História Closer (Castiel) - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor, Castiel, Musica, Romance
Exibições 220
Palavras 1.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - "Ele sabia"


"Hey, fale aos seus amigos que adorei conhecê-los, mas eu espero nunca mais vê-los."

Eu tomei um banho rápido e me joguei na cama do quarto de hóspedes. Eu não gostava dele, mas meu pai me mataria se dormisse no de Castiel.

As paredes eram e amarelo vivo e o chão em carpete. Havia a cama em que estava deitada e a poltrona para leitura.

Coloquei o celular em baixo do travesseiro e desliguei os abajures.

Estava quase pegando no sono quando senti duas mãos em mim e logo lábios nos meus.

- Castiel! - Chamei rindo. Ele tapou minha boca mas logo a soltou fazendo sinal de silêncio.

- Shiu. Se não a dona Sônia vai acordar Malu. - Falou e voltou a me beijar.

- A sua mãe pode até não ouvir mas é mais esperta que vocês dois juntos. - Ouvimos uma fina voz, e Castiel revirou os olhos. - Me mandou vir dormir aqui.

- Você é um porre Sofia. - Reclamou Castiel, se levantando. Eu ri lhe dando um tapa.

Castiel com muito esforço foi para seu quarto me deixando com Sofia.

- Vem deitar comigo já que é assim. - Falei e ela riu.

Era engraçado, Sofia era nova mas já sabia de tudo.

Ela se deitou comigo, conversamos um pouco e finalmente dormimos. Eu realmente admirava Sônia por ter criado-a tão bem mesmo não sendo sua verdadeira mãe. É uma verdadeira mãe, cuidou dd Sofia mesmo sendo filha de uma traição.

Pode parecer burrice, mas se não tivesse o feito, nem deus saberia o que seria dessa garota.

(...)

Minha cabeça doía novamente, e o barulho do lápis que Ambre ficava batendo me irritava profundamente. Ela faz de propósito. Incrível, é só para me irritar. Desde o início do ano vem me provocando, por incrível que pareça não cheguei a perder o controle.

Finalmente o sinal ecoou por toda a sala nos avisando a hora do intervalo. Precisei ouvir Alexy, Armin e Kentin brigando por algo que nem prestei atenção, até chegarmos na lanchonete.

Castiel estava almoçando com seus amigos. Um garoto moreno, um loiro e uma garota com cabelos platinados que tinha um sorriso doce. Ela me chamou atenxao, de fato.

Alexy foi pegas nossos lanches e Kentin e Armin, continuaram brigando. Até Castiel me notar.

- E aí, pirralha. - Disse me dando um selinho. Eu o olhei feio e ele passou o braço pelos meus ombros.

- Idiota. - Revirei os olhos. - Esses são... Armin e Kentin, meus amigos. Ah, e Alexy. - Falei ao ver o azulado que tinha acabado de voltar até nós.

- Prazer. - Disse Castiel mais ao vento do que a eles. Kentin o olhou feio, Armin notou e Alexy, como sempre, fez perguntas inconvenientes.

Castiel também me levou para conhecer seus amigos, e a garota se chamava Rosalya, mas gosta que a chamem de Rosa.

Acabamos por almoçar todos juntos e após o mesmo, fomos todos ao pátio. A diretora formou duplas de segundo e terceiro ano para arrumar a escola para o natal.

- Ficarei com a ficante do meu amigo sem noção. - Disse a platinada sorrindo e entrelaçando nossos dedos.

Era diferente para mim, já que não tive muitas amigas que faziam isso.

(....)

- Na verdade... Eu tenho um irmão. - Falei vendo o sorriso da garota por finalmente eu conversar direito com ela, enquanto terminavamos os cartazes.

- Finalmente está falando algo! Ele é gato? - Eu ri.

- Talvez se você tivesse nove anos. Ele é bem pequeno... E bom, está com a minha mãe praticamente do outro lado do mundo. Sinto falta dele e pelo menos vou vê-lo no natal.

- Natal? Você vai sair da cidade no natal? - Ela ficou surpresa e me olhou mordendo o lábio inferior. Estreitei os olhos. Que mal tinha sair da cidade no natal?

- Sim... - Respondi, logo ela se recompôs e continuou seus cartazes mudando completamente o assunto.

Quando terminamos, descemos para tomar alguma coisa juntas. - Ele é bem complicado de se lidar... - Explicou, ela falava de Castiel. - Mas assim que começou a ficar com você não o vi mais com outras garotas. Diga-me realmente o ama? - Essa garota é mais direta que o Alexy. E ainda por cima parece me conhecer muito. Talvez ela tenha conversado muito com Castiel, ou talvez visto minha ficha escolar. Ela me parece o tipo de pessoa que faria isso pelo amigo, já que só quer o seu bem. De algum modo, me sinto mal em imaginar que ela seja tão próxima de Castiel. Não sei o por que.

- Rosalya... O amor é a arma mais perigosa que existe. Ele define a fraqueza e mostra cada um dos seus defeitos. Quem a tem, sabe direitinho como manipular a pessoa. Não quero ser manipulada por um sentimento idiota. Eu apenas gosto muito dele. - Falei. Era realmente o que eu pensava sobre a superficialidade do amor.

- Está falando como ele. As habilidades que vocês dois tem de mentir para si mesmo, são incríveis. - Disse, eu revirei os olhos e voltei a tomar minha vitamina de morango.

Estreitei os olhos, ao ver que Castiel entrou de papo com uma garota na lanchonete. A platinada não perdeu nenhum detalhe. - Pelo menos sente ciúmes dele, e ele de você.

Eu me engasguei. - Ciúmes? Não fale besteiras.

- Você acha que não o conheço? Ele se garante, mas quer que sinta ciúmes dele. - Ela se levantou e puxou meu pulso. - Entre no jogo, e prove minha teoria. - Ela me puxou até um garoto que esperava na fila do milk shake, ele era alto, tinha cabelos pretos e usava roupas de mesma cor. Seus piercings o deixavam ainda mais lindo, fora o sorriso que ele nos proporcionou.

- Brayan, essa é a Malu. - Disse Rosa nos apresentando. Nesse momento, eu virei e vi que Castiel estava com uma cara péssima e mortal.

Vou dar o braço à torcer. Realmente a platinada entende tudo isso.

- Prazer. - Sorri. - Rosa já disse meu nome. Então... - Conversamos um pouco e Rosa saiu de fininho, deixando-nos à sós. O garoto era realmente divertido.

- Então, está combinado. Te pegarei à noite para vermos o filme. - Assenti dando um meio sorriso, vendo-o se levantar. - Até, ruivinha. - Ele me deu um beijo na bochecha e saiu da lanchonete.

Quando me vire, apenas não queria ter virado. Castiel estava aos beijos com a garota. Meus olhos estavam queimando, mesmo sem eu ter conhecimento do por que.

Qual é Malu, vocês só ficam. Ele tem direito de ficar com outras garotas. Foi isso que repeti a mim mesma, enquanto me virava e voltava a tomar minha interminável vitamina.

Eu não acreditei na cena, e me permiti olhar mais uma vez. Ele me viu. Ele sabia muito bem que eu estava olhando.



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