadinho do Nathaniel te ajudar depois e bora lá pra casa antes que seu pai chegue. - Falou se apoiando na minha escrivaninha e me dando um selinho.

- Safado. - Fechei o livro. - Vamos. - Peguei minha jaquta, logo abrindo a janela. - Quem vai primeiro?

(....)

- Oi dona Sônia. - Falei ao pegar um dos bolinhos que ela estava fazendo.

- Olá, Malu. Sempre com fome. Está linda ruiva meu bem. - Disse sorrindo.

- Ela me copiou. - Disse Castiel batendo em minha cabeça.

- Cala a boca idiota. - Ri. - Vamos subir...

- Até parece que mora aqui. - Retrucou ele me fazendo revirar os olhos.

Nós subimos e vimos algumas séries logo meu celular tocou.

- Pai?

- Oi meu amor. O caso aqui ficou sério. Precisarei ir até a cidade do lado ainda hoje, pode ficar com Sônia?

- Sim. Toma cuidado, tá bem?

- Eu sempre tomo. Se cuida.

Eu desliguei e segui para o banheiro. Eu sempre ficava meio tensa quando meu pai passava a noite fora, o que era constante devido ao fato de ele ser chefe policial.

As vezes penso que me preocupo a toa. Bom, não é bem isso já que vim morar com ele por não querer que ficasse sempre sozinho. E também por que minha mãe é completamente doida.

Arrumei meu cabelo no espelho e lavei o rosto. Logo senti mãos em minha cintura.

Os toques dele sempre me arrepiavam sem exceções, desde que começamos a ficar.

Suas mãos me viraram para sim, e logo senti seus lábios nos meus como um ato necessitado. Minhas mãos foram para sua nuca e eu senti seu leve sorriso.

Eu estava apenas com sua camisa branca e preta, e seu fino casaco xadrez. Senti suas mãos geladas em minha cintura e elas apertaram com mais força. De repente, me vi em cima do balcão da pia. Nós nos beijavamos e o ar nem parecia necessário. Era tudo sincronizado. Nosssas respirações estavam alinhadas, e quando precisávamos parar nossas testas se encaixavam com precisão.

Mas fomos logo interrompidos pela porta, que abriu bruscamente, revelando uma garota loira com um pijama fino rosa e um sorriso no rosto que se formou ao entender a situação.

Era Sofia. Irmã de Castiel, os dois eram totalmente o oposto um do outro.

- Por que não admitem que se amam? - Perguntou cruzando os braços e se encostando na porta.

Rimos. Eu desci da pia com a ajdua de Castiel e passei os dedos nos lábios de leve reprimindo um sorriso.

- A gente se pega. É diferente. - Falei piscando para Castiel e dando um sorriso para Sofia enquanto saia do banheiro.



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