História Closer (Castiel) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor, Castiel, Musica, Romance
Exibições 295
Palavras 946
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Música do capítulo: Cake by the ocean

Capítulo 3 - "Certeza?"


"We're just getting started, don't you tiptoe"

Castiel havia notado meu desconforto, pois na saída não esperou que eu fosse até sua sala. - Olha... Sobre hoje...

- Tá beleza Castiel. A gente só fica, ou melhor ficava. - Ele me olhou surpreso. - Eu acho melhor que voltemos a ser como antes. Só isso. Por que, você sabe que eu já me machuquei, certo?

- Eu só estava com c... - Eu o interrompi. Ouvir que ele estava com ciúmes, levaria tudo para o lado errado.

- Sério. Não fala, só voltemos ao que era, tudo bem? Cada um no seu canto com os seus casos. Por favor. - Eu notei sua face ficar séria, brava e triste. Mas não me importei. Um grande vazio desconhecido por mim até hoje, tomou conta de todo o meu corpo, eu não sabia o que estava sentindo, mas aquilo precisava parar. Apertei a alça da minha mochila caída sobre meu ombro direito e endireitei meu cabelo preso. Lhe dei um sorriso caído, e sai correndo, felizmente meu pai viria me buscar então a viatura estava próxima a escola.

(....)

- Pai, precisa ir ver a mãe. Achei que se separariam. - Falei rindo, e ele me acompanhou. Me sentei na bancada da cozinha aguardando sua resposta.

O relacionamento dos meus pais certamente era de amizade. Eles já tinham outros parceiros, quer dizer, minha mãe tem, só não assinaram o divórcio o que será realizado assim que formos vê-la.

- Sei disso querida. Está louca para ter uma madrasta para lhe infernizar a vida. - Rimos novamente. - Mas já cuidamos de tudo. Estou livre do furacão Alana.

- Ugh! Vou ter que ficar sozinha com ela esses meses! Você nem para me ajudar! - impliquei.

- Isso quer dizer que Castiel não vai? - Eu o encarei. - Meu amor, não fique chateada. Só acho que você poderia conhecer melhor o Nathaniel... Lembra dele? Um bom garoto. Mora pertinho de sua mãe. Sempre foi muito educado e... - Ele parou, estava se segurando para não rir. Isso era o que minha mãe dizia, e ele estava a imitando. - Desça da mesa e vamos comigo até a cafeteria.

- Sério mesmo? - Fiquei feliz. Os amigos do meu pai eram interessantes. E principalmente as amigas. Nada mais legal do que uma mulher com uma arma.

- Sim, irá se trocar? - Neguei com a cabeça. - Ótimo, então vamos.

Eu usava um jeans estilo "boyfriend", com um corpete cinza da adidas, e meus quix pretos. Meu pai era sim, bem ciumento. Mas digamos que quando ele está vestido em seu uniforme os meninos costumam controlar seus pensamentos. Dessa vez, eu ri do meu pensamento e tranquei a porta.

(....)

Meu celular tocava sem parar, então resolvi atender de uma vez.

- Alô

- Olá, Malu.

- Brayan... - Falei mais para mim mesma sorrindo, depois do que aconteceu precisava ver alguém diferente. - Com item meu número?

- Tenho meus contatos gatinha. Ainda está de pé nosso cinema?

- Depende. Que filme vamos ver?

- Na real, não estava muito afim de ver o filme. - No geral eu ficaria brava. Mas sua cantada foi tão clichê que eu apenas ri. - Te pego em uma hora.

Eu desliguei e fui até o armário procurar uma roupa, mas não achei nenhuma que me animasse. Então, fiquei com a que eu estava colocando apenas um casaco longo preto e fino. Troquei o quix pelo all star, já que combinaria mais e pegeui meu celular.

- Pai... - Chamei descendo as escadas pelo corrimão.

- Sério, Malu. - O olhei confusa. - Quando me ligaram do hospital disseram que eu tinha uma menina, se enganaram. - Eu ri.

- Vai sair? - Perguntei, vendo-o ajeitar o uniforme.

- Emergência, docinho. Você vai ficar em casa, certo? - Ele abriu a porta.

- Claro... - Respondi revirando os olhos, ele me olhou e logo ouvimos a buzina de um carro. - Ou não... Te amo, pai. - Falei rindo, e dando um beijo em sua bochecha.

- Eu sei sou um pai incrível, que não vai te impedir de sair hoje. Divirta-se.

Eu ri mais uma vez e entrei no volvo preto.

Brayan me cumprimentou, e resolvemos andar um pouco antes de ir ao cinema.

- Sério? Você nunca comeu brigadeiro? - Perguntei rindo.

- Malu! Tenho cara de quem sabe fazer brigadeiro? - Rimos.

- Então, vamos alugar o filme para vermos em casa mesmo. - Sugeri enquanto chegavamos no carro.

- Que menina atrevida. - Disse. - Mas vamos, por que fiquei curioso.

(....)

O programa que escolhemos me deixa meio chateada. Eu era acostumada a fazer isso com Sofia e Castiel.

Eu fiz brigadeiro e pipoca, e nos sentamos no sofá para ver o filme. Ele escolheu um filme de terror. Mas rimos muito, era super mal feito.

- Boa noite, Malu. - Disse sorrindo ao me abraçar, já que desviei do seu beijo.

- Até mais, Brayan. - Ergui as sobrancelhas. - Tá bem, chega do politicamente correto.

Ele deu um sorriso, e que sorriso. O cara conseguia ser lindo até fazendo palhaçada.

Percebendo que sua labia do sorriso funcionou, ele segurou minha cintura e roubou um beijo lento e romântico, que quem vê, não imagina ser assim.

Antes de sair ele piscou para mim, e eu não podia evitar dar risada.

Entrei em casa e corri para o meu quarto. Deixei meu celular na cama e tomei um banho, finalmente desfazendo o penteado. Coloquei apenas uma grande camisa que eu tinha, e me joguei na cama.

Peguei o celular para dar uma olhada nas mensagens e achei uma de Castiel.

" Tem certeza, Malu? Quer voltar a ser como era antes? Eu vi você e o Brayan hoje no parque. Entendi como se sentiu, mas eu juro, para mim foi pior. Foi horrível vê-lo segurar sua mão."



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